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	<title>meio ambiente | Maranhão Brasil</title>
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	<title>meio ambiente | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Escolas comunitárias de São Luís pedem socorro! Há 5 meses, Prefeitura não faz repasses do Fundeb</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:28:05 +0000</pubDate>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="780" height="470" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/professores-comunitarias.webp" alt="" class="wp-image-34084" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/professores-comunitarias.webp 780w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/professores-comunitarias-400x241.webp 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/professores-comunitarias-768x463.webp 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Professores das comunitárias de São Luís passam dificuldades com atrasos recorrentes dos salários</em></figcaption></figure>



<p>Apesar de as escolas comunitárias serem um braço importante para suprir as deficiências do Município na obrigação legal de atender a educação infantil, a Prefeitura de São Luís não reconhece isso. Tanto que, há cinco meses, não faz &nbsp;os repasses transferidos pelo FUNDEB (verba do governo federal) para pagar os salários dos professores. A prefeitura &nbsp;é obrigada a realizar esses repasses para as entidades conveniadas, conforme a <a href="https://diariooficial.saoluis.ma.gov.br/documento/view/11286" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei Municipal nº 7.473 de 11 de agosto de 2023</a>.</p>



<p>As escolas não são totalmente mantidas pelo Município. Elas recebem pequenas subvenções dos pais &#8211; geralmente pessoas de baixo poder aquisitivo – , doações de ongs, empresas, igrejas e outras instituições da sociedade civil. Ao município, cabe a obrigação de pagar os professores, o encargo mais pesado para esses estabelecimentos de ensino, que, com os atrasos recorrentes, estão quase sempre em situação difícil.</p>



<p>Denúncias de professores e gestores apontam que, ao deixar a gestão, o prefeito Eduardo Braide, já teria deixado quatro meses de pagamentos atrasados para a prefeita atual, Esmênia Miranda, resolver. Na gestão atual, o atraso avança para o quinto mês consecutivo.</p>



<p>Relembre-se que há um histórico de atrasos na transferência dos recursos para as escolas comunitárias por parte da Prefeitura de São Luís desde gestões anteriores, e a mais lembrada é a do saudoso João Castelo. Mas na administração Edivaldo Holanda também não havia regularidade nas transferências. Ou seja, tem sido raros os períodos em que o repasse é feito com regularidade, Daí poder-se mensurar as dificuldades enfrentadas por professores de centenas dessas escolas, quase sempre com os salários atrasados.</p>



<p>Para informações mais precisas e atuais sobre a situação dos repasses e salários, é recomendável verificar com o Sindicato dos Profissionais do Magistério da Rede Pública Municipal de São Luís (Sindeducação) ou a Secretaria Municipal de Educação (SEMED).</p>



<p>De acordo com a denúncia, o problema teria começado ainda na gestão do prefeito Eduardo Braide, que teria deixado quatro meses de pagamentos atrasados. Já na atual condução da Secretaria Municipal de Educação (Semed), comandada por Esmênia Miranda, o atraso teria avançado para o quinto mês consecutivo.</p>



<p>Os professores cobram da Semed também um cronograma oficial indicando as datas do repasse dos recursos a que têm direito.</p>
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		<title>Mário Araripe: a fortuna do senhor dos ventos vem dos territórios do semiárido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 23:07:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[A Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Arrendamento de terras a preços baixos turbinam lucros da maior empresa de energia eólica do Nordeste Por Hevilla Wanderley São pouco mais de 9h da manhã quando os últimos ônibus de manifestantes chegam em Remígio, cidade do Semiárido paraibano, a cerca de 150 km da capital João Pessoa. Pessoas chegam das mais diferentes cidades da [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="680" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Capa-visivel-1024x680.png" alt="" class="wp-image-33993" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Capa-visivel-1024x680.png 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Capa-visivel-400x266.png 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Capa-visivel-768x510.png 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Capa-visivel.png 1122w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Arrendamento de terras a preços baixos turbinam lucros da maior empresa de energia eólica do Nordeste</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="150" height="40" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/image.png" alt="" class="wp-image-33990"/></figure>



<p><strong>Por Hevilla Wanderley</strong></p>



<p>São pouco mais de 9h da manhã quando os últimos ônibus de manifestantes chegam em Remígio, cidade do Semiárido paraibano, a cerca de 150 km da capital João Pessoa. Pessoas chegam das mais diferentes cidades da Paraíba e de outros estados do Nordeste, e até mesmo do norte de Minas Gerais. A maioria são mulheres, que trabalham no campo, organizam-se em sindicatos e constroem, há 17 anos, a Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia, uma das maiores mobilizações de mulheres agricultoras do país, e que, há pelo menos cinco anos, bradam aos quatro ventos: “Energia renovável, sim. Mas, não assim”.</p>



<p>Uma das imagens mais marcantes da marcha é de uma mulher negra quebrando simbolicamente uma torre eólica, representando a revolta contra os impactos da expansão desses parques – a maioria deles localizados na região. Na última década, aerogeradores, compostos principalmente por grandes torres e hélices, invadiram as paisagens do Nordeste, principalmente, dos territórios do semiárido.</p>



<p>Enquanto comunidades convivem com os impactos na saúde e na produção agrícola, grandes empresas e investidores internacionais acumulam bilhões com a chamada “energia limpa”, denunciam os movimentos sociais. Vânia Aguiar, presidente da associação do Assentamento Queimadas, no município de Remígio, conta que a empresa Casa dos Ventos ofereceu contratos de arrendamento de terras às cerca de cem famílias que vivem na área. A maioria recusou a proposta. Assentadas há mais de 20 anos pela reforma agrária, as famílias desenvolvem atividades baseadas na agroecologia e afirmam que os projetos colocariam em risco o modo de vida local. Mesmo após a negativa, porém, as investidas das empresas não cessaram e, segundo moradores, continuam sendo feitas de forma individualizada.<br></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/energia-eolica-protesto-1024x768.webp" alt="" class="wp-image-33991" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/energia-eolica-protesto-1024x768.webp 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/energia-eolica-protesto-400x300.webp 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/energia-eolica-protesto-768x576.webp 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/energia-eolica-protesto.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Em Remígio, cidade do Semiárido paraibano, manifestantes fizeram a Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia</em></strong></figcaption></figure>



<p>“Eu, como liderança, fui procurada, mas não como diretoria, e sim como Vânia. Chegaram me oferecendo algo para eu dar apoio a eles na comunidade, mas eu disse que não. Eu disse que não ia dar apoio ao que viria destruir a natureza, viria destruir o bioma, que vem para destruir a nossa caatinga. Então, a nossa área de assentamento foi para produzir, foi para a gente preservar e zelar, não para a gente entregar para projetos que venham fortalecer só as corporações. Precisamos de energia renovável, mas não assim”, diz Vânia.</p>



<p>A Casa dos Ventos, citada por Vânia, é a maior empresa de energia eólica do Nordeste, do Brasil, fundada pelo empresário cearense Mário Araújo Alencar Araripe, o homem mais rico do Nordeste, segundo a Forbes. O novo ranking global de bilionários, divulgado pela revista em 2026, o coloca na 23.ª posição entre os brasileiros e em primeiro lugar na região, com uma fortuna avaliada em US$ 3,3 bilhões (cerca de R$ 17 bilhões).</p>



<p><strong>POR QUE ISSO IMPORTA?</strong></p>



<p><strong>A geração de energia renovável é crucial para o abandono gradual dos combustíveis fósseis, principal fonte de emissão de gases que aquecem o planeta. Mas, de acordo com a política climática estabelecida no país, a transição energética tem que ser justa. No caso da energia eólica, porém, o que se vê é o monopólio dos recursos por empresas sem compensação proporcional às comunidades que sofrem os impactos das novas infraestruturas.</strong></p>



