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	<title>Política | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Política | Maranhão Brasil</title>
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		<title>PT maranhense chuta o &#8216;palácio da barraca&#8217;: rachou, tá rachado. E bola pra frente!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 00:20:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O encontro nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), realizado em Brasília neste fim de semana, foi além de um simples alinhamento interno: funcionou como um marco de consolidação da estratégia eleitoral da legenda no Maranhão em um cenário de crescente tensão política local. É como se o partido mandasse um recado para o governador Carlos Brandão: sua chance de querer acabou. E chutou o pau da barraca.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Encontro nacional do <strong>PT marca ajustes finais da estratégia no Maranhão</strong></p>



<p>O encontro nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), realizado em Brasília neste fim de semana, foi além de um simples alinhamento interno: funcionou como um marco de consolidação da estratégia eleitoral da legenda no Maranhão em um cenário de crescente tensão política local. A presença de lideranças como o vice-governador Felipe Camarão, a senadora Eliziane Gama e o deputado federal Rubens Pereira Júnior sinaliza não apenas coesão partidária, mas também um movimento calculado de reposicionamento diante do rompimento com o grupo do governador Carlos Brandão.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Camarao-Eliziane-Rubens-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-33936" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Camarao-Eliziane-Rubens-768x1024.jpeg 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Camarao-Eliziane-Rubens-225x300.jpeg 225w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Camarao-Eliziane-Rubens.jpeg 900w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>O PT começa a definir a estratégia de 2026 no MA: Camarão pré-candidato e fortalecimento de Lula</em></strong></figcaption></figure>



<p>O evento, que reuniu nomes de peso da direção nacional — como Fernando Haddad, José Dirceu, Wellington Dias e Edinho Silva — teve como eixo central a organização da base para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, no caso maranhense, o encontro ganha contornos ainda mais estratégicos: ocorre no momento em que o chamado grupo “dinista”, historicamente ligado ao ministro do STF Flávio Dino, se afasta do Palácio dos Leões e passa a operar com maior autonomia política no estado.</p>



<p>Nesse contexto, a fala de Camarão deixa de ser apenas uma afirmação protocolar e assume caráter de sinalização política. Ao reafirmar a pré-candidatura ao governo e o compromisso com uma votação expressiva para Lula, o vice-governador indica que o PT não apenas pretende protagonismo em 2026, mas também se prepara para uma disputa que, ao que tudo indica, não contará com a unidade que marcou ciclos eleitorais anteriores no Maranhão.</p>



<p>O encontro em Brasília, portanto, revela mais do que alinhamento: expõe uma estratégia em construção, na qual o PT busca fortalecer sua musculatura eleitoral no estado enquanto reorganiza alianças em meio a um cenário de fragmentação. A ruptura entre brandonistas e dinistas transforma a eleição maranhense em um campo aberto — e o movimento antecipado da legenda sugere que a disputa já começou, ainda que fora do calendário oficial.</p>



<p></p>
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		<title>BBB 26: frases da campeã Ana Paula em defesa de Lula e de pautas sociais marcam a edição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 17:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula Renault]]></category>
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		<category><![CDATA[engalamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vencedora com 75,94% dos votos, jornalista e ativista transformou o reality da Globo em palco de debates sobre Bolsa Família, escala 6&#215;1, cotas raciais e embates com a extrema direita; recortes de suas falas dominam as redes após a final (Revista Forum) Ana Paula Renault: personalidade forte, maturidade política- Foto: Manoella Mello/Div. BBB Globo A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Vencedora com 75,94% dos votos, jornalista e ativista transformou o reality da Globo em palco de debates sobre Bolsa Família, escala 6&#215;1, cotas raciais e embates com a extrema direita; recortes de suas falas dominam as redes após a final</strong> <strong>(Revista Forum)</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="684" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/BBB-Ana-Paula-Renault-1024x684.webp" alt="" class="wp-image-33911" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/BBB-Ana-Paula-Renault-1024x684.webp 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/BBB-Ana-Paula-Renault-400x267.webp 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/BBB-Ana-Paula-Renault-768x513.webp 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/BBB-Ana-Paula-Renault.webp 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong><em>Ana Paula Renault: personalidade forte, maturidade política- Foto: Manoella Mello/</em></strong><em><strong>Div. BBB Globo</strong></em></p>



<p>A vitória esmagadora de <strong>Ana Paula Renault</strong> na final do <strong>BBB 26</strong>, confirmada na noite de terça-feira (21) com 75,94% dos votos, oficializou um fenômeno que já extrapolava os limites do entretenimento. Ao longo do confinamento, a jornalista mineira subverteu a lógica do reality show da Globo e transformou o programa de maior audiência do país em uma vitrine em horário nobre para o projeto político do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p>Desde as primeiras horas desta quarta-feira (22), as redes sociais foram tomadas por um arsenal de recortes da campeã. Lideranças de esquerda, diretórios partidários e perfis progressistas passaram a viralizar as intervenções de Ana Paula. O motivo é simples: ela verbalizou, com linguagem popular e alcance de massas, a defesa direta do Estado como redutor de desigualdades, batendo de frente com a cartilha da extrema direita e do neoliberalismo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A defesa do legado de Lula: moradia e renda</h2>



<p>O alinhamento de Ana Paula ao campo progressista ficou nítido na forma como ela defendeu as principais vitrines das gestões petistas. Enquanto o debate público hegemônico tenta frequentemente enquadrar investimentos sociais como “gasto”, a vencedora do BBB 26 não cedeu um milímetro ao moralismo fiscal.</p>



<p>Ao debater a importância da transferência de renda com a participante Samira, Ana Paula encerrou qualquer relativização sobre o <strong>Bolsa Família</strong> com uma frase que virou símbolo de sua passagem pelo programa:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É o que a gente estava falando, da importância. Tem que ter o Bolsa Família, gente, e ponto.”</p>
</blockquote>



<p>A mesma firmeza foi aplicada à política habitacional. Rebatendo a lógica de mercado que exclui a população de baixa renda do acesso à cidade, a jornalista assumiu a defesa do <strong>Minha Casa, Minha Vida</strong> e do subsídio estatal como obrigação constitucional:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Quanto mais casa para o povo, melhor. Tem que subsidiar mesmo e dar facilidade. É direito constitucional a habitação. Eu sou a favor mesmo, eu pago imposto para políticas públicas.”</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">O ataque à elite financeira e ao Congresso</h2>



