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	<title>Polícia | Maranhão Brasil</title>
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	<lastBuildDate>Thu, 07 May 2026 15:10:46 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Polícia | Maranhão Brasil</title>
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	<item>
		<title>Patroa suspeita de agredir doméstica grávida no Maranhão é presa em Teresina-PI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 15:10:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[agresssão]]></category>
		<category><![CDATA[doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A advogada de Carolina Sthela afirmou que o mandado de prisão preventiva, expedido pela Justiça do Maranhão, foi cumprido em Teresina e que a investigada vai responder pelo caso (G1) Patroa que agrediu empregada doméstica grávida no MA é presa no PI A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, suspeita de agredir e torturar uma [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/patroa-suspeita-de-agredir-domestica-gravida-no-maranhao-e-presa-em-teresina-pi/">Patroa suspeita de agredir doméstica grávida no Maranhão é presa em Teresina-PI</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A advogada de Carolina Sthela afirmou que o mandado de prisão preventiva, expedido pela Justiça do Maranhão, foi cumprido em Teresina e que a investigada vai responder pelo caso (G1)</strong></p>



<p>Patroa que agrediu empregada doméstica grávida no MA é presa no PI</p>



<p>A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, <a class="" href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/05/05/audios-enviados-por-patroa-em-grupo-de-mensagens-narram-agressao-contra-domestica-na-grande-sao-luis-nao-era-pra-ter-saido-viva.ghtml">suspeita de agredir e torturar uma doméstica grávida de 19 anos</a>, em <a class="" href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/cidade/paco-do-lumiar/">Paço do Lumiar</a>, na Grande <a class="" href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/cidade/sao-luis/">São Luís</a>, foi presa na manhã desta quinta-feira (7), em Teresina, no Piauí. A informação foi dada pela defesa da investigada.</p>



<p>Em vídeo divulgado nas redes sociais, a advogada Nathaly Moraes, que representa Carolina Sthela, afirmou que o mandado de prisão preventiva, expedido pela Justiça do Maranhão, foi cumprido em Teresina e que a investigada vai responder pelo caso.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Ela vai responder nos termos e vai cumprir as medidas judiciais que lhe foram impostas e a defesa segue atuando. Ela foi presa em Teresina e o mandado de prisão está sendo cumprido neste momento”, afirmou a advogada Nathaly Moraes.</p>
</blockquote>



<p>Ainda segundo a defesa, Carolina estava no Piauí porque tem um filho de 6 anos e não tinha familiares no Maranhão com quem pudesse deixar a criança. Por isso, teria levado o menino para ficar sob os cuidados de pessoas de confiança. <strong>Mas, segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), a empresária foi presa quando tentava fugir.</strong></p>



<p>A advogada afirmou ainda que Carolina não tem interesse em se omitir e que vai cumprir as determinações judiciais, além de responder pelo que for comprovado dentro do devido processo legal, nas esferas cível e criminal.</p>



<p>A prisão da empresária também foi confirmada pelo governador do Maranhão, Carlos Brandão. “Já está presa Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, investigada por agressões contra uma jovem doméstica grávida, em Paço do Lumiar”, afirmou.</p>



<p>Ainda de acordo com Brandão, a investigação segue em andamento para identificar todos os envolvidos e tomar as medidas cabíveis. Além disso, a vítima das agressões está recebendo toda a assistência necessária.</p>



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<p><a class="" href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/05/07/justica-manda-prender-patroa-que-agrediu-empregada-no-maranhao.ghtml">A Justiça do Maranhão havia decretado, nesta quinta, a prisão preventiva da empresária, após pedido da Polícia Civil. </a>Na quarta-feira (6), equipes da polícia foram à casa de Carolina Sthela para intimá-la a prestar depoimento, mas ela não foi encontrada. No local, havia apenas uma funcionária que, segundo a polícia, foi chamada às pressas para assumir o serviço.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/05/07/acusacao-de-roubo-agressoes-e-audios-com-confissao-o-que-se-sabe-sobre-domestica-gravida-agredida-pela-ex-patroa-no-ma.ghtml" class="">Acusação de roubo, agressões e áudios com confissão: o que se sabe sobre doméstica grávida agredida pela ex-patroa no MA</a></li>
</ul>



<p>O caso é investigado pela 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy, após a vítima registrar um boletim de ocorrência. Ela afirmou que foi agredida depois de ser acusada de roubar joias da ex-patroa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Doméstica foi ameaçada de morte</h2>



<p>A jovem descreveu as agressões que sofreu. Segundo ela, levou puxões de cabelo, socos e murros e foi derrubada no chão. Durante os ataques, <a class="" href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/05/05/domestica-gravida-agredida-por-ex-patroa-no-ma-diz-que-tentou-proteger-bebe-durante-ataques-nao-se-importavam.ghtml">tentou proteger a barriga, pois está grávida de cinco meses</a>.</p>



<p>Ainda de acordo com o depoimento, a ex-patroa a acusou de ter roubado uma joia e passou horas procurando o objeto. <strong>O anel foi encontrado dentro de um cesto de roupas sujas</strong>.</p>



<p>Mesmo após a joia ser localizada, as agressões continuaram, segundo a vítima. Ela afirmou ainda que, em determinado momento, foi ameaçada de morte por Carolina Sthela caso contasse à polícia o que havia acontecido.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Começou com puxões de cabelo. Eu fui derrubada no chão e passei boa parte do tempo ali. Foram tapas, socos e murros&#8230; foi sem parar. Eles não se importavam&#8221;, disse a jovem.</p>
</blockquote>



<p>No depoimento, a jovem relatou ainda que um homem, não identificado, participou das agressões. Segundo ela, o suspeito foi até a casa para pressioná-la com violência. Ela o descreveu como &#8220;alto&#8221;, &#8220;forte&#8221; e &#8220;moreno&#8221;.</p>



<p>A OAB<a class="" href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/05/06/oab-pede-prisao-de-patroa-que-agrediu-domestica-gravida-no-ma-entidade-classificou-crime-como-tortura.ghtml"> classificou o caso como tortura agravada, além de lesão corporal, ameaça e calúnia</a>.</p>



<p>Procurada pelo <strong>g1</strong>, a empresária Carolina Sthela afirmou, por meio de nota, que colabora com as investigações e que apresentará sua versão no momento oportuno. Ela também declarou que repudia qualquer forma de violência, especialmente contra mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade, e pediu que não haja “julgamento antecipado” enquanto o caso é apurado (<strong>veja mais abaixo a nota na íntegra</strong>).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Doméstica diz que recebeu R$ 750 e cumpria jornada de quase 10 horas com acúmulo de funções</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/sxFtHfra9BQiZ4n3AQfzT9LSS0E=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/U/j/kMnX4pROqd8twDAJ4cAw/montagens-1920-x-1080-px-2-.png" alt="OAB pede prisão de patroa que agrediu doméstica grávida no MA; entidade classificou crime como tortura — Foto: Reprodução/Redes sociais/TV Mirante"/></figure>



<p>OAB pede prisão de patroa que agrediu doméstica grávida no MA; entidade classificou crime como tortura — Foto: Reprodução/Redes sociais/TV Mirante</p>



<p>A jovem, de 19 anos,<a class="" href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/05/07/acusacao-de-roubo-agressoes-e-audios-com-confissao-o-que-se-sabe-sobre-domestica-gravida-agredida-pela-ex-patroa-no-ma.ghtml"> afirmou que recebeu R$ 750 por pouco mais de duas semanas de trabalho na casa da empresária</a>. Segundo ela, acumulava funções e trabalhava quase 10 horas por dia.</p>



<p>O <strong>g1 </strong>teve acesso ao depoimento da jovem, prestado nessa quarta-feira (6). Ela detalhou a rotina de trabalho na casa da ex-patroa.</p>



