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	<title>Exibindo: Trump | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: Trump | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Grave, muito grave! EUA preparam terreno para não reconhecer eleição no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 02:32:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo de Donald Trump estaria preparando uma armação para questionar a integridade das urnas brasileiras, de maneira coordenada com Eduardo e Flávio Bolsonaro, além de Paulo Figueiredo, blogueiro de extrema direita que vive nos Estados Unidos. A denúncia, em forma de reportagem, é da Pública, uma das mais acreditadas agências de notícias do Hemisfério Sul.</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="32" height="32" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/logo-da-Publica.png" alt="" class="wp-image-34693"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A notícia não é boa e deve ser tratada com a maior seriedade – inclusive pelas autoridades competentes, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). <strong>O governo de Donald Trump estaria preparando uma armação para questionar a integridade das urnas brasileiras, de maneira coordenada com Eduardo e Flávio Bolsonaro, além de Paulo Figueiredo, blogueiro bolsonarista de extrema direita que vive nos Estados Unidos. </strong>A denúncia, em forma de reportagem, é da <strong>Pública</strong>, uma das mais credibilizadas agências de notícias do hemisfério Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo A Pública, a estratégia tem dois objetivos: criar desconfiança aqui no Brasil quanto aos resultados, causando ruído diante da possível derrota de Flávio para Lula; e criar uma base documental e narrativa para embasar uma recusa dos EUA em reconhecer o resultado eleitoral.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No sábado, o jornal&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/world/2026/07/24/us-sending-envoys-question-brazilian-electoral-system-officials-say/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Washington Post</a>&nbsp;denunciou que&nbsp;<strong>os EUA planejavam enviar dois oficiais indicados por Trump para Brasília para questionar a integridade das urnas</strong>, encontrando-se com políticos que questionam a integridade eleitoral e escrevendo um relatório apontando problemas, que não precisaria conter nem um fio de verdade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os enviados por Trump estaria Samuel Samson, de 27 anos, subsecretário-adjunto de Estado para o Escritório de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, designado este ano, que tem liderado uma guerra contra a Europa pelo que os trumpistas vêem como “censura política” e “lawfare” à extrema direita no bloco. No final de maio, Samson liderou uma comitiva que foi a Londres se encontrar com manifestantes anti-aborto e grupos “anti-cultura do cancelamento”.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano era virem aqui para criar um fato político. Uma&nbsp;<em>fake news</em>&nbsp;criada desde o Departamento de Estado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pedidos de visto foram negados pelo Itamaraty. Mas três eventos nos últimos dias demonstram que&nbsp;<strong>a campanha contra as eleições não vai acabar</strong>, e está sendo coordenada pelo governo Trump junto ao verdadeiro QG da campanha de Flávio Bolsonaro, que tem sede no Texas e é liderado por Eduardo e Paulo Figueiredo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 16 de julho, Trump foi à TV americana para atacar as urnas eletrônicas nos EUA.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que ele disse? “Os americanos foram descaradamente enganados sobre a segurança da nossa infraestrutura eleitoral, incluindo a segurança das máquinas de votação eletrônica.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acusou a China de ter acessado dados de eleitores. Em um discurso de 20 minutos, ele afirmou que relatórios de inteligência suprimidos do público, supostamente, alertariam sobre “vulnerabilidades chocantes de nossa infraestrutura eleitoral”. Na democracia mais antiga do continente, chegou a questionar a habilidade dos EUA de terem “eleições livres e justas”. O objetivo claro era já preparar um golpe contra as eleições de meio de mandato que acontecem em novembro, quando ele pode perder o controle da Câmara e do Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas o pronunciamento foi concatenado a uma renovada campanha golpista de Flávio e Eduardo Bolsonaro, lançada a seguir.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cinco dias depois, Flavio reuniu-se com diplomatas em um evento em Brasília e colocou em dúvida a integridade das urnas eletrônicas, conclamando-os a enviarem observadores eleitorais. Disse que as urnas eletrônicas brasileiras têm a mesma origem das urnas da empresa Smartmatic e que um relatório da CIA mostra que a empresa estaria envolvida em um plano de fraude do governo venezuelano nas eleições de 2012. O TSE já afirmou repetidas vezes que não usa urnas da empresa ou que ela tenha acesso aos seus dados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a reunião, Flávio repetiu 4 anos depois a reunião de Bolsonaro com diplomatas em 2022, que o tornou inelegível.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, quatro dias depois da fala do irmão, Eduardo Bolsonaro fez uma live escandalosa junto com Fernando Cerimedo – sim, o marqueteiro argentino que publicou um vídeo com um suposto “dossiê” afirmando ter havido fraude nas eleições de 2022. O dossiê foi escrito por Mauro Cid e fazia parte do plano de golpe de Estado, segundo a PF.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerimedo foi assessor de Milei e o apresentou a Eduardo, tendo pago uma viagem do 03 à Argentina entre o primeiro e o segundo turno de 2022,&nbsp;<a href="https://apublica.org/2023/07/novo-guru-da-direita-latina-uniu-bolsonaro-com-extremista-argentino/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">como a&nbsp;<strong>Pública</strong>&nbsp;revelou</a>.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na live,&nbsp;<strong>ambos repetiram todas as mentiras da live golpista de 2022</strong>, como a entrada de votos fraudados depois das 5 da tarde, e uma suposta diferença nos logs entre urnas novas e urnas mais antigas, e que somente o Brasil teria urnas eletrônicas. Tudo já desmentido pelo TSE.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A narrativa central criada desde o governo Trump é que, depois do fim da USAID, a extrema direita tem ganhado todas as eleições no continente. Se a esquerda ganha, é porque houve fraude.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre as eleições de 2022, ambos disseram que, juntos, eles “encontraram a fraude”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Eduardo</em></strong><em>: Olha aqui… Não é necessário fraudar 100% das urnas, correto, Cerimedo? Se você fraudar apenas uma porcentagem delas, já dá para fazer a fraude acontecer e aquela pessoa que você deseja, seja a vencedora. Correto?</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Cerimedo:</em></strong><em>&nbsp;Correto. Você necessita de 5% ou 10% das máquinas para trocar o resultado, nada mais. Lembre-se: a fraude estava nas máquinas, mas, no centro de processamento, você pode alterar o log. Então, pode disfarçar o que aconteceu. Mas eles não contavam que nós íamos…</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Eduardo</em></strong><em>: …Encontrar a fraude.</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="612" height="317" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Urnas-legitimid.jpg" alt="" class="wp-image-34694" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Urnas-legitimid.jpg 612w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Urnas-legitimid-400x207.jpg 400w" sizes="(max-width: 612px) 100vw, 612px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Durante a live, Eduardo apresentou slides feitos pela “Revista Timeline”, pertencente ao blogueiro Allan dos Santos.&nbsp;</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele atacou diretamente o TSE. Afirmou que “em regimes autoritários, quem controla as eleições, controla também os auditores. A centralização tecnológica é precisamente o vetor da fraude, não a sua blindagem”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seguiu: “O sistema eleitoral digital global carrega uma vulnerabilidade intrínseca, a capacidade silenciosa de comprometer e fraudar centenas de milhões de registros sob demanda da autoridade central. Então, meus caros, isso aqui, como é que você soluciona isso? Se você tiver um voto no papel, você soluciona isso.