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	<title>Maranhão Brasil</title>
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	<title>Maranhão Brasil</title>
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		<title>Palavra, usada por Lula, em debate, para se referir a Flávio Bolsonaro &#8211; &#8220;miliciano&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 15:57:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lívia Coutinho* A fala de Lula se deu logo após Flávio debochar e chamar o adversário mais pra perto, para “conversar“. O petista, por sua vez, rebateu: “Não quero ficar perto de você. [Da] família Bolsonaro quero distância de miliciano.“, detonou. O debate na Band, aconteceu no domingo (18/10) e segue dando o que falar. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Lívia Coutinho*</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A fala de Lula se deu logo após Flávio debochar e chamar o adversário mais pra perto, para “<em>conversar</em>“. O petista, por sua vez, rebateu: “<em>Não quero ficar perto de você. [Da] família Bolsonaro quero distância de miliciano.</em>“, detonou.<a href="https://www.areavip.com.br/autor/livia-cout/"></a></p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_1057514"><img decoding="async" src="https://www.areavip.com.br/wp-content/uploads/2026/10/flavio-bolsonaro-e-lula-4.jpg" alt="Flávio Bolsonaro e Lula" class="wp-image-1057514" title="Flávio Bolsonaro e Lula"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Flávio Bolsonaro e Lula. Foto: Divulgação/Band</em></strong></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O debate na Band, aconteceu no domingo (18/10) e segue dando o que falar. Durante o confronto, o presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong> (PT) chamou <strong>Flávio Bolsonaro</strong> (PL) de “miliciano”. Logo depois do confronto, a palavra foi uma das mais pesquisadas do Google.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Posteriormente, as buscas pelo termo superou um milhão de buscas no Google e agora, o Área VIP te ajuda a entender melhor a palavra.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Afinal, o que é miliciano?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, miliciano é a pessoa que integra uma milícia. Ou seja, uma organização criminosa armada, que atua fora da estrutura oficial do Estado e exerce controle ilegal sobre territórios e moradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Rio de Janeiro, esses grupos podem reunir policiais e ex-agentes de segurança, além de outros integrantes. Entre suas atividades estão a cobrança de taxas ilegais por suposta proteção e a exploração de serviços como internet, transporte, energia elétrica e imóveis. Além disso, milícias podem usar ameaças, extorsão e violência para impor regras e controlar a população.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Relembre</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2005, Flávio propôs conceder a Medalha Tiradentes a Adriano da Nóbrega, apontado pelo Ministério Público do RJ como líder de uma milícia. Ele morreu em 2020, durante uma operação policial na Bahia. Sua mãe e sua esposa trabalharam no gabinete do filho de Bolsonaro e apareceram na investigação sobre suspeitas de “rachadinha”. Em 2022, a Justiça do Rio rejeitou a denúncia contra o político após anular provas da acusação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro caso envolve uma emenda de R$ 199.999,79 destinada, em 2023, a um projeto de futebol infantil. Robson Calixto Fonseca, conhecido como ‘Peixe’ e ligado aos irmãos Brazão, intermediou o pedido. A Polícia Federal (PF) investiga suspeitas de desvio, enquanto o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou problemas na execução do projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro de 2026, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Peixe a 9 anos de prisão por participação em organização criminosa ligada ao caso Marielle Franco. A Justiça também condenou os irmãos Brazão como mandantes do assasinato.