<p><strong>O SENHOR DOS VENTOS</strong></p>



<p>Em três décadas, Araripe, um empresário relativamente modesto do setor industrial, tornou-se o “senhor dos ventos” e um dos maiores bilionários do país. Nascido em uma família de classe média em 20 de dezembro de 1954, no Crato, a cerca de 540 quilômetros de Fortaleza, filho de um engenheiro do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Denocs), Araripe formou-se em engenharia mecânica aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e fez extensão na Harvard Business School, nos Estados Unidos. Foi trabalhar com o sogro, na indústria têxtil, e depois de fundar uma construtora, a Colmeia, especializada em imóveis de alto padrão, nos anos 1980, e voltou ao setor têxtil, em 1994, com a Companhia Valença Industrial e a Têxtil União.</p>



<p>O empresário deu um passo decisivo em direção à fortuna em 1997 com a aquisição da Troller, uma montadora de jipes à beira da falência, por R$ 600 mil. Investiu em torno de 5 milhões de reais para estruturar a fábrica, inaugurada, em 1999, no município de Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza. Dez anos depois da montadora seria vendida à Ford por valores que giraram em torno de R$ 400 milhões, valor que foi mencionado pelo próprio Araripe em entrevistas na imprensa. Foi essa multiplicação do capital, em curto período de tempo, que, em 2007, financiaria sua entrada no setor de energia eólica.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-3-1024x680.png" alt="" class="wp-image-33997" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-3-1024x680.png 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-3-400x266.png 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-3-768x510.png 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-3.png 1122w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Na última década, aerogeradores, compostos principalmente por grandes torres e hélices, invadiram as paisagens dos territórios do semiárido nordestino</em></strong></figcaption></figure>



<p><strong>POLÍTICA AGRESSIVA DE INCENTIVOS FISCAIS</strong></p>



<p>A trajetória bem sucedida da Troller se beneficiou de uma política agressiva de incentivos fiscais do governo do Ceará. O principal instrumento foi o Fundo de Desenvolvimento Industrial (FDI), criado pela Lei Estadual nº 10.367/1979 e ampliado ao longo dos anos 1990, especialmente com a regulamentação do ICMS pelo Decreto nº 24.569/1997. O mecanismo funcionava como um diferimento de impostos: empresas consideradas estratégicas para o desenvolvimento estadual podiam reter até 75% do ICMS devido por um período de até dez anos. Na prática, um capital de giro subsidiado.</p>



<p>No plano federal, a empresa também obteve incentivos do Regime Automotivo para Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Criado pela Lei n.º 9.440/1997 e ampliado por normas posteriores, como a Lei n.º 11.092/2005, o programa oferecia créditos presumidos de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que funcionavam como um desconto na carga tributária e, em muitos casos, resultaram em alíquotas bastante reduzidas, ou até mesmo próximas de zero.</p>



<p>“Quando o governo dá isenções fiscais ou benefícios para empresas, ele está abrindo mão desse dinheiro que poderia ser usado para a população. Ou seja, em vez de esse recurso voltar para a sociedade, ele fica com as empresas, aumentando o lucro delas. Na prática, essas isenções funcionam como uma ajuda direta do Estado para tornar os negócios mais lucrativos e financeiramente mais seguros. Isso aumenta a rentabilidade das empresas e ajuda a expandir seus investimentos, mas, ao mesmo tempo, reduz os recursos públicos que poderiam ser usados coletivamente”, afirma o professor de Economia Brasileira da Universidade Federal da Paraíba, Lucas Milanez.</p>



<p>Ou seja, a Troller não representava apenas uma fábrica de jipes, mas também um conjunto de benefícios fiscais acumulados ao longo de quase uma década. Aproveitar créditos e isenções fiscais para impulsionar os negócios também se tornaria uma marca da carreira de Araripe como empresário, que teria seu ponto alto na valorização da energia eólica para a transição energética, também com incentivos do governo.<br></p>



<p><strong>PARA QUEM AS HÉLICES GIRAM?</strong><br></p>



<p>Com o capital obtido na negociação com a Ford, o empresário, agora dividindo a liderança dos negócios com o filho, Lucas Araripe, decidiu investir em um ativo abundante e cada vez mais promissor para os negócios: o vento que sopra nos territórios do semiárido nordestino. O recurso próprio permitiu que a empresa assumisse a fase mais arriscada do negócio, a prospecção de terras com potencial eólico, sem depender de sócios ou de financiamento bancário. Na etapa seguinte, vieram os incentivos federais.</p>



<p>Desde os primeiros projetos, a Casa dos Ventos se beneficiou do Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI), que suspende a cobrança de PIS (Programa de Integração Social) e COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) para a compra de máquinas, equipamentos e serviços de construção. O mecanismo reduzia cerca de 9,5% do custo de implantação dos parques eólicos, diminuindo significativamente o risco financeiro dos empreendimentos ainda na fase inicial. Em projetos de grande porte, o impacto é expressivo: em um parque eólico de 1 bilhão de reais, por exemplo, a renúncia fiscal pode chegar a cerca de R$ 95 milhões.</p>



<p>Com os primeiros projetos aprovados e a vitória nos leilões de energia, vieram os financiamentos públicos. Levantamento realizado pela reportagem mostra que projetos ligados à Casa dos Ventos receberam mais de 2 bilhões em recursos do BNDES e do Banco do Nordeste entre 2014 e 2017. O BNDES financiou o complexo Ventos de Santa Brígida, em Pernambuco, com cerca de R$ 689 milhões, em 2014. Já o Banco do Nordeste, por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), participou do financiamento do complexo Ventos do Araripe III, entre Pernambuco e Piauí, empreendimento com investimento total de aproximadamente R$1,8 bilhão.</p>



<p>Além disso, a empresa também passou a emitir debêntures incentivadas, títulos que oferecem isenção de Imposto de Renda aos investidores, facilitando a captação de recursos no mercado.</p>



<p>No plano estadual, além do apoio ao licenciamento ambiental e do investimento público em infraestrutura de conexão, como subestações e linhas de transmissão para escoar a energia gerada pelos parques eólicos, o Convênio ICMS 10/07, firmado no âmbito do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) autorizou governos estaduais a conceder isenção de ICMS para equipamentos utilizados na geração de energia eólica, como aerogeradores e componentes importados.</p>



<p>Um negócio tão bom que valia a pena passar adiante para empresas estrangeiras que não tinham a mesma facilidade para arrendar terras nem para estruturar os empreendimentos. O complexo Ventos de Santa Brígida, em Pernambuco, e o parque Ventos do Araripe I, entre Pernambuco e Piauí, foram vendidos pela Casa dos Ventos à empresa britânica Cubico Sustainable Investments. Anunciada em meados da década de 2010, a negociação envolveu ativos avaliados em aproximadamente R$ 2 bilhões e consolidou o modelo de desenvolvimento de projetos para posterior venda a investidores estrangeiros.</p>



<p>Em 2024, o BNDES também concedeu 3,2 bilhões de reais para o Complexo Babilônia Centro, uma joint venture da Casa dos Ventos com a Arcelor Mittal na Bahia. O projeto deveria entrar em operação em outubro do ano passado, gerando energia eólica para mais de 1 milhão de residências, mas ainda está em construção.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="481" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-4-1024x481.png" alt="" class="wp-image-33998" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-4-1024x481.png 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-4-400x188.png 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-4-768x360.png 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-4-1536x721.png 1536w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-4.png 1837w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">                            <strong><em>As torres eólicas têm se tornado parte da paisagem do Semiárido baiano</em></strong></figcaption></figure>



<p><strong>OS CONFLITOS TERRITORIAIS E COLETIVOS</strong></p>



<p>O Nordeste concentra mais de 90% da geração eólica do país, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), que representa os interesses da cadeia produtiva da energia eólica, incluindo fabricantes de equipamentos e desenvolvedores de projetos, e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).</p>