<p>Entre as atividades que deveriam ser feitas pela jovem, estavam limpar a casa, cozinhar, lavar e passar roupas, além de cuidar de uma criança de seis anos, filho da ex-patroa. O pagamento foi feito de forma fracionada, por meio de transferências em nome de terceiros.</p>



<p>De acordo com a vítima, o primeiro contato com a empresária ocorreu por um aplicativo de mensagens, no início de abril. Na ocasião, foi oferecido um mês de trabalho e marcado um encontro na residência.</p>



<p>A jovem disse que começou a trabalhar sem combinar o salário. Segundo ela, a jornada era de segunda a sábado, das 9h às 19h,<strong> com apenas 30 minutos de intervalo</strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Repercute nacionalmente caso da patroa má que agrediu empregada grávida de 5 meses</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/repercute-nacionalmente-caso-da-patroa-maranhense-que-agrediu-empregada-gravida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[acusação]]></category>
		<category><![CDATA[agressão]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[jovem grávida]]></category>
		<category><![CDATA[polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Repercussão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Repercutiu em todo o Brasil a crueldade de que foi vítima a empregada doméstica de 19 anos que, mesmo grávida de cinco meses, teria sido covardemente agredida pela patroa, em Paço do Lumiar, na região metropolitana de São Luís. Três semanas após ser agredida pela ex-patroa, a empregada doméstica de 19 anos ainda se recupera [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Repercutiu em todo o Brasil a crueldade de que foi vítima a empregada doméstica de 19 anos que, mesmo grávida de cinco meses, teria sido covardemente agredida pela patroa, em Paço do Lumiar, na região metropolitana de São Luís.</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Empregada doméstica grávida é espancada pela ex-patroa após suspeita de furto de anel" width="563" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/h8ZXRVsa6jM?start=52&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><a href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/04/30/policia-investiga-agressao-contra-domestica-acusada-de-roubo-por-ex-patroa.ghtml" class="">Três semanas após ser agredida pela ex-patroa</a>, a empregada doméstica de 19 anos ainda se recupera dos traumas emocionais causados pela violência.<a href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/04/30/policia-investiga-agressao-contra-domestica-acusada-de-roubo-por-ex-patroa.ghtml" class=""> </a><a href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/05/05/audios-enviados-por-patroa-em-grupo-de-mensagens-narram-agressao-contra-domestica-na-grande-sao-luis-nao-era-pra-ter-saido-viva.ghtml" class="">A jovem registrou um boletim de ocorrência relatando que foi espancada pela <strong>empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos</strong></a>, <strong>após ter sido acusada de roubar joias</strong> e afirmou que tentou evitar que os golpes atingissem a barriga. A Polícia Civil investiga o caso.</p>



<p>As agressões aconteceram em 17 de abril, na casa onde a vítima trabalhava, no município de <a class="" href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/cidade/paco-do-lumiar/">Paço do Lumiar</a>, na Grande São Luís. A jovem contou que aceitou o trabalho como empregada doméstica para comprar o enxoval do bebê, com um contrato de apenas um mês.</p>



<p>A jovem relatou que foi agredida com puxões de cabelo, socos e murros, além de ter sido derrubada no chão. Grávida de cinco meses, a jovem disse que, durante as agressões, tentou proteger a barriga.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Começou com puxões de cabelo. Eu fui derrubada no chão e passei boa parte do tempo ali. Foram tapas, socos e murros&#8230; foi sem parar. Eles não se importavam&#8221;, disse a jovem.</p>
</blockquote>



<p>Depois de mais de uma hora de procura, a joia que a empresária alegou que a vítima havia roubado foi encontrada no cesto de roupa suja da residência. Grávida de cinco meses, a jovem disse que, mesmo assim, as agressões continuaram.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Eu, graças a Deus, não levei nenhum chute, porque fiquei protegendo minha barriga o tempo todo, mas o restante do corpo ficou todo marcado”, relatou.</p>
</blockquote>



<p><em>o.</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/CNqMrg6DSAqbM1BqAb6p0S5bOZI=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/7/Q/zuXsn3TuGAeC1mAByu4w/carolina.jpg" alt="Nos áudios, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos descreve as agressões contra a empregada doméstica. — Foto: Reprodução/TV Mirante"/></figure>



<p><strong><em>Nos áudios, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos descreve as agressões contra a empregada doméstica. — Foto: Reprodução/TV Mirante</em></strong></p>



<p>Nos áudios, a mulher contou que precisou da ajuda de um homem, ainda não identificado, para pressionar a empregada de forma violenta. Na manhã do dia 17 de abril, ele foi armado até a casa de Carolina.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Eu acordei era 7h30. Aí eu (disse): ‘Samara, arruma logo essa cozinha’, que eu também não sou besta, ‘que eu vou receber um amigo meu aqui em casa’. Aí ele chegou e eu disse ‘entra, amigo’. Ele (o homem) já veio com uma jumenta de uma arma, chega brilhava.&#8221;</p>
</blockquote>



<p>No relato, a suspeita conta o momento em que chama a empregada para conversar após a chegada do homem, a quem atribui participação na abordagem sobre o desaparecimento do anel.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Puxou a bicha, botou assim, tirou a touca da cabeça dela, pegou no cabelo, botou ela de joelho, puxou a bicha e botou na boca dela. ‘Eu acho bom tu entregar logo esse anel, onde é que tá? Tá aqui? Bora brincar de quente ou frio. Tá aqui em cima, tá aqui embaixo?’ Aí onde ele ia apontando, botava a cabeça dela se tava.”</p>
</blockquote>



<p>Após mais de uma hora de procura, o anel foi encontrado no cesto de roupa suja. Mesmo assim, as agressões continuaram.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Tapa e tapa, menina, dei. Gente, eu dei tanto que minha mão tá inchada. Até hoje meu dedo chega tá roxo”, contou Carolina.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Vítima fez boletim de ocorrência</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/_IijepHfXbyjepimZT_iWjM9bT4=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/2/7/mWq0FmTFmEA2BYGd8Fgw/montagens-1920-x-1080-px-15-.png" alt="Polícia investiga agressão contra doméstica acusada de roubo por ex-patroa — Foto: Reprodução/ TV Mirante"/></figure>



<p><strong><em>Polícia investiga agressão contra doméstica acusada de roubo por ex-patroa — Foto: Reprodução/ TV Mirante</em></strong></p>



<p>No dia seguinte após as agressões, a empregada registrou um boletim de ocorrência e fez exame de corpo de delito, que confirmou as lesões. Nas fotos, são visíveis as marcas pelo corpo da mulher, e a que está na testa, segundo ela, é resultado de uma coronhada.</p>



<p>A patroa também registrou boletim de ocorrência, mas a história que contou para a polícia é diferente da que ela descreveu nos áudios. Na delegacia ela disse que sentiu falta das joias que usava no dia a dia, procurou pela casa e não as encontrou. Disse que pediu para ver a bolsa da empregada e que as joias estavam lá, então chamou a polícia, mas a empregada saiu correndo pelo condomínio.</p>



<p>O caso é investigado pela 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy. <strong>Carolina Sthela não foi presa nem indiciada até o momento</strong>. Em nota, a suspeita disse que as alegações são “uma distorção do que realmente aconteceu” e que todas as medidas jurídicas cabíveis já foram tomadas para esclarecer os fatos.</p>



<p>À <strong>TV Mirante</strong>, o marido de Carolina Sthela Ferreira dos Anjos afirmou que não existem áudios dela e que as mensagens divulgadas são &#8220;inverdades&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Suspeita das agressões tem mais de dez processos contra ela</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/9mAzQF8we_zXpyOZfmc1N8l3Dyc=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/d/8/HWPXxQTK2SNs21K4qYSw/vitima.jpg" alt="A vítima, que tem 19 anos, está grávida de cinco meses. — Foto: Reprodução/TV Mirante"/></figure>



<p><strong><em>A vítima, que tem 19 anos, está grávida de cinco meses. — Foto: Reprodução/TV Mirante</em></strong></p>



