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	<title>Exibindo: The Economist | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: The Economist | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Entendeu nada! Eduardo Bolsonaro agradece à The Economist por matéria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 15:08:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Só tenho a agradecer The Economist, que tornou o nosso trabalho aqui mais fácil”, foi o que disse o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos, incentivando o presidente Trump a atacar o Brasil, ao comentar a matéria da mais importante revista que deu capa, sobre o julgamento do [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="525" height="689" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Bolsonaro-Bil.png" alt="" class="wp-image-31445" style="width:778px;height:auto" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Bolsonaro-Bil.png 525w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Bolsonaro-Bil-229x300.png 229w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">“Só tenho a agradecer The Economist, que tornou o nosso trabalho aqui mais fácil”, foi o que disse o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos, incentivando o presidente Trump a atacar o Brasil, ao comentar a matéria da mais importante revista que deu capa, sobre o julgamento do ex-presidente de extrema direita&nbsp; &nbsp;e seus aliados. A revista ilustra sua matéria com uma foto de Jair Bolsonaro estilizado de viking, o personagem que simboliza a invasão do Capitólio, comandada pro Donald Trump, tentando reverter a eleição perdida em 2026.</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Na falta de uma explicação mais realista, já que a revista britânica exalta a Justiça Brasileira, logo na manchete: “Julgamento de Bolsonaro dá lição aos EUA de maturidade democrática”, Eduardo tenta capitalizar algum ganho com a repercussão mundial da reportagem, em fala ao site Metrópoles:</h2>



<h2 class="wp-block-heading">&#8211; Eu só tenho a agradecer The Economist, tornando o trabalho aqui mais fácil, porque essa figura do Jair &nbsp;(a foto de capa) ela remete àquela figura que invadiu o capitólio no dia 6 de janeiro aqui nos Estados Unidos. E aqui tentaram vincular o Donald Trump a esse caso, não conseguiram, tentaram levar ele à cadeia não conseguiram e ele se tornou presidente do Estados Unidos. O problema é que o Alexandre de Moraes diz, abertamente, que aprendeu com os americanos, que não vai permitir chegar ao momento que Bolsonaro possa se candidatar. É por isso que ele corre e atropela todos os prazos processuais, inclusive não abrindo prazos para as testemunhas de defesa, &nbsp;não citando e usando a carta rogatória para ouvir o Paulo Figueiredo, que é um dos acusados. Porque se fosse usada a carta rogatória, o mecanismo normal de uma democracia, esse processo só seria julgado depois de 2026. Então o Alexandre Bolsonaro está acelerando para tentar condenar o Bolsonaro por absolutamente nada. Assim, como o povo absolveu Donald Trump dessas acusações, eu tenho certeza que &nbsp;nas eleições de 2026 o povo absolveria Bolsonaro, elegendo-o presidente da República. Então, meu muito obrigado à The Economist por ter nos poupado de explicar a situação”</h2>
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		<title>Brasil, na Economist: julgamento de Bolsonaro &#8216;dá lição aos EUA de maturidade democrática&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 23:55:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[The Economist]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em suas páginas, a revista traz uma longa reportagem sobre a trajetória política brasileira e a investigação contra Bolsonaro e seus aliados.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Em suas páginas, a revista traz uma longa reportagem sobre a trajetória política brasileira e a<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx0j11p9gzo"> investigação contra Bolsonaro e seus aliados.</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/4e5d/live/0c966a20-8411-11f0-b391-6936825093bd.jpg.webp" alt="Capa da revista britânica The Economist: &quot;O que o Brasil pode ensinar aos EUA&quot;" style="width:800px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Legenda da foto, Capa da revista britânica The Economist: &#8220;O que o Brasil pode ensinar aos EUA&#8221;</em></strong></figcaption></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li>Author, Julia Braun Role</li>



<li>Da BBC Brasil em Londres</li>
</ul>



<p>O ex-presidente <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cg7267qv6q0t">Jair Bolsonaro</a> e o <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/crev3j05ewjo">julgamento da ação penal na qual ele é acusado de liderar uma suposta tentativa de golpe de Estado</a> são o foco da capa da revista britânica The Economist desta semana.</p>