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A live aconteceu depois de Eduardo ter garantido o Green Card americano e estar seguramente longe da Justiça do Brasil, onde já foi condenado a 4 anos e 3 meses pelo crime de coação no curso do processo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com ele,&nbsp;<strong>a narrativa do golpe segue vivíssima e é parte central da campanha do candidato do PL</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se engana quem acha que, com a negativa do visto aos delegados do Departamento de Estado, os ataques contra nossas eleições irão parar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Donald Trump já demonstrou cabalmente que se importa com todas as eleições deste continente e vai intervir tanto quanto possível, como fez na Argentina, em Honduras e na Colômbia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, não vai ser diferente. A visita dos enviados é apenas um dos muitos esforços que visarão abrir as portas para que os EUA rejeitem o resultado democrático das urnas e pressionem outros governos da reunião a fazerem o mesmo – alguém tem alguma dúvida do que fará a Argentina de Milei?</p>
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		<title>Expulsão anulada: intervenção de Trump na Fifa macula integridade da Copa do  Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:49:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Organização europeia diz que decisão é “sem precedentes, incompreensível e injustificável” e que “ultrapassou todos os limites” Em comunicado divulgado nesta 2ª feira (6.jul.2026), a Uefa disse ter recebido a decisão da Fifa de derrubar a suspensão do atacante da seleção norte-americana Folarin Balogun com “incredulidade”. Segundo a entidade, a ação é “sem precedentes, incompreensível [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Organização europeia diz que decisão é “sem precedentes, incompreensível e injustificável” e que “ultrapassou todos os limites”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado divulgado nesta 2ª feira (6.jul.2026), a Uefa disse ter recebido a decisão da Fifa de derrubar a suspensão do atacante da seleção norte-americana Folarin Balogun com “incredulidade”. Segundo a entidade, a ação é “sem precedentes, incompreensível e injustificável” e“ultrapassou todos os limites”. Eis a íntegra, em inglês (PDF – 437 kB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O futebol, como qualquer outro esporte, se baseia em regras, que são a base para uma competição justa, honesta e transparente. Às vezes, as regras são passíveis de interpretação. Neste caso, não”, declarou a Uefa. De acordo com a organização, a suspensão automática mínima de 1 jogo após um cartão vermelho “não é uma opção discricionária” e “não requer a decisão de um órgão competente” para ser implementada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O futebol, como qualquer outro esporte, se baseia em regras, que são a base para uma competição justa, honesta e transparente. Às vezes, as regras são passíveis de interpretação. Neste caso, não”, declarou a Uefa. De acordo com a organização, a suspensão automática mínima de 1 jogo após um cartão vermelho “não é uma opção discricionária” e “não requer a decisão de um órgão competente” para ser implementada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um princípio consagrado no regulamento, que não pode estar sujeito a exceções, muito menos no meio de um torneio em que vários outros jogadores estiveram na mesma situação e cumpriram suas suspensões regularmente”, declarou a Uefa. A organização afirmou que, “quando a certeza das regras deixa de ser garantida por seus responsáveis”, a integridade do jogo “fica em risco” e a credibilidade da competição “é prejudicada”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão, segundo a Uefa, “cria um precedente no torneio em andamento, em que situações semelhantes agora exigirão tratamento igualitário, em detrimento da competição”. Lê-se na nota: “O futebol é o esporte mais amado do mundo porque é um jogo bonito e inspira confiança, já que é praticado em todos os lugares com as mesmas regras. Um torneio nunca é um evento isolado e, se o torneio em questão for a Copa do Mundo, ele tem o poder de provocar consequências positivas ou negativas para o futebol como um todo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os norte-americanos enfrentam os belgas nesta 2ª feira (6.jul.2026), às 21h (horário de Brasília). O atacante é o artilheiro da equipe na competição, com 3 gols. Uefa x Fifa A manifestação da Uefa aumenta a tensão da entidade com a Fifa e marca mais um capítulo envolvendo a Copa do Mundo de 2026. Em 11 de junho, a Uefa designou o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan para comandar a Supercopa de 2026, depois de ele ter sido impedido de entrar nos Estados Unidos para trabalhar no mundial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 6 de junho, a CBP (agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos) negou a entrada de Artan no país. Ele desembarcou no Aeroporto Internacional de Miami em voo vindo de Istambul. Na ocasião, um integrante do governo Trump afirmou à Fox News que a recusa se baseou em possível associação com suspeitos de integrar organizações terroristas. As autoridades norte-americanas não apresentaram provas da alegação. O árbitro afirmou que portava visto válido e disse acreditar que a decisão estava relacionada ao seu país de origem. Ele seria o 1º somali a apitar uma partida da Copa.</p>
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		<title>Pedido de Flávio Bolsonaro para Trump intervir no Brasil é tiro que pode sair pela culatra!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:28:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A crise envolvendo a articulação de Flávio Bolsonaro junto ao governo de Donald Trump para enquadrar PCC e CV como organizações terroristas pode acabar produzindo um efeito político paradoxal: transformar uma ofensiva “contra o crime” numa discussão sobre as próprias relações perigosas do bolsonarismo com setores nebulosos do poder econômico e político brasileiro. Ou seja: o tiro pode sair pela culatra...</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ao tentar criar um fato político para tirar sua campanha do atoleiro em que se meteu ao ser flagrado pedindo dinheiro a Vorcaro, o filho 01 de Bolsonaro pode ter dado um tiro no pé</strong>&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A crise envolvendo a articulação de Flávio Bolsonaro junto ao governo de Donald Trump para enquadrar PCC e CV como organizações terroristas pode acabar produzindo um efeito político paradoxal: transformar uma ofensiva “contra o crime” numa discussão sobre as próprias relações perigosas do bolsonarismo com setores nebulosos do poder econômico e político brasileiro. Ou seja: o tiro pode sair pela culatra&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque o timing é brutal: Flávio desembarca politicamente nos Estados Unidos justamente quando cresce a pressão sobre suas conexões com Daniel Vorcaro, com o entorno de Cláudio Castro, com operadores ligados ao submundo político do Rio e com figuras do Centrão como Ciro Nogueira. A leitura crítica inevitável é a de que o bolsonarismo tenta mudar de assunto — trocando o noticiário sobre “bandidos de gravata” por uma cruzada moral internacional contra o narcotráfico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E isso cria três cenários eleitorais possíveis: o<strong> bolsonarismo consegue sequestrar o debate da segurança pública. </strong>Esseé o cenário que o núcleo trumpista deseja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A classificação de PCC e CV como terroristas produz forte impacto simbólico. A campanha bolsonarista passaria a vender a imagem de que: “Trump teve coragem”; “a esquerda protege facções”; “os EUA agiram porque o Brasil falhou”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse ambiente, pouco importa a complexidade jurídica da medida. O que vale é o efeito emocional. A direita tentaria substituir o desgaste de Flávio por uma narrativa épica: de um lado, “patriotas”; do outro, “o sistema”; no meio, facções criminosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo seria afogar o escândalo Vorcaro/Master sob uma avalanche moralista sobre crime organizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas existe um problema sério para essa estratégia: ela depende de a opinião pública esquecer rapidamente o cheiro de promiscuidade entre política, bancos, empresários oportunistas e operadores do poder carioca, além da suspeita frequente de envolvimento de Flávio com a milícia carioca. E justamente aí mora a fragilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cenário 2: O tiro sai pela culatra e o tema “crime organizado” se volta contra o bolsonarismo. </strong>Esse talvez seja o cenário mais perigoso para Flávio. Porque, ao transformar o combate ao crime em tema central da eleição, o bolsonarismo abre espaço para que adversários perguntem: quem financiou quem? quem protegeu quem? quem frequentava quais gabinetes? quem tinha relações com milicianos? quem operava esquemas financeiros suspeitos? quem fazia pontes entre política, bancos e negócios obscuros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, o caso Daniel Vorcaro deixa de ser apenas uma investigação financeira e passa a simbolizar algo maior: uma elite conservadora que discursava contra corrupção enquanto convivia com operadores extremamente agressivos do capitalismo de compadrio brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A oposição tentaria consolidar a imagem de: “bolsonarismo raiz na polícia; bolsonarismo gourmet no mercado financeiro.” Ou ainda: a direita fala em PCC na favela enquanto protege PCC de colarinho branco.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma linha retórica muito perigosa porque conecta moralismo seletivo e hipocrisia política — duas coisas que corroem fortemente lideranças conservadoras quando cristalizam na opinião pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cenário 3 — A eleição vira uma guerra de soberania nacional. </strong>Aqui está o cenário mais sofisticado — e talvez o mais provável: o governo brasileiro e setores do centro político podem transformar a atitude de Flávio numa acusação de “vassalagem internacional”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A narrativa seria: um senador brasileiro buscou ajuda de uma potência estrangeira para interferir em temas internos do Brasil em pleno ambiente pré-eleitoral, usando o aparato político de uma extrema direita internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse enquadramento, Donald Trump deixa de parecer um aliado e passa a soar como fator de ingerência externa. E isso pode produzir um fenômeno curioso:<br>o bolsonarismo — que sempre explorou nacionalismo e patriotismo — acabar sendo acusado de terceirizar aos EUA a condução da segurança e até da política brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esquerda tentará explorar exatamente essa contradição: “patriotas batendo continência para Washington”; “nacionalistas pedindo tutela americana”; “defensores da soberania entregando o país ao trumpismo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O problema estrutural de Flávio, </strong>que éum dado político importante Jair Bolsonaro sempre sobreviveu eleitoralmente porque transformava acusações em guerra cultural. O escândalo nunca era “escândalo”: era “perseguição”. Só que o caso Vorcaro introduz um elemento diferente: não se trata apenas de ideologia, mas de relações concretas entre poder político, bancos, operadores financeiros, governo do Rio e interesses empresariais altamente sensíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso é mais difícil de converter em narrativa heroica. Porque milícia mobiliza medo.<br>Mas banqueiro mobiliza cinismo. E o eleitor costuma perdoar radicalismo ideológico mais facilmente do que promiscuidade entre política e dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O risco final</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao internacionalizar a guerra contra PCC e CV, Flávio talvez tenha cometido um movimento clássico de excesso de ambição política: tentou sair da defensiva criando uma crise maior que pudesse reorganizar o debate público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas crises geopolíticas têm vida própria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez que Washington enquadra facções brasileiras como terrorismo, o foco pode migrar rapidamente: para lavagem internacional; movimentações bancárias; conexões empresariais; redes políticas; operadores financeiros; estruturas de poder no Rio; e circuitos econômicos cinzentos que orbitam tanto o crime organizado quanto parcelas da elite política nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja: na tentativa de incendiar o debate sobre “o crime dos outros”, o bolsonarismo pode acabar iluminando demais os próprios subterrâneos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Trump diz que Lula é &#8216;muito dinâmico&#8217;, elogia reunião e fala que novos encontros ocorrerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 22:46:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente dos EUA disse que muitos temas foram discutidos no encontro, incluindo comércio e tarifas. Trump ficou reunido com Lula por cerca de três horas na Casa Branca (G1) O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou nesta quinta-feira (7) a reunião que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O norte-americano [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Presidente dos EUA disse que muitos temas foram discutidos no encontro, incluindo comércio e tarifas. Trump ficou reunido com Lula por cerca de três horas na Casa Branca</strong> <strong>(G1)</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Lula publica vídeo do encontro com o presidente Donald Trump" width="563" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/vELTFApr6EU?start=5&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente dos <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/estados-unidos/" class="">Estados Unidos</a>, <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/donald-trump/" class="">Donald Trump</a>, elogiou nesta quinta-feira (7) a reunião que teve com o presidente Luiz Inácio <a href="https://g1.globo.com/politica/politico/lula/" class="">Lula</a> da Silva (PT). O norte-americano avaliou o encontro como “muito bom”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma rede social, Trump disse que os dois discutiram temas como comércio e tarifas. Segundo ele, novas conversas entre representantes dos dois países já estão previstas para avançar em pontos considerados estratégicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acabo de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. Discutimos muitos temas, incluindo comércio e, especificamente, tarifas”, diz o texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<strong>A reunião foi muito boa. Nossos representantes devem se reunir para tratar de alguns pontos-chave. Novos encontros serão marcados nos próximos meses, conforme necessário.”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o encontro, Lula deu entrevista à imprensa na embaixada brasileira em Washington. O presidente fez um relato descontraído da reunião e afirmou que teria aconselhado o americano a sorrir: &#8220;Trump rindo é melhor do que de cara feia&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Ele me perguntou da Copa do Mundo, se a seleção brasileira estava boa. E eu falei: &#8216;Olha, eu espero que você não venha a anular o visto dos jogadores da Seleção. Por favor, não faça isso porque nós vamos vir aqui para ganhar a Copa&#8221;,</strong> disse Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lula também disse que discutiu com Trump temas como a parceria entre os dois países, terras raras, reforma do Conselho de Segurança da ONU, a situação em Cuba e a guerra no Irã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo brasileiro também fez uma publicação nas redes sociais sobre a reunião, com a legenda “Diálogo e respeito”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Brasil e EUA sempre foram parceiros e mantêm uma relação de amizade e respeito há mais de 200 anos. O encontro entre os chefes de Estado durou mais de três horas, durante as quais eles trataram de temas importantes para os dois países e para o mundo.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Lula chegou à Casa Branca por volta das 12h15 (horário de Brasília). Os dois participaram de uma reunião com autoridades, seguida de um almoço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Havia a expectativa de uma declaração conjunta à imprensa no Salão Oval. Uma fonte do governo brasileiro ouvida pela <strong>TV Globo</strong> afirmou que a fala foi cancelada porque a reunião se estendeu além do previsto.</p>