<p>A expansão do setor tem sido acompanhada de conflitos territoriais e questionamentos sobre a forma como esses empreendimentos têm sido implementados, como explica o professor de direito da UFPB, Fernando Maia. “O que ocorre é uma apropriação privada do potencial energético dos ventos, legitimada pela legislação. Muitas vezes, o agricultor acredita que o valor da terra está no solo, mas hoje a força econômica está no espaço aéreo. A força do vento constitui, hoje, o ‘petróleo’ do semiárido”, afirma o professor, que também coordena o Grupo Dom Quixote, núcleo acadêmico dedicado ao estudo da expansão da energia eólica no Nordeste.</p>



<p>Para esses pesquisadores, na prática, o que ocorre é uma “despossessão” ou mesmo “expropriação” das terras das comunidades de agricultores: embora a propriedade formal permaneça com os donos, o controle sobre o uso do território passa a ser das empresas e isso é um fator essencial para a lucratividade.</p>



<p>“E por que chamar de despossessão? Porque ele retira a ideia da posse ligada ao uso que se faz dessa terra”, explica a professora de Geografia do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), Mariana Traldi. “Na geografia, fala-se de posse a partir dos usos do território, que estão ligados à existência de populações e envolvendo as formas de produção e reprodução de possíveis sociedades, que não diz respeito só à questão econômica, mas à existência, a cultura, os modos de vida, a relação com esses elementos da natureza, com essas riquezas naturais, com a água, com o vento, com o céu, com as árvores. É a existência propriamente dita dessas pessoas, que não se reduz a uma questão econômica de como é que elas sobrevivem”.</p>



<p>Além de conviver com ruídos e outras perturbações provocadas pelas hélices, com prejuízos comprovados para a saúde, agricultores passam a ter dificuldades para plantar, circular ou desenvolver outras atividades produtivas em áreas onde os parques são instalados. Enquanto isso, as empresas assumem o controle do potencial energético do território e concentram os ganhos gerados pela exploração do vento, o que ajuda a explicar as altas margens de lucro associadas à expansão da energia eólica no Nordeste.</p>



<p>Para o advogado Claudionor Vital, a legislação do arrendamento rural, que é a base dos contratos das empresas com as comunidades, visa proteger o arrendatário, que é quem paga para usar as terras dos proprietários, enquanto a correlação de forças nos contratos de energia eólica é oposta. “Sob uma interpretação mais conservadora da legislação, esses contratos acabam sendo considerados legítimos simplesmente porque foram assinados. Parte-se da ideia de que o contrato faz lei entre as partes. No entanto, essa leitura ignora a profunda disparidade de forças existente no momento da assinatura. Há uma desigualdade enorme de informação, de assessoria jurídica e de conhecimento entre as empresas e os agricultores, o que compromete a própria boa-fé contratual. Quando um contrato é firmado nessas condições, com uma parte claramente em desvantagem, ele pode e deve ser questionado, porque resulta de uma relação profundamente desigual, que favorece amplamente as empresas.”</p>



<p>Além disso, os contratos são de longo prazo e os pagamentos, especialmente na fase inicial, são baixos, variando entre R$ 1 e R$ 3 por hectare ao mês, pagos anualmente. Por exemplo, se um agricultor arrendar 15 hectares, ele irá receber no máximo R$ 540, por ano, no período de estudo do território. Após a instalação das turbinas, os proprietários passam a receber percentuais reduzidos sobre a energia gerada dentro do seu território, geralmente entre 1% e 1,5%, sem acesso direto aos dados de produção. Ao mesmo tempo, os contratos impõem restrições ao uso da terra, cláusulas de confidencialidade e impossibilidade de rescisão por parte do dono da terra, transferindo, na prática, o controle do território para as empresas, embora a propriedade formal permaneça com os agricultores.</p>



<p>“Os contratos convertem o uso da terra: ela deixa de ser destinada à produção de alimentos e passa a ser voltada à geração de energia. O agricultor até pode utilizar áreas residuais, mas apenas com autorização da empresa e desde que não interfira no empreendimento. Na prática, quem decide é a própria empresa, o que retira a autonomia das famílias sobre o uso da terra. É isso que caracteriza um processo de expropriação, porque a propriedade permanece formalmente com o agricultor, mas o controle passa para as empresas”, afirma Claudionor, que é assessor jurídico do CENTRAC (Centro de Ação Cultural), uma ONG que trabalha diretamente com trabalhadores rurais do Semiárido.</p>



<p>Vital também chama a atenção para o fato de os contratos de arrendamento envolverem 100% da propriedade rural, mesmo quando apenas parte da área será utilizada. “Isso acontece porque as empresas buscam o controle total do território, inclusive para futuras expansões e para evitar concorrência.” De acordo com o advogado, os contratos também geralmente vinculam o aumento dos pagamentos apenas à instalação de aerogeradores. Assim, propriedades que recebem toda a infraestrutura de apoio para a geração de energia – linhas de transmissão, subestações, transformadores, vias de acesso, estruturas de comunicação -, mas não possuem turbinas, tendem a continuar recebendo os mesmos valores pagos no período pré-operacional.</p>



<p>Esse mecanismo permite que as empresas capturem o valor gerado pelo potencial energético do território, enquanto pagam pouco pelo uso da terra, o que, associado aos incentivos do governo para a geração de energia renovável, tornou o setor eólico brasileiro atrativo para as empresas de vários cantos do mundo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="726" height="876" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-5.png" alt="" class="wp-image-33996" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-5.png 726w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-5-249x300.png 249w" sizes="(max-width: 726px) 100vw, 726px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Para a professora Mariana Traldi, a expansão da energia eólica está ligada mais à lógica de mercado do que à transição energética</em></strong></figcaption></figure>



<p><strong>DE EMPREENDEDOR A INTERMEDIÁRIO DE BENEFÍCIOS</strong></p>



<p>A grande manobra de Araripe não foi construir um império eólico, mas ser a força intermediária entre os benefícios recebidos como empresário brasileiro – de subsídios e isenções a contratos de arrendamentos, e as empresas estrangeiras interessadas na geração de energia eólica.</p>



<p>Os pesquisadores do Dom Quixote debruçaram-se sobre os contratos e as negociações no setor e chegaram a um padrão em que os territórios são arrendados pela Casa dos Ventos, sub-arrendados a outras empresas, ou repassados quando os empreendimentos são vendidos para outras empresas, como aconteceu com o Ventos de São Clemente, compostos por oito parques eólicos, atualmente nas mãos da Echoenergia, controlada pelo fundo britânico Actis. O contrato de arrendamento da área utilizada pelo empreendimento foi feito com o CNPJ da Valença Industrial, empresa de Araripe voltada para o setor têxtil. O mesmo CNPJ foi utilizado em uma área sub-arrendada para a CPFL Renováveis, e que desde 2017 é controlada pela gigante chinesa State Grid Corporation of China.</p>



<p>“A empresa, primeiro chega com um assédio muito forte junto às comunidades, com esses contratos que duram até 50 anos, o que provoca um problema sério na questão da sucessão rural. Logo em seguida, ela abre as portas para esse capital externo aqui no Brasil. Ela chega, arrenda as terras, monta toda a estrutura e depois passa essa estrutura para outra empresa”, explica o professor de Geoprocessamento da Universidade Federal de Campina Grande, Luiz Gustavo de Lima.</p>



