Países como Argentina e Equador manifestaram apoio à ação americana, enquanto Brasil e aliados, criticam intervenção militar
Países da América Latina se dividiram neste sábado (3/1) entre apoio e repúdio aos ataques dos Estados Unidos à Venezuela.
Enquanto governos de direita, como Argentina, Equador e El Salvador, demonstraram apoio às ações americanas, Brasil, Uruguai e México se posicionaram de forma crítica.
As declarações mais enfáticas vieram do argentino Javier Milei e do equatoriano Daniel Noboa. Em seu Twitter, Noboa afirmou que “chegou a hora dos criminosos narcochavistas” em todo o continente, enquanto Milei publicou: “Viva a liberdade, caralho”.
Entre os líderes de esquerda, o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, afirmou que “rejeita a intervenção militar” porque “o fim não pode justificar os meios”.
O mesmo posicionamento foi adotado por Gabriel Boric, do Chile; Gustavo Petro, da Colômbia; Claudia Sheinbaum, do México; e Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil.
Países que manifestaram apoio aos EUA
- Argentina — Javier Milei
- Equador — Daniel Noboa
- El Salvador — Nayib Bukele
- Costa Rica — Rodrigo Chave
Países que repudiaram os ataques
- Brasil — Luiz Inácio Lula da Silva
- Chile — Gabriel Boric
- Colômbia — Gustavo Petro
- Uruguai — Yamandú Orsi
- México — Claudia Sheinbaum
- Guatemala — Bernardo Arévalo
- Cuba — Miguel Díaz-Canel
Não se pronunciaram
- Bolívia — Rodrigo Paz
- Paraguai — Santiago Peña
- Peru — José Jerí
- Honduras — Xiomara Castro
- Nicarágua — Daniel Ortega
Texto: Metrópoles