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		<title>Estripulias de Trump fazem com que sua desaprovação seja a mais alta desde a posse…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 22:09:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[deaprovação]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa de opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo pesquisa Reuters/Ipsos, taxa caiu de 45% para 36% em pouco mais de 1 ano; desaprovação saltou de 46% para 62% no período… A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), oscilou 2 pontos percentuais para baixo em 1 mês e chegou a 36%. É o nível mais baixo desde o início [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo pesquisa Reuters/Ipsos, taxa caiu de 45% para 36% em pouco mais de 1 ano; desaprovação saltou de 46% para 62% no período…</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), oscilou 2 pontos percentuais para baixo em 1 mês e chegou a 36%. É o nível mais baixo desde o início de seu 2º mandato, segundo pesquisa da Reuters em parceria com a Ipsos divulgada na 3ª feira (24.mar.2026). A taxa de desaprovação do chefe norte-americano também está no pior patamar desde janeiro de 2025. Era de 46% quando o republicano tomou posse. Subiu 16 pontos percentuais em 1 ano e 3 meses e hoje atinge 62%. …</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reuters/Ipsos fez a seguinte pergunta: “De modo geral, você aprova ou desaprova a forma como Donald Trump está desempenhando seu trabalho como presidente?” O levantamento foi feito de 20 a 23 de março e é baseado em uma amostra probabilística representativa nacionalmente, utilizando o KnowledgePanel®, entrevistando de 1.016 a 1.272 adultos dos Estados Unidos. A margem de erro é de 3 pontos percentuais e o nível de confiança, 95%.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="819" height="1024" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Trump-grafico2-819x1024.png" alt="" class="wp-image-33689" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Trump-grafico2-819x1024.png 819w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Trump-grafico2-240x300.png 240w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Trump-grafico2-768x960.png 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Trump-grafico2-1229x1536.png 1229w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Trump-grafico2-1638x2048.png 1638w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Trump-grafico2.png 2048w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa dos norte-americanos que dizem aprovar a maneira como Trump atua para controlar o custo de vida foi de 25%, enquanto a avaliação da condução da economia ficou em 29% –os níveis mais baixos registrados nesses temas. TRUMP &amp; GUERRA NO ORIENTE MÉDIO O aumento dos preços dos combustíveis aparece entre os fatores associados à percepção econômica. O preço médio da gasolina subiu depois do início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que completaram 1 mês neste sábado (28.mar.2026).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também mediu a opinião sobre a atuação militar: 35% dos entrevistados disseram aprovar os ataques ao Irã, enquanto 61% desaprovam. Em levantamento anterior, realizado no início do conflito, os índices eram de 27% de aprovação, 43% de desaprovação e 29% de indecisos. Segundo o estudo, 46% dos entrevistados avaliam que a guerra pode tornar o país menos seguro no longo prazo, enquanto 26% acreditam no efeito contrário. Outros disseram que o impacto deve ser limitado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">POR QUE ISSO IMPORTA Porque a aprovação de Donald Trump atingiu o pior nível de seu 2º mandato e revela um desgaste que vai além de oscilações pontuais. Com apenas 36% de aprovação e 62% de desaprovação, o presidente enfrenta uma frustração crescente de parte do eleitorado que esperava melhora econômica e estabilidade internacional depois da sua eleição. O dado mais sensível está justamente nos temas que tradicionalmente sustentam governos: só 25% aprovam sua condução do custo de vida e 29% a gestão da economia….</p>



<p class="wp-block-paragraph">A política econômica e externa ajuda a explicar esse movimento. A imposição de tarifas comerciais, somada à escalada de tensões internacionais –especialmente o conflito com o Irã, que já dura 1 mês– pressionou preços de energia e combustíveis, afetando diretamente o bolso do consumidor norte-americano. Ao mesmo tempo, o endurecimento do discurso contra aliados e adversários, aliado às restrições migratórias mais rígidas e episódios envolvendo ações do ICE, ampliou a percepção de instabilidade e radicalização do governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No campo externo, os números indicam que a estratégia também encontra resistência: 61% desaprovam os ataques ao Irã e 46% acreditam que a guerra pode tornar os Estados Unidos menos seguros no longo prazo. O conjunto dos dados sugere que Trump enfrenta um cenário em que economia, segurança e política externa passaram a operar como fatores de desgaste. A queda de popularidade, portanto, não é isolada: reflete uma convergência de pressões que tende a moldar o ambiente político nos próximos meses….</p>



<p class="wp-block-paragraph">No campo externo, os números indicam que a estratégia também encontra resistência: 61% desaprovam os ataques ao Irã e 46% acreditam que a guerra pode tornar os Estados Unidos menos seguros no longo prazo. O conjunto dos dados sugere que Trump enfrenta um cenário em que economia, segurança e política externa passaram a operar como fatores de desgaste. A queda de popularidade, portanto, não é isolada: reflete uma convergência de pressões que tende a moldar o ambiente político nos próximos meses….</p>



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		<title>Exemplo notável de subserviência: Flávio Bolsonaro pede ajuda de Trump para se eleger</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 13:36:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Blog do Noblat Incitar é um verbo transitivo que significa estimular, instigar, provocar ou encorajar alguém a realizar uma ação. Foi o que fez o senador Flávio Bolsonaro, em sua versão dita moderada, em palestra para o fino da direita americana em Dallas, no Texas. Diante de milhares de pessoas, ele comparou a trajetória do [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i.metroimg.com/9_VHuL51qKRDNi0AI8YMkOO2N32TlLlzDsv8cWN-r0k/w:400/q:85/f:webp/plain/https://images.metroimg.com/b29e8629-avatar-ricardo_noblat-300x300-1.webp" alt="Blog do Noblat"/></figure>



<h1 class="wp-block-heading">Blog do Noblat<a href="https://www.metropoles.com/blog-do-noblat"></a></h1>



<p class="wp-block-paragraph">Incitar é um verbo transitivo que significa estimular, instigar, provocar ou encorajar alguém a realizar uma ação. Foi o que fez o senador Flávio Bolsonaro, em sua versão dita moderada, em palestra para o fino da direita americana em Dallas, no Texas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante de milhares de pessoas, ele comparou a trajetória do seu pai com a de Donald Trump, e acusou Lula de fazer lobby em favor de facções criminosas brasileiras e de privilegiar interesses chineses, cubanos e iranianos sobre os dos americanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esta é a encruzilhada que a América enfrenta: ou vocês têm o aliado mais poderoso do continente, ou um antagonista que se alinha com adversários americanos e torna sua política para a região impossível”, disse Flávio em inglês, lendo um texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empolgado, disse que “o Brasil vai ser o campo de batalha onde o futuro do hemisfério será decidido, porque o Brasil é a solução dos EUA para quebrar a dependência da China por minerais críticos, especialmente elementos de terras raras”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo <strong>Mariana Sanchez</strong>, colunista do UOL em Washington, coube a Eduardo Bolsonaro chamar ao palco o irmão, não sem antes mostrar à audiência que estava registrando o evento em um vídeo de celular “<em>para mostrar ao meu