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São Luís (MA), 31 de agosto de 2025

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Trump não está morto. Boato da morte teve 16 milhões de menções em 24 horas

Volume de menções brasileiras da morte de Trump superou o da Europa inteira

O rumor sobre a morte de Donald Trump, espalhado no dia 30 de agosto, mobilizou o mundo digital em escala raramente vista. Levantamento da Ativaweb para a coluna mostra que, em apenas 24 horas, foram registradas 16,3 milhões de menções à suposta morte de Trump.

Mais da metade das interações ocorreu em território americano, mas o Brasil foi o segundo maior epicentro do boato, com 14% das menções — cerca de 2,3 milhões.

A marca coloca os brasileiros à frente de toda a Europa e confirma o país como uma das principais bases digitais de Trump fora dos Estados Unidos — e um terreno fértil para a disseminação de desinformação. 

O estudo identificou quatro engrenagens que alimentaram a onda: um vácuo de informações sobre a agenda do ex-presidente, símbolos ambíguos como a bandeira a meio-mastro e imagens de hematomas, declarações deslocadas do vice JD Vance e, por fim, a explosão algorítmica das hashtags #TrumpIsDead e #WhereIsTrump. 

O boato ganhou força sobretudo nas seis primeiras horas, puxado pelo X (antigo Twitter). Às 11h e às 16h, atingiu picos que levaram as hashtags ao topo dos trending topics globais. A curva só começou a declinar depois de que Trump foi filmado em público, jogando golfe ao lado da neta.

Segundo a Ativaweb, 48% das menções tinham tom negativo, em mensagens alarmistas e teorias conspiratórias sobre a saúde dele.

Outras 32% foram neutras, apenas replicando a pergunta “Trump morreu?”, enquanto 20% vieram de aliados, que ironizaram ou desmentiram o rumor.

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