<p>Para sustentar a necessidade dessas políticas, Ana Paula Renault atacou a raiz da desigualdade no Brasil, desconstruindo a farsa da meritocracia, uma crítica que rendeu uma de suas formulações de maior tração nas redes: <em>“Nem todos partem do mesmo lugar.”</em></p>



<p>A percepção aguda da luta de classes pautou seu discurso do início ao fim. Consciente do próprio espaço, ela definiu sua bússola moral no jogo afirmando: <em>“Sou muito privilegiada e meu dever é tentar que outros tenham.”</em></p>



<p>Foi a partir dessa premissa que a campeã disparou contra os privilégios da elite econômica e a cumplicidade de Brasília. Em um recorte que agora serve de munição para o debate sobre taxação de super-ricos, ela expôs a distorção tributária do país e a seletividade do Congresso Nacional:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Aí estão lá. Isenção de imposto de jatinho. É. Aprova em quinze dias…”</p>
</blockquote>



<p>A crítica ao Legislativo foi aprofundada com dados, escancarando a falta de representatividade de classe no poder: <em>“Você sabia que apenas 7% do nosso Parlamento é composto por pessoas que ganham igual à gente?”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Classe trabalhadora e reparação histórica</h2>



<p>O vocabulário da campeã também inseriu na televisão aberta pautas que mobilizam as ruas e o movimento social. O debate sobre a exploração da força de trabalho, personificado na luta pelo fim da <strong>escala 6×1</strong>, ganhou os contornos da vida real quando ela confrontou os críticos da medida:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“As pessoas que são contra o fim da escala 6×1 são aquelas que não precisam acordar às 5 da manhã…”</p>
</blockquote>



<p>No campo racial, Ana Paula rechaçou a falsa simetria e utilizou os termos exatos forjados pela militância negra. Ao defender o sistema de cotas, recusou o rótulo de privilégio para cobrar a fatura do Estado brasileiro:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mas tem que ter cota a partir do momento que ainda não teve reparação histórica.”</p>
</blockquote>



<p>Mais do que defender conceitos, ela expôs a engrenagem operando na prática. Ao questionar as expectativas subservientes projetadas sobre Tia Milena, uma mulher negra, ela dissecou as relações de poder naturalizadas no país: <em>“Desse discurso dele carregado de um racismo estrutural, Tia Milena. Por que a gente não pode ser amiga? Por que que eu tenho que ser sua patroa, por que você não pode ser a minha?”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Cultura na trincheira</h2>



<p>Até mesmo o setor cultural, alvo preferencial de demonização pela extrema direita nos últimos anos, encontrou nela uma linha de defesa incontestável. Sobre os mecanismos de fomento, Ana Paula desarmou a retórica que tenta criminalizar a arte:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mas tem projetos, mas o povo gosta de problematizar. Tem a Lei Rouanet que serve pra eventos…”</p>
</blockquote>



<p>A consagração de Ana Paula Renault com os R$ 5,7 milhões provou que o público não apenas tolerou o debate político estrutural, como o premiou.</p>
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		<title>Moraes abre ação contra Flávio Bolsonaro por caluniar Lula da Silva na rede social &#8220;X&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:25:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[calúnia]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[inquérito]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alexandre de Moraes determina abertura de inquérito contra Flávio Bolsonaro após post sobre Lula e dá prazo de 60 dias para PF atuar no caso O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por supostamente ter caluniado o presidente da República, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Alexandre de Moraes determina abertura de inquérito contra Flávio Bolsonaro após post sobre Lula e dá prazo de 60 dias para PF atuar no caso</strong></p>



<p><strong>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por supostamente ter caluniado o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686026&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686026&amp;o=node"></p>



<p>O caso remonta a uma publicação feita por Flávio na rede social X no dia 3 de janeiro, em que atribui a Lula a prática de diversos crimes. “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”, diz o post.</p>



<p>A publicação trazia ainda imagem da prisão do então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pelas Forças Armadas dos Estados Unidos, ao lado da reprodução de uma reportagem com a imagem de Lula, com a manchete “Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro”.</p>



<p>A abertura do inquérito havia sido pedida pela Polícia Federal (PF), com o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR). Em parecer, o órgão afirmou que a medida <strong>“está amparada em uma publicação realizada em ambiente virtual público, acessível a milhares de usuários, em que se atribui falsamente, de maneira pública e vexatória, fatos delituosos ao Presidente da República”.</strong></p>



<p>Agora, a PF terá um prazo inicial de 60 dias para concluir as investigações. Moraes determinou ainda o levantamento do sigilo do processo, “uma vez que não se encontram presentes os elementos excepcionais que permitem o afastamento da ampla publicidade”, escreveu o ministro na curta decisão de três páginas.</p>



<p>A abertura do inquérito contra Flávio Bolsonaro ocorre num momento de definição das candidaturas à Presidência para a eleição de outubro. O senador foi escolhido pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi declarado inelegível pela Justiça Eleitoral, como representante da família na corrida presidencial.</p>



<p> <strong>(Agência Brasil)</strong></p>



<p></p>
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		<title>Que doideira! Ao invés de bandidos, CPI do Crime Organizado tenta indiciar ministros do STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:45:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[CPMI do crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[indiciamento torto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O episódio envolvendo a chamada CPMI do Crime Organizado expõe, mais uma vez, a tensão latente entre os Poderes da República e o uso político de instrumentos institucionais que, em tese, deveriam servir ao interesse público — e não a estratégias de confronto.<br />
Ao avançar sobre nomes como os ministros do Supremo Tribunal Federal e o procurador-geral da República, o relatório atribuído ao senador Alessandro Vieira deslocou o eixo da comissão.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>COM A REAÇÃO, O RELATÓRIO FOI DERRUBADO E A CPI RIDICULARIZADA</strong></p>



<p>O episódio envolvendo a chamada CPI do Crime Organizado expõe, mais uma vez, a tensão latente entre os Poderes da República e o uso político de instrumentos institucionais que, em tese, deveriam servir ao interesse público — e não a estratégias de confronto.</p>