pai”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio disse sobre o pai: “<em>Tentaram assassiná-lo, assim como tentaram fazer com Trump. Não conseguiram. E agora ele está na prisão, assim como Trump estaria se vocês não tivessem lutado com sucesso para salvá-lo. Nós brasileiros ainda lutamos”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, qualificou Lula de “<em>socialista condenado por corrupção</em>” e mostrou uma foto dele abraçado ao líder venezuelano Nicolás Maduro, atualmente preso em Nova York, depois de ter sido removido de Caracas por forças militares americanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Talvez vocês pensem: ‘Por que deveríamos nos importar? Este é um problema do Brasil’. Deixem-me explicar exatamente por que isso importa para a América e para o mundo</em>“, disse Flávio. E citou os minerais críticos e o combate ao narcotráfico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi a deixa para dizer: “<em>Esta é a encruzilhada que a América enfrenta: ou vocês têm o aliado mais poderoso do continente, ou um antagonista que se alinha com adversários americanos e torna sua política para a região simplesmente impossível”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Adiante: “<em>O Brasil vai ser o campo de batalha onde o futuro do hemisfério será decidido, porque o Brasil é a solução dos EUA para quebrar a dependência da China por minerais críticos, especialmente elementos de terras raras”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A China é o maior parceiro comercial do Brasil. Ontem, por sinal, Trump a elogiou ao reconhecer a eficiência de seu modelo econômico. Nem Jair Bolsonaro ousou criticar a China à época do seu governo desastroso. Mas Flávio, cópia encardida do pai…</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“O presidente do meu país faz lobby nos EUA para proteger organizações terroristas que oprimem meu povo e exportam armas, lavam dinheiro e exportam drogas para os Estados Unidos e o mundo</em>“, disse Flávio, mudando de assunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E defendeu que os Estados Unidos classifiquem o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas. Terrorista é a organização que atua para derrubar regimes. O crime organizado visa ganhar dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Estas organizações criminosas não têm qualquer viés ideológico, nem viés político, não querem mudar o sistema. Elas praticam infrações penais, lavagem de dinheiro”,</em> afirma Mario Sabburro, ex-secretário nacional de Segurança Pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No limite, a classificação delas como organizações terroristas permitiria aos Estados Unidos combatê-las em solo brasileiro via operações militares ou policiais, e a bloquear contas de empresas que se relacionem com elas. A soberania do país iria para o lixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio Bolsonaro e seu irmão Eduardo não se importam com isso. Flávio com a palavra:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Eu entendo que o presidente Trump está incrivelmente ocupado ‘Fazendo a América Grande Novamente’ e deve manter relações institucionais com líderes de todos os países (…). Mas estou confiante de que o maior negociador da história pode facilmente ver quem são seus verdadeiros aliados do Brasil”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio encerrou sua fala dizendo: “<em>Trump 2.0 está sendo muito melhor que Trump 1.0, certo? Bolsonaro 2.0 também será muito melhor, graças à experiência adquirida durante a presidência do meu pai. E os EUA também terão seu aliado de volta”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Poderia haver exemplo mais notável de subserviência e de pedido de ajuda para se eleger presidente em outubro próximo?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Publicado no Metrópoles</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Em bombardeio, EUA e Israel matam líder supremo do Irã. Consequências são imprevisíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 12:55:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do Irã e a mídia estatal confirmaram neste sábado (28) a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país por quase quatro décadas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia anunciado mais cedo que Khamenei foi morto durante um bombardeio. A confirmação inicial partiu da agência estatal Fars, que afirmou que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governo do Irã e a mídia estatal confirmaram neste sábado (28) a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país por quase quatro décadas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia anunciado mais cedo que Khamenei foi morto durante um bombardeio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A confirmação inicial partiu da agência estatal Fars, que afirmou que o líder foi “martirizado” em seu local de trabalho, na Casa da Liderança (Beit Rahbari), durante um ataque ocorrido nas primeiras horas da manhã. A Guarda Revolucionária do Irã também divulgou nota lamentando a morte e afirmando que continuará defendendo o legado do aiatolá.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="811" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Casa-de-Kamenei-destruida.avif" alt="" class="wp-image-33378" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Casa-de-Kamenei-destruida.avif 1000w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Casa-de-Kamenei-destruida-370x300.avif 370w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Casa-de-Kamenei-destruida-768x623.avif 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Casa de Kamenei destruída pelo bombardeio de Israel. O líder não estava inviolável, como anunciado&#8230;</strong></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado oficial, o gabinete do governo iraniano responsabilizou os Estados Unidos e Israel pelo ataque, declarou 40 dias de luto nacional e sete dias de feriado público e prometeu que o episódio “não ficará sem resposta”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trump afirmou em rede social que a operação contou com sistemas de inteligência dos Estados Unidos em parceria com Israel e declarou que os bombardeios contra o Irã continuarão com o objetivo de alcançar “paz no Oriente Médio”. Ele também disse esperar que integrantes das forças iranianas abandonem o confronto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais cedo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, havia declarado que havia indícios de que Khamenei estava morto após a destruição de um complexo utilizado pelo líder supremo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A morte de Khamenei marca um dos episódios mais graves da tensão entre Irã, Estados Unidos e Israel nas últimas décadas, com potencial de ampliar a instabilidade no Oriente Médio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Maduro ofereceu riquezas da Venezuela aos EUA para evitar conflito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 19:03:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.maranhaobrasil.com.br/?p=32063</guid>

					<description><![CDATA[<p>História de Anatoly Kurmanaev, Julian E. Barnes e Julie Turkewitz Na expectativa de acabar com o conflito com os Estados Unidos, oficiais venezuelanos ofereceram à administração Trump participação dominante no petróleo venezuelano e outras riquezas minerais em discussões que duraram meses, segundo várias pessoas próximas às conversas. A ampla oferta permaneceu na mesa enquanto a administração Trump chamava [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/maduro-ofereceu-riquezas-da-venezuela-aos-eua-para-evitar-conflito/">Maduro ofereceu riquezas da Venezuela aos EUA para evitar conflito</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>História de Anatoly Kurmanaev, Julian E. Barnes e Julie Turkewitz</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na expectativa de acabar com o conflito com os Estados Unidos, oficiais venezuelanos ofereceram à administração <a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/donald-trump/?srsltid=AfmBOooi6CoLi_98fDYTX4-5ujn3guMEDzg6bJrqTGvTjPowtMzNE2Gg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Trump</strong></a> participação dominante no petróleo venezuelano e outras riquezas minerais em discussões que duraram meses, segundo várias pessoas próximas às conversas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampla oferta permaneceu na mesa enquanto a administração Trump chamava o governo do ditador da Venezuela,&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/nicolas-maduro/?srsltid=AfmBOoopBzZmbBQ9T7xILJFpnjUjEEH2hQg_-KW2LIdcErtWs_uisvMA" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>Nicolás Maduro</strong></a>, de um “cartel narco-terrorista”, reunia navios de guerra no Caribe e começava a destruir barcos que, segundo autoridades americanas, transportavam drogas da Venezuela.