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	<title>Exibindo: O Estado de São Paulo | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Matéria do Estadão sobre assassinato do Tech Office tira sono dos brandonistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 06:08:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão do ministro Flávio Dino de assumir pessoalmente a relatoria do inquérito sobre o assassinato ocorrido no edifício Tech Office, em São Luís, em 2022, ganhou nova repercussão nacional após voltar às páginas de O Estado de S. Paulo nesta sexta-feira (3). Mais do que um movimento processual, o gesto foi interpretado, nos bastidores do poder local, como um sinal de agravamento da crise política que atravessa o Maranhão. E muita gente do centro do poder político maranhense não dormiu de sexta-feira para sábado (4).</p>
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<p>A decisão do ministro Flávio Dino de assumir pessoalmente a relatoria do inquérito sobre o assassinato ocorrido no edifício Tech Office, em São Luís, em 2022, ganhou nova repercussão nacional após voltar às páginas de <strong>O Estado de S. Paulo</strong> nesta sexta-feira (3). Mais do que um movimento processual, o gesto foi interpretado, nos bastidores do poder local, como um sinal de agravamento da crise política que atravessa o Maranhão. E muita gente do centro do poder político maranhense não dormiu de sexta-feira para sábado (4). </p>



<p>Ao retirar o caso do Superior Tribunal de Justiça e centralizá-lo no Supremo Tribunal Federal, Dino não apenas alegou “anomalias”, “balbúrdia processual” e risco de interferência nas investigações — ele também lançou luz sobre um enredo que mistura homicídio, suspeitas de corrupção, disputas por controle institucional e, sobretudo, o acirramento de uma ruptura política que já não cabe mais nos bastidores.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/carlos-brandao-weverton-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-33734" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/carlos-brandao-weverton-1-1024x576.jpg 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/carlos-brandao-weverton-1-400x225.jpg 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/carlos-brandao-weverton-1-768x432.jpg 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/carlos-brandao-weverton-1-1536x864.jpg 1536w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/carlos-brandao-weverton-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Brandão: nomeação de parente envolvido; Weverton por se oferecer para intermediar junto ao STJ, o que ele nega.</em></strong></figcaption></figure>



<p>O caso atinge diretamente o entorno do governador Carlos Brandão, ao citar seu sobrinho, hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, e avança sobre o senador Weverton Rocha, mencionado em relatos que apontam possível tentativa de interferência no curso do processo — siuações que ambos rechaçam. Ainda assim, o simples fato de tais nomes orbitarem um inquérito sob sigilo, conduzido pela Polícia Federal, já é suficiente para tensionar o ambiente político.</p>



<p>Não se trata de um episódio isolado. A decisão de Dino dialoga com outros processos sob sua relatoria que envolvem o Tribunal de Contas do Estado do Maranhão — inclusive a controversa indicação de aliados do Palácio dos Leões. Nesse sentido, o inquérito do Tech Office parece se encaixar em um mosaico maior: o de uma disputa pelo controle de estruturas estratégicas do Estado.</p>



<p>O timing também chama atenção. A rediscussão do caso ocorre no exato momento em que o calendário eleitoral começa a impor suas regras, com o prazo de desincompatibilização de agentes públicos. Embora Carlos Brandão tenha decidido permanecer no cargo até o fim do mandato, a fim de viabilizar a candidatura de seu sobrinho político, Orleans Brandão, a pressão institucional cresce — e pode embaralhar os planos do grupo governista.</p>



<p>Nos corredores do Palácio dos Leões, a leitura é de alerta máximo. A avaliação corrente é de que a movimentação no STF não apenas reabre feridas de investigações sensíveis, como também sinaliza que o embate entre dinistas e brandonistas entrou em uma fase mais aguda — agora sob arbitragem direta da mais alta Corte do país.</p>



<p>Ao mencionar risco de “queima de arquivo”, possível “captura” de agentes públicos e até indícios de uma organização voltada a influenciar estruturas estatais, Dino eleva o tom e o alcance do caso. Se confirmadas, tais suspeitas extrapolam o episódio criminal e atingem o coração do funcionamento institucional do Estado.</p>



<p>No Maranhão de hoje, política e investigação caminham lado a lado — e, cada vez mais, sob os holofotes nacionais.</p>



<p>O fato é que a matéria do <strong>Estadão</strong>, que os aliados de Brandão dizem que foi &#8220;requentada&#8221;, deixou muitos governistas sem sono nessa passagem da Sexta-Feira Santa para Sábado de Aleluia. O plantão foi longo!</p>



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