<p>Ao avançar sobre nomes como os ministros do Supremo Tribunal Federal e o procurador-geral da República, o relatório atribuído ao senador Alessandro Vieira deslocou o eixo da comissão. Em vez de se concentrar no enfrentamento ao crime organizado — tema que justificou sua criação —, passou a orbitar uma agenda de embate político e institucional, algo que foi imediatamente percebido por setores do governo, da imprensa e do próprio Judiciário.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="888" height="530" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Moraes-Tofolli-Mendes-.jpg" alt="" class="wp-image-33831" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Moraes-Tofolli-Mendes-.jpg 888w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Moraes-Tofolli-Mendes--400x239.jpg 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Moraes-Tofolli-Mendes--768x458.jpg 768w" sizes="(max-width: 888px) 100vw, 888px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Ministros do STF Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Toffoli: reação à tentativa de indiciamento&#8230;</em></strong></figcaption></figure>



<p>A reação foi previsível, mas não trivial. O STF, por meio de vozes influentes como a do ministro Gilmar Mendes, sinalizou que há limites claros para a atuação parlamentar quando ela tangencia, ou ultrapassa, a independência entre os Poderes. A fala de Mendes — ao sugerir possíveis consequências ao senador — deve ser lida menos como uma ameaça direta e mais como um recado institucional: há mecanismos de contenção para iniciativas que possam ser interpretadas como abuso de prerrogativas.</p>



<p>Do ponto de vista político, o movimento de Vieira parece dialogar com uma estratégia mais ampla de setores da direita brasileira: tensionar instituições, produzir fatos políticos de alto impacto e, com isso, mobilizar sua base. Nesse sentido, a CPI funcionaria como vitrine, ainda que ao custo de esvaziar sua função original.</p>



<p>Contudo, o desfecho — com a derrubada do relatório — revela os limites dessa estratégia. Primeiro, porque evidenciou isolamento político: faltou sustentação dentro do próprio Congresso para bancar um enfrentamento dessa magnitude. Segundo, porque reforçou a leitura de que houve desvio de finalidade, o que fragiliza a legitimidade da iniciativa perante a opinião pública mais ampla.</p>



<p>Quanto aos possíveis reveses para Alessandro Vieira, eles podem se dar em múltiplas frentes. No campo institucional, dificilmente haverá consequências formais severas, a menos que se identifique alguma ilegalidade concreta — o que, até aqui, não está posto de forma clara. Já no campo político, os efeitos são mais palpáveis: desgaste junto a setores moderados, resistência em articulações futuras e eventual rotulação como agente de radicalização.</p>



<p>Por outro lado, há também ganhos potenciais. Em um ambiente político polarizado, movimentos de confronto tendem a consolidar capital político junto a nichos eleitorais específicos. Vieira pode, portanto, sair fortalecido dentro de um segmento que valoriza esse tipo de enfrentamento, mesmo que isso reduza sua capacidade de trânsito em espaços mais amplos.</p>



<p>O episódio, em última análise, reforça uma característica recorrente da política brasileira contemporânea: a disputa não se dá apenas por poder, mas também pela definição dos próprios limites institucionais. E, nesse jogo, cada movimento — ainda que derrotado no curto prazo — pode produzir efeitos duradouros no reposicionamento dos atores e no equilíbrio entre os Poderes.</p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/que-doideira-ao-inves-de-bandidos-cpmi-do-crime-organizado-tenta-indiciar-ministros-do-stf/">Que doideira! Ao invés de bandidos, CPI do Crime Organizado tenta indiciar ministros do STF</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
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		<title>Fugitivo, Alexandre Ramagem é preso nos Estados Unidos e será deportado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 21:05:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Ramagem]]></category>
		<category><![CDATA[cassado]]></category>
		<category><![CDATA[deportação]]></category>
		<category><![CDATA[Estdos Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[ex-depuatado federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-deputado federal cassado e agente da Polícia Federal Alexandre Ramagem foi preso, nesta segunda-feira (13/4), pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) dos Estados Unidos. Ramagem foi detido pelos agentes do ICE em Orlando, na Flórida, e levado para um centro de detenção devido a questões migratórias. Ele perdeu o passaporte diplomático [&#8230;]</p>
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<p>O ex-deputado federal cassado e agente da Polícia Federal <a href="https://www.metropoles.com/tag/alexandre-ramagem">Alexandre Ramagem</a> foi preso, nesta segunda-feira (13/4), pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) dos <a href="https://www.metropoles.com/tag/estados-unidos">Estados Unidos</a>. </p>



<p>Ramagem foi detido pelos agentes do ICE em Orlando, na Flórida, e levado para um centro de detenção devido a questões migratórias. Ele perdeu o passaporte diplomático após ter o mandato de deputado federal cassado pelo Congresso Nacional, em dezembro de 2025. Agora, segundo o ICE, o próximo passo é a deportação </p>



<p>O ex-parlamentar <a href="https://www.metropoles.com/brasil/pf-descobre-como-ramagem-deixou-o-brasil-e-chegou-ate-os-eua">está nos Estados Unidos desde setembro de 2025</a>. A fuga ocorreu durante o julgamento dele na trama golpista, em que o Supremo Tribunal Federal (STF) o condenou a 16 anos de prisão.</p>



<p>Em 30 de dezembro de 2025, o Ministério da Justiça formalizou o pedido de extradição de Alexandre Ramagem à Embaixada do Brasil em Washington, que enviou a documentação ao Departamento de Estado dos EUA.</p>



<p>Investigadores da PF descobriram que Ramagem deixou o Brasil pela fronteira com a Guiana, em Bonfim (RR). A investigação apurou que, após chegar a Roraima, ele seguiu de carro e cruzou a fronteira – onde apenas um rio separa os dois países.</p>



<p>A fuga ocorreu no mesmo dia em que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, votou para condená-lo. Com isso, o magistrado decretou a prisão de Ramagem.</p>



<p>Já na Guiana, Ramagem embarcou para Miami (EUA). Há registro da chegada dele em 11 de setembro no país norte-americano. Ele chegou ao território norte-americano sozinho, mas passou a viver no país acompanhado da esposa e dos filhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem é Ramagem</h2>



<p>Alexandre Ramagem é delegado da Polícia Federal e dirigiu a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no período entre julho de 2019 e março de 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).</p>



<p>Ele ganhou destaque dentro do núcleo bolsonarista ao chefiar a segurança de Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018.</p>



<p>Em 2020, Bolsonaro tentou nomear Ramagem como diretor-geral da Polícia Federal. No entanto, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu a nomeação poucas horas antes da cerimônia de posse.</p>



<p>A decisão acolheu o pedido apresentado pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), além de ter considerado que haveria necessidade de impedir o ato devido às declarações do então ministro da Justiça, Sergio Moro – que, à época, afirmou que Bolsonaro queria interferir na PF para livrar o filho Flávio de investigações.</p>