<img decoding="async" src="https://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/AA1OhnPz.img?w=534&amp;h=356&amp;m=6&amp;x=84&amp;y=90&amp;s=62&amp;d=62" alt="Mural de Nicolás Maduro em Caracas: Venezuela aberta a negócios com os EUA. Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Mural de Nicolás Maduro em Caracas: Venezuela aberta a negócios com os EUA. Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob um acordo discutido entre um alto oficial dos EUA e os principais assessores de Maduro, o líder venezuelano ofereceu abrir todos os projetos de petróleo e ouro existentes e futuros para empresas americanas, dar contratos preferenciais a negócios americanos, reverter o fluxo de exportações de petróleo venezuelano da China para os Estados Unidos e reduzir os contratos de energia e mineração de seu país com firmas chinesas, iranianas e russas.<a href="https://www.xandr.com/privacy/platform-privacy-policy" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A administração Trump acabou recusando as concessões econômicas de Maduro e cortou a diplomacia com a Venezuela na semana passada. O movimento matou efetivamente o acordo, pelo menos por agora, disseram pessoas próximas à discussão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os Estados Unidos tenham visado o que chamam de embarcações de drogas, o corte da diplomacia, a construção militar perto da&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/venezuela-america-do-sul/?srsltid=AfmBOoqgFNGpOV59zcJ9Eq3T2f4fgI2HJWMFXbCI7kJAFxXBOVZbPLem" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>Venezuela</strong></a>&nbsp;e as ameaças cada vez mais estridentes contra Maduro por parte de oficiais da administração Trump levaram muitos, em ambos os países, a pensar que o objetivo real da administração Trump é a remoção de Maduro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/marco-rubio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Marco Rubio</strong></a>, o secretário de estado dos EUA e conselheiro de segurança nacional, tem sido a voz líder na pressão da administração para derrubar Maduro. Ele chamou Maduro de um líder ilegítimo que é um “fugitivo da justiça americana” e tem sido cético quanto à abordagem diplomática conduzida por um enviado especial dos EUA, <strong>Richard Grenell</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image"><a class="call-to-action-link" href="https://msft-ssp-useast.adnxs.com/click2?e=wqT_3QKiAfBDogAAAAMAxBkFAQi3yqrHBhCClsfi7qzzqH4Yr5eE9NKwlqo5IMuknQ0omAIwmjw4jwNA36TxvAJI8opOUABaA1VTRGIBBYhoAXABeJmgZ4ABAIgBAZABApgBBaABAqkB6E6w_zo3xT-xAREKKLkBAAAA4FG4rj_BFR4AyRUKQNgBjr0C4AEA8AGtosgI-AEA/s=80288072a33b4cb808e24f8e816bd3cb75d207b4/bcr=AAAAAAAA8D8=/pp=0.17/bn=0/clickenc=https%3A%2F%2Fr1.outbrain.com%2Frp3%2Fb1_anmsn%2F70210932%2F197982790%2F1ef0cee2-a6d2-11f0-b28f-b64c6bf2271a%2FZ5AVDQGKQZ5BN6L4HLAWHEZWBAZ3UI3QJCKXBRPOI7FI73CHJR6JIHEPQZYCZZ5O5QVCECO47UBAYD5A55GVQL5KRM5BH7ZGULXQQWMCSCTO6ESAUVXWOTAMXNFBVOY2A4WQZBRHODI7AAIREMSQBLSHHBRTPUO7VIYRGY2XICSYXWWJITY7C2JXKAJDGQYKQJTVB4LIZ2ESZP4KRO6EAKUKSZR4UNN74MPJWXBIL7AJVL6ZI6G2IW5DSYA62QRWOERMEWMEKGAQGHDLHEYHSDKMIYVLOMHVV4EZXYIKS2MYKDN45E5AOWEBZUWSBRVIJIV2REYN4XNZZE6GBJZHDF75N6ZP5IG5VYHVADAZPEWJX6VSIKKGEFIPSVLZ5UDXCWWKFZWYPA45NXFWMOE6UJLU4GUJBM3TM6ZAUEFI3IHZBMWFRBO2BMNSIMHFUU5AAQ2OTUR7M76EJSZQADNYRVRE53LXIXLNENWZPTEY5M4MJCTRFIMDG2CSLUK474SXHGCUJDI6MPR3PTRQSTOCZVFO6WN2BQZUCF3EME3SJ63MKFM4TL56PHULE2ZXXJCQV7N2SLGH7L4EDMSQ6PKHPALIAKJUGFITDCOWOCRI3IJIVE6RRXXRD2GULH7JZEWOA6MX4NVNTL3GP73S4I3DCXXHSNJ6NJPG3EGN4XJYNHVZOXNZPGZTISVKBDE2J32ORDCM725O5YT4RLNAH7JGPPRCITDE5GPOLMB5MJYI4MBO4JR5W6LS7EULBULVA657VC362VCQFSJMZJGBKNCS2PIZ5QVXE37U6KB2UOU7V3H4NVJAHIBYXJSMVPLL6DJTMXMXZR5GTKMYVR7K4NY3ZLSVBK3LP2CQETW6DJN4U52DHHNY4P7QE22RYXEZOQJ5ZXTAAXHXD3F7KVJCOIST64AWIFYJPJWMQC64XN43HPQNSIUPFL7ZHO6CSVJNBD3VQ7YSTJ3IZMK3TQSGRJ3IG5TDBSNPBXJ36HQ7BSBLSDKFP2BI3O46XPX5PGS2ADFS5YX3E3AID2FU4BMVISTDWBZIU7EBR3SKJEX5TIEE4RVZ3ENZMJYDA5ZXKIKV2RLSQS2KWKC5ZHK3OAIGHAPYCGLW2EFGFBYHSH53ZKSSRDRJSLVSJ7S3EDX36EW4FXFA5WEBPLGSCPUFW%2F%3Fcnsnt%3DCQSBnvgQSBnvgAcABBPTBdFsAP_gAEPgACiQK1tX_G__bWlr8X73aftkeY1P99h77sQxBhaJE-4FzJvW_JwXx2E5NAz6tqIKmRIAu3TBAQNlHJDURVCgaIgVqSDMaEyUoTNKJ6BkiFMRI2dYCFxvm4tjeQCY5vr991dx2B-t7dr83dzyy4hHn3a5_0S1WAAAAYCNDfv9bROb-9IOd_x8v4v4_F7pE2_eT1l_tWvp7D9-cts_9XW99_fbff9Pn_-uF_-_X_vf_H37v4K0gEmGhUQBlkSEhBoGEECAFQVhARQIAgAASBogIATBgU5AwAXWEiAEAKAAYIAQAAgyABAAAJAAhEAEABQIAAIBAoAAwAIBgIAGBgADABYCAQAAgOgYpgQQCBYAJGZFApgQgAJBAS2VCCQBAgrhCEWcAQAAAAAAAAEAApAAEBYLA4kkBKxIIAuIJoAACABAIIAChFJ2YAggDNlqrwZNoytMCwfMFzymAZAEQRk5JsQgAAAA.f_wACHwAAAAA" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://assets.msn.com/staticsb/statics/latest/views/icons/ChevronRightWhiteBold.svg" alt="call to action icon"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://assets.msn.com/staticsb/statics/latest/icons-wc/icons/MoreV2.svg" alt="more"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Saiba mais:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.estadao.com.br/internacional/hoje-todo-mundo-soube-quem-e-maria-corina-machado-celebra-oposicao-da-venezuela-apos-nobel-da-paz/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hoje todo mundo soube quem é María Corina Machado, celebra oposição da Venezuela após Nobel da Paz</a></li>



<li><a href="https://www.estadao.com.br/internacional/governo-lula-hesita-em-falar-de-nobel-a-maria-corina-amorim-diz-que-premio-virou-politico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Governo Lula hesita em falar de Nobel a María Corina; Amorim diz que prêmio virou ‘político’</a></li>



<li><a href="https://www.estadao.com.br/internacional/conselho-de-seguranca-da-onu-ira-se-reunir-a-pedido-da-venezuela/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conselho de Segurança da ONU irá se reunir a pedido da Venezuela</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Proponentes da diplomacia reconhecem que a abordagem linha-dura de Rubio prevaleceu até agora. Mas eles acreditam que esforços diplomáticos poderiam eventualmente dar frutos, apontando para as reversões repentinas de Trump em outras questões importantes de política externa, como a guerra na Ucrânia, o comércio com a China ou o programa nuclear do Irã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo é baseado em entrevistas com mais de uma dúzia de representantes americanos e venezuelanos de facções diversas clamando por diplomacia com Maduro. Eles descreveram suas discussões sob condição de anonimato porque não estavam autorizados a falar publicamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oficialmente, o governo venezuelano respondeu à escalada militar de Trump com desafio e promessas de defender o que chama de “revolução socialista” iniciada nos anos 90 por&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/hugo-chavez/" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>Hugo Chávez</strong></a>, antecessor e mentor de Maduro. Ao mesmo tempo, Maduro disse que permanece aberto a negociações e seu governo continua aceitando voos de deportação dos Estados Unidos.<img decoding="async" src="https://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/AA1Ohvdt.img?w=534&amp;h=356&amp;m=6" alt="Manifestações pró-governo em Caracas, no fim de setembro Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Manifestações pró-governo em Caracas, no fim de setembro Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos bastidores, no entanto, os altos oficiais venezuelanos, com a benção de Maduro, ofereceram a Washington concessões de longo alcance que eliminariam essencialmente os vestígios de nacionalismo de recursos no cerne do movimento de Chávez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto Grenell e os oficiais venezuelanos progrediram em questões econômicas, eles falharam em concordar sobre o futuro político de Maduro, segundo pessoas próximas às negociações. O ministro das Relações Exteriores venezuelano, Yván Gil, disse, em entrevista no mês passado, que Maduro não negociaria sua saída.