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://www.areavip.com.br/autor/livia-cout/">Lívia</a> Coutinho</strong> &#8211; L<em><strong>ívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>EXCLUSIVO: Flávio Bolsonaro pagou R$ 600 mil a empresa que vende nos EUA sistema de IA para manipular eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 04:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[manipulação]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de IA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Elytron ofereceu operação clandestina para mapear eleitores, criar contas falsas, espalhar mentiras e desacreditar rivais, indicam documentos revelados por ex-consultor. Campanha de Flávio nega contratação de qualquer serviço ilegal Laís Martins, Leandro Becker e Eduardo Goulart THE INTERCEPT BRASIL O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, pagou R$ 600 mil à Elytron, empresa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Elytron ofereceu operação clandestina para mapear eleitores, criar contas falsas, espalhar mentiras e desacreditar rivais, indicam documentos revelados por ex-consultor. Campanha de Flávio nega contratação de qualquer serviço ilegal </strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.intercept.com.br/equipe/lais-martins/"></a><a href="https://www.intercept.com.br/equipe/leandro-becker/"> </a><a href="https://www.intercept.com.br/equipe/eduardo-goulart/"></a><a href="https://www.intercept.com.br/equipe/lais-martins/">Laís Martins</a>, <a href="https://www.intercept.com.br/equipe/leandro-becker/">Leandro Becker</a> e <a href="https://www.intercept.com.br/equipe/eduardo-goulart/">Eduardo Goulart</a> THE INTERCEPT BRASIL</p>



<p class="wp-block-paragraph">O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, pagou R$ 600 mil à Elytron, empresa de cibersegurança que tentou vender fora do Brasil um sistema que usa inteligência artificial para manipulação política em eleições de forma clandestina. O PL também declarou ter pago R$ 131,9 mil à mesma companhia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Documentos obtidos pelo <strong>Intercept Brasil</strong> detalham a oferta feita nos Estados Unidos de uma operação que incluía fazer uma coleta imensa de dados e identificar grupos de eleitores para, de acordo com o perfil de cada um, executar atividades como disseminar boatos e desinformação, criar contas falsas nas redes sociais e utilizar “técnicas de guerra psicológica” e métodos de infiltração para desacreditar adversários.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">São essas ações, chamadas de “comportamentos inautênticos”, que diferenciam uma operação de influência ilegal e clandestina de uma mera estratégia de marketing político, comum em campanhas eleitorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os registros da operação foram entregues à reportagem pelo empreendedor e tecnologista estadunidense Vincent Edward Reed, que foi consultor da Elytron entre 2024 e 2025 e atuou como intermediário para que o sistema fosse apresentado a pessoas ligadas à campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos em 2024 – a tecnologia foi demonstrada aos republicanos, mas não há confirmação de contratação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reed disse que rompeu com a Elytron por avaliar que o sistema viola preceitos éticos e legais. “Quando vi a demonstração [do sistema] e o dashboard, pude entender do que era capaz. E isso foi preocupante para mim porque vi que estava mirando eleitores e poderia atingi-los com deepfakes de IA”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele denunciou a operação ao FBI e ao Comitê de Supervisão da Câmara dos Deputados dos EUA, mas as apurações não avançaram. Os pagamentos da campanha de Flávio Bolsonaro à Elytron fizeram Reed procurar o Intercept para contar o que sabe. Não há evidências que comprovem que o sistema de manipulação política denunciado por Reed tenha sido usado por Flávio ou pelo PL nas eleições de 2026.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação de um sistema de manipulação política nesses moldes violaria as leis que regulamentam as eleições no Brasil porque compromete a integridade do processo eleitoral. O uso de uma ferramenta com este fim também iria contra políticas e regras de uso das próprias plataformas de redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O total pago à Elytron pela campanha de Flávio soma R$ 600 mil, de acordo com o DivulgaCand, sistema da Justiça Eleitoral em que os candidatos informam suas despesas. Lá há três notas fiscais emitidas pela empresa. Duas delas, de R$ 500 mil cada, são de 16 de setembro de 2026 – uma, entretanto, consta como cancelada. A terceira nota é de 2 de outubro e totaliza R$ 100 mil.