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São Luís (MA), 27 de julho de 2026

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BTG/Nexus divulga nova pesquisa. Lula continua à frente de Flávio Bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seguem tecnicamente efmpatados, no limite da margem de erro, em um eventual segundo turno das eleições presidenciais, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 27. O petista, contudo, está numericamente à frente.

De acordo com o levantamento, Lula registra 47% das intenções de voto, enquanto Flávio alcança 43%, esses são os mesmos porcentuais da pesquisa de 29 de junho. Na pesquisa anterior, de 13 de julho, Lula também registrou 47% e Flávio Bolsonaro 44%, um ponto porcentual a mais do que na mostra divulgada nesta segunda. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 9%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%.

Na pesquisa desta segunda, numa eventual disputa contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) no segunda turno, o cenário também é de empate técnico, levando em conta a margem de erro de dois pontos porcentuais. Lula aparece com 46% e o ex-governador mineiro, 42%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 1%. Na pesquisa de 13 de julho, o presidente venceria o ex-governador mineiro por 47% a 40%.

No cenário contra o Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com Lula pontuando 45% e o ex-governador de Goiás 43%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 10%. Eleitores que não sabem são 2%. Na pesquisa de 13 de julho, na simulação de segundo turno, Lula liderava com 47% e o ex-governador de Goiás registrava 38%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 39%, se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 13%. Eleitores que não sabem são 2%. Na pesquisa de 13 de julho, na simulação de segundo turno, Lula também liderava com 49% e Renan tinha 35%.

A Nexus ouviu 2.004 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 24 a 26 de julho. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01489/2026.

No 1º turno, Lula tem 42% e Flávio, 33%

No primeiro turno, Lula tem 42% das intenções de voto, contra 33% de Flávio Bolsonaro. A vantagem do petista na disputa contra o senador no primeiro turno oscilou positivamente dois pontos porcentuais, na comparação com a pesquisa divulgada no dia 13 de julho, de 40% para 42%. Já Flávio Bolsonaro oscilou negativamente um ponto, de 34% na mostra anterior para 33% na desta segunda.

No levantamento divulgado em 29 de junho, Lula tinha 8 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio: 42% a 34%. Na pesquisa de 13 de julho, a vantagem do petista era de seis pontos. E na mostra desta segunda, a vantagem de Lula foi para nove pontos porcentuais.

Caiado aparece em terceiro lugar, com 6%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos, que tem 5% e de Romeu Zema, que registrou 3%.

Flávio e Lula permanecem como os mais rejeitados

A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro para a disputa à Presidência da República está em 50%, segundo a pesquisa BTG/Nexus. Em seguida, aparece o presidente Lula com 48%. Os dois seguem empatados tecnicamente na liderança dos presidenciáveis mais rejeitados, em razão da margem de erro de dois pontos porcentuais.

No último levantamento, de 13 de julho, Flávio tinha o mesmo porcentual, de 50%, e Lula tinha 46%, com oscilação positiva de dois pontos para a mostra desta segunda-feira.

No quesito rejeição, Romeu Zema registra 32%, Ronaldo Caiado 29% e Renan Santos (Missão) 27%.

O levantamento mostra ainda que 39% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva, na pesquisa de 13 de julho eram 36%. Outros 36% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio Bolsonaro, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família, na mostra anterior eram 32%.

Pela pesquisa divulgada nesta segunda, 22% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo, na mostra anterior eram 27% – uma queda de cinco pontos porcentuais. Brancos, nulos e indecisos somam 1%. Não sabem ou não responderam são 3%.

Avaliação do governo Lula: 43% consideram a gestão ruim ou péssima; 36% ótima ou boa

A pesquisa indica também que 43% dos eleitores consideram o governo Lula como ruim ou péssimo. Na pesquisa anterior, de 13 de julho, eram 41%, uma variação de dois pontos porcentuais para mais, dentro da margem de erro. Os eleitores que consideram o governo de Lula como ótimo ou bom somam 36%, na mostra anterior eram 35%, uma variação, dentro da margem de erro, de um ponto porcentual para mais.

Aqueles que consideram o governo de Lula regular somam 20%, na pesquisa de 13 de julho eram 24%. Não sabem ou não responderam somam 1%, mesmo porcentual da mostra anterior.

O instituto também perguntou sobre a aprovação do governo Lula. Segundo a pesquisa, 49% desaprovam a gestão do petista, enquanto 47% aprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 4%. Na pesquisa anterior, tanto a aprovação quanto a desaprovação do governo Lula somavam 47%.

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O Grupo Mateus, terceira maior rede varejista do Brasil, encerrou a operação de 28 de suas lojas no primeiro semestre de 2026 em seis estados das regiões Norte e Nordeste: Maranhão, Pará, Piauí, Ceará, Sergipe e Bahia.

A redução logística foi equivalente a 6.673 demissões, e o quadro de funcionários da empresa caiu de 47,9 mil para 41,2 mil no primeiro trimestre de 2026, queda de 13,9%

Segundo o grupo, a reorganização foi motivada por “eficiência operacional” e “controle de despesas”.

No período, o grupo, que atua no Maranhão, Pará, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Alagoas, Paraíba e Tocantins, com operações em supermercados, atacarejo, móveis, eletrodomésticos e e-commerce, também inaugurou quatro novas lojas.

Em 2025, o faturamento do grupo foi de cerca de R$ 43,5 bilhões, atrás apenas de Carrefour e Assaí no Ranking da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) de 2026, elaborado em parceria com a NielsenIQ.

No primeiro trimestre de 2026, a companhia registrou receita líquida de R$ 9,4 bilhões, alta de 12,9% na comparação anual, mas o lucro líquido caiu para R$ 212,9 milhões, recuo de aproximadamente 22% em relação ao mesmo período de 2025, afetado pela deflação no valor dos alimentos e por condições mais restritivas de crédito.

No primeiro trimestre, as vendas nas mesmas lojas do Grupo Mateus recuaram 7,3%.

Em 2025, o grupo concluiu a substituição da bandeira Mix Mateus pela marca Novo Atacarejo nas unidades de Pernambuco, Paraíba e Alagoas, a fim de unificar a operação das redes em uma parceria instituída em julho daquele ano.

O varejo alimentar brasileiro movimentou R$ 1,145 trilhão em 2025, de acordo com o Ranking ABRAS 2026, equivalente a aproximadamente 9% do PIB nacional.

Segundo o grupo, parte do desempenho foi afetada pelo impacto da deflação de commodities alimentares nas vendas, com a queda nos preços nominais das mercadorias devido às boas safras e à redução dos fretes, motivada pela expansão dos combustíveis.

De acordo com o IBGE, a indústria de alimentos deflacionou 10,47% em 2025, e o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor) de setembro foi o mais baixo desde 1998. A alimentação no domicílio puxou o índice, com queda de 0,70% no valor do consumo domiciliar de alimentos.

Entre os itens mais baratos, destacaram-se a cebola, a batata, o óleo de soja, o filé mignon, o frango, o feijão, o café moído e algumas frutas.

Em 2025, o Brasil registrou a maior deflação da economia em três anos, com queda nos preços dos alimentos, de 0,46%, e da conta de luz, de 4,21%.

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