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maduro reprimiu repetidamente desafios democráticos a seu governo desde que assumiu a presidência em 2013. Ele se manteve no poder no ano passado, depois de perder uma eleição presidencial, manipulando os resultados e reprimindo brutalmente os protestos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grenell se recusou a comentar para este artigo. O Departamento de Estado, a Casa Branca e o governo da Venezuela não responderam aos pedidos de entrevista.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sem estado democrático de direito, não há garantia a investimentos, diz assessora de María Corina</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em Washington, oficiais americanos têm avaliações diferentes das conversas. Um oficial americano disse que os relatórios de negociações sobre o levantamento de sanções e acesso ao mercado venezuelano “não são uma avaliação precisa do que aconteceu.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas outros oficiais americanos disseram que representantes dos EUA e venezuelanos realizaram repetidas conversas sobre como a normalização econômica se pareceria, incluindo acesso aos mercados venezuelanos de energia por empresas americanas e o levantamento de sanções dos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto Grenell e os enviados de Maduro negociavam um acordo, a líder do principal movimento de oposição da Venezuela,&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/maria-corina-machado/" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>María Corina Machado</strong></a>, apresentou sua própria proposta econômica em Nova York.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Nova York, ela argumentou que riquezas econômicas ainda maiores &#8211; US$ 1,7 trilhão em 15 anos &#8211; aguardavam empresas americanas na Venezuela, se seu movimento iniciasse uma transição política. (María Corina foi&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/internacional/nobel-da-paz-vai-para-maria-corina-machado-lider-da-oposicao-da-venezuela/" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>premiada com o Prêmio Nobel da Paz</strong></a>&nbsp;na sexta-feira pelo que o Comitê Nobel Norueguês descreveu como “seu trabalho incansável promovendo direitos democráticos para o povo da Venezuela.”)<img decoding="async" src="https://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/AA1OhqeU.img?w=534&amp;h=356&amp;m=6" alt="Vista do bairro onde está a embaixada americana em Caracas: fechada desde que os dois países cortaram relações diplomáticas em 2019 Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vista do bairro onde está a embaixada americana em Caracas: fechada desde que os dois países cortaram relações diplomáticas em 2019 Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times</p>



<p class="wp-block-paragraph">A assessora econômica da Corina Machado, Sary Levy, disse que os acordos de investimento oferecidos por Maduro nunca se materializariam sem democracia, estado de direito e liberdades individuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que Maduro oferece aos investidores não é estabilidade, é controle &#8211; controle mantido através do terror,” disse Levy. “A administração Trump mostrou uma clara intenção de não cair nessas ofertas de soluções fáceis.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Venezuela atualmente produz cerca de um milhão de barris de petróleo por dia, abaixo dos cerca de três milhões de quando Chávez assumiu o poder. A maior parte das exportações de petróleo da Venezuela vai para a China, exceto por cerca de 100 mil barris por dia que a gigante energética americana Chevron vende para os Estados Unidos. A maioria dos especialistas concorda que a Venezuela poderia aumentar rapidamente a produção de petróleo com uma grande injeção de capital estrangeiro, embora discordem sobre se isso é alcançável sob o governo atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nossa mensagem para as empresas de petróleo é: ‘queremos vocês aqui, certamente’”, disse Corina Machado aos representantes corporativos americanos em junho. “Queremos vocês aqui não produzindo migalhas de alguns centenas de milhares de barris por dia. Queremos vocês aqui produzindo milhões de barris por dia.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela recusou a conceder entrevista para este artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No passado, os Estados Unidos enquadraram seu apoio a um novo governo na Venezuela como um imperativo de direitos humanos. Em contraste, os pontos econômicos discutidos pelos enviados de Maduro com Grenell ecoaram uma visão de mundo mercantilista, que Trump promoveu em outros lugares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trump exigiu acesso a minerais ucranianos como pagamento pelo apoio dos EUA ao esforço de guerra de Kiev. Ele frequentemente lamentou que os Estados Unidos não conseguiram o petróleo iraquiano após a invasão de 2003. Também concordou em manter tropas dos EUA na Síria em 2019, com a condição de que a América “ficaria com o petróleo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo discutido entre Grenell e oficiais venezuelanos foi especialmente abrangente, representando provavelmente a tentativa mais ambiciosa de diplomacia de recursos, durante o segundo mandato do presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Normalizar o comércio e permitir que empresas americanas retornem à Venezuela poderia ser tentador para alguns oficiais americanos devido às reservas de petróleo do país, as maiores do mundo, além de depósitos significativos de gás natural, ouro, ferro, bauxita e coltan, um mix mineral usado em baterias elétricas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abordagem econômica de Maduro para os Estados Unidos também se estendeu ao setor privado, numa tentativa de fortalecer sua posição em Washington.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A companhia estatal de petróleo da Venezuela deu à Chevron, a maior empresa americana trabalhando na Venezuela, controle total de seus projetos de petróleo conjuntos e as duas entidades discutiram dar à Chevron uma participação em outro grande campo de petróleo.<img decoding="async" src="https://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/AA1Ohj2S.img?w=534&amp;h=356&amp;m=6" alt="Pessoas do lado de fora da sede da PDVSA, a estatal venezuelana de petróleo: queda na produção sob Maduro Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas do lado de fora da sede da PDVSA, a estatal venezuelana de petróleo: queda na produção sob Maduro Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oficiais venezuelanos trabalharam para reparar relações com outra gigante do petróleo dos EUA, a ConocoPhillips, que deixou a Venezuela em 2007 após o governo apreender suas operações. O governo de Maduro e a Conoco têm negociado um acordo de comércio de petróleo até este ano, segundo duas pessoas familiarizadas com as conversas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Chevron disse que seus negócios na Venezuela cumprem todas as leis venezuelanas e americanas aplicáveis. A Conoco não respondeu ao pedido de comentário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abordagem dos oficiais venezuelanos e líderes empresariais chegou mais perto de alcançar um avanço diplomático em maio, segundo as pessoas informadas sobre as conversas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como sinal de boa vontade, Grenell orquestrou naquele mês o retorno de uma criança venezuelana retida nos Estados Unidos após seus pais serem deportados, dando a Maduro uma vitória política doméstica. O governo da Venezuela retribuiu logo depois liberando um veterano da Força Aérea dos EUA preso no país e entregando-o a Grenell.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maduro passou a apoiar a maioria dos termos econômicos na proposta discutida com Grenell.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pessoa familiarizada com as negociações disse que Maduro inicialmente hesitou na demanda americana para limitar os laços econômicos da Venezuela com a China, Rússia e Irã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas ele eventualmente viu que afrouxar essas alianças era um preço inevitável para evitar a intervenção militar americana. Para maximizar a renda diante da pressão dos EUA, a Venezuela também parou de enviar petróleo para Cuba, piorando as graves faltas de eletricidade na nação aliada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As negociações econômicas de Grenell com os enviados de Maduro enfrentaram forte oposição de Rubio, americano de origem cubana e ex-senador, que há muito vê a queda de Maduro como um passo crucial para acabar com a ditadura comunista na ilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os defensores do engajamento econômico com Maduro conseguiram conquistar pequenas vitórias.</p>