<p>Segundo Moro, Bolsonaro tinha a intenção de colocar “alguém do contato pessoal dele” para “colher informações de investigações em andamento”.</p>



<p>Com a popularidade, foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro, em 2022, com 59 mil votos.</p>



<p>Em 2024, disputou a Prefeitura do Rio de Janeiro pelo PL, com apoio da família Bolsonaro. O pleito foi vencido por Eduardo Paes (PSD) no primeiro turno, e Ramagem ficou na segunda colocação com 30,81% dos votos.</p>



<p>Em dezembro de 2025, a Mesa Diretora da Câmara cassou o mandato dele, após o STF condená-lo por envolvimento na trama golpista.</p>
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		<title>Farra do INSS: delação ameaça políticos e pode redesenhar o jogo eleitoral no Maranhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 21:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Camilo Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[delações]]></category>
		<category><![CDATA[farra do INSS]]></category>
		<category><![CDATA[impactos políticos]]></category>
		<category><![CDATA[Lulinha]]></category>
		<category><![CDATA[Maurício Camisotti]]></category>
		<category><![CDATA[Weverton Rocha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pressionado, “Careca do INSS” reage à possível delação de Maurício Camisotti e sinaliza envolver nomes do Congresso, como o senador maranhense Weverton Rocha (PDT) e Lulinha, já indiciados pela CPMI do INSS, com efeitos que podem atingir diretamente a disputa de 2026 no Maranhão.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pressionado, o “Careca do INSS” reage à possível colaboração de Maurício Camisotti e sinaliza envolver nomes do Congresso, como o senador Weverton Rocha e Lulinha, já indiciados pela CPMI do INSS, com efeitos que podem atingir diretamente a disputa de 2026</strong>, <strong>também no Maranhão</strong>.</p>



<p>A engrenagem de um dos maiores escândalos recentes envolvendo o sistema previdenciário brasileiro começa a girar em uma direção previsível — e potencialmente devastadora. A iminente delação premiada do empresário Maurício Camisotti acendeu o alerta dentro do núcleo do esquema bilionário de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS, e já provoca reações que ultrapassam o campo policial.</p>



<p>No centro dessa tensão está Antônio José Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. Segundo o jornalista Tácio Lorran, ele teria ameaçado reagir à delação com uma estratégia clássica de contra-ataque: entregar nomes de políticos que, segundo ele, também teriam participado da chamada “farra do INSS”. A lista, ainda que informal e não comprovada, incluiria parlamentares de diferentes partidos — um indício de que o esquema pode ter operado de forma transversal no sistema político.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1024x576.png" alt="" class="wp-image-33807" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1024x576.png 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-400x225.png 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-768x432.png 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>A decisão de Maurício Camisotti de fazer delação premiada irritou &#8220;Careca do INSS&#8221; (foto), que ameaçou retaliar&#8230;</strong></figcaption></figure>



<p>Entre os nomes citados, está o senador Weverton Rocha, vice-líder do governo de Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso. Também aparece o empresário Fábio Luís Lula da Silva. Ainda que menções em potencial delação não constituam prova, o simples fato de surgirem no radar de um escândalo dessa magnitude já é suficiente para produzir desgaste político imediato — sobretudo em um ambiente pré-eleitoral.</p>



<p><strong>Efeito Maranhão: uma bomba no tabuleiro de 2026</strong></p>



<p>Se em Brasília o caso já é sensível, no Maranhão ele pode ser decisivo. Weverton Rocha articula sua reeleição ao Senado e busca viabilizar sua permanência na chapa do grupo governista. Esse grupo é liderado pelo governador Carlos Brandão, que, por sua vez, trabalha para consolidar o nome do sobrinho, Orleans Brandão, como sucessor ao Palácio dos Leões.</p>



<p>Nesse contexto, qualquer abalo na imagem de Weverton não é um problema isolado — é um fator de instabilidade para toda a engenharia política em construção. Uma eventual fragilização do senador pode abrir espaço para rearranjos na chapa majoritária, estimular disputas internas e até alterar alianças que hoje parecem consolidadas.</p>



<p>Mais do que isso: o episódio pode fornecer munição para adversários e tensionar ainda mais um cenário já marcado por divisões e disputas de bastidores.</p>



<p><strong>A lógica das delações: ninguém cai sozinho</strong></p>



<p>Casos dessa natureza seguem um roteiro conhecido. Quando um dos envolvidos decide colaborar com a Justiça, a tendência é que outros passem a agir preventivamente — seja buscando acordos próprios, seja adotando estratégias de pressão. A ameaça atribuída a Antônio José Camilo Antunes se encaixa perfeitamente nessa lógica: ampliar o custo político da delação alheia, tornando-a menos “vantajosa” ou, ao menos, mais imprevisível.</p>



<p>Historicamente, delações premiadas de grande porte no Brasil raramente permanecem circunscritas ao núcleo inicial. Elas se expandem, incorporam novos nomes, cruzam dados e, não raro, provocam efeitos em cadeia que atingem diferentes níveis de poder.</p>



<p><strong>Entre a acusação e a prova</strong></p>



<p>É fundamental destacar: até o momento, o que há são relatos, ameaças e possíveis menções em acordos ainda não formalizados ou divulgados integralmente. Não há condenações nem comprovações públicas que sustentem as acusações envolvendo os nomes citados.</p>



<p>Ainda assim, na política, o dano reputacional costuma anteceder o desfecho judicial. E, em ano pré-eleitoral, isso pode ser suficiente para alterar trajetórias, enfraquecer candidaturas e redefinir estratégias.</p>



<p><strong>Um escândalo em mutação</strong></p>



<p>O caso da “farra do INSS” caminha para deixar de ser apenas um escândalo financeiro de cifras bilionárias. Aos poucos, transforma-se em um teste de resistência para atores políticos relevantes — e em um potencial gatilho para reconfigurações tanto no Congresso quanto em estados-chave como o Maranhão.</p>