<p>Na publicação, o ex-presidente é retratado com o rosto pintado com as cores do Brasil e com um chapéu igual ao que usava o &#8220;viking do Capitólio&#8221;, um dos apoiadores do presidente dos Estados Unidos, <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cdr56r28jgvt">Donald Trump</a>, que ficou conhecido por ter participado assim da invasão ao Congresso americano em 6 de janeiro de 2021.</p>



<p>Em suas páginas, a revista traz uma longa reportagem sobre a trajetória política brasileira e a<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx0j11p9gzo"> investigação contra Bolsonaro e seus aliados.</a></p>



<p>Em um segundo texto, com tom opinativo, a Economist discute ainda as diferenças entre a forma como os Estados Unidos lidaram com as ameaças contra a sua democracia, após os <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx0j11p9gzo">ataques ao Capitólio em 2021</a>, e a conduta adotada pelo Brasil nos últimos meses.</p>



<p>Com o título &#8220;Brasil oferece aos Estados Unidos uma lição de maturidade democrática&#8221;, o editorial descreve a condução do processo penal contra Bolsonaro e seus aliados como uma &#8220;fantasia da esquerda americana&#8221;.</p>



<p>&#8220;Os Estados Unidos estão se tornando mais corruptos, protecionistas e autoritários — com Donald Trump, esta semana, mexendo com o Federal Reserve (Fed) e ameaçando cidades controladas pelos democratas. Em contraste, mesmo com o governo Trump punindo o Brasil por processar Bolsonaro, o próprio país está determinado a salvaguardar e fortalecer sua democracia&#8221;, diz a Economist.</p>



<p>A revista britânica descreve ainda Jair Bolsonaro como &#8220;polarizador&#8221; e o &#8220;Trump dos trópicos&#8221; e afirma que o ex-presidente brasileiro e &#8220;seus aliados, provavelmente, serão considerados culpados&#8221; pelo <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c7zp5z8dkr7t">Supremo Tribunal Federal (STF).</a></p>



<p>Ainda segundo o texto, o plano contra a democracia brasileira pelo qual Bolsonaro é acusado &#8220;fracassou por incompetência, e não por intenção&#8221;.</p>



<p>Bolsonaro e todos os outros acusados negam as acusações. O <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3lejdx5plo">julgamento está marcado para começar na próxima terça-feira (2/9).</a></p>



<p>As similaridades e diferenças apontadas pela revista entre Brasil e Estados Unidos se debruçam especialmente no fato de tanto Bolsonaro quanto o presidente americano Donald Trump terem sido acusados de agir para reverter o resultado de uma eleição, divulgar informações falsas sobre fraude e <a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-64220636">incitar seus apoiadores a invadirem prédios públicos para impedir a posse de seus adversários políticos.</a></p>



<p>No caso americano, Trump <a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-64034270">se tornou réu em ações estaduais e federais</a> por suas ações após sua derrota na eleição presidencial de 2020 para o democrata Joe Biden.</p>



<p>Segundo uma das acusações, ele teria espalhado &#8220;mentiras de que houve fraude&#8221; e conspirado para mudar ilegalmente a eleição a seu favor, levando eventualmente à invasão da sede do Congresso americano. Trump refutou as alegações.</p>



<p>Quando os casos foram abertos, o republicano já se preparava para ser candidato às eleições de 2024, e os processos não chegaram a ser concluídos antes de ele voltar à Casa Branca no início deste ano, após derrotar a democrata Kamala Harris nas urnas.</p>



<p>Trump não foi acusado de sedição — possibilidade que era a principal ameaça à sua candidatura, já que a 14ª Emenda da Constituição proíbe quem &#8220;tiver se envolvido em insurreição ou rebelião&#8221; contra o governo de ocupar cargos civis ou militares em gestões federal ou estadual. E como não há instrumento similar à Lei da Ficha Limpa brasileira nos EUA, os indiciamentos não afetaram a campanha do americano.</p>



<p>O atual presidente dos EUA ainda foi julgado pelo Congresso em dois processos de impeachment em 2021, após o fim do seu primeiro mandato, <a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-56055125">mas foi absolvido pelo Senado americano</a>. O efeito prático de uma condenação naquele momento poderia ser a perda de seus direitos políticos.</p>



<p>Quando trump assumiu os processos foram extintos, após a Suprema Corte dos Estados Unidos decidir que ex-chefes de Estado têm imunidade absoluta contra processos por ações tomadas oficialmente como presidente durante o mandato.</p>