<p>A polícia também informou que existem mais de dez processos envolvendo a suposta agressora. Em um deles, de 2024, ela foi condenada por calúnia após acusar falsamente a ex-babá do filho dela de roubar uma pulseira de ouro. O processo tramitou no Juizado Civil e Criminal de Santa Inês, e a sentença foi proferida em outubro do ano passado.</p>



<p>A acusada foi condenada a seis meses de prisão em regime aberto, mas a pena foi substituída por prestação de serviço comunitário. Ela também foi condenada a pagar R$ 4 mil por danos morais.</p>



<p>A produção da TV Mirante também conversou com Sandila Souza, ex-babá que denunciou a mesma mulher em outro processo. Ela contou que começou a trabalhar na casa da suspeita quando tinha 17 anos e que, atualmente, não mora mais no Maranhão.</p>



<p>Segundo a ex-babá, o pagamento pelo serviço era feito por contas de terceiros, nunca diretamente pela patroa. Ela também afirmou que a indenização por danos morais ainda não foi paga.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Ela olhou pelas câmeras. Foi no mesmo momento que ela viu saindo com as minhas malas e falou que ela ia na delegacia, que eu tinha roubado a pulseira do filho dela. Ela ia falar que eu tinha roubado a pulseira do filho dela. Eu falei eu não roubei a pulseira do seu filho, mas se você quiser ir lá, você pode ir que tem câmera em todo lugar e as câmeras nunca ficam desligadas.”</p>
</blockquote>



<p>A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil informou que prepara um relatório sobre os processos envolvendo a suspeita. A entidade também acompanha o caso registrado na semana passada.</p>



<p></p>
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		<title>Jovem mata idosa a facadas em Bela Vista e diz que &#8216;vozes&#8217; o mandaram a cometer o crime</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/jovem-mata-idosa-a-facadas-em-bela-vista-e-diz-que-vozes-o-mandaram-a-cometer-o-crime/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 15:08:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[autor]]></category>
		<category><![CDATA[facadas]]></category>
		<category><![CDATA[idosa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.maranhaobrasil.com.br/?p=34015</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um adolescente de 17 anos foi preso em flagrante na madrugada dessa terça-feira (5), suspeito de matar uma idosa de 76 anos em Bela Vista do Maranhão. A vítima foi encontrada morta em sua residência, onde o jovem costumava dormir à noite. A ação foi realizada pela Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), com apoio da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um adolescente de 17 anos foi preso em flagrante na madrugada dessa terça-feira (5), suspeito de matar uma idosa de 76 anos em Bela Vista do Maranhão. A vítima foi encontrada morta em sua residência, onde o jovem costumava dormir à noite. A ação foi realizada pela Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), com apoio da Polícia Militar do Maranhão (PMMA).</p>



<p>Inicialmente, o adolescente contou que outras pessoas haviam invadido a casa, mas ao ser confrontado, não conseguiu explicar os fatos de forma consistente. Durante a busca na residência da idosa, uma faca e uma seringa foram localizadas e apreendidas.</p>



<p>Durante interrogatório, o jovem confessou a autoria do crime, afirmando que não havia nenhuma motivação pessoal e que cometeu o crime por impulso. Ele também afirmou ouvir vozes que o incentivavam a matar alguém e que nunca havia buscado tratamento psiquiátrico.</p>



<p>Após os procedimentos legais, o adolescente foi encaminhado à Unidade Prisional competente. Ele ficará à disposição da Justiça.</p>



<p><strong>Imirante</strong></p>



<p></p>
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		<title>Bestial! Relato do maranhense que matou a ex-namorada no Paraguai assusta pelo método utilizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 14:40:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[autor]]></category>
		<category><![CDATA[crueldade]]></category>
		<category><![CDATA[Júlia Cardoso]]></category>
		<category><![CDATA[Paraguai]]></category>
		<category><![CDATA[vítima]]></category>
		<category><![CDATA[Vítor Rangel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O assassinato da estudante de medicina catarinense Julia Vitória Sobierai Cardoso, de 22 anos, ocorrido no Paraguai, ganhou novos desdobramentos com a apresentação espontânea e a confissão do principal suspeito, o maranhense Vitor Rangel Aguiar, de 27 anos. Ele se entregou à Polícia Civil do Maranhão, e as revelações sobre como matou a ex-namorada chocaram até mesmo policiais mais experientes.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O universitário de Medicina chocou até experientes policiais ao revelar como matou a ex-namorada</strong> <strong>e colega de faculdade</strong></p>



<p>O assassinato da estudante de medicina catarinense Julia Vitória Sobierai Cardoso, de 22 anos, ocorrido no Paraguai, ganhou novos desdobramentos com a apresentação espontânea e a confissão do principal suspeito, o maranhense Vitor Rangel Aguiar, de 27 anos. Ele se entregou à Polícia Civil do Maranhão na manhã de segunda-feira (4), em São Luís, encerrando um período em que era considerado foragido desde o dia do crime, em 24 de abril.</p>



<p>Ex-namorado da vítima, Vitor também cursava medicina no Paraguai e, segundo as investigações, não aceitava o fim do relacionamento, ocorrido em fevereiro. De acordo com autoridades brasileiras e paraguaias, o crime aconteceu no apartamento onde Julia morava com uma amiga, em Cidade do Leste. O suspeito teria ido ao local sob o pretexto de conversar, mas o encontro terminou de forma brutal.</p>



<p>A investigação aponta que Julia foi assassinada com mais de 60 golpes, sendo 58 desferidos com uma tesoura de unha e outros sete com uma faca. A autópsia também confirmou sinais de estrangulamento. Após o crime, Vitor teria permanecido por horas no imóvel antes de fugir, levando o celular da vítima.</p>



<p>Em depoimento à polícia, o suspeito confessou o homicídio e revelou detalhes que reforçam a premeditação. Ele afirmou que possuía as chaves do apartamento sem o conhecimento de Julia e que vinha monitorando o telefone da estudante. Ainda segundo seu relato, o crime foi motivado por ciúmes e pela suspeita de que a jovem estaria em um novo relacionamento. Apesar da confissão, ele alegou lapsos de memória e não conseguiu esclarecer completamente a dinâmica do assassinato.</p>



<p>A chefe do Departamento de Feminicídio no Maranhão, Wanda Moura, destacou que o investigado admitiu o crime ao final do depoimento, após mais de três horas de interrogatório. A polícia agora busca esclarecer pontos como o acesso às chaves do imóvel, o monitoramento do celular da vítima e a cronologia exata dos fatos.</p>



<p>Julia Vitória era natural de Chapecó, em Santa Catarina, e vivia com a família em Navegantes antes de se mudar para o Paraguai, em 2025, para realizar o sonho de cursar medicina. Descrita por amigos como dedicada, estudiosa e generosa, ela pretendia se tornar pediatra. Sua morte causou forte comoção entre familiares, amigos e colegas.</p>



<p>Inicialmente alvo de um mandado de captura internacional expedido pela Justiça paraguaia, Vitor Rangel será julgado no Brasil. Isso porque o mandado estrangeiro não tem validade automática no país. Diante da informação de que o suspeito pretendia se entregar, a Polícia Civil do Maranhão agiu rapidamente, instaurou inquérito e solicitou a prisão temporária, que foi concedida pela Justiça antes de sua apresentação.</p>



<p>Com base em informações compartilhadas pelas autoridades paraguaias, o caso passa a ser conduzido no Brasil e deverá ser tratado como feminicídio. Vitor permanece preso e responderá conforme a legislação brasileira por um crime que, segundo a investigação, foi motivado por inconformismo, controle e violência extrema.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="984" height="554" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Paraguai-vitima-e-autor.webp" alt="" class="wp-image-34007" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Paraguai-vitima-e-autor.webp 984w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Paraguai-vitima-e-autor-400x225.webp 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Paraguai-vitima-e-autor-768x432.webp 768w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Julia Vitória Cardoso, 22 anos, vítima da crueldade e frieza do ex-namorado e colega de universidade</em></strong></figcaption></figure>