<p>No fim das contas, o maior risco talvez não esteja no que já veio à tona, mas no que ainda pode emergir à medida que as engrenagens da delação começarem, de fato, a se mover.</p>
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		<title>Dino assume no STF investigações contra adversário no Maranhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 00:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[desavenças]]></category>
		<category><![CDATA[flávio dino]]></category>
		<category><![CDATA[investigações]]></category>
		<category><![CDATA[MARANHÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Poderes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria do Poder 360 lembra que o ministro Flávio Dino comanda apurações sobre compra de vagas no Tribunal de Contas do Estado (TCE) pelo governador Carlos Brandão (PSB-MA) e seus familiares e possível interferência no caso do homicídio do Tech Office. No Maranhão, o governador comanda uma ofensiva contra o ex-aliado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Matéria do Poder 360 lembra que o </strong>m<strong>inistro comanda apurações sobre compra de vagas no Tribunal de Contas do Estado (TCE) pelo governador Carlos Brandão (PSB-MA) e seus familiares e possível interferência no caso do homicídi</strong>o <strong>do Tech Office</strong>. <strong>Abaixo a matéria&#8230;</strong></p>



<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, é relator de ao menos 4 investigações da Polícia Federal contra o atual governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), e familiares. As apurações citam compra de vagas no Tribunal de Contas do Estado e possível interferência em julgamento no Superior Tribunal de Justiça em um caso de homicídio.</p>



<p>Antes de assumir o governo estadual, em 2022, Carlos Brandão foi vice-governador na chapa encabeçada por Dino, de 2015 a 2022. Brandão rompeu politicamente com o grupo em 2024, depois que Dino, já ministro do Supremo, suspendeu em decisão liminar (provisória) a indicação feita pelo atual governador para uma das vagas para o TCE.</p>



<p>Aliados de Brandão afirmam que o ministro tem atuado para favorecer a pré-candidatura de Felipe Camarão (PT), atual vice-governador e adversário de Brandão, para a disputa ao Palácio dos Leões em 2026. O governador apoia a candidatura de seu sobrinho, Orleans Brandão (MDB), atual secretário de Assuntos Municipalistas.</p>



<p>Questionado pelo Poder360, o gabinete de Flávio Dino afirmou que o ministro não se manifesta sobre as investigações em andamento e não comenta “assuntos de natureza política”, como determina a Lei Orgânica da Magistratura.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Os-Brandao-Tech-off-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-33760" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Os-Brandao-Tech-off-1024x683.jpeg 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Os-Brandao-Tech-off-400x267.jpeg 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Os-Brandao-Tech-off-768x512.jpeg 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Os-Brandao-Tech-off.jpeg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>O chamado assassinato do Tech Office, em 2022, tem sido uma das dores de cabeça de Brandão</em></strong>&#8230;</figcaption></figure>



<p>Em 3 de março, Dino requisitou ao gabinete do ministro André Mendonça o acesso às provas colhidas pela operação Sem Desconto contra o senador Weverton Rocha (PDT-MA). Aliado de Brandão, o congressista passou a ser investigado por ser suspeito de “tentar cooptar” um ministro do STJ para “garantir a impunidade de pessoas”, segundo dados do processo, no caso do assassinato de João Bosco Pereira, em agosto de 2022, no Tech Office, um prédio comercial em São Luís (MA)….</p>



<p>Nas investigações sobre o homicídio, foi identificado um possível envolvimento de Daniel Brandão, presidente do TCE-MA e sobrinho de Carlos Brandão. Gilson Cesar Soares Curtinum Junior, acusado de ser o matador, foi o único denunciado pelo Ministério Público do Maranhão. Em 11 de setembro de 2024, o Tribunal do Júri condenou apenas Gilson pelo homicídio. …</p>



<p>Agora, as apurações retornam aos casos para averiguar se a presença de Daniel Brandão perto da cena do crime tinha alguma relação direta com o homicídio. O sobrinho do governador foi indicado ao Tribunal de Contas em 2023 e detém prerrogativa de foro privilegiado no STJ….</p>



<p>Em outubro de 2025, a defesa dele apresentou um habeas corpus ao Supremo, indicando uma interferência de Weverton no julgamento da progressão da pena de Gilson, que até então estava em análise no Superior Tribunal de Justiça. O processo subiu para o STF por causa do foro privilegiado do senador e foi designado ao gabinete de Flávio Dino por sorteio….</p>



<p>O ministro determinou que fosse aberta uma investigação pela Polícia Federal para apurar se há indícios de que o congressista atuou para atrapalhar o processo no STJ. Dino também indicou uma conexão entre as apurações envolvendo Weverton e outro inquérito, também sob sua relatoria, que apura venda de indicação de vagas ao TCE mediante contrapartidas políticas. Um dos investigados é Carlos Brandão….</p>



<p>A defesa de Brandão nega qualquer irregularidade no processo de indicação ao Tribunal Eleitoral e sustenta que o Supremo não tem competência para analisar as investigações, uma vez que a prerrogativa de foro privilegiado para governadores é do STJ. O grupo do governador também afirma que Dino suspendeu duas indicações para o TCE em ações de inconstitucionalidade sob sua relatoria….</p>



<p>Trata-se de ações que questionam a constitucionalidade do rito de indicação dos conselheiros na Assembleia Legislativa do Maranhão por uma “tramitação secreta”. Em fevereiro de 2024, Dino foi sorteado relator de pedidos da PGR (Procuradoria Geral da República) e do partido Solidariedade contra o modelo de indicação. Em liminar, o ministro suspendeu o processo de indicação….</p>



<p>A liminar chegou a ser submetida ao referendo do plenário, em março de 2024, mas o julgamento foi interrompido com o pedido de vista do ministro Kássio Nunes Marques. Nos autos dessas duas ações, a advogada Clara Alcântara Botelho Machado apresentou um pedido para ser amicus curiae (que significa amigo da corte) no caso, alegando que havia indícios de irregularidades no sistema de indicação –possível venda de indicações para o TCE e nepotismo….</p>



<p>Dino negou o pedido de amicus curiae, uma vez que pessoa física não pode acompanhar os processos nessa condição, mas determinou a abertura de uma investigação sobre o caso. As apurações estão a cargo da Polícia Federal e têm como principais alvos o governador Carlos Brandão e seu sobrinho Daniel….</p>



<p>ELEIÇÕES Aliados de Carlos Brandão afirmam que as investigações não têm conexão direta e que o ministro Flávio Dino tem interesses eleitorais no Estado. Segundo o grupo, Dino quer fortalecer a candidatura de Felipe Camarão (PT) para o governo estadual. Camarão é investigado pelo Ministério Público do Estado por lavagem de dinheiro e se mantém no cargo de vice-governador enquanto o Tribunal de Justiça do Maranhão julga um pedido liminar para o seu afastamento da função pública….</p>