<p>Logo após sua posse no início deste ano, Trump anunciou sua decisão de perdoar ou atenuar as sentenças de quase 1,6 mil pessoas envolvidas na invasão do Capitólio.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/50e7/live/d436d780-841c-11f0-9cf6-cbf3e73ce2b9.png.webp" alt="Montagem com fotos da invasão à sede dos Três Poderes em Brasília e a invasão do Capitólio nos EUA"/></figure>



<p>Já Bolsonaro <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjk861pk0eno">foi declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2023 </a>por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação durante reunião realizada no Palácio da Alvorada com embaixadores estrangeiros em 2022.</p>



<p>No julgamento previsto para a próxima semana, o ex-presidente brasileiro é acusado de cinco crimes relacionados a um suposto plano de golpe de Estado para impedir Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de assumir o poder após as eleições de 2022.</p>



<p>Entre os crimes imputados ao ex-presidente estão liderança de organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.</p>



<p>Os dois últimos se referem aos <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cpxrg83gnxgt">ataques de 8 de janeiro de 2023 contra as sedes dos Três Poderes da República.</a> Na ocasião, milhares de apoiadores radicais de Bolsonaro, insatisfeitos com a eleição e posse do presidente Lula, invadiram e depredaram o Palácio do Planalto, o Congresso e o STF — em um episódio amplamente comparado ao que aconteceu em 2021 em Washington.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-que-o-Brasil-pode-ensinar-aos-EUA-segundo-a-Economist">O que o Brasil pode ensinar aos EUA, segundo a Economist</h2>



<p>Segundo a Economist, o Brasil é &#8220;um caso de teste de como os países se recuperam de uma febre populista&#8221;.</p>



<p>&#8220;Na Polônia, dois anos após a perda do poder do partido Lei e Justiça (PiS), uma coalizão liderada por Donald Tusk, um centrista, está sendo limitada por um novo presidente do PiS. No Reino Unido, o Brexit agora é impopular, mas Nigel Farage, o político que o inspirou, lidera nas pesquisas. Nem mesmo o massacre do Hamas em 7 de outubro de 2023 conseguiu tirar Israel de suas amargas divisões&#8221;.</p>



<p>Mas, segundo o texto, o país que mais viveu momentos semelhantes ao Brasil é os Estados Unidos. E de acordo com a publicação britânica, as duas nações &#8220;parecem estar trocando de lugar&#8221;.</p>



<p>Para a Economist, o passado recente com uma ditadura militar pode ajudar a explicar porque a reposta às ameaças à democracia em território brasileiro foi mais forte.</p>



<p>&#8220;Além disso, a maioria dos brasileiros não tem dúvidas sobre o que Bolsonaro fez. A maioria acredita que ele tentou dar um golpe para se manter no poder&#8221;, diz a revista, afirmando ainda que mesmo os políticos conservadores do país, que precisarão dos votos dos apoiadores de Bolsonaro para vencer as eleições de 2026, criticam o &#8220;estilo político&#8221; do ex-presidente.</p>



<p>E, segundo a publicação, esse &#8220;reconhecimento abriu a oportunidade de reforma&#8221; no Brasil, pois &#8220;a maioria dos políticos brasileiros, tanto de esquerda quanto de direita, quer deixar para trás a loucura de Bolsonaro e sua polarização radical&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-papel-do-STF">O papel do STF</h2>



<p>Mas segundo a Economist, um dos pontos-chave para uma mudança institucional no país passa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que é descrito pela revista como &#8220;guardião da democracia brasileira&#8221;.</p>



<p>O editorial afirma que a corte &#8220;supervisiona uma gama estonteante de regras, direitos e obrigações&#8221; e pode receber casos de grupos que vão de sindicatos a partidos políticos.</p>



<p>O texto cita ainda o caso conhecido como Inquérito das Fake News, aberto pelo STF para investigar notícias falsas e ameaças contra os membros da Corte e seus familiares. Segundo a revista, os próprios magistrados abriram o caso, tornando-se ao mesmo tempo &#8220;vítima, promotor e juiz&#8221;.</p>



<p>&#8220;Para lidar com uma carga de trabalho de 114.000 decisões somente em 2024, a maioria das decisões vem de juízes individuais. Há amplo reconhecimento de que juízes não eleitos, com tanto poder, podem corroer a política, bem como salvá-la de golpes. Os próprios juízes veem a necessidade de mudança.&#8221;</p>