<p></p>
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		<title>Tenente coronel PM que matou a esposa e soldada a tiro vai ser julgado pela Justiça Comum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 02:32:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Comum]]></category>
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		<category><![CDATA[tenente-coronel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Superior Tribunal de Justiça (STJ)&#160;decidiu que o tenente-coronel da&#160;Polícia Militar&#160;Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, réu por&#160;feminicídio&#160;contra a soldado Gisele Alves Santana, de 32, será julgado pela Justiça Comum, na 5ª Vara do Júri de São Paulo. Por ser militar e acusado de cometer um crime contra outra integrante da corporação, havia a possibilidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/stj-superior-tribunal-de-justica/?srsltid=AfmBOoofp7jT3D0qF0TuhGtwmEkYpzOc0dPfcjeiWauEXbAHN1I2qU5g" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>Superior Tribunal de Justiça (STJ)</strong></a>&nbsp;decidiu que o tenente-coronel da&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/policia-militar-de-sao-paulo/?srsltid=AfmBOoo2KoDOE-mg5k1zGKLJbYwcmItCzyGl671LdFB3T4FpOApWpFXb" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>Polícia Militar</strong></a>&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/geraldo-leite-rosa-neto/?srsltid=AfmBOoq7aHpbzSLyewxm4L_33U67CCPFz7oXlMIDN08jSXFHVfKeNI15" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>Geraldo Leite Rosa Neto</strong></a>, de 53 anos, réu por<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/feminicidio/?srsltid=AfmBOoqd9yLfOj_bybcfqF0Gn48KTB4_n_dePvpWOrdpmDw_FNLdNBmT" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>&nbsp;feminicídio</strong></a>&nbsp;contra a soldado Gisele Alves Santana, de 32, será julgado pela Justiça Comum, na 5ª Vara do Júri de São Paulo.</p>



<p>Por ser militar e acusado de cometer um crime contra outra integrante da corporação, havia a possibilidade de o caso ser analisado pela Justiça Militar. O STJ, no entanto, esclareceu que isso não se aplica, uma vez que o crime não ocorreu em contexto relacionado ao exercício da função militar.</p>



<p>“Ao definir a competência, o relator aplicou o entendimento recente da Terceira Seção do STJ, segundo o qual crimes dolosos contra a vida praticados por militares só se submetem à Justiça Militar quando houver vínculo direto com a atividade castrense e com a tutela da hierarquia e da disciplina”, informou o tribunal em nota.</p>



<p>“Ausente esse nexo funcional, prevalece a competência do Tribunal do Júri”, acrescentou o órgão. Conforme a Constituição Federal, crimes dolosos contra a vida devem ser julgados pelo Tribunal do Júri.<img decoding="async" src="https://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/AA1Z1yPy.img?w=534&amp;h=356&amp;m=6&amp;x=297&amp;y=84&amp;s=243&amp;d=173" alt="Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi morta em 18 de fevereiro com um tiro na cabeça; o marido dela, tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, 53, foi preso Foto: Reprodução"></p>



<p><strong><em>Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi morta em 18 de fevereiro com um tiro na cabeça; o marido dela, tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, 53, foi preso Foto: Reprodução</em></strong></p>



<p>O advogado de Geraldo Neto, Eugênio Carlos Balliano Malavasi, afirmou que a decisão do STJ de encaminhar o caso à Justiça Comum reforça o entendimento sustentado pela defesa desde a “primeira manifestação”.</p>



<p>“O STJ corroborou o postulado defensivo levado a efeito na audiência de custódia realizada na Justiça Militar”, declarou a defesa do réu em nota enviada à reportagem.</p>



<p><img decoding="async" src="https://www.bing.com/th?id=OADD2.7834089563288_1WLMFXCZ6LV57NOKRC&amp;pid=21.2&amp;c=17&amp;roil=4e-04&amp;roit=0&amp;roir=1&amp;roib=1&amp;w=275&amp;h=144&amp;dynsize=1&amp;qlt=90&amp;dpr=2.00" alt="Google Analytics - How to Setup Analytics"><a href="https://www.bing.com/api/v1/mediation/tracking?adUnit=1732768568&amp;auId=39461741-82f1-4924-bddf-6d2214b8f217&amp;bdc=oa&amp;bidId=1&amp;bidderId=4&amp;cmExpId=RSV&amp;impId=2&amp;impTy=1&amp;ldc=rhf2pczr&amp;mkt=pt-br&amp;oAdUnit=1732768568&amp;pId=1&amp;publisherId=17160724&amp;rId=0618facc-5eff-4a8d-9735-a30cd39092bf&amp;region=na&amp;rlink=https%3A%2F%2Fwww.bing.com%2Faclick%3Fld%3De83oNlICdxfUgNs2Hs-mDjmTVUCUy-in32FRQu8iHEVArN-d6yUv7Ge6sPJj98c4uUZRDlfUAjy1Ar9wbsM0hhvW7bjec7XWEcl5Ipmx8788K97klDMBFvnUdA68z7mG0dvkcwzeiwqGuQ4mKEumV8fMr36ZNzQb_3lnTUzcwLLwlskxfFCOqp-RVlresdIaQSNVc3lBi-PY2lu_MWVHCP42R94q0%26u%3DaHR0cHMlM2ElMmYlMmZ3d3cudWRlbXkuY29tJTJmY291cnNlJTJmZ29vZ2xlLWFuYWx5dGljcy1mcm9tLXNldHVwLXRvLWFkdmFuY2VkLXJlcG9ydGluZyUyZiUzZnV0bV9jYW1wYWlnbiUzZEJHLVNlYXJjaF9EU0FfQWxwaGFfUHJvZl9sYS5FTl9jYy5ST1ctRW5nbGlzaCUyNnV0bV9zb3VyY2UlM2RiaW5nJTI2dXRtX21lZGl1bSUzZHBhaWQtc2VhcmNoJTI2cG9ydGZvbGlvJTNkQmluZy1ST1ctRW5nbGlzaCUyNnV0bV9hdWRpZW5jZSUzZG14JTI2dXRtX3RhY3RpYyUzZG5iJTI2dXRtX3Rlcm0lM2RfLl9hZ18xMzE3MjE3MzE4NjQ5NjA0Xy5fYWRfXy5fa3dfRGF0YSUyNTIwU2NpZW5jZSUyNnV0bV9jb250ZW50JTNkYSUyNmZ1bm5lbCUzZCUyNnRlc3QlM2QlMjZ1dG1fY2FtcGFpZ25faWQlM2Q2Mzg1OTYyMjglMjZtc2Nsa2lkJTNkM2Q0M2YyZjhmM2YwMWVhZDk1YjI5YjA5OWExY2JlYWQ%26rlid%3D3d43f2f8f3f01ead95b29b099a1cbead&amp;rtype=targetURL&amp;tagId=webcompar-inarticle-2&amp;trafficGroup=zfa_angvir&amp;trafficSubGroup=erfreir&amp;uberGroup=hore_1c&amp;uberSubGroup=erfreir" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>Miguel Silva, advogado da família de Gisele, também confirmou que a Justiça Comum foi considerada competente para processar e julgar o tenente-coronel. “Sempre deixamos claro que não se tratava de um crime de natureza militar”, afirmou.</p>



<p>Geraldo Neto é apontado como principal suspeito de matar a soldado da PM Gisele Alves Santana com um tiro na cabeça, dentro do apartamento do casal, no Brás, região central de São Paulo. O caso aconteceu em 18 de fevereiro.</p>



<p>O oficial foi preso um mês depois, em 18 de março, em São José dos Campos, por determinação da Justiça Militar, após investigação conduzida pela Corregedoria da PM. Geraldo Neto também foi indiciado pela Polícia Civil por feminicídio e fraude processual. Atualmente, o réu está detido no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte da capital.</p>