<p>Procurado, o gabinete do ministro Flávio Dino declarou que não se manifestará sobre alegações de cunho político. “A assessoria do ministro Flávio Dino informa que, de acordo com a Lei Orgânica da Magistratura Nacional, é vedado ao magistrado se manifestar ou emitir opinião sobre processos em tramitação e comentar assuntos de natureza política”, declarou….</p>



<p>O Poder360 tentou entrar em contato com o senador Weverton Rocha, mas não teve sucesso em encontrar um telefone ou e-mail válido para informar sobre o conteúdo desta reportagem. Este jornal digital seguirá tentando fazer contato com o congressista e este texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada….</p>



<p>Este jornal digital também procurou a assessoria de comunicação de Carlos Brandão e pediu uma manifestação do governador sobre as investigações da PF. (O Poder360 atualizará esta reportagem caso uma manifestação seja enviada)</p>



<p>Autor: Nino Guimarães, repórter…</p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>De Brasília ao Maranhão, a terra treme: Camisotti resolveu falar sobre &#8216;farra do INSS&#8217;</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/de-brasilia-ao-maranhao-a-terra-treme-camisotti-resolveu-falar-sobre-farra-do-inss/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 00:23:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De Brasília ao Maranhão, a decisão do empresário Maurício Camisotti de firmar acordo de delação premiada com a Polícia Federal tem potencial para transformar o escândalo bilionário dos descontos indevidos em aposentadorias do INSS em uma das maiores crises político-criminais da história recente da Previdência brasileira. </p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/de-brasilia-ao-maranhao-a-terra-treme-camisotti-resolveu-falar-sobre-farra-do-inss/">De Brasília ao Maranhão, a terra treme: Camisotti resolveu falar sobre &#8216;farra do INSS&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A delação que pode implodir a República dos descontos do INSS</strong>. <strong>Tem político se borrando todo!</strong></p>



<p>A decisão do empresário Maurício Camisotti de firmar acordo de delação premiada com a Polícia Federal tem potencial para transformar o escândalo bilionário dos descontos indevidos em aposentadorias do INSS em uma das maiores crises político-criminais da história recente da Previdência brasileira.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="403" height="77" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/farra-no-inss-graf.jpg" alt="" class="wp-image-33793" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/farra-no-inss-graf.jpg 403w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/farra-no-inss-graf-400x76.jpg 400w" sizes="(max-width: 403px) 100vw, 403px" /></figure>



<p>Preso desde setembro e apontado como um dos operadores centrais do esquema que desviou mais de R$ 6 bilhões de aposentados e pensionistas, Camisotti não é um personagem periférico. Ao lado de Antônio Carlos Camilo Antunes — o já célebre “Careca do INSS” — ele integra o núcleo apontado pelos investigadores como responsável pela engrenagem financeira e operacional da fraude.</p>



<p>Sua colaboração com a PF, agora encaminhada para validação judicial, ameaça romper a última camada de proteção de um esquema que, segundo investigadores, dificilmente funcionaria sem apoio político, proteção institucional e cumplicidades de alto escalão.</p>



<p>A expectativa em Brasília — e também nos bastidores de partidos, gabinetes e estruturas sindicais — é de que a delação não se limite aos operadores financeiros. O que se teme é que Camisotti revele <strong>quem abriu portas</strong>, <strong>quem facilitou nomeações</strong>, <strong>quem protegeu o esquema dentro da máquina pública</strong> e <strong>quem recebeu vantagens políticas ou financeiras para mantê-lo de pé</strong>.</p>



<p>Porque esquemas dessa magnitude não sobrevivem apenas com lobistas, empresários e servidores de médio escalão. Para movimentar bilhões durante anos, com descontos automáticos incidindo sobre aposentadorias de milhões de brasileiros, foi necessária uma rede de proteção que certamente extrapola os porões burocráticos do INSS.</p>



<p>É justamente por isso que a delação de Camisotti provoca tanto nervosismo.</p>



<p>Nos corredores do poder, muitos dos chamados “emplumados” — políticos, operadores partidários, dirigentes de entidades e intermediários de ocasião — devem estar acompanhando cada movimento da PF com o mesmo receio de quem sabe que uma peça-chave resolveu falar.</p>



<p>E quando um operador financeiro decide falar, o perigo não está apenas no que ele sabe, mas no que pode provar.</p>



<p>Se apresentar extratos, mensagens, registros de reuniões, planilhas de repasses e nomes de beneficiários do esquema, Camisotti poderá deslocar o caso de um grande escândalo administrativo para um terremoto político-institucional de proporções nacionais.</p>



<p>Mais do que prender os executores, a delação pode finalmente responder à pergunta central que paira sobre o caso desde o início: <strong>quem eram os verdadeiros padrinhos da farra do INSS?</strong></p>



<p>Se a Polícia Federal conseguir seguir o dinheiro até o topo da cadeia, o país poderá assistir não apenas à queda do “Careca do INSS”, mas ao desmonte de uma sofisticada rede de influência que teria transformado aposentados — justamente a parcela mais vulnerável da população — em fonte de financiamento clandestino para interesses privados e políticos.</p>



<p>A partir de agora, o destino de muita gente pode depender menos da defesa que contratou e mais do que Maurício Camisotti resolveu contar. Do Maranhão a Brasília&#8230;</p>
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		<title>Braide segue ao lado de uma mulher na campanha para ser governador do MA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:31:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Braide]]></category>
		<category><![CDATA[Elaine Carneiro]]></category>
		<category><![CDATA[pré-candidata]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pré-candidato a governador e ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), anunciou a empresária da cidade de Imperatriz, Elaine Carneiro, também conhecida como &#8220;Eliane dos Pneus&#8221; como sua companheira de chapa. Braide quer repetir a mesma forma vitoriosa de sua candiatura a prefeito de SãoLuís, quando escolheu a policial e professora Esmênia Miranda como [&#8230;]</p>
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<p>O pré-candidato a governador e ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), anunciou a empresária da cidade de Imperatriz, Elaine Carneiro, também conhecida como &#8220;Eliane dos Pneus&#8221; como sua companheira de chapa.</p>



<p>Braide quer repetir a mesma forma vitoriosa de sua candiatura a prefeito de São<span style="text-decoration: underline;">Luís,</span> quando escolheu a policial e professora Esmênia Miranda como candidata a vice</p>



<p>A escolha de Braide busca consolidar a representatividade feminina,  além de fortalecer o seu nome na Região Tocantina, especialmente em Imperatriz, segundo maior colégio eleitoral do Maranhão.</p>