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		<title>Trump elogia conversa com Lula e prevê encontro presencial em breve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 21:32:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[conversa com Lula]]></category>
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		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A declaração foi feita por Trump em publicação na rede própria, a Truth Social Recentemente, ao saber que a atriz americana é filiada ao Partido Republicano desde 2024, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comemorou: “Agora eu adoro o comercial dela. Se Sydney Sweeney é uma republicana registrada, acho o comercial dela fantástico”, disse. [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">A declaração foi feita por Trump em publicação na rede própria, a Truth Social</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://oimparcial.com.br/app/uploads/2025/10/image-2025-10-06T165431.502.jpg" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, ao saber que a atriz americana é filiada ao Partido Republicano desde 2024, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comemorou: “Agora eu adoro o comercial dela. Se Sydney Sweeney é uma republicana registrada, acho o comercial dela fantástico”, disse. &#8211; (Foto: Gage Skidmore/Wikimedia Commons/)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por: Da Redação* 06 de Outubro de 2025</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta segunda-feira (6), que teve uma <em>“muito boa”</em> conversa telefônica com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, e indicou que os dois devem se encontrar <em>“em um futuro não muito distante”</em>. A declaração foi feita por Trump em publicação na rede própria, a Truth Social</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Esta manhã tive uma ótima ligação telefônica com o presidente Lula, do Brasil. Discutimos muitas coisas, mas o foco principal foi a economia e o comércio entre nossos dois países”</em>, escreveu o norte-americano. <em>“Teremos novas discussões e nos encontraremos em um futuro não muito distante, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Gostei muito da conversa — nossos países farão grandes coisas juntos”</em>, completou Trump.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://oimparcial.com.br/app/uploads/2025/10/image-32.png" alt="" class="wp-image-415292"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A manifestação reforça o tom positivo do diálogo descrito mais cedo por Lula, que relatou uma conversa de 30 minutos em que ambos relembraram a “boa química” demonstrada no encontro que tiveram recentemente em Nova York, na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo o presidente brasileiro, o telefonema representa uma oportunidade de <em>“restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lula afirmou ainda ter pedido a Trump a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos brasileiros e o fim de medidas restritivas a autoridades nacionais. O líder norte-americano, de acordo com o relato brasileiro, designou o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dois presidentes também discutiram a possibilidade de um encontro presencial. Lula sugeriu que a reunião possa ocorrer à margem da Cúpula da&nbsp;Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), na Malásia, ou durante a 30ª Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU (COP 30), que será sediada em Belém, no início deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra opção em aberto seria uma visita oficial do brasileiro aos Estados Unidos. A troca pública de mensagens marca um movimento de reaproximação diplomática entre Brasília e Washington, após um período de distanciamento e divergências políticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>* Fonte: Correio Braziliense</strong></p>
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		<title>Lula e Trump conversam por telefone</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 19:47:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A conversa foi amistosa, diz o Planalto. Os dois presidentes acertaram encontro, sem local ainda definido. Lula pediu a queda do tarifaço. Esse contato durou 30 minutos. Os bolsonaristas estão em polvorosa, com o fato de os dois presidentes estarem se entendendo diretamente, segundo avaliam analistas políticos ouvidos.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>A conversa foi amistosa, diz o Planalto. Os dois presidentes acertaram encontro, sem local ainda definido. Lula pediu a queda do tarifaço.</strong> <strong>Esse contato durou 30 minutos. Os bolsonaristas estão em polvorosa, com o fato de os dois presidentes estarem se entendendo diretamente, segundo avaliam analistas políticos ouvidos</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="440" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Trump-x-Lula-1c.jpg" alt="" class="wp-image-31953" style="width:800px;height:auto" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Trump-x-Lula-1c.jpg 640w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Trump-x-Lula-1c-400x275.jpg 400w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente Luiz Inácio <a class="" href="https://g1.globo.com/politica/politico/lula/">Lula</a> da Silva (PT) e o presidente dos <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/estados-unidos/">Estados Unidos</a>, <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/donald-trump/">Donald Trump</a>, <a class="" href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/10/06/tarifaco-lula-participa-de-videoconferencia-com-trump-nesta-segunda.ghtml">conversaram por telefone por cerca de 30 minutos</a> nesta segunda-feira (6), e o petista aproveitou a ocasião para pedir ao norte-americano que <strong>reveja o tarifaço e as sanções a autoridades brasileiras.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a nota divulgada pelo Palácio do Planalto, os dois concordaram em <strong>ter um encontro presencial em breve.</strong> Eles também teriam trocado telefones para &#8220;estabelecer via direta de comunicação&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como foi a conversa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Lula e Trump relembraram a &#8220;boa química&#8221; do encontro em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU; Lula recordou que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços; o petista solicitou a Trump a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras; Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações sobre o tarifaço; os dois concordaram com um encontro presencial em breve; Lula sugeriu um encontro na Cúpula da Asean, na Malásia, reiterou o convite a Trump para participar da COP30, em Belém, e se dispôs a viajar aos Estados Unidos. Os dois trocaram telefones para estabelecerem uma via direta de comunicação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Lula também solicitou ao presidente dos Estados Unidos que retire a sobretaxa de 40% a produtos brasileiros em território norte-americano, bem como as sanções impostas a autoridades brasileiras.</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>🔎 Em alguns casos, a tarifa total sobre itens do Brasil chega a 50%, quando somada à alíquota base de 10% já existente.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Considero nosso contato direto como uma oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente&#8221;, informou o presidente Lula em uma rede social sobre o encontro.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No telefonema, recordei que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços. Solicitei ao presidente Trump a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras&#8221;, prosseguiu.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Lula, Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações sobre o tema com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com informações do G1 e da Globomews</strong></p>
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