<p>A Economist segue afirmando que &#8220;consertar&#8221; o STF &#8220;será difícil&#8221;, mas que há mais obstáculos para uma reforma no Brasil, como uma &#8220;incontinência fiscal crônica, em particular isenções fiscais descontroladas e aumentos automáticos de gastos&#8221; e a polarização nacional.</p>



<p>&#8220;Mesmo que as elites queiram mudanças, o Brasil ainda é um país profundamente dividido. Bolsonaro tem apoiadores fanáticos que causarão problemas, especialmente se o tribunal impor uma sentença severa. Reformar o Supremo Tribunal Federal e a Constituição exige que grupos abram mão do poder em prol do bem comum&#8221;, diz o editorial.</p>



<p>Por isso, tensões seriam inevitáveis. &#8220;Mas, ao contrário de seus colegas nos Estados Unidos, muitos dos políticos tradicionais do Brasil, de todos os partidos, querem seguir as regras e progredir por meio de reformas.&#8221;</p>



<p>Segundo a Economist, essas são as marcas da maturidade política. &#8220;Pelo menos temporariamente, o papel do adulto democrático do hemisfério ocidental mudou para o sul.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/c93d/live/69494ef0-841f-11f0-8920-cb71bf7274c6.png.webp" alt="Edição da Economist desta semana também traz uma longa reportagem sobre a trajetória política brasileira e a investigação contra Bolsonaro e seus aliados."/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto, Edição da Economist desta semana também traz uma longa reportagem sobre a trajetória política brasileira e a investigação contra Bolsonaro e seus aliados.</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="Estratégia-de-Trump-sairá-pela-culatra">Estratégia de Trump &#8216;sairá pela culatra&#8217;</h2>



<p>Outro empecilho na trajetória do Brasil apontado é o presidente americano Donald Trump, que como lembra a revista, acusou o STF de uma &#8220;caça às bruxas&#8221; contra Bolsonaro, impôs tarifas de 50% sobre as importações brasileiras nos EUA e decretou sanções contra o ministro Alexandre de Moraes.</p>



<p>Segundo a Economist, essa interferência &#8220;faz lembrar de uma época passada e desagradável, quando os Estados Unidos habitualmente desestabilizavam os países latino-americanos&#8221;.</p>



<p>Mas, de acordo com a revista, a estratégia de Trump &#8220;provavelmente sairá pela culatra&#8221;.</p>



<p>&#8220;Apenas 13% das exportações brasileiras vão para os Estados Unidos, e consistem principalmente de commodities, para as quais novos mercados podem ser encontrados. Os EUA já concederam inúmeras isenções. Até agora, os ataques de Trump apenas fortaleceram a posição de Lula nas pesquisas de opinião e lhe deram uma desculpa para qualquer notícia econômica ruim antes da próxima eleição, em outubro de 2026.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-que-a-Economist-já-disse-sobre-o-Brasil">O que a Economist já disse sobre o Brasil</h2>



<p>Esta não é a primeira reportagem da britânica Economist sobre o atual momento político brasileiro. Tampouco é a primeira capa dedicada pela publicação ao Brasil.</p>



<p>Em textos anteriores, a revista já tratou da <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gedj03p1zo">posição do presidente Lula após ser atacado pelo presidente americano Donald Trump</a> e alertou sobre <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/crr27ydjw50o">o peso que as taxas anunciadas pelo republicado podem acabar pesando no bolso dos consumidores americanos.</a></p>



<p>Em 2009, 2013 e 2016, capas da publicação também trataram da situação política e econômica do Brasil.</p>



<p>A primeira capa retratava um momento em que as avaliações sobre a economia brasileira viviam um momento bom, com o título &#8220;Brasil decola&#8221;. Quatro anos depois, em uma referência à reportagem anterior, a manchete da revista questionava se o país havia &#8220;estragado tudo&#8221;, em meio a uma desaceleração do crescimento econômico.</p>



<p>Em 2015, uma outra capa <a href="https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/12/151228_economist_queda_brasil_rs">previa um ano seguinte &#8216;desastroso&#8217; para o Brasil, em meio ao governo da ex-presidente Dilma Rousseff.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/brasil-na-economist-julgamento-de-bolsonaro-da-licao-aos-eua-de-maturidade-democratica/">Brasil, na Economist: julgamento de Bolsonaro &#8216;dá lição aos EUA de maturidade democrática&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
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