<p>Lima e os outros pesquisadores do Dom Quixote têm feito um trabalho minucioso de cruzamento de documentos, dados dispersos e informações fragmentadas para conseguir acessar e compreender os dados sobre as energias renováveis, muitas vezes de difícil acesso e pouca transparência. “Posso dizer que temos feito um trabalho de formiguinha enquanto pesquisadores, porque é segredo industrial, e eles não abrem para qualquer um. Não se tem acesso às plataformas e as informações estão cada vez mais diluídas”, explica. “O outro caminho que a gente está tendo é através dos licenciamentos ambientais. Se pegar de trás para frente o licenciamento ambiental de uma certa empresa, é possível, pelo histórico, chegar ao início e ver quem conseguiu [o contrato]. Então são esses percursos que a gente faz: ou do dinheiro, ou do licenciamento, ambos de trás para frente”.</p>



<p>A conclusão? “Olha, é aquela linha de crochê que você vai puxando. Tem um início, mas não tem um fim. Você vai puxando, puxando, puxando. Quando você vai de trás para frente, vendo a história daquele complexo eólico, você sempre acaba chegando nas energias da Casa dos Ventos”, diz Lima.</p>



<p><strong>CAPITAL ESTRANGEIRO, EXPANSÃO E ILEGALIDADES</strong></p>



<p>Atualmente, grande parte da geração eólica instalada no Nordeste está sob controle de empresas estrangeiras ou de capital misto. Dados do setor indicam que cerca de 68,9% dos parques eólicos da região pertencem a grupos internacionais, enquanto aproximadamente 30% dos projetos estão nas mãos de empresas com participação nacional e estrangeira. Entre os principais investidores estão companhias de países como França, China e Itália, consolidando um processo de internacionalização do setor energético na região.</p>



<p>A expansão acelerada, no entanto, tem levantado questionamentos jurídicos. Segundo o procurador da República e coordenador do Grupo de Trabalho Energias Renováveis do MPF, José Godoy Bezerra de Souza, há indícios de irregularidades em contratos que envolvem empresas estrangeiras e o uso de terras no Nordeste, especialmente em relação à legislação que regula o controle territorial por capital internacional. O Ministério Público Federal já oficiou órgãos como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para apurar possíveis ilegalidades. Para o procurador, além da ausência de uma regulamentação específica para a energia eólica, normas existentes de proteção territorial e de comunidades tradicionais estariam sendo sistematicamente descumpridas.</p>



<p>O órgão começou a investigar o tema a partir do aumento de denúncias feitas por movimentos sociais, sindicatos, organizações e comunidades afetadas pela expansão dos projetos no Semiárido. De acordo com o procurador, essas representações apontavam contratos considerados abusivos, conflitos territoriais e impactos sociais associados à implantação dos parques, o que levou o MPF a instaurar procedimentos e articular uma atuação conjunta em diferentes estados do Nordeste.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="580" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-7-1024x580.png" alt="" class="wp-image-33999" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-7-1024x580.png 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-7-400x226.png 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-7-768x435.png 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hevila-7.png 1357w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><strong>Normas existentes de proteção territorial e de comunidades tradicionais estariam sendo sistematicamente descumpridas, aponta procurado</strong></em>r</figcaption></figure>



<p>Hoje, o grupo reúne procuradores de diferentes câmaras do Ministério Público Federal, incluindo as áreas de meio ambiente, direitos humanos e comunidades tradicionais, e tem acompanhado a expansão das energias renováveis sob a perspectiva dos impactos sociais, fundiários e jurídicos associados aos empreendimentos. Um dos pontos levantados por eles é o uso distorcido dos contratos de arrendamento, que no Brasil, foram concebidos para proteger as pessoas que não têm terras dos proprietários.</p>



<p>“O Estatuto da Terra, de 1964, é uma lei que busca proteger quem está arrendando. É essa legislação que é usada hoje, por todas as multinacionais e por todas as empresas que estão aqui explorando a energia eólica, em que eles são arrendantes”, explica o procurador da República. É a partir de brechas na lei como essa que os donos das eólicas atuam, invertendo os papéis de quem o Estado deve ou não proteger”, diz o procurador.</p>



<p>Além disso, a legislação que estabelece restrições à aquisição e ao arrendamento de terras por empresas estrangeiras também estaria sendo desrespeitada. A Lei nº 5.709, de 1971, determina que a compra ou o arrendamento de áreas rurais por capital estrangeiro depende de autorização do governo federal. Para pessoas ou empresas estrangeiras, áreas acima de três módulos fiscais exigem autorização do Incra, enquanto áreas superiores a cem módulos fiscais dependem também de autorização do Congresso Nacional. Essa regra foi reforçada pela Lei nº 8.629, de 1993, que regulamenta a reforma agrária e estende essas exigências também aos contratos de arrendamento, e não apenas à compra de terras.</p>



<p>“Essa legislação não tem sido observada na expansão da energia eólica. Há falhas em diferentes níveis institucionais, incluindo a concessão de outorgas pela Aneel, licenças ambientais pelos estados e registros em cartório, mesmo sem as autorizações exigidas para o uso de terras por empresas estrangeiras. Esse conjunto de omissões permite a expansão dos empreendimentos eólicos em desacordo com a legislação fundiária brasileira. Por isso, publicamos, recentemente, a recomendação 30/2025, alertando o descumprimento sistemático da lei de estrangeirização de terras, e que as compras, a aquisição de terras por parte das empresas de expansão energética estrangeira deve ser nula”, afirma o representante do MPF.</p>



<p>Enquanto isso, Araripe continua explorando a atratividade da energia eólica e dos territórios a baixo custo.A Casa dos Ventos prepara a construção de um megaempreendimento de data centers no Complexo Industrial e Portuário do Pecém, no Ceará, com investimentos estimados em R$50 bilhões. O empreendimento pretende atrair grandes empresas globais de tecnologia e operar com energia 100% renovável gerada pelos próprios parques eólicos da companhia. O projeto ainda está em fase de desenvolvimento e depende de licenças e autorizações regulatórias.</p>



<p>Como diz a professora Mariana Traldi, a expansão da energia eólica está ligada mais à lógica de mercado do que à transição energética propriamente dita. “Do ponto de vista do grande empresariado, trata-se principalmente de uma oportunidade econômica. Embora existam políticas públicas voltadas à transição energética e ao incentivo de fontes consideradas limpas, como a eólica, a solar e o hidrogênio verde, para as grandes empresas esse movimento representa a abertura de novos mercados com alta lucratividade. O Brasil reúne condições naturais que garantem elevada produtividade energética e, além disso, possui um amplo mercado consumidor. Somado a isso, há também uma crescente demanda internacional por energia de fontes renováveis, que passa a orientar a instalação desses empreendimentos. Nesse ritmo, o Brasil irá financiar a transição energética de países europeus”, conclui.<br>Outro lado</p>



<p>Procurada pela reportagem para comentar a formação da fortuna de Mário Araripe, o modelo de estruturação e venda de projetos, os contratos de arrendamento e a entrada de investidores internacionais nos empreendimentos, a Casa dos Ventos informou que não poderia contribuir com a pauta neste momento e se colocou à disposição para futuras oportunidades. Atualizaremos a reportagem se houver manifestação da empresa.</p>



<p><strong>(Edição: Marina Amaral)</strong></p>



<p></p>
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		<title>Família brasileira morta por Israel buscava pertences no Sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 00:13:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Corpos ainda não foram encontrados nos escombros da casa bombardeada no Sul do Líbanoa Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil A família brasileira-libanesa assassinada por Israel no Sul do Líbano buscava roupas e pertences na casa onde vivia,&#160;em Burj Qalowayh, no distrito de Bint Jbeil,&#160;quando a residência foi bombardeada. Até o momento, os [&#8230;]</p>
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<p><strong>Corpos ainda não foram encontrados nos escombros da casa bombardeada no Sul do Líbanoa</strong> </p>



<p>Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil<audio src="https://tts-app.ebc.com.br/media/tts/255972.mp3"></audio></p>