<p>Elaine Carneiro é empreendedora e atua no grupo Pneu Brasil, um dos mais tradicionais do país no segmento automotivo. Ela é filha de &nbsp;João da Cruzeiro do Sul e tem se destacado no ramo empresarial.</p>



<p>“Eu estou aqui com um propósito de obediência ao Senhor. Eu nunca imaginei estar neste lugar, mas sempre senti desejo de ver a minha cidade e estado com reconhecimento, por que é rico, tem pessoas trabalhadoras e eu sempre desejei dignidade para as pessoas. Deus dá dignidade para nós, e Ele disse que nós podemos comer o melhor dessa terra”, afirmou, fazendo referência à sua fé.</p>



<p>Já o pré-candidato ao Governo, disse que acatou apelo da população da região tocantina, ao escolher a sua companheira de chapa.</p>



<p>Caso não haja mais nenhuma surpresa, o nome de Elaine será confirmada da convenção partidária que define os nomes que concorrerão ao pleito.</p>
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		<title>Os Analistas: Comprovante de pagamento constata relação entre Marcus Brandão, Presidente do TCE e o assassino do tech office</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 22:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Assassino]]></category>
		<category><![CDATA[comprovantes]]></category>
		<category><![CDATA[crime Tech Office]]></category>
		<category><![CDATA[Gibson Júnior]]></category>
		<category><![CDATA[Os analistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Crime do Tech Office é um caso ocorrido no dia 19 de agosto de 2022 onde Gilbson Cutrim Júnior matou a tiros João Bosco Sobrinho, num prédio comercial na Avenida dos Holandeses, na Ponta D’areia. O caso ganhou notoriedade nacional por envolver, segundo o autor do homicídio, membros da família do governador do Estado [&#8230;]</p>
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<p>O Crime do Tech Office é um caso ocorrido no dia 19 de agosto de 2022 onde Gilbson Cutrim Júnior matou a tiros João Bosco Sobrinho, num prédio comercial na Avenida dos Holandeses, na Ponta D’areia. O caso ganhou notoriedade nacional por envolver, segundo o autor do homicídio, membros da família do governador do Estado do Maranhão.</p>



<p>O caso foi federalizado em maio de 2025 e as investigações passaram a ser realizadas pela Polícia Federal. Gilbson Cesar Soares Cutrim Junior prestou depoimento no último dia 19 de fevereiro de 2026, às 15 horas, na Central de Inquéritos dos Tribunais Superiores, em Brasília. Estavam presentes na audiência, a delegada da Polícia Federal e juízes auxiliares dos Tribunais Federais que acompanham o caso. Em mais de três horas de perguntas e respostas, Gilbson Júnior contou o que aconteceu no dia 19 de agosto de 2022, às 11 horas, no prédio Tech Office e nomeou as pessoas que estavam presentes. Veja toda a dinâmica do crime <a href="https://osanalistas.com.br/depoimento-de-gilbson-cutrim-na-sede-da-policia-federal-em-brasilia-coloca-daniel-brandao-como-elo-do-crime-do-tech-office/">AQUI</a></p>



<p>Segundo Gilbson um desses personagens é o sobrinho do governador, atual presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Daniel Brandão, que nega qualquer relação com o réu confesso e, ainda, diz ser vítima de extorsão.&nbsp;Porém Gilbson apresentou documentos comprovando a relação com empresa ligada à família Brandão e ao próprio Daniel.</p>



<p>Um desses documentos é um comprovante de transferência, com data do dia 12 de maio de 2022, realizado pela empresa&nbsp; Disvali, para o assassino confesso do crime do Tech Office. É uma das provas que atesta a relação entre Marcus Brandão, o presidente do TCE e Gilbson Cutrim Junior.</p>



<p>A família do governador até tentou ser cuidadosa na tentativa de fazer uma blindagem patrimonial e jurídica com o nome de Daniel Brandão, mas sempre tem aquele famoso fio da meada que ninguém consegue esconder e quando aparece desmonta qualquer tipo de proteção, inclusive da mídia que é paga para defender a família Brandão até às últimas consequências.</p>



<p><strong>Vamos aos fatos</strong></p>



<p>De acordo com o documento, Daniel Brandão permaneceu na sociedade até o dia 23 de março de 2023,  pouco mais de um mês depois de assumir a vaga de conselheiro do TCE. Na ocasião ele doou as suas cotas da empresa para a irmã Natália Itapary Brandão e para o Jesus Itapary Neto, aquele do milagre da multiplicação do patrimônio que o Deputado Rodrigo Lago mostrou na tribuna, mas a Assembleia resolveu fechar os olhos e nem cogitou uma abertura de CPI.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="727" height="475" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Disvale-1.jpg" alt="" class="wp-image-33757" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Disvale-1.jpg 727w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Disvale-1-400x261.jpg 400w" sizes="(max-width: 727px) 100vw, 727px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="833" height="1024" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Disvale-2-833x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-33758" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Disvale-2-833x1024.jpeg 833w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Disvale-2-244x300.jpeg 244w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Disvale-2-768x944.jpeg 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Disvale-2.jpeg 1250w" sizes="(max-width: 833px) 100vw, 833px" /></figure>



<p>O depósito na conta do Gilbson Cutrim foi realizado em maio de 2022, coincidentemente o mesmo período em que ele estava prestando serviços de cobrança e transporte de valores para a família Brandão relatados no seu depoimento a Polícia Federal em Brasília, ou seja, é uma prova inconteste que além de existir a relação entre os envolvidos, ele foi pago por uma empresa em que Daniel Brandão ainda era sócio juntamente com seu Tio Marcus Brandão.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://osanalistas.com.br/storage/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-06-at-10.39.58-208x800.jpeg" alt="" class="wp-image-12500"/></figure>



<p><strong>Depoimento de Gilbson Cutrim na sede da Polícia Federal em Brasília coloca Daniel Brandão como elo do crime do Tech Office</strong></p>