<p>O tenente-coronel sempre negou o crime e sustenta que Gisele teria cometido suicídio após receber a notícia de que o marido queria a separação. A versão é contestada pelos investigadores.</p>
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		<title>Ex-vereador morto em Dom Pedro também tivera pai, ex-deputado, assassinado no mesmo município</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 01:25:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[assassinatos]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Pedro]]></category>
		<category><![CDATA[ex-deputado estadual]]></category>
		<category><![CDATA[ex-vereador]]></category>
		<category><![CDATA[pai e filho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-vereador Farys Miguel, de 46 anos, morto a tiros na tarde de segunda-feira (27), em Dom Pedro, no interior do Maranhão é filho do ex-deputado estadual Edilson Peixoto, assassinado em 2013 no mesmo município em circunstâncias semelhantes. Edilson Peixoto, conhecido como Peixotinho, foi morto após ser atingido por oito tiros à queima-roupa. O crime [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ex-vereador Farys Miguel, de 46 anos, morto a tiros na tarde de segunda-feira (27), em Dom Pedro, no interior do Maranhão é filho do ex-deputado estadual Edilson Peixoto, assassinado em 2013 no mesmo município em circunstâncias semelhantes.</p>



<p>Edilson Peixoto, conhecido como Peixotinho, foi morto após ser atingido por oito tiros à queima-roupa. O crime ocorreu quando ele estava dentro de um carro e foi abordado por um homem que chegou na garupa de uma motocicleta.</p>



<p>Ele chegou a ser socorrido e levado a um hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos. O assassinato ocorreu em um período de outros episódios de violência em Dom Pedro, incluindo a morte de um ex-vereador no mesmo mês.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Morte de Farys Miguel</strong></h2>



<p>Mais de uma década depois, Farys Miguel foi morto também dentro de um carro, no momento em que chegava em casa. Ele foi atingido por vários disparos e morreu ainda no local, antes da chegada do socorro.</p>



<p>O crime foi registrado por câmeras de segurança e ocorreu por volta das 16h40.</p>



<p>Imagens de câmeras de segurança mostram dois homens em uma motocicleta se aproximando do veículo da vítima. Um dos suspeitos começa a atirar e, em seguida, o comparsa também efetua disparos.</p>



<p>Após o ataque, a dupla se afasta, mas o homem que estava na garupa retorna ao carro, quebra o vidro e retira um objeto antes de fugir. Os dois utilizavam capacete durante toda a ação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Trajetória política</strong></h2>



<p>Farys Miguel exerceu quatro mandatos como vereador em Dom Pedro e também presidiu a Câmara Municipal. Ele era casado com a ex-vereadora Rosa Nogueira e pai da vereadora Ludymila Nogueira (Avante).</p>



<p>A Câmara Municipal divulgou nota de pesar após a confirmação da morte.</p>



<p>“A Câmara Municipal de Vereadores manifesta profundo pesar pelo falecimento de Farys Miguel, ex-vereador por quatro mandatos e ex-presidente desta Casa”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Investigação</strong></h2>



<p>A Polícia Civil investiga o caso para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime. Até o momento, não há informações sobre suspeitos presos.</p>



<p>Em nota, a Polícia Civil informou que o caso já está sob investigação em estágio avançado, estão sendo conduzidas pela Delegacia de Polícia de Dom Pedro que realiza diligências externas para coletar indícios que auxiliem na identificação dos autores do crime.</p>



<p><strong>Nota da Polícia Civil</strong></p>



<p><em>&#8220;A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) informa que já investiga o caso de homicídio que vitimou Farys Miguel Lopes da Silva, ocorrido nesta segunda-feira (27), no centro da cidade de Dom Pedro.</em><br><br><em>Com base nas investigações iniciais, a vítima foi surpreendida por dois indivíduos que estavam em uma motocicleta, os quais efetuaram disparos de arma de fogo.</em><br><br><em>As investigações, que já se encontram em estágio avançado, estão sendo conduzidas pela Delegacia de Polícia de Dom Pedro, com apoio da Delegacia Regional de Presidente Dutra, que realiza diligências externas para coletar indícios probatórios que auxiliem na identificação dos autores do crime.</em><br><br><em>Paralelamente, familiares e testemunhas serão intimados a prestar depoimento, visando contribuir com o andamento das investigações.</em><br><br><em>A Polícia Civil reforça que novas informações poderão ser divulgadas oportunamente, sem prejuízo das diligências em curso.&#8221;</em></p>



<p>Imirante.com</p>
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		<item>
		<title>“Falso Profeta”: preso líder de igreja que castigava e estuprava fieis</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/falso-profeta-preso-lider-de-igreja-que-castigava-e-estuprava-fieis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 01:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[falso profeta]]></category>
		<category><![CDATA[Paço do Lumiar-MA]]></category>
		<category><![CDATA[pastor-estuprrsdor]]></category>
		<category><![CDATA[polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pastor liderava a igreja que era a residência de mais de 100 fieis. Abusos sexuais e psicológicos a homens, mulheres e menores eram rotina Texto: Metrópoles A operação “Falso Profeta” foi deflagrada pela Polícia Civil do Maranhão (PCMA), com apoio da Polícia Militar (PMMA), nessa sexta-feira (17/4) e prendeu o pastor da igreja Shekinah [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O pastor liderava a igreja que era a residência de mais de 100 fieis. Abusos sexuais e psicológicos a homens, mulheres e menores eram rotina</strong></p>



<p>Texto: Metrópoles</p>



<p>A operação “Falso Profeta” foi deflagrada pela Polícia Civil do Maranhão (PCMA), com apoio da Polícia Militar (PMMA), nessa sexta-feira (17/4) e prendeu o <a href="https://www.metropoles.com/brasil/rj-pastores-sao-presos-suspeitos-de-torturar-crianca-de-9-anos">pastor</a> da igreja Shekinah House Church, em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís.</p>



<p>A ação foi feita no bairro Recanto do Poeta, onde funciona um espaço vinculado à igreja. <strong>No local, residiam entre 100 e 150 fiéis</strong> sob a liderança do<a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/o-que-disse-pastor-pai-de-serial-estuprador-sobre-divida-milionaria"> pastor</a> investigado. Segundo a polícia, ele foi localizado em seu quarto, na companhia de outro dirigente da instituição.</p>



<p>Após dois anos de investigação, o pastor foi apontado como autor dos crimes de estelionato, estupro de vulnerável, posse sexual mediante fraude e associação criminosa. O delegado Sidney Oliveira, titular da Delegacia de Paço do Lumiar, informou que o inquérito policial já identificou, até o momento, entre cinco e seis vítimas relacionadas aos crimes investigados.</p>



<p>O <a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/a-prisao-e-queda-do-pastor-estuprador-que-se-escondeu-na-europa-por-10-anos">pastor</a>, que é casado, teria abusado sexual e psicologicamente das vítimas, homens e mulheres e até menores de idade. Vídeos mostram fiéis sendo espancados como medida punitiva e papéis foram apreendidos com a frase escrita à mão: “Eu preciso aprender a respeitar o meu líder”, por dezenas de vezes. Celulares e cartões de crédito também foram apreendidos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Nas redes sociais, um homem relatou que já foi vítima do pastor: “Já fiquei nessa igreja em 2013, sofri muito lá na época, eu meu primo apanhamos e levamos choque no dente, [ele] ainda falava que nós tínhamos demônios, que tinha que tirar de nós. Graças à Deus, com muita luta, conseguimos sair de lá e aí jogaram praga na gente”, relatou.</p>
</blockquote>



<p><strong>O que disse pastor, pai de “serial estuprador”, sobre dívida milionária</strong></p>



<p><em>O pastor Marcos Antônio Santos Campos informou que “nenhuma decisão financeira relevante foi tomada unilateralmente”</em></p>