<p><strong>A família brasileira-libanesa assassinada por Israel no Sul do Líbano buscava roupas e pertences na casa onde vivia,&nbsp;em Burj Qalowayh, no distrito de Bint Jbeil,&nbsp;quando a residência foi <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-04/mae-e-crianca-brasileiras-morrem-no-libano-apos-ataques-de-israel" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bombardeada</a>.</strong> Até o momento, os corpos não foram encontrados nos escombros da casa, que ficou totalmente destruída.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687534&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687534&amp;o=node"></p>



<p><strong>Morreram no ataque a brasileira Manal Jaafar, de 47 anos;&nbsp;o filho Ali Ghassan Nader, de 11 anos;&nbsp;e o pai do garoto, o libanês Ghassan Nader, de 57 anos.</strong> Eles haviam deixado a residência, às pressas, no início da atual fase do conflito, em 2 de março, e se refugiado em Beirute, a capital do país.</p>



<p>Com o cessar-fogo anunciado em 16 de abril, a família decidiu voltar para Bint Jbel a fim de pegar mais roupas e juntar outros pertences, antes de voltar novamente a&nbsp;Beirute. Eles haviam chegado ao Sul do Líbano no último sábado (25).</p>



<p><strong>Irmão mais novo de Ghassan, o libanês-brasileiro Bilal Nader, de 43 anos, que vive em Foz do Iguaçu (PR), contou que ele planejava voltar no mesmo dia, mas acabou dormindo na casa para voltar no domingo (26), quando ocorreu o bombardeio.</strong></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/mzYPiF9zyR8k0t3gd-dg2G2EiWg=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/28/whatsapp_image_2026-04-28_at_14.46.431.jpeg?itok=Xj1LEGsf" alt="28/04/2026 - FAMÍLIA BRASILEIRA MORTA NO LÍBANO - Menino Ali Ghassan Nader, de 11 anos.. Foto: Manal Jaafar/Arquivo Pessoal" style="width:693px;height:auto" title="Manal Jaafar/Arquivo Pessoal"/></figure>



<p><strong><em>Menino Ali Ghassan Nader, de 11 anos, vivia com os pais em Bint Jbel, no Sul do Líbano &#8211; Foto: Manal Jaafar/Arquivo Pessoal</em></strong></p>



<p>“Quando teve o cessar-fogo, muita gente voltou para casa no amanhecer. Ele ainda esperou sete ou oito dias. Ele falou que ia só juntar as coisas e voltar, só para pegar mais roupa. Ele até estava com o carro ligado, sabe, com o porta-malas já carregado”, contou Bilal Nader.</p>



<p><strong>O impacto da bomba ainda feriu outro filho do casal, o estudante Kassam Nader, de 21 anos, que estuda computação no Líbano. Ele recebeu alta hospitalar nesta terça-feira (28)</strong>. O casal ainda tinha outros dois filhos mais velhos, de 28 e 26 anos, que vivem e trabalham no exterior.</p>



<p>Bilal Nader enfatizou que o irmão não tinha qualquer ligação com partido político, levando uma vida de agricultor de oliveiras no Sul do Líbano, e que tinha esperança de que a guerra fosse acabar.</p>



<p>“Meu irmão é uma pessoa de bem, não tem ligação com nada, não apoia nenhum partido, é uma pessoa bem reservada, bem sossegada. Inclusive, ele tem muitos amigos aqui, em Foz [do Iguaçu], no Brasil inteiro. Tem amigos no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, São Paulo. Ele era bem conhecido aqui”, contou.</p>



<p>Bilal Nader acrescentou que a região onde o irmão vivia não costumava ser palco dos combates recentes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“As cidades mais para frente é onde estavam acontecendo os bombardeios, onde estão roubando as casas. Ao redor da casa dele não tinha nada, só construções civis, com população civil normal”, explicou.</p>
</blockquote>



<p>A <strong>Agência Brasil </strong>procurou a Embaixada de Israel no Brasil para saber qual a posição do governo de Tel Aviv sobre o bombardeio à&nbsp;residência da família brasileira no Líbano, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.</p>



<p><strong>O Líbano abriga a maior comunidade de brasileiros no Oriente Médio. Ao todo, 22 mil brasileiros viviam no país em 2023, segundo dados do Ministério das Relações Exteriores (MRE).</strong> O Brasil <a href="https://www.gov.br/mre/pt-br/canais_atendimento/imprensa/notas-a-imprensa/mortes-de-brasileiros-no-libano-em-decorrencia-de-ataques-israelenses" target="_blank" rel="noreferrer noopener">condenou os ataques</a> ocorridos durante a vigência do cessar-fogo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Família viveu no Paraná</h2>



<p><strong>A família brasileira-libanesa viveu por mais de 15 anos no Brasil, entre 1995 e 2008, onde a esposa Manal Jaafar teve filhos e adquiriu a nacionalidade brasileira. </strong>O marido Ghassan só não tirou a nacionalidade “por falta de tempo”, pois vivia ocupado no trabalho. Ele era um comerciante do ramo dos eletroeletrônicos.</p>



<p>O jornalista libanês naturalizado brasileiro Ali Farhat era amigo de Ghassan e <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-04/morte-de-brasileiros-expoe-rotina-de-ataques-no-libano-diz-jornalista">conta que ele era uma pessoa muito culta</a>. Formado em economia, escreveu um libro, em árabe, sobre a economia mundial.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Ele era muito ativo na comunidade libanesa aqui no Brasil. Ele trabalhava como empresário aqui e também como intelectual. Ele estava tentando fazer alguns estudos, algumas pesquisas e depois ele decidiu viajar para o Líbano para viver com a família dele lá”, contou Farhat à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/0PyRWyH0ZMtp5SNBZAxKTkPLg8Y=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/28/casa_destruida_no_libano.jpg?itok=USoJCA7n" alt="28/04/2026 - FAMÍLIA BRASILEIRA MORTA NO LÍBANO - Casa destruída da brasileira Manal Jaafar, de 47 anos, mãe do menino Ali Ghassan Nader, de 11 anos, e o pai da família, o libanês Ghassan Nader, de 57 anos. Foto: Manal Jaafar/Arquivo Pessoal" title="Manal Jaafar/Arquivo Pessoal"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Família brasileira teve a casa no Líbano destruída por bombardeio de Israel &#8211; Foto: Manal Jaafar</em></strong></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Violações do cessar-fogo</h2>



<p>O suposto cessar-fogo costurado no Líbano vem sendo violado por Israel. O Hezbollah, grupo político-militar xiita, tem informado que vai reagir às violações da frágil trégua. Por outro lado, o Irã vem pressionando que o cessar-fogo no Oriente Médio tem que incluir o Líbano.</p>



<p>De acordo com a <a href="https://www.state.gov/releases/office-of-the-spokesperson/2026/04/ten-day-cessation-of-hostilities-to-enable-peace-negotiations-between-israel-and-lebanon/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Casa Branca</a>, Israel poderia realizar ataques contra o Hezbollah apenas “em legítima defesa, a qualquer momento, contra ataques planejados, iminentes ou em curso”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sul do Líbano</h2>



<p>O governo israelense vinha defendendo ocupar todo o Sul do Líbano até o Rio Litani, a cerca de 30 quilômetros da atual fronteira entre os países, dizendo que não permitiria que a população civil voltasse para região.</p>



<p>O deslocamento forçado de população civil é considerado outro crime de guerra. No último dia antes do cessar-fogo, Israel bombardeou a última ponte que restava sobre o Rio Litani, a Ponte de Qasmiyeh, isolando a região ao Sul do resto do país e impedindo a conexão entre as cidades de Tiro e Sidon.</p>



<p>O especialista em geopolítica Anwar Assi afirmou à <strong>Agência Brasil </strong>que as ações de Israel no Sul do Líbano <strong>configuram uma limpeza étnica para expulsar os moradores da região e tomar esses territórios.</strong></p>