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.intercept.com.br/2026/10/1-710x1024.jpg" alt="" class="wp-image-445520"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.intercept.com.br/2026/10/2-710x1024.jpg" alt="" class="wp-image-445521"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Todas descrevem o serviço prestado como “consultoria em tecnologia da informação” e citam referências genéricas a quatro atividades: “apoio forense”, “investigação Pishing” — possível referência a um tipo de ataque cibernético, embora a grafia esteja errada —, “teste de seguranca” e “monitoramento de infraestrutura”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora no sistema da Justiça Eleitoral a soma de pagamentos feitos para a Elytron totalize R$ 600 mil, a campanha de Flávio Bolsonaro declarou uma despesa de R$ 1 milhão com a empresa na prestação de contas parcial entregue à Justiça Eleitoral no final de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PL, partido de Flávio, também informou um pagamento de R$ 131,9 mil à Elytron. A despesa foi registrada em 20 de julho deste ano e menciona apenas a prestação de “serviços técnico-profissionais”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Elytron mobiliza uma rede de atores políticos internacionais, executivos do setor de tecnologia e nomes da extrema direita brasileira, como o lutador de jiu-jitsu Renzo Gracie. Além do lado brasileiro, que tem como clientes grandes empresas e até órgãos de governo, encontramos conexões que mostram que a empresa tem um braço em Portugal e é ligada a autoridades dos Emirados Árabes Unidos, como o xeque Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, <a href="https://www.wsj.com/politics/policy/spy-sheikh-secret-stake-trump-crypto-tahnoon-ea4d97e8">chamado pelo Wall Street Journal</a> de “xeque espião”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, dirigentes da Elytron mantêm ligações com o entorno do empresário e influenciador Pablo Marçal – cuja candidatura à Presidência da República foi proibida pelo Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, por ele estar inelegível. Marçal integra a equipe de campanha de Flávio desde o fim de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia feita por Reed envolvendo Elytron é um novo elemento nas preocupações envolvendo manipulação política via redes sociais e uma possível interferência nas eleições do Brasil. O tema vem ganhando força desde o ano passado diante da proximidade da família Bolsonaro com Trump e a adoção de medidas pelo governo dos EUA contra o Brasil – e até resultou na condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação, após ter sido acusado de articular retaliações contra o país e ministros do Supremo Tribunal Federal, o STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurada pelo Intercept, a campanha de Flávio Bolsonaro disse que “não contrata nenhum serviço que viole a legislação eleitoral” e classificou como grave e com “claro viés político eleitoreiro” a “tentativa de associar a contratação de um serviço exclusivo de segurança da informação para proteger os sistemas de comunicações contra ataques cibernéticos com práticas de manipulação política”. A assessoria frisou ainda que a contratação seguiu procedimentos regulares. Leia a resposta na <a href="https://uploads.intercept.com.br/2026/10/IntegraFlavio.pdf">íntegra</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós procuramos a Elytron por meio de sua assessoria de imprensa, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem. Também procuramos João Brasio, CEO da empresa no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a publicação, a Elytron respondeu os questionamentos enviados pelo Intercept. Disse que “repudia veementemente qualquer tentativa de associar seu nome à disseminação de informações falsas, ao uso de deepfakes ou à realização de operações clandestinas de manipulação da opinião pública”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também pontou que “a empresa atua no segmento de segurança cibernética e da informação, com serviços de natureza exclusivamente defensiva, e não oferece, não executa nem autoriza esse tipo de prática para nenhum cliente, nacional ou internacional, incluindo a campanha do senador Flávio Bolsonaro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Elytron ainda informou que não prestou serviços para a campanha de Trump e que não autorizou a “realização de apresentações comerciais em seu nome para oferecer operações de influência política”. A empresa afirmou que apurará os fatos e eventuais responsabilidades relacionadas ao uso indevido de seu nome.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto aos serviços prestados à campanha de Flávio e ao PL, a Elytron destacou que “possuem finalidade técnica e preventiva, voltada à proteção cibernética, à segurança das comunicações, à preservação da confidencialidade de informações e à proteção da infraestrutura tecnológica dos contratantes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa ainda confirmou que possui pessoa jurídica em Portugal para fins de “organização societária e tributária para eventuais operações comerciais no mercado europeu”, mas que isso não constitui uma filial da Elytron brasileira. Leia aqui a <strong><a href="https://uploads.intercept.com.br/2026/10/IntegraElytron.pdf">íntegra</a></strong> da resposta enviada pela Elytron.</p>