<p>Após a divulgação do relatório financeiro da Igreja Batista Filadélfia, no Guará (DF), que aponta uma dívida de R$ 1,8 milhão, o <a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/pastor-expulso-por-desfalcar-caixa-de-igreja-recebia-r-49-mil-de-salario">pastor Marcos Antônio Santos Campos</a> informou que “nenhuma decisão financeira relevante foi tomada unilateralmente” e que “as contas da igreja são apresentadas à Assembleia Geral”.</p>



<p>Segundo o pastor, os membros já tinham conhecimento de impostos que deixaram de ser pagos durante a pandemia e das dificuldades financeiras enfrentadas novamente em 2025. “Nossa arrecadação, que vinha em recuperação, sofreu novo baque. O gerente administrativo voltou a enfrentar dificuldades para honrar compromissos”, declarou.</p>



<p><strong><a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/pai-de-serial-estuprador-pastor-deixou-igreja-com-divida-de-18-milhao">Marcos também defendeu sua remuneração</a>, afirmando que sempre foi “justa e correta”</strong>, com reajustes aprovados pelo corpo diaconal e pela assembleia. Ele disse ainda que não recebe salário desde janeiro de 2026.</p>



<p>Sobre sua saída, o pastor afirmou que não foi afastado, mas <strong>jubilado, decisão que, segundo ele, foi tomada por orientação jurídica e eclesiástica,</strong> para preservar a instituição após o caso envolvendo seu filho (<a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/lider-de-grupo-jovem-vira-reu-por-estuprar-8-menores-de-igreja-do-df">Gabriel de Sá</a>). “Depois de tudo o que aconteceu, entendi que não tinha mais condições emocionais e pastorais de continuar à frente da igreja. Voluntariamente, pedi meu jubilamento”, disse.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mais detalhes:&nbsp;</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Apuração da coluna <strong>Na Mira</strong> aponta que o relatório, elaborado após auditoria interna e aprovado em assembleia, revelou um <strong>rombo milionário e uma grave crise financeira</strong> durante a gestão de Marcos Antônio Santos Campos.</li>



<li>A igreja acumula R$ 1,8 milhão em dívidas, sendo R$ 1,49 milhão em débitos tributários (82% do total) e R$ 322 mil em outras obrigações. Há ainda um déficit mensal de R$ 275 mil.</li>



<li>Nos últimos cinco anos, foram investidos R$ 3,9 milhões em obras sem a formação de reservas financeiras, o que agravou a situação.</li>



<li>No mesmo período, <strong>o pastor recebia salário de R$ 49 mil.</strong> Após a divulgação do relatório, ele deixou a liderança.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Abusos sexuais</h2>



<p>A crise financeira ocorre em paralelo a um escândalo envolvendo Gabriel de Sá Campos, de 30 anos, filho do pastor. Ele foi preso e se tornou réu por abusos sexuais contra adolescentes da igreja. Os crimes teriam ocorrido desde 2019, com ao menos quatro vítimas entre 10 e 16 anos.</p>



<p>De acordo com a <a href="https://www.pcdf.df.gov.br/">Polícia Civil</a>, Gabriel de Sá utilizava a posição para ganhar a <strong>confiança dos jovens e cometer abusos de forma recorrente</strong>. Há relatos de que integrantes da liderança minimizaram denúncias e tentaram evitar que o caso fosse levado às autoridades.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mais informações:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os abusos cometidos por Gabriel de Sá foram investigados pela 4ª Delegacia de Polícia (Guará 2).</li>



<li>O investigado foi preso em 19 de dezembro de 2025 e, em 11 de fevereiro, teve a prisão convertida em preventiva.</li>



<li>Gabriel, ex-líder religioso, tornou-se réu por estuprar 8 adolescentes da Igreja Filadélfia, localizada no Guará (DF).</li>



<li>Ele também se aproveitava da função como instrutor de um curso de “integridade sexual”, oferecido pela igreja para adolescentes, para obter informações íntimas das vítimas.</li>



<li>De acordo com relatos, ele acariciava as partes íntimas das vítimas, que se incomodavam e pediam para parar, mas ele continuava insistentemente.</li>



<li>Ele foi transferido para a Papuda em 13 de fevereiro deste ano.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">“Festas do pijama”</h2>



<p>As investigações indicam que os abusos ocorreram tanto na igreja, quanto na casa do acusado. Ele também promovia atividades, como “festas do pijama” e sessões de filmes, para se aproximar das vítimas. O padrão descrito aponta manipulação psicológica e escolha gradual dos adolescentes.</p>



<p>O caso levanta questionamentos sobre a atuação da liderança diante das denúncias. Em um dos episódios, o ocorrido teria sido tratado como “brincadeira” e “ato involuntário”, com pedido de silêncio à família da vítima.</p>
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		<title>Certidão de óbito de &#8220;Sicário&#8221;, ligado ao Master, não contém a &#8220;causa mortis&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:12:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Master]]></category>
		<category><![CDATA[causa mortis]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[morte de "sicário"]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A certidão de óbito de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro, foi emitida sem a indicação da causa da morte. O documento registra que o motivo do falecimento permanece sob análise, aguardando a conclusão de exames. De acordo com informações divulgadas pelo portal Metrópoles, a certidão foi emitida na última [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A certidão de óbito de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro, foi emitida sem a indicação da causa da morte. O documento registra que o motivo do falecimento permanece sob análise, aguardando a conclusão de exames.</p>



<p><br>De acordo com informações divulgadas pelo portal Metrópoles, a certidão foi emitida na última quarta-feira e aponta que a causa do óbito ainda não foi determinada oficialmente. Mourão morreu no dia 6 de março, com o registro formal realizado no dia seguinte.</p>



<p>A ausência da causa no documento chama atenção por não ser comum em registros desse tipo, embora seja prevista em situações que exigem exames complementares para a confirmação do motivo da morte. Especialistas da área cartorial apontam que o procedimento pode ocorrer quando há dúvidas clínicas ou necessidade de laudos mais detalhados.</p>



<p>A Polícia Federal informou que o caso estaria relacionado a uma tentativa de suicídio ocorrida enquanto Mourão estava sob custódia. Segundo a corporação, ele chegou a ser socorrido e encaminhado a uma unidade hospitalar.</p>



<p>Por outro lado, a defesa do empresário declarou, na ocasião do falecimento, que a morte foi causada por morte encefálica, consequência da falta de oxigenação no cérebro.</p>



<p>A certidão também não apresenta informações sobre o local de sepultamento. No entanto, dados oficiais indicam que o enterro foi realizado no Cemitério do Bonfim.</p>
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		<title>Tenente-coronel foi o primeiro a cometer feminicídio em SP desde a vigência da lei Maria da Penha</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/tenente-coronel-foi-o-primeiro-a-cometer-feminicidio-em-sp-desde-a-vigencia-da-lei-maria-da-penha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 16:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[assasinato]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Santos]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo.]]></category>
		<category><![CDATA[soldado Giselle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Geraldo Neto foi preso nesta quarta (18) pela Corregedoria da PM em São José dos Campos, interior do estado. Justiça o tornou réu por feminicídio e fraude processual. Soldado Gisele Alves foi morta na capital paulista. (G1) O tenente-coronel Geraldo Neto, acusado de matar a esposa, a soldado Gisele Alves, é o primeiro oficial da [&#8230;]</p>
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<p><strong>Geraldo Neto foi preso nesta quarta (18) pela Corregedoria da PM em São José dos Campos, interior do estado. Justiça o tornou réu por feminicídio e fraude processual. Soldado Gisele Alves foi morta na capital paulista. (G1)</strong></p>