<p>“O objetivo principal da guerra é a expulsão das pessoas do Sul do Líbano. Por isso que eles destruíram escolas, hospitais, prédios do governo e todas as unidades que poderiam dar suporte ao retorno dos civis. Eles destruíram justamente para que essas pessoas que retornassem às suas cidades não encontrassem nenhum tipo de apoio”, destacou Assi.</p>



<p>Por outro lado, Israel alega que busca criar uma zona de segurança contra ataques do Hezbollah.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda</h2>



<p>A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-09/entenda-por-que-gaza-motivou-os-bombardeios-de-israel-contra-o-libano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atual fase da guerra que envolve Israel e Líbano</a> teve início em outubro de 2023, quando o Hezbollah iniciou&nbsp;ataques contra o Norte de Israel em solidariedade ao povo palestino, diante dos massacres na Faixa de Gaza.</p>



<p>Em novembro de 2024, foi costurado um acordo de cessar-fogo entre o grupo político militar xiita e Tel Aviv. Porém, o&nbsp;acordo nunca foi respeitado por Israel, que continuava realizando ataques no Líbano.</p>



<p>Com o início da agressão contra o Irã, o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-03/hezbollah-no-libano-volta-guerra-e-conflito-escala-no-oriente-medio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hezbollah voltou a atacar Israel</a>, em 2 de março, em resposta às violações sistemáticas do cessar-fogo nos últimos meses e também em retaliação ao assassinado do líder Supremo do Irã, Ali Khamenei.</p>



<p>No dia 8 de abril, foi&nbsp;anunciado o cessar-fogo da guerra no Irã, mas <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-04/israel-mata-250-pessoas-no-libano-no-dia-mais-mortal-da-guerra" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Israel continuou com ataques no Líbano</a>, desrespeitando novamente o acordo, dessa vez, costurado pelo Paquistão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">História</h2>



<p>O conflito entre Israel e o Hezbollah remonta à década de 1980, quando a milícia xiita foi criada em reação à invasão e ocupação de Israel no Líbano para perseguição dos grupos palestinos que buscavam refúgio no país vizinho.</p>



<p>Em 2000, o Hezbollah conseguiu expulsar os israelenses do país. Ao longo dos anos, o grupo se tornou um partido político com assentos no Parlamento e participação nos governos.</p>



<p>O Líbano ainda foi atacado pelo governo de Israel em 2006, 2009 e 2011.</p>
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		<title>ONU: Guerra no Oriente Médio leva mais de 30 milhões de volta à pobreza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 17:30:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 30 milhões de pessoas serão empurradas de volta à pobreza devido aos impactos da guerra do Irã, incluindo interrupções no fornecimento de combustível e fertilizantes, disse o chefe de desenvolvimento da ONU, Alexander De Croo.</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/onu-guerra-no-oriente-medio-leva-mais-de-30-milhoes-de-volta-a-pobreza/">ONU: Guerra no Oriente Médio leva mais de 30 milhões de volta à pobreza</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Alexander De Croo, chefe de Desenvolvimento da ONU, afirmou que a insegurança alimentar atingirá seu nível máximo em alguns meses</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Alexandre-de-Croo-ONU-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-33930" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Alexandre-de-Croo-ONU-1024x683.jpg 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Alexandre-de-Croo-ONU-400x267.jpg 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Alexandre-de-Croo-ONU-768x512.jpg 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Alexandre-de-Croo-ONU.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Alexander De Croo, o chefe de desenvolvimento da ONU: guerra agrava e acelera a fome no mundo</em></strong></figcaption></figure>



<p>Mais de 30 milhões de pessoas serão empurradas de volta à pobreza devido aos impactos da guerra do Irã, incluindo interrupções no fornecimento de combustível e fertilizantes, disse o chefe de desenvolvimento da ONU, Alexander De Croo, nesta quinta-feira (23).</p>



<p>A escassez de fertilizantes &#8211; agravada pelo bloqueio de navios de carga no Estreito de Ormuz &#8211; já reduziu a produtividade agrícola, declarou à Reuters o administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).</p>



<p>Isso provavelmente afetará a produção agrícola mais à frente este ano, acrescentou o ex-primeiro-ministro belga.</p>



<p>&#8220;A insegurança alimentar atingirá seu nível máximo em alguns meses, e não há muito que se possa fazer a respeito&#8221;, disse ele, listando também outras consequências da crise, incluindo a escassez de energia e a queda das remessas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="247" height="148" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Fome-1.jpg" alt="" class="wp-image-33929" style="width:693px;height:auto"/></figure>



<p><strong>Insegurança alimentar só aumenta</strong></p>



<p>&#8220;Mesmo que a guerra parasse amanhã, esses efeitos já estão presentes e empurrarão mais de 30 milhões de pessoas de volta à pobreza&#8221;, completou ele.</p>



<p>Grande parte dos fertilizantes do mundo é produzida no Oriente Médio, e um terço dos suprimentos globais passa pelo Estreito de Ormuz, onde o Irã e os Estados Unidos disputam o controle.</p>



<p>Neste mês, o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e o Programa Mundial de Alimentos da ONU alertaram que a guerra elevará os preços dos alimentos, sobrecarregando ainda mais as populações mais vulneráveis do mundo.</p>



<p>De Croo disse que os efeitos indiretos da crise já eliminaram uma estimativa de 0,5% a 0,8% do PIB global. &#8220;Coisas que levam décadas para serem acumuladas, são necessárias oito semanas de guerra para destruí-las&#8221;, declarou.</p>



<p>A crise também está sobrecarregando os esforços humanitários à medida que o financiamento diminui e as necessidades aumentam em locais que já enfrentam emergências graves, incluindo Sudão, Gaza e Ucrânia.</p>



<p>&#8220;Teremos que dizer a certas pessoas: sinto muito, mas não podemos ajudá-los&#8221;, disse ele.</p>



<p>&#8220;As pessoas que estariam sobrevivendo com ajuda não terão isso e serão empurradas para uma vulnerabilidade ainda maior.&#8221;</p>



<p><strong>Reuters</strong></p>



<p></p>
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		<title>Lula é o 7º presidente latino mais bem avaliado, diz pesquisa…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:59:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Javier Milei]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[presidentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Petista é avaliado positivamente por 48,4% dos entrevistados; em 1º lugar está o presidente de El Salvador, Nayib Bukele Poder 360 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o 7º mais bem avaliado chefe do Executivo da América Latina, segundo pesquisa da CB Global Data realizada em abril de 2026. Eis a íntegra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Petista é avaliado positivamente por 48,4% dos entrevistados; em 1º lugar está o presidente de El Salvador, Nayib Bukele</strong></p>



<p><strong>Poder 360</strong></p>



<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o 7º mais bem avaliado chefe do Executivo da América Latina, segundo pesquisa da CB Global Data realizada em abril de 2026. Eis a íntegra do levantamento (PDF – 13 MB). </p>



<p>O petista tem a imagem positiva para 48,4% dos entrevistados. Outros 49,1% tem uma impressão negativa do presidente brasileiro e 2,5% não souberam responder….</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-2-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-33902" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-2-1024x1024.png 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-2-300x300.png 300w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-2-150x150.png 150w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-2-768x768.png 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-2-1536x1536.png 1536w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-2.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O levantamento foi realizado de 13 a 18 de abril e entrevistou 40.528 no total (mais ou menos 2.001 a 2.701 por país). A margem de erro é de 1,9 a 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. </p>



<p>Em 1º lugar está o presidente de El Salvador, Nayib Bukelo, com avaliação positiva de 70,1%. É seguido por Claudia Sheinbaum (México) e Rodrigo Chaves (Costa Rica).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="649" height="1024" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-3-649x1024.png" alt="" class="wp-image-33903" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-3-649x1024.png 649w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-3-190x300.png 190w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-3-768x1211.png 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-3-974x1536.png 974w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-3-1298x2048.png 1298w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pesquisa-america-3.png 1623w" sizes="(max-width: 649px) 100vw, 649px" /></figure>



