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	<title>Exibindo: infecção | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: infecção | Maranhão Brasil</title>
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		<title>O enigma das pessoas imunes ao coronavírus que não desenvolvem anticorpos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 21:01:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vários estudos mostram que os pacientes que superam a infecção estariam protegidos apesar de não terem anticorpos detectáveis</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Seis meses após a chegada da pior pandemia do século XXI, persistem importantes dúvidas sobre o nível de proteção das pessoas que <a href="https://brasil.elpais.com/sociedade/2020-03-26/doadores-de-sangue-que-superaram-o-coronavirus-sao-a-nova-esperanca-contra-a-doenca.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">superaram a infecção por coronavírus</a><strong>.</strong> A maior parte da atenção nesse campo está focada na geração de anticorpos. Essas proteínas são uma das armas que o sistema imunológico usa para bloquear a entrada de vírus nas células do corpo. Mas os anticorpos são apenas uma das muitas maneiras pelas quais o sistema imunológico humano pode derrotar o vírus, e é possível que haja outras maneiras muito mais importantes de responder às perguntas que continuam a assombrar médicos e cientistas: superar a <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/covid-19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">covid-19</a> nos torna imunes ao vírus? Por quanto tempo? Há pessoas que têm mais imunidade? E se houver dúvidas sobre a imunidade, como isso pode afetar as <a href="https://brasil.elpais.com/sociedade/2020-06-13/farmaceutica-astrazeneca-diz-que-tera-230-milhoes-de-vacinas-contra-o-novo-coronavirus-prontas-no-fim-do-ano.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vacinas</a>? Vários estudos publicados recentemente começam a oferecer respostas para essas perguntas.</p>



<p>Um deles envia uma mensagem preocupante. O trabalho analisou quase 40 pessoas que se apresentaram voluntariamente em um hospital chinês para atender à chamada das autoridades de saúde, que estavam procurando novas cadeias de contágio. Elas não tinham sintomas, mas os testes mostraram que estavam infectadas. Este estudo mostra que as pessoas que não apresentavam sintomas segregavam vírus potencialmente contagiosos por mais dias do que pacientes que adoeciam. O que é mais perturbador no trabalho, publicado na <em>Nature Medicine</em>, é que os níveis de anticorpos contra o vírus nesses pacientes eram mais baixos, caíam rapidamente com o tempo e, passados dois meses, eram indetectáveis. Se voltassem a entrar em contato com o vírus, não mais teriam anticorpos para bloqueá-lo.</p>



<p>&#8220;Este trabalho é o primeiro publicado e revisado por pares que mostra esse dado desalentador&#8221;, explica Marcos López Hoyos, presidente da Sociedade Espanhola de Imunologia. &#8220;É preciso confirmá-lo em séries mais amplas de pacientes e fazer um acompanhamento mais longo&#8221;, alerta.</p>



<p>Mas essa notícia não é tão ruim quanto parece. &#8220;Os estudos realizados até agora concentram-se em uma só parte da imunidade, a dependente de anticorpos&#8221;, lembra López, e há outra grande classe de imunidade que pode ser mais eficaz e da qual sabemos muito menos até agora: aquela que se baseia em vários tipos de células do sistema imunológico conhecidas como linfócitos. Entre todas elas há duas especialmente importantes: os linfócitos CD8 + capazes de matar as células infectadas e os CD4 +, essenciais para produzir novos anticorpos, caso o vírus retorne semanas ou meses após a superação da primeira infecção.</p>



<p>Um dos maiores e mais completos estudos sobre esse tópico oferece resultados muito encorajadores: 100% dos infectados desenvolvem uma resposta imune celular baseada em linfócitos. O trabalho ainda é preliminar, mas foi realizado por médicos do Hospital Universitário de Tübingen (Alemanha) com 180 pessoas infectadas e 185 saudáveis não expostas ao vírus. Esses resultados são complementares a trabalhos anteriores que mostraram que praticamente todos os contagiados desenvolvem anticorpos contra o vírus após uma infecção.</p>



<p>O mais interessante é que em parte dos infectados não foram detectados vestígios de anticorpos. Isto significa que, se eles tivessem feito um teste convencional, seriam contados como não infectados, mas, na realidade, são pessoas que passaram pela doença e também têm linfócitos de memória que devem protegê-las de novas infecções.</p>