<h4 class="wp-block-heading">‘O termo manipulação foi de fato usado’</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Reed contou ao Intercept que, no período em que atuou como consultor da Elytron, apresentaram-lhe o sistema como uma ferramenta analítica de IA, o que não seria um problema. No entanto, ao acessá-lo e entender do que se tratava, ele disse que ficou preocupado. “O termo manipulação foi de fato usado. E qualquer vez que eu ouço a palavra manipulação humana, especialmente quando envolve IA, me preocupa”, completou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Documentos indicam que o objetivo do sistema ia muito além de análise de dados. Um deles, de acordo com Reed, é a apresentação confidencial que foi feita a pessoas ligadas à campanha de Trump em 2024. “Nós desenvolvemos soluções de ponta que aparelham <em>big data</em> como nunca antes”, descreve o material da Elytron.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o documento, unir dados e inteligência artificial viabiliza campanhas massivas direcionadas, controle da presença digital e identificação de ameaças, rastreamento de robôs e fake news, além de mobilização de pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mobilizar essas bases, segundo a apresentação, a Elytron coleta e cruza dados sociais, políticos e econômicos. O sistema promete geodirecionamento, mapeamento de demandas regionais, criação de cenários de votação e testes de eficácia de campanhas de comunicação.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.intercept.com.br/2026/10/sistema2.png" alt="" class="wp-image-445523"/><figcaption class="wp-element-caption">Apresentação em inglês cita operações de ataque e defesa, unidades de infiltração e intervenção de um “exército digital”. Entre os objetivos, estão fazer ataques e interferências “silenciosas” e garantir uma “imagem de poder e controle”. (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Outra frente do negócio oferece a publicação de reportagens na imprensa internacional valendo-se de “relacionamentos excepcionais”. A lista menciona veículos como The New York Times, Bloomberg, The Washington Post, Reuters e CNN.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento também expõe o uso de mapeamento avançado em redes sociais para manipular e segmentar públicos. “Essa capacidade de segmentação nos permite identificar, ampliar ou criar uma opinião dominante dentro de um segmento definido” ou “mover a evolução de uma opinião do segmento A para o segmento B, com o objetivo de tornar essa opinião prevalecente e aumentar sua influência”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">‘Essa capacidade de segmentação nos permite identificar, ampliar ou criar uma opinião dominante dentro de um segmento definido’</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Monitorar redes sociais, identificar tendências, mapear detratores ou contas falsas são práticas rotineiras para fins políticos ou comerciais – não é ilegal e costuma ser feito por meio de ferramentas pagas como Meltwater e Brandwatch.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diferencial mencionado pela Elytron na apresentação à qual Reed teve acesso é a operação ativa de comportamentos inautênticos: a empresa sugere a criação de contas falsas, plantar desinformação e rumores e operar avatares gerados por inteligência artificial.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das táticas descritas é a “disseminação direcionada de uma opinião ou informação (rumores, mensagens-chave, ideias) em um grupo específico”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.intercept.com.br/2026/10/sistema3.png" alt="" class="wp-image-445524"/><figcaption class="wp-element-caption">Outro trecho destaca estratégia para plantar uma opinião em grupos “fortemente polarizados” de acordo com localização geográfica, idade e engajamento político. Ainda menciona como “operação especial” as ações para disseminar rumores e desacreditar oponentes com “técnicas de guerra psicológica e métodos de infiltração”. (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Por exemplo, se o objetivo estratégico for associar um oponente a uma determinada opinião, podemos introduzir essa opinião com precisão em vários grupos-alvo, influenciando, assim, a percepção coletiva”, descreve a empresa no documento. O cardápio de serviços menciona, ainda, descredibilização de adversários.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um gráfico anexado na apresentação revela o fluxograma tático. O plano parte da definição de um objetivo político da operação para, então, traçar um alvo operacional. A partir daí, define-se o método: as opções vão desde operações psicológicas, com a infiltração em redes adversárias, a operações especiais, com a criação e disseminação de desinformação e de descrédito, até chegar ao gerenciamento de opiniões.