<p>O tenente-coronel Geraldo Neto, <a class="" href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/03/18/13-pontos-e-fotos-da-pericia-que-embasaram-prisao-do-tenente-coronel-suspeito-de-matar-mulher-em-sp.ghtml">acusado de matar a esposa, a soldado Gisele Alves, é o primeiro oficial da Polícia Militar (PM)</a> do estado de <a class="" href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/cidade/sao-paulo/">São Paulo</a> <a class="" href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/03/18/justica-manda-prender-tenente-coronel-indiciado-por-feminicidio-da-esposa-que-morreu-com-tiro-na-cabeca-em-sp.ghtml">preso por feminicídio </a>desde 2015, data da criação da lei.</p>



<p>A informação acima foi dada nesta quarta-feira (18) pelo secretário-executivo da Secretaria da Segurança Pública (SSP), o coronel da PM Henguel Pereira, durante entrevista à imprensa, na sede da pasta, para tratar da investigação policial sobre o assassinato de Gisele.</p>



<p>&#8220;Sim, é o primeiro caso, mesmo porque é um feminicídio contra uma policial feminina também. Então o caso é bem atípico&#8221;, voltou a dizer Henguel após a coletiva;</p>



<p>&#8220;É um caso que chamou muito a atenção de toda a segurança pública que está em São Paulo, porque seria até um, tecnicamente, um crime de militar contra militar, um crime de feminicídio&#8221;, afirmou Henguel.</p>



<p>Ele assumiu o cargo de secretário-executivo neste ano, no lugar do delegado Osvaldo Nico Gonçalves, alçado ao posto de secretário-geral da SSP, com a saída de Guilherme Derrite.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem são oficiais</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/b0EES1sPsFJfyNpEB7ONqAvJk60=/0x0:1200x670/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/M/H/xgTjzjQtyIAv9oRkIDxQ/fotojet-11-.jpg" alt="Henguel Pereira, secretário-executivo da SSP, diz que tenente-coronel Geraldo Neto é primeiro oficial da PM preso por feminício desde que lei foi criada em 2015. O militar é acusado de matar a esposa, a soldado Gisele Alves — Foto: Kleber Tomaz/g1 e Reprodução"/></figure>



<p><strong>Henguel Pereira, secretário-executivo da SSP, diz que tenente-coronel Geraldo Neto é primeiro oficial da PM preso por feminicício desde que lei foi criada em 2015. O militar é acusado de matar a esposa, a soldado Gisele Alves — Foto: Kleber Tomaz/g1 e Reprodução</strong></p>



<p>Na Polícia Militar de São Paulo são considerados oficiais os policiais a partir do posto de aspirante a oficial, incluindo tenentes, capitães, majores, tenentes‑coronéis e coronéis _responsáveis por comandar a tropa. Soldados, cabos, sargentos e subtenentes integram o quadro de praças.</p>



<p>A Polícia Civil e a Corregedoria da PM concluíram que Geraldo foi quem deu o tiro na cabeça da esposa, após discutirem dentro do apartamento do casal, no Brás, Centro da capital, no <a class="" href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/02/20/mulher-de-tenente-coronel-e-encontrada-morta-com-tiro-na-cabeca-em-apartamento-em-sp.ghtml">último dia 18 de fevereiro</a>. Ela tinha 32 anos e era soldado. Ele tem 53.</p>



<p>O tenente-coronel, nega o crime, mas se tornou réu na Justiça por feminicídio (assassinato de mulher por razões de gênero —como violência doméstica e familiar ou menosprezo e discriminação à condição feminina) e fraude processual (porque alterou a cena do crime para simular um suicídio).</p>



<p>A Justiça Militar decretou a prisão preventiva de Geraldo nesta quarta, a pedido da Corregedoria da PM. A defesa do tenente-coronel criticou a decisão, alegando que seu cliente é inocente. E que a Justiça comum é quem tem competência de apurar casos tratados como feminicídio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Lei do feminicídio</h2>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://s02.video.glbimg.com/x240/14304285.jpg" alt="Estado de São Paulo bate recorde de feminicídios em 2025" style="aspect-ratio:1.7791863941816455;width:683px;height:auto" title="Estado de São Paulo bate recorde de feminicídios em 2025"/></figure>



<p><strong><em>Estado de São Paulo bate recorde de feminicídios em 2025</em></strong></p>



<p>No Brasil, o feminicídio passou a integrar a legislação em 2015, quando a Lei 13.104 o incluiu como circunstância qualificadora do homicídio e o classificou como crime hediondo.</p>



<p>Até aquele ano não havia um tipo penal específico; os casos eram enquadrados como homicídio simples (pena de 6 a 20 anos) ou homicídio qualificado (12 a 30 anos), conforme as circunstâncias.</p>



<p>Com a qualificadora de feminicídio, a pena aplicável passou a ser a do homicídio qualificado: de 12 a 30 anos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Antigamente, você sabe muito bem, que a questão do muitas vezes os crimes que hoje em dia são feminicídios eram catalogados e computados como homicídio&#8221;, lembra o secretário-executivo.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">SP tem recorde de feminicídios</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/1pYt8KoLFRQI8UUQVgizAezSJPM=/0x0:1000x670/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/8/X/3Qzo3eQX6QqhwWTNiEdQ/fotojet-32-.jpg" alt="O tenente-coronel Geraldo Neto, preso por suspeita da morte da esposa Gisele Alves Santana. — Foto: Reprodução/Redes Sociais"/></figure>



<p><strong><em>O tenente-coronel Geraldo Neto, preso por suspeita da morte da esposa Gisele Alves Santana. — Foto: Reprodução/Redes Sociais</em></strong></p>



<p>Em 2024, o Congresso Nacional aprovou e o governo sancionou a Lei 14.994, que transformou o feminicídio em crime autônomo no Código Penal — deixou de ser só uma qualificadora.</p>



<p>A nova lei elevou a pena para 20 a 40 anos, determinou tramitação prioritária e ajustou outras normas para endurecer a resposta penal e coibir a violência contra a mulher.</p>



<p><a class="" href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/01/29/sao-paulo-bate-recorde-de-feminicidios-em-2025.ghtml">Em 2025, o estado de São Paulo registrou o maior número de casos de feminicídio</a> para um ano desde que a série histórica foi iniciada, em 2018.</p>



<p>Entre janeiro e dezembro, foram 270 ocorrências — em média uma mulher foi assassinada a cada 32 horas. Os dados são da própria Secretaria da Segurança Pública. Em 2024, foram 246 mulheres mortas no estado. Ou seja, em um ano, os casos de feminicídio aumentaram mais de 8%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Medidas tomadas</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/5X5FXKVsPUyVJDPUxLJ16ca3oFI=/0x0:1200x670/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/S/c/DfOY4WSOWbfJfDxWtnYw/fotojet-12-.jpg" alt="Osvaldo Nico Gonçalves, secretário da SSP, e Henguel Pereira, secretário-executivo da pasta — Foto: Kleber Tomaz/g1"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>svaldo Nico Gonçalves, secretário da SSP, e Henguel Pereira, secretário-executivo da pasta — Foto: Kleber Tomaz/g1</em></strong></figcaption></figure>



<p>&#8220;Hoje em dia tem todo um programa, toda uma atenção especial do governo&#8221;, falou Henguel, que elogiou o fato de ter mais de 140 DDMs, como são chamadas as Delegacias de Defesa da Mulher, no território paulista.</p>



<p>&#8220;A gente vem passando por uma mudança cultural aqui no estado de São Paulo, pelo atendimento especial humanizado que a gente tem para os crimes praticados contra a mulher&#8221;, disse o secretário-executivo.</p>



<p>Ele também informou que agentes de segurança do estado serem responsáveis por colocar tornozeleiras eletrônicas em homens que não podem se aproximar de mulheres que já foram suas vítimas por violência doméstica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">&#8216;PM sai maculada&#8217;</h2>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://s02.video.glbimg.com/x240/14444393.jpg" alt="Corregedoria prende tenente-coronel da PM acusado de matar esposa e simular suicídio" style="width:693px;height:auto" title="Corregedoria prende tenente-coronel da PM acusado de matar esposa e simular suicídio"/></figure>