<p>Um dos resultados mais interessantes do estudo alemão vem de pessoas não infectadas. Cerca de 80% tinham linfócitos de memória capazes de identificar o novo coronavírus SARS-CoV-2. Como é possível? Os cientistas acreditam que se trata de um caso de imunidade cruzada. Essas pessoas provavelmente foram infectadas com outros coronavírus humanos ―HCoV-229E, HCoV-NL63, HCoV-OC43― que só produzem sintomas de resfriados.</p>



<p>Esses&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/noticias/coronavirus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">coronavírus</a>&nbsp;compartilham algumas proteínas com o temível SARS-CoV-2, de modo que os linfócitos da memória gerados contra coronavírus menos virulentos podem unir-se ao novo vírus. É algo que outro estudo recente também mostrou. Agora, a questão é se esses linfócitos são capazes de neutralizar o vírus. Se assim for, o novo coronavírus teria menos possibilidades de expansão entre a população.</p>



<p>“Essas pessoas não expostas ao vírus têm linfócitos CD4 que podem reconhecer vários antígenos do SARS-CoV-2, incluindo a proteína S [com a qual penetra nas células humanas], o que é muito importante para o desenvolvimento de uma vacina”. explica Sydney Ramírez, pesquisadora do Instituto de Imunologia La Joya (Califórnia) e coautora do estudo que identificou esse fenômeno pela primeira vez. Sua equipe agora está analisando se essa imunidade cruzada protege contra uma infecção por SARS-CoV-2, mas eles suspeitam que a proteção seja apenas parcial: não evitaria o contágio, mas talvez impediria os&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/sociedade/2020-05-22/medicos-detectam-sintomas-diferentes-nos-casos-de-covid-mais-recentes-na-china.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sintomas mais graves da covid-19</a>.</p>



<p>Dois outros estudos feitos na Itália mostraram que não é preciso ter anticorpos para derrotar o vírus. Os dados são de pessoas com agammaglobulinemia, uma doença genética que as impede de produzir anticorpos. Diferentes estudos mostraram que vários infectados que sofriam dessa enfermidade superaram a covid-19 ―alguns mesmo sem sintomas graves―, o que provavelmente implica que eles geraram células imunes, possivelmente linfócitos capazes de localizar e matar as células infectadas, explica Ramírez.</p>



<p>Quando um vírus entra no corpo, é ativado um mecanismo no qual as moléculas de histocompatibilidade identificam diferentes fragmentos do patógeno ―antígenos― e as apresentam aos linfócitos. Centenas de antígenos diferentes podem ser gerados em cada infecção viral e para cada um haverá um linfócito que carregará esse retrato falado para identificar e destruir o vírus, no caso de encontrá-lo. E os linfócitos também têm memória; portanto, se o patógeno reaparecer semanas ou meses depois ―mesmo para a vida toda em algumas doenças― eles se lembrarão e poderão eliminá-lo.</p>



<p>O sistema nervoso e o sistema imunológico são os dois únicos que têm capacidade de memória, de lembrar de exposições anteriores a patógenos&#8221;, destaca África González, imunologista da Universidade de Vigo. O estudo alemão mostra que a resposta do sistema imunológico dos pacientes contra o novo vírus é muito variada. Os pacientes produziram muitos antígenos diferentes. Alguns identificam a proteína S com a qual o vírus se liga às células humanas para penetrá-las e sequestrar sua maquinaria biológica, outros identificam a membrana protetora que o recobre, outros se concentram em outras proteínas e juntos fazem um retrato completo do patógeno e um exército de células assassinas capazes de eliminá-lo. Essa resposta imune celular provavelmente ajuda a tornar a neutralização de patógenos completa e duradoura.</p>



<p>Esta última informação é muito importante para o desenvolvimento de vacinas, diz González. “A maioria das vacinas desenvolvidas está focada na resposta humoral, na produção de anticorpos neutralizantes que podem bloquear a entrada do vírus. Talvez uma vacina combinada, que potencialize ambos os ramos, celular e humoral, possa ser a mais eficaz”, ressalta.</p>