<p><p> Também é preciso ressaltar que essa afirmação vem de um depoimento dentro do inquérito da PF que apura o caso, o que tem mais peso processual do que um acordo de leniência ou uma delação premiada, nestes<br> casos, o acusado consegue obter vantagens legais com as informações que  oferece. Com relação ao depoimento de Gilbson Júnior, que é réu confesso e já condenado, não obteve nenhuma vantagem no processo legal.</p><br><p>Tivemos acesso com exclusividade ao depoimento ocorrido no dia 19 de fevereiro de 2026, às 15 horas, na Central de Inquéritos dos Tribunais Superiores, em Brasília, onde estavam presentes na audiência Gilbson <br>Cesar Soares Cutrim Junior, a delegada da Polícia Federal e juízes auxiliares dos Tribunais Federais que acompanham o caso. Foram mais de três horas de perguntas e respostas sobre o que aconteceu de fato no dia<br> 19 de agosto de 2022, às 11 horas, no prédio Tech Office.</p><br><p><strong>O começo de uma relação</strong></p><br><p>Gilbson relata ter conhecido Carlos Brandão em agosto de 2020, no edifício João Goulart onde funciona a vice-governadoria no Centro da cidade. Naquela ocasião, os dois foram apresentados pelo ex-vereador <br>Ivaldo Rodrigues, a conversa fluiu bem entre os dois e marcaram outra reunião, desta vez na residência da vice-governadoria, no bairro do Turu, com a presença de Daniel Brandão, onde foram devidamente <br>apresentados e passaram a ter mais contato. Não demorou muito e veio a primeira missão: mediar uma invasão de terras pertencentes a família Brandão, que fica nas proximidades do Porto do Cajueiro, na área Itaqui-Bacanga.</p><br><p>O êxito da missão resultou numa proximidade ainda maior entre os dois  e, com as garantias de que Brandão assumiria o governo, foi traçado um plano de arrecadação de dinheiro, buscando contratos de fornecedores <br>antigos, acima de 5 milhões de Reais, que ainda não tinham sido pagos, com objetivo de fazer caixa para a campanha de 2022.</p><br><p>Esse núcleo era composto por Daniel Brandão, que na época era Secretário Chefe da Assessoria Especial do Governador, este sobrinho do governador era o braço executivo da operação. Os vereadores Beto Castro e<br> Paulo Vitor eram responsáveis por fazer o contato com os empresários que tinham valores a receber, e o Gilbson Junior era responsável para fazer a cobrança do acerto e o transporte dos valores para o escritório <br>de campanha, no final da Avenida Grande Oriente, na Lagoa da Jansen.</p><br><p><strong>Relação entra em crise </strong></p><br><p>Tudo estava indo bem até o Secretário de Planejamento e Orçamento Luís Fernando Silva detectar alguns pagamentos de contratos antigos, abaixo de Um milhão de Reais e alertar o governador, que perguntou ao <br>sobrinho Daniel “o que estava acontecendo”. Logo em seguida, o sobrinho do governador ligou para Gilbson, para saber o que estava acontecendo; ele tentou explicar que a empresa estava com ordem de bloqueios na justiça e que ficou uma parte retida; os dois discutiram rispidamente. <br>Na sequência, o governador teria pego o telefone e, segundo o depoimento  à Polícia Federal, os dois trocaram palavras de baixo calão e ameaças, com Brandão acusando Gilbson Junior de ter ficado com o dinheiro do pagamento; ele teria respondido ao governador que bandido era ele, que estava roubando o Estado; em seguida desligaram o telefone.</p><br><p>Cerca de 10 minutos depois desta conversa, o vereador Beto Castro ligou para Gilbson bastante nervoso e perguntando por que ele tinha “estourado com o governador”. Os dois também discutiram e Beto Castro <br>falou que ele era maluco, por ter ameaçado o governador. Logo em seguida, Daniel Brandão passou a ligar para o Gilbson Junior para marcarem um encontro pessoalmente, para resolver a situação. Gilbson <br>relata no depoimento que Daniel insistiu para ele ir até o QG da campanha, na Lagoa, mas ele ficou com medo de ser assassinado. Foi então  que marcaram no edifício Tech Office e que, mesmo sendo próximo ao <br>escritório de campanha, era um local público com grande movimentação de <br>pessoas.</p><br><p><strong>A dinâmica do tiro que saiu pela culatra</strong></p><br><p><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" class="alignnone size-medium wp-image-12491" src="https://osanalistas.com.br/storage/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-02-at-09.03.02-800x533.jpeg" alt=""></p><br><p>Gilbson disse a delegada da Polícia Federal que chegou um pouco antes  do horário marcado, para reconhecer o perímetro e viu que o sobrinho do  governador chegou numa camionete, juntamente com Marcus Brandão, mas somente Daniel teria descido e, logo em seguida, chegou o vereador Beto Castro com o homem chamado João Bosco Sobrinho.</p><br><p>Os quatro estavam em pé ao redor de uma mesa e mal começaram a conversar, João Bosco começou a ameaçar Gilbson Junior, falando que “ele  teria que pagar o combinado, porque ele tinha arranjado a empresa”; os dois passaram a discutir e trocar ameaças, quando Beto Castro chamou todos para conversarem na camionete, para não chamar a atenção; Gilbson saiu andando na frente pensando que iriam para a camionete onde estava Marcus Brandão, mas quando percebeu que era outro carro, ficou desconfiado de que estava indo para uma emboscada, então voltou e disparou, matando o João Bosco. Com o alvoroço causado com os disparos, Marcus Brandão se assustou e saiu rápido com o carro e Daniel Brandão teve que entrar correndo no Tech Office.</p><br><p><strong>O silêncio comprado que vazou </strong></p><br><p>A partir do crime e do leite derramado, o governo passou a trabalhar para ocultar a presença de Daniel Brandão na cena do crime, desde os depoimentos na Polícia Civil, até negociar o silêncio de Gilbson Junior e<br> sua família, usando a estrutura do Estado, através de pagamentos regulares, como garantia de cooperação.</p><br><p>Também em depoimento à delegada da Polícia Federal em Brasília, o pai  de Gilbson entregou todos os comprovantes de pagamento do governo e o seu aparelho de celular, de onde foram extraídas conversas com Marcus Brandão, marcando encontros para pagamentos e manutenção do silêncio da família.</p><br><p>Gilbson Junior entregou uma relação de contratos, pagamentos, recebimentos de propina e valores em espécie, que eram transportados constantemente para o quartel general da campanha; soma-se a tudo isso <br>as medidas cautelares despachadas pelo STF, como a quebra de sigilo bancário e telefônico dos envolvidos nesse caso.</p><br><p>Diante da gravidade do caso, dos elementos probatórios colhidos na investigação e da tentativa do governo de se meter numa investigação já federalizada, com o objetivo de, mais uma vez, confundir a opinião <br>pública com seu cartel de mídia alinhado ao seu projeto de poder, em breve a família Brandão terá muito que explicar nos tribunais superiores.</p></p>
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