<p><strong><em>Corregedoria prende tenente-coronel da PM acusado de matar esposa e simular suicídio</em></strong></p>



<p>&#8220;A gente também, a gente faz o controle das pessoas, das mulheres que são ameaçadas e são vítimas do crime, desse crime contra a mulher, a gente coloca o tornozelamento&#8221;, afirmou Henguel.</p>



<p>A sensação de Henguel, Nico e dos demais representantes das forças de segurança que participaram da coletiva é de que precisavam falar com a imprensa para reafirmarem o compromisso das instituições com a lei, que deve ser seguida por todos. Apesar disso, o clima era de lamento.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Obviamente a PM sai maculada disso&#8221;, disse o coronel José Coutinho, comandante da Polícia Militar do estado, durante a coletiva. &#8220;Um de seus integrantes está preso preventivamente acusado de feminicídio. Ainda assim, a gente corta na própria carne para mostrar que não há diferenciações quanto ao autor do crime&#8221;.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/fXhEcF8hPPpASwQjzuz4fmVKBg8=/0x0:1439x809/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/R/UAkLX1RQKppNnAsvxqjA/1.png" alt="Caso da PM morta em São Paulo. — Foto: Fantástico"/></figure>



<p><strong><em>Caso da PM morta em São Paulo. — Foto: Fantástico</em></strong></p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/tenente-coronel-foi-o-primeiro-a-cometer-feminicidio-em-sp-desde-a-vigencia-da-lei-maria-da-penha/">Tenente-coronel foi o primeiro a cometer feminicídio em SP desde a vigência da lei Maria da Penha</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Arrebatada por trás e tiro na têmpora: como PM Gisele foi assassinada</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/arrebatada-por-tras-e-tiro-na-tempora-como-pm-gisele-foi-assassinada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[esposa]]></category>
		<category><![CDATA[Gerado Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Gisele Santana]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[soldado PM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi preso nesta quarta-feira (18/3). Ele é investigado pela morte da esposa, a PM Gisele Santana A investigação da Justiça Militar que decretou a prisão do tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, apontado como principal suspeito pela morte de sua esposa, a PM [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/arrebatada-por-tras-e-tiro-na-tempora-como-pm-gisele-foi-assassinada/">Arrebatada por trás e tiro na têmpora: como PM Gisele foi assassinada</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi preso nesta quarta-feira (18/3). Ele é investigado pela morte da esposa, a PM Gisele Santana</strong></p>



<p>A investigação da <a href="https://www.stm.jus.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Justiça Militar</a> que <a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/coronel-preso-suspeito-matar-esposa-pm">decretou a prisão do tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto</a>, de 53 anos, apontado como principal suspeito pela morte de sua esposa, a PM Gisele Alves Santana, de 32, afastou a hipótese de suicídio da vítima, já que <strong>o mosaico probatório aponta que ela foi arrebatada pelas costas</strong>.</p>



<p>Segundo a apuração, Gisele foi “<strong>abordada por trás</strong>, com mão esquerda do agressor na mandíbula/face e <strong>arma na mão direita</strong> dirigida à têmpora direita. Após o disparo, o corpo foi deposto ao chão, houve escoamento sanguíneo e manipulações subsequentes (inclusive posição da arma na mão)”, descreveu o documento.</p>



<p>Em primeiro momento, o caso era investigado como suicídio, mas, <strong>com o aprofundamento das diligências, emergiram <a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/coronel-preso-investigado-feminicidio">indícios de feminicídio e fraude processual</a></strong>. O tribunal levou em consideração o <a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/pm-gisele-violencia-fisica-psicologica-patrimonial">contexto de violência doméstica que rodeava o relacionamento</a> entre Geraldo e Gisele. O tenente-coronel também usava sua posição hierárquica para potencializar a violência, apontaram as apurações.</p>



<p>O TJM também levou em consideração que, no dia da morte da PM, Geraldo ligou para terceiros antes de acionar o 190.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Os primeiros socorristas relataram que a cena que presenciaram ao chegarem no local do ocorrido foi <strong>atípica para suicídio</strong>: Gisele estava ao solo, envolta por toalha, com a arma semiempunhada na mão direita, sem contratura muscular, tendo sido retirado com facilidade pelo socorrista, com manchas de sangue concentradas na região da cabeça e do braço direito. Além disso, o investigado estava no corredor, sem camisa, ao telefone, <strong>mantendo tranquilidade incomum</strong> ao contexto, enquanto a Sd PM Gisele ainda apresentava batimentos cardíacos e respiração profunda e agonizante no interior do apartamento”, disse o documento.</p>
</blockquote>



<p>Para o TJM, <strong>o mosaico probatório também aponta que o investigado era a única pessoa com Gisele antes do fato e o primeiro a intervir na cena</strong>, “o que robustece a autoria em seu desfavor”.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Morte de PM Gisele levou à prisão de tenente-coronel</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>A policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada gravemente ferida na manhã de 18 de fevereiro, dentro do apartamento onde vivia com o marido no Brás, região central de <a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo">São Paulo</a>.</li>



<li>Ela foi socorrida por equipes do <a href="https://www.corpodebombeiros.sp.gov.br/#/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Corpo de Bombeiros</a> e levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, onde morreu horas depois, em decorrência de traumatismo cranioencefálico provocado por disparo de arma de fogo, conforme o atestado de óbito.</li>



<li>Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio consumado, mas depois <a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/morte-policial-esposa-tenente-investigada">foi alterado para morte suspeita, com “dúvida razoável” de tratar-se de suicídio</a>.</li>



<li>Com o avanço das análises periciais e a reconstituição da sequência de acontecimentos dentro do imóvel, a Polícia Civil concluiu que a dinâmica do disparo não corresponde à hipótese de suicídio inicialmente apresentada.</li>



<li>Com base nesse conjunto de elementos, a Justiça autorizou a prisão do tenente-coronel, que passou a responder pela morte da policial militar.</li>



<li><a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/policia-pede-prisao-coronel-morte-pm">A Polícia Civil solicitou à Justiça, em 17 de março, a prisão preventiva do tenente-coronel</a>. O pedido sucedeu a conclusão, com base em perícia técnica, de que ele seria o principal suspeito pela morte da esposa.</li>



<li><a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/coronel-preso-suspeito-matar-esposa-pm">A Justiça Militar do Estado de São Paulo decretou a prisão preventiva do tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto nesta quarta-feira (18/3)</a>. Ele foi preso no mesmo dia em um condomínio residencial de São José dos Campos, no Vale do Paraíba.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>A prisão ocorreu após o avanço das investigações conduzidas pelo 8º Distrito Policial (Brás), que analisaram laudos periciais, depoimentos de testemunhas e registros das primeiras horas após o disparo que atingiu a policial militar <em>(veja mais abaixo)</em>. Segundo os investigadores, os elementos reunidos indicam que a dinâmica do caso não é compatível com a versão inicial apresentada pelo oficial, que desde o início sustentava que a esposa teria cometido suicídio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prisão do coronel</h2>



<p>O tenente-coronel, de 53 anos, foi preso na manhã desta quarta-feira em condomínio residencial em São José dos Campos, no interior paulista. A prisão preventiva dele foi decretada pela Justiça Militar de São Paulo após um pedido da Polícia Civil feito nessa terça-feira (17/3).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://img.youtube.com/vi/en5mJVyvUJY/maxresdefault.jpg" alt="Veja momento da prisão do tenente-coronel acusado de matar a esposa PM"/></figure>



<p>A decisão da Justiça Militar que autorizou a prisão do tenente-coronel <a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/quebra-sigilo-coronel-esposa-pm">também determinou a apreensão de aparelhos celulares, a quebra de sigilo de dados eletrônicos e o compartilhamento de provas com a Polícia Civil, que conduz investigação paralela</a>.</p>
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