<p>Nesse sentido, algumas das vacinas mais avançadas,&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/ciencia/2020-05-18/a-primeira-vacina-experimental-contra-a-covid-19-testada-em-humanos-mostra-resultados-promissores.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">como a da Moderna</a>, nos Estados Unidos, concentram-se em um único antígeno ―a proteína S―, por isso poderiam gerar uma resposta imune menos completa do que outras baseadas em vírus completos atenuados, como duas que a China está desenvolvendo ou, em uma fase mais inicial, a da Espanha.</p>
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		<title>Coronavírus: por que há mais homens que mulheres infectados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2020 18:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[José Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[. proporção]]></category>
		<category><![CDATA[Corona-vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo revelou que a taxa de mortalidade por coronavírus entre os homens é de 2,8%, contra 1,7% nas mulheres.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No início de fevereiro, quando as autoridades chinesas já estavam combatendo o surto de <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/clmq8rgyyvjt">coronavírus</a> há um mês, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China (CCDC) realizou seu primeiro estudo com base em dados de pacientes.</p>
<p>A amostra era composta por 138 pessoas que haviam sido hospitalizadas com covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. A idade média era de 56 anos — e 54,3% deles eram homens.</p>
<p>Semanas depois, quando o mesmo centro conduziu um estudo mais amplo, analisando os prontuários médicos de 72.314 pacientes, os dados mostraram uma conclusão semelhante.</p>
<p>Dos casos confirmados, 51% eram homens — mas o que chamou a atenção dos especialistas é que a taxa de mortalidade também era maior para o sexo masculino: 2,8% para os homens, e 1,7% para as mulheres.</p>
<p><figure style="width: 976px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="responsive-image__img js-image-replace" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/624/cpsprodpb/471E/production/_111060281_gettyimages-1203059644.jpg" alt="Médico" width="976" height="549" data-highest-encountered-width="624" /><figcaption class="wp-caption-text">Até o momento, ainda não há vacina contra o novo coronavírus (Getty Images)</figcaption></figure></p>
<p>Parte da conclusão dos médicos é que a infecção pelo novo coronavírus &#8220;tem maior probabilidade de afetar homens mais velhos com algum tipo de doença prévia&#8221;.</p>
<p>Mais de 82 mil casos da doença foram registrados ao redor do mundo, e 2,8 mil pessoas morreram — sendo a maior parte na China.</p>
<h3>Questão hormonal?</h3>
<p>Para Sabra Klein, do departamento de microbiologia molecular e imunologia da Escola de Saúde Pública da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, o estrogênio — hormônio sexual feminino — pode ser a explicação para as diferentes respostas à doença.</p>
<p>&#8220;O estrogênio pode estimular aspectos da imunidade que são importantes para eliminar uma infecção viral e responder bem às vacinas&#8221;, diz a cientista à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.</p>
<p>Com base nessas informações, Klein levanta a hipótese de que o estrogênio seja um fator que contribui para a maior imunidade do sexo feminino no surto atual de coronavírus.</p>
<p>Mas como o surto é recente, ainda não há pesquisas que demonstrem isso de forma definitiva.</p>
<p>&#8220;Vários estudos realizados com camundongos infectados pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave (Sars) mostraram que o estrogênio contribuiu sem dúvida para a maneira como as fêmeas controlavam melhor a infecção do que os machos.&#8221;</p>
<p>Isso também aconteceu com o vírus da gripe comum.</p>
<p><figure style="width: 976px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="responsive-image__img js-image-replace" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/624/cpsprodpb/E83A/production/_110605495_gettyimages-1195280945.jpg" alt="Pessoa lavando as mãos" width="976" height="549" data-highest-encountered-width="624" /><figcaption class="wp-caption-text">Como medida preventiva, as autoridades de saúde pedem para as pessoas lavarem as mãos constantemente (Getty Images)</figcaption></figure></p>
<p>Em uma pesquisa realizada em células coletadas da mucosa do nariz de homens e mulheres, os pesquisadores descobriram que o estrogênio reduz bastante a quantidade de vírus da gripe que se replica nas células infectadas.</p>
