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	<title>Exibindo: Gisele Santana | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: Gisele Santana | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Arrebatada por trás e tiro na têmpora: como PM Gisele foi assassinada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi preso nesta quarta-feira (18/3). Ele é investigado pela morte da esposa, a PM Gisele Santana A investigação da Justiça Militar que decretou a prisão do tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, apontado como principal suspeito pela morte de sua esposa, a PM [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/arrebatada-por-tras-e-tiro-na-tempora-como-pm-gisele-foi-assassinada/">Arrebatada por trás e tiro na têmpora: como PM Gisele foi assassinada</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi preso nesta quarta-feira (18/3). Ele é investigado pela morte da esposa, a PM Gisele Santana</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação da <a href="https://www.stm.jus.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Justiça Militar</a> que <a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/coronel-preso-suspeito-matar-esposa-pm">decretou a prisão do tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto</a>, de 53 anos, apontado como principal suspeito pela morte de sua esposa, a PM Gisele Alves Santana, de 32, afastou a hipótese de suicídio da vítima, já que <strong>o mosaico probatório aponta que ela foi arrebatada pelas costas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a apuração, Gisele foi “<strong>abordada por trás</strong>, com mão esquerda do agressor na mandíbula/face e <strong>arma na mão direita</strong> dirigida à têmpora direita. Após o disparo, o corpo foi deposto ao chão, houve escoamento sanguíneo e manipulações subsequentes (inclusive posição da arma na mão)”, descreveu o documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em primeiro momento, o caso era investigado como suicídio, mas, <strong>com o aprofundamento das diligências, emergiram <a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/coronel-preso-investigado-feminicidio">indícios de feminicídio e fraude processual</a></strong>. O tribunal levou em consideração o <a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/pm-gisele-violencia-fisica-psicologica-patrimonial">contexto de violência doméstica que rodeava o relacionamento</a> entre Geraldo e Gisele. O tenente-coronel também usava sua posição hierárquica para potencializar a violência, apontaram as apurações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TJM também levou em consideração que, no dia da morte da PM, Geraldo ligou para terceiros antes de acionar o 190.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Os primeiros socorristas relataram que a cena que presenciaram ao chegarem no local do ocorrido foi <strong>atípica para suicídio</strong>: Gisele estava ao solo, envolta por toalha, com a arma semiempunhada na mão direita, sem contratura muscular, tendo sido retirado com facilidade pelo socorrista, com manchas de sangue concentradas na região da cabeça e do braço direito. Além disso, o investigado estava no corredor, sem camisa, ao telefone, <strong>mantendo tranquilidade incomum</strong> ao contexto, enquanto a Sd PM Gisele ainda apresentava batimentos cardíacos e respiração profunda e agonizante no interior do apartamento”, disse o documento.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para o TJM, <strong>o mosaico probatório também aponta que o investigado era a única pessoa com Gisele antes do fato e o primeiro a intervir na cena</strong>, “o que robustece a autoria em seu desfavor”.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Morte de PM Gisele levou à prisão de tenente-coronel</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>A policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada gravemente ferida na manhã de 18 de fevereiro, dentro do apartamento onde vivia com o marido no Brás, região central de <a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo">São Paulo</a>.</li>



<li>Ela foi socorrida por equipes do <a href="https://www.corpodebombeiros.sp.gov.br/#/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Corpo de Bombeiros</a> e levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, onde morreu horas depois, em decorrência de traumatismo cranioencefálico provocado por disparo de arma de fogo, conforme o atestado de óbito.</li>



<li>Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio consumado, mas depois <a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/morte-policial-esposa-tenente-investigada">foi alterado para morte suspeita, com “dúvida razoável” de tratar-se de suicídio</a>.</li>



<li>Com o avanço das análises periciais e a reconstituição da sequência de acontecimentos dentro do imóvel, a Polícia Civil concluiu que a dinâmica do disparo não corresponde à hipótese de suicídio inicialmente apresentada.</li>



<li>Com base nesse conjunto de elementos, a Justiça autorizou a prisão do tenente-coronel, que passou a responder pela morte da policial militar.</li>



<li><a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/policia-pede-prisao-coronel-morte-pm">A Polícia Civil solicitou à Justiça, em 17 de março, a prisão preventiva do tenente-coronel</a>. O pedido sucedeu a conclusão, com base em perícia técnica, de que ele seria o principal suspeito pela morte da esposa.</li>



<li><a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/coronel-preso-suspeito-matar-esposa-pm">A Justiça Militar do Estado de São Paulo decretou a prisão preventiva do tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto nesta quarta-feira (18/3)</a>. Ele foi preso no mesmo dia em um condomínio residencial de São José dos Campos, no Vale do Paraíba.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph">A prisão ocorreu após o avanço das investigações conduzidas pelo 8º Distrito Policial (Brás), que analisaram laudos periciais, depoimentos de testemunhas e registros das primeiras horas após o disparo que atingiu a policial militar <em>(veja mais abaixo)</em>. Segundo os investigadores, os elementos reunidos indicam que a dinâmica do caso não é compatível com a versão inicial apresentada pelo oficial, que desde o início sustentava que a esposa teria cometido suicídio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prisão do coronel</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O tenente-coronel, de 53 anos, foi preso na manhã desta quarta-feira em condomínio residencial em São José dos Campos, no interior paulista. A prisão preventiva dele foi decretada pela Justiça Militar de São Paulo após um pedido da Polícia Civil feito nessa terça-feira (17/3).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://img.youtube.com/vi/en5mJVyvUJY/maxresdefault.jpg" alt="Veja momento da prisão do tenente-coronel acusado de matar a esposa PM"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão da Justiça Militar que autorizou a prisão do tenente-coronel <a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/quebra-sigilo-coronel-esposa-pm">também determinou a apreensão de aparelhos celulares, a quebra de sigilo de dados eletrônicos e o compartilhamento de provas com a Polícia Civil, que conduz investigação paralela</a>.</p>
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