<p>Já o presidente da Argentina, Javier Milei, está 7 posições atrás de Lula. Ocupa a 14ª posição no ranking, com 36,2% de avaliação positiva. A negativa soma 59,7%. …</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pesquisa-Javier-Miley-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-33904" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pesquisa-Javier-Miley-1024x1024.png 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pesquisa-Javier-Miley-300x300.png 300w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pesquisa-Javier-Miley-150x150.png 150w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pesquisa-Javier-Miley-768x768.png 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pesquisa-Javier-Miley-1536x1536.png 1536w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pesquisa-Javier-Miley.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>STF autoriza liberação de R$ 3,7 bi de precatórios do Fundef a estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 23:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[estados]]></category>
		<category><![CDATA[Fundef]]></category>
		<category><![CDATA[liberação]]></category>
		<category><![CDATA[nordeste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Despachos assinados pelo presidente do STF foram publicados O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a liberação de valores referentes a precatórios devidos pela União no âmbito de ações cíveis originárias (ACOs) relacionadas à complementação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Os atos foram assinados pelo presidente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"></h3>



<p><strong>Despachos assinados pelo presidente do STF foram publicados </strong></p>



<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a liberação de valores referentes a precatórios devidos pela União no âmbito de ações cíveis originárias (ACOs) relacionadas à complementação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Os atos foram assinados pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, nessa semana.</p>



<p>Os recursos serão destinados aos estados para aplicação em políticas públicas de educação e valorização dos profissionais do magistério e decorrem de decisões em que o STF reconheceu que a União efetuou repasses inferiores ao devido durante a vigência do Fundef, em razão de erro no cálculo do valor mínimo anual por aluno. Com isso, foi determinada a recomposição financeira em favor dos entes federados.</p>



<p>A liberação alcança parcelas já formalizadas em precatórios nas ações <strong><a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=2152286" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ACO 683</a></strong> (Ceará), <strong><a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=2064114" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ACO 648</a></strong> (Bahia), <strong><a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=2082412" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ACO 658</a></strong> (Pernambuco), <strong><a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=2123837" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ACO 669</a></strong> (Sergipe), <strong><a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=2182394" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ACO 701</a></strong> (Alagoas) e <strong><a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=2182611" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ACO 700</a></strong> (Rio Grande do Norte). Esses processos já haviam sido encaminhados à Presidência da Corte para a adoção das providências necessárias à expedição e ao levantamento dos valores.</p>



<p>No caso do Pará (<strong><a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=2217642" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ACO 718</a></strong>), o estado foi intimado a apresentar os dados necessários para viabilizar a transferência. Nos despachos, o presidente do STF autorizou a liberação dos recursos relativos às ações envolvendo Ceará, Bahia, Pernambuco, Sergipe, Alagoas e Rio Grande do Norte. As liberações dizem respeito às ações em que a União já pagou os precatórios e estavam na fase de levantamento dos valores pelos entes federados.</p>



<p>A medida dá continuidade ao cumprimento das decisões da Corte e assegura a efetividade dos direitos reconhecidos aos estados, com impacto direto no fortalecimento do financiamento da educação pública e na valorização dos profissionais do magistério.</p>



<p>Confira os valores liberados por estado:</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://noticias-stf-wp-prd.s3.sa-east-1.amazonaws.com/wp-content/uploads/wpallimport/uploads/2026/04/17175118/banner-portal-TABELA_1000x562_16x9_2.png" alt="Tabela dos valores liberados por estado" class="wp-image-162091"/></figure>
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		<item>
		<title>Acesso a água chega a 86,1% das residências do país…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 13:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[água tratada]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[estados]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o IBGE, cerca de 11,01 milhões de domicílios ainda não estão incluídos na rede geral de distribuição de água Poder 360 O Brasil tinha 68,3 milhões de domicílios com acesso à rede geral de abastecimento de água em 2025. Os dados são da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) de 2025, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Segundo o IBGE, cerca de 11,01 milhões de domicílios ainda não estão incluídos na rede geral de distribuição de água</strong></p>



<p><strong>Poder 360</strong></p>



<p>O Brasil tinha 68,3 milhões de domicílios com acesso à rede geral de abastecimento de água em 2025. Os dados são da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) de 2025, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) nesta 6ª feira (17.abr.2026).</p>



<p>O número representa 86,1% das 79,3 milhões de residências estimadas pela pesquisa. O crescimento foi de 0,3 ponto percentual em relação a 2016.</p>



<p>Segundo o IBGE, cerca de 11,01 milhões de domicílios ainda não estão incluídos na rede geral de distribuição de água. A pesquisa mostra diferenças significativas entre áreas urbanas e rurais. Das 70,2 milhões de residências urbanas, 93,1% contavam com rede geral de distribuição. Nas áreas rurais, apenas 31,7% dos 9,1 milhões de domicílios dispunham do serviço.</p>



<p>NORTE TEM A PIOR COBERTURA Rondônia, com 52,3%, e Pará, com 49,14%, apresentam as menores coberturas de domicílios atendidos pela rede geral de distribuição de água, enquanto São Paulo, com 96,01%, e o Distrito Federal, com 94,21%, têm as maiores taxas de acesso ao serviço.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="629" height="1024" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr-629x1024.png" alt="" class="wp-image-33876" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr-629x1024.png 629w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr-184x300.png 184w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr-768x1251.png 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr-943x1536.png 943w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr-1258x2048.png 1258w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr.png 1572w" sizes="(max-width: 629px) 100vw, 629px" /></figure>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Imóveis de R$ 146 milhões que a PF diz terem sido propina a ex-presidente do BRB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:08:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[apartamentos de luxo]]></category>
		<category><![CDATA[Caso BRB]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[propina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a investigação, a compra dos apartamentos de luxo fazia parte de um sistema de pagamentos e lavagem de dinheiro PODER360 16.abr.2026 (quinta-feira) As investigações da Polícia Federal apontam que o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa recebeu ao menos 6 imóveis de luxo de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, em troca de facilitar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segund<strong>o a investigação, a compra dos apartamentos de luxo fazia parte de um sistema de pagamentos e lavagem de dinheiro</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="848" height="477" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartmento-1.jpg" alt="" class="wp-image-33845" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartmento-1.jpg 848w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartmento-1-400x225.jpg 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartmento-1-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 848px) 100vw, 848px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Imóveis que, segundo a PF, foram usados como propina ao ex-presidente do BRB</em></strong></figcaption></figure>



<p><strong>PODER360 16.abr.2026 (quinta-feira) </strong></p>



<p>As investigações da Polícia Federal apontam que o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa recebeu ao menos 6 imóveis de luxo de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, em troca de facilitar negócios envolvendo as duas instituições. O executivo foi preso nesta 5ª feira (16.abr.2026), na 4ª fase da operação Compliance Zero.</p>



<p>Segundo os investigadores, há indícios de um esquema de pagamento de propina e lavagem de dinheiro por meio da compra de imóveis de luxo. A PF afirma que Daniel Monteiro, advogado ligado a Vorcaro, era responsável por intermediar o repasse dos valores. Monteiro também foi preso nesta 5ª feira….</p>



<p>Eis os imóveis:…</p>



<p><strong>Heritag (SP) – R$ 43 milhões</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="604" height="1024" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-2-604x1024.webp" alt="" class="wp-image-33847" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-2-604x1024.webp 604w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-2-177x300.webp 177w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-2.webp 710w" sizes="(max-width: 604px) 100vw, 604px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Conta com: 570 m²; 4 quartos, sendo 4 suítes; 6 vagas de garagem</em></strong></figcaption></figure>