<p>Isso sugere um possível efeito protetor do estrogênio no combate ao vírus.<br />
Para Janine Austin Clayton, diretora associada de pesquisa em Saúde da Mulher no Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, essa pesquisa mostrou &#8220;a importância de estudar as células de homens e mulheres e considerar o sexo como uma variável biológica ao coletar e analisar os dados das células&#8221;.</p>
<p>Além disso, as mulheres tendem a apresentar maior imunidade do que os homens após infecções virais, incluindo a gripe, o que poderia deixar a população feminina mais preparada para uma epidemia como esta.</p>
<h3>Fatores culturais e sociais</h3>
<p>Ambas as cientistas concordam, no entanto, que há vários fatores sociais e culturais que também podem estar fazendo com que a taxa de mortalidade dos homens seja mais alta.</p>
<p><figure style="width: 976px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="responsive-image__img js-image-replace" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/624/cpsprodpb/BC4E/production/_111060284_73feaa45-a092-44e7-a36a-c921fce63930.jpg" alt="Homem com máscara" width="976" height="549" data-highest-encountered-width="624" /><figcaption class="wp-caption-text">O coronavírus é uma grande família de vírus, mas sabe-se que apenas seis (o novo seria o sétimo) infectam seres humanos (Getty Images)</figcaption></figure></p>
<p>Na China, onde 99% dos casos foram registrados até agora, a porcentagem de homens que fumam, de acordo com dados coletados pelo jornal americano The New York Times, é superior a 50%, em comparação com 2% das mulheres.</p>
<p>E como o coronavírus ataca os pulmões, causando pneumonia, o tabagismo aumenta o risco de complicações quando há uma infecção pelo novo coronavírus.</p>
<p>Os pacientes infectados apresentam vários sintomas, incluindo falta de ar, febre, tosse seca e dor muscular.</p>
<p>Austin Clayton lembra ainda que não devemos esquecer as diferenças de gênero, ou seja, as diferenças entre homens e mulheres em relação a comportamentos e papéis sociais. Fatores que não têm nada a ver com a biologia.</p>
<p>Uma grande diferença de gênero se traduz, por exemplo, no percentual de homens e mulheres que vão ao médico quando estão doentes.</p>
<p><figure style="width: 976px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="responsive-image__img js-image-replace" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/624/cpsprodpb/371F/production/_110911141_gettyimages-151032915.jpg" alt="Coronavírus no microscópio" width="976" height="549" data-highest-encountered-width="624" /><figcaption class="wp-caption-text">É assim que o coronavírus é visto no microscópio (Getty Images)</figcaption></figure></p>
<p><strong><em> </em></strong>&#8220;De acordo com um estudo dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, as mulheres americanas são 33% mais propensas que os homens a procurar um médico quando se sentem mal&#8221;, explica.</p>
<h3>Doenças prévias</h3>
<p>Outros fatores que têm impacto direto na taxa de mortalidade dos homens infectados pelo novo coronavírus são a existência de doenças prévias e a idade.</p>
<p>Há uma incidência maior de diabetes tipo 2 entre os homens — e a pressão arterial deles costuma ser mais alta que a das mulheres.</p>
<p>&#8220;Nos seres humanos, embora as diferenças na imunidade possam ser um fator que contribui para responder à questão de por que as taxas de mortalidade são mais baixas nas mulheres do que nos homens, também devemos levar em conta doenças associadas a um risco maior de morte por coronavírus&#8221;, diz Klein.</p>
<p>Por exemplo, as doenças cardiovasculares são um fator de risco &#8220;associado a piores resultados no atual surto de coronavírus, e os homens podem apresentar mais doenças cardíacas do que as mulheres nas faixas etárias em que as pessoas morrem&#8221;.</p>
<p>De fato, as taxas de mortalidade aumentam gradualmente de acordo com a idade: para pessoas com 40 anos, é de 0,4%; de 50 anos, 1,3%; de 60 anos, 3,6%; de 70 anos, 8%; e de 80 ou mais, 14,8%.</p>
<p>A pesquisa do CCDC diz que cerca de 80,9% das novas infecções por coronavírus podem ser classificadas como leves, 13,8% como graves e apenas 4,7% como críticas, o que inclui insuficiência respiratória, falência múltipla dos órgãos e sepse.</p>
<p>No entanto, também há um inconveniente em ter um sistema imunológico mais forte.</p>
<p>&#8220;Embora a melhor resposta imune das mulheres contribua para uma eliminação mais rápida dos micróbios, essas respostas robustas também podem contribuir para uma maior suscetibilidade a doenças inflamatórias e autoimunes entre as mulheres&#8221;, diz Janine Austin Clayton à BBC News Mundo.</p>
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