<p>ARBÓREA (SP) – 30 milhões…</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="690" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/apartamneto-3-1024x690.webp" alt="" class="wp-image-33852" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/apartamneto-3-1024x690.webp 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/apartamneto-3-400x269.webp 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/apartamneto-3-768x517.webp 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/apartamneto-3-1536x1035.webp 1536w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/apartamneto-3.webp 1603w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Conta com: 472 m²; 5 quartos, sendo 4 suítes; 6 banheiros; 4 vagas de garagem</em></strong></figcaption></figure>



<p>ONE SIXTY &#8211; 16 milhões</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="767" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-4-1024x767.webp" alt="" class="wp-image-33853" style="aspect-ratio:1;width:700px;height:auto" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-4-1024x767.webp 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-4-400x300.webp 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-4-768x576.webp 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-4.webp 1441w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Conta com: 352 m²; 4 quartos, sendo 4 suítes; 7 banheiros; 5 vagas de garagem….</em></strong><br></figcaption></figure>



<p>CASA LAFER (SP) – 105 milhões…</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="954" height="1024" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-5-954x1024.webp" alt="" class="wp-image-33854" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-5-954x1024.webp 954w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-5-280x300.webp 280w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-5-768x824.webp 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-5.webp 1040w" sizes="(max-width: 954px) 100vw, 954px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Conta com: 424 m²; 4 quartos, sendo 4 suítes; 7 banheiros; 5 vagas de garagem</em></strong><br><br>ENIUS MUNIZ (Brasília) – R$ 11 milhões…<br></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-6-1024x576.webp" alt="" class="wp-image-33856" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-6-1024x576.webp 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-6-400x225.webp 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-6-768x432.webp 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-6-1536x864.webp 1536w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Apartamento-6.webp 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Conta com: 600 m²; 4 quartos, sendo 4 suítes; 4 banheiros; 4 vagas de garagem….</em></strong><br></figcaption></figure>



<p>VALE DOS IPÊS (Brasília) – R$ 7,5 milhões…</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/valle-dos-ipes-1024x576.webp" alt="" class="wp-image-33857" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/valle-dos-ipes-1024x576.webp 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/valle-dos-ipes-400x225.webp 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/valle-dos-ipes-768x432.webp 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/valle-dos-ipes-1536x864.webp 1536w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/valle-dos-ipes.webp 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Conta com: 846 m²; 4 quartos, sendo 4 suítes; 4 banheiros; 4 vagas de garagem….</em></strong><br></figcaption></figure>



<p>O Poder360 &#8211; autor desta matéria &#8211; procurou o advogado de Paulo Henrique Costa por meio de ligações e mensagens para perguntar se gostaria de se manifestar. Mas não houve resposta até a publicação  da reportagem. </p>



<p></p>
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		<title>Caso Master: ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, é preso pela PF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:27:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Master]]></category>
		<category><![CDATA[ex-presidente BRB]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Henrique Costa]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[propina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Executivo é suspeito de não seguir práticas de governança e permitir negócios com o Master sem lastro. Ele teria recebido imóveis de Daniel Vorcaro avaliados em R$ 146 milhões em troca de facilitar negócios com o banco. O ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foi preso pela Polícia Federal em Brasília (DF), nesta quinta-feira (16/4), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Executivo é suspeito de não seguir práticas de governança e permitir negócios com o Master sem lastro. Ele teria recebido imóveis de Daniel Vorcaro avaliados em R$ 146 milhões em troca de facilitar negócios com o banco.</strong></p>



<p>O <a href="https://www.metropoles.com/colunas/grande-angular/se-ia-quebrar-ou-nao-seria-problema-dele-diz-ex-presidente-do-brb-a-pf-sobre-master" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa</a> foi preso pela Polícia Federal em Brasília (DF), nesta quinta-feira (16/4), em nova fase da <a href="https://www.metropoles.com/brasil/master-repassou-r-39-milhoes-a-fundos-de-previdencia-investigados-pela-pf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Operação Compliance Zero</a>. O advogado Daniel Monteiro, que teria representado o Master em negociações com o BRB, também foi preso – em São Paulo.</p>



<p>A operação foi autorizada pelo <a href="https://www.metropoles.com/tag/andre-mendonca" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ministro André Mendonça</a>, do Supremo Tribunal Federal (STF), com o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR), e está sob sigilo. Paulo Henrique será levado pera o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.</p>



<p>Segundo o advogado Cleber Lopes, que representa o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique “<a href="https://www.metropoles.com/brasil/master-defesa-diz-que-ex-presidente-do-brb-nao-cometeu-crime-algum" target="_blank" rel="noreferrer noopener">não cometeu crime algum” e a prisão é “desnecessária”</a>. Veja:</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://img.youtube.com/vi/fwGTrVhpMAA/maxresdefault.jpg" alt="Advogado de ex-presidente do BRB diz que irá analisar decisão que autorizou prisão"/></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Informações  revelam que a prisão tem a ver com suposta propina oferecida pelo Master em negociações com o BRB, envolvendo o ex-presidente e a transação de seis imóveis, no valor de R$ 146,5 milhões.</p>
</blockquote>



<p>O dinheiro seria usado para a compra de seis imóveis: quatro em São Paulo e dois em Brasília.</p>



<p>De acordo com as apurações, os alvos teriam atuado para estruturar esquema de compliance paralelo para burlar controles internos e regras no BRB.</p>



<p>A suspeita é de que o pagamento de vantagens indevidas tenha ocorrido com a aquisição e transferência de apartamentos, com uso de empresas de fachada.</p>



<p>Esta é a <a href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2026/04/policia-federal-deflagra-4a-fase-da-operacao-compliance-zero" target="_blank" rel="noreferrer noopener">4ª fase da Operação Compliance Zero</a>, que investiga esquema de lavagem de dinheiro para o pagamento de vantagens indevidas que teriam sido destinadas a agentes públicos.</p>



<p></p>
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		<title>Após ataques, Papa Leão 14 parte pra cima de Trump e diz que não tem medo dele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 22:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Papa Leão 14 rebateu os ataques do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e declarou que não teme o governo norte-americano. O pontífice afirmou que pretende continuar se manifestando contra a guerra. O que aconteceu Leão respondeu a uma crítica que Trump fez nas redes sociais durante a madrugada. A declaração ocorreu nesta segunda-feira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Papa Leão 14 rebateu os ataques do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e declarou que não teme o governo norte-americano. O pontífice afirmou que pretende continuar se manifestando contra a guerra.<br></p>



<p><strong>O que aconteceu</strong></p>



<p>Leão respondeu a uma crítica que Trump fez nas redes sociais durante a madrugada. A declaração ocorreu nesta segunda-feira (13), em conversa com jornalistas no voo de Roma para a Argélia, na África.</p>



<p>O líder da Igreja Católica destacou o papel de proclamar a mensagem da Igreja. &#8220;Não tenho medo do governo Trump nem de proclamar em voz alta a mensagem do Evangelho, que acredito ser o que estou aqui para fazer&#8221;, disse</p>



<p>O pontífice negou atuação política e reforçou o foco na pacificação. &#8220;Não somos políticos, não lidamos com assuntos externos sob a mesma perspectiva que ele pode compreender, mas acredito na mensagem do Evangelho como promotor da paz&#8221;, completa.</p>



<p>O papa declarou que a mensagem cristã sofre distorções. Ele avalia que o Evangelho acaba usado de forma indevida por algumas pessoas e descarta entrar em debate direto com o presidente norte-americano.</p>



<p>Ele promete manter uma postura firme contra conflitos armados no mundo. &#8220;Vou continuar me posicionando de forma firme contra a guerra, buscando promover a paz, incentivando o diálogo e relações multilaterais&#8221;, declarou durante voo para</p>
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