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.intercept.com.br/2026/10/sistema1.png" alt="" class="wp-image-445522"/><figcaption class="wp-element-caption">Uma das páginas da apresentação mostra que a operação parte do objetivo político e, depois, se divide em operações psicológicas, especiais e de opiniões. Entre as ações previstas, estão infiltração em redes de opositores, espalhar informações falsas e desacreditar adversários a partir da criação e disseminação de conteúdo. (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na etapa seguinte, de acordo com a apresentação, é definida a estratégia de transmissão. O plano abrange desde a criação de conteúdo – imagens, vídeos, memes, deepfakes – até a distribuição coordenada em blogs, redes sociais e na imprensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Intercept submeteu o documento que detalha a operação à Beatriz Farrugia, pesquisadora da Lupa e analista sênior de desinformação e FIMI (o acrônimo em inglês para manipulação de informação e interferência estrangeira) do Debunk, uma ONG baseada na Lituânia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Farrugia também é especialista em operações de influência, que são esforços deliberados e planejados que empregam técnicas ilegítimas para moldar opiniões e percepções das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa tela [do plano, foto acima] é exatamente a definição de A a Z de operação de influência”, diz a especialista, pontuando que estratégia vai muito além de apenas postar desinformação ou deepfakes nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reed detalhou ao Intercept a mecânica comercial da Elytron, que mapeia as metas do cliente. “Assim que uma campanha assina um contrato, representantes dela teriam acesso a uma equipe que ficaria encarregada de entender os objetivos. Essa campanha quer difamar o adversário? Eles querem colocar uma campanha de comunicação massiva? E também passam a pensar qual o desfecho que a campanha busca. Quer manipular eleitores? Influenciar opiniões?”, pontuou.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">‘Como usa tecnologia de fontes abertas e tem acesso ao X e às plataformas da Meta, o sistema pode mirar usuários individuais com base em demografia’</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Com o alvo traçado, o sistema entra em ação. “Como usa tecnologia de fontes abertas e tem acesso ao X e às plataformas da Meta, o sistema pode mirar usuários individuais com base em demografia”, explicou Reed. As apresentações indicam que uma ampla variedade de outros bancos de dados também pode ser integrada para fortalecer essas capacidades de segmentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele disse que a demonstração à qual teve acesso deixou claro que o sistema não era apenas uma ferramenta analítica, mas uma tecnologia de manipulação eleitoral focada em campanhas e eleitores.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Conexão nos Emirados Árabes</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Elytron se apresenta como uma empresa de segurança da informação com atuação internacional. Além do endereço comercial em São Paulo divulgado em seu site, a firma possui registro em Portugal desde 2021.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rosto público da empresa é João Lucas Melo Brasio, autointitulado “especialista em cibersegurança e hacker ético”. Em 2018, ele fundou o negócio com Felipe Garofalo. Naquele mesmo ano, ganhou notoriedade após declarar ter <a href="https://noticias.r7.com/eleicoes-2018/empresa-detectou-falha-em-sistema-do-tse-a-15-dias-das-eleicoes-07102018/">identificado uma vulnerabilidade</a> no sistema de divulgação de candidaturas e contas eleitorais do TSE, o DivulgaCand.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevistas, Brasio afirma ter trabalhado para o Pentágono e outros órgãos de defesa, cujos logotipos também aparecem no site da empresa. Ele também é sócio de diversas outras empresas. Uma delas é a Katana, agência de comunicação focada em campanhas políticas. Em <a href="https://katana.tec.br/">seu site</a>, a companhia se apresenta como “resultado da sinergia entre a Nova Estratégia Comunicação Institucional Pública e Eleitoral e a Elytron Security”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista ao jornal português Observador, em 2022, Brasio disse que a Elytron tinha uma filial no Algarve com apenas dois funcionários e que já executava projetos em Portugal sob sigilo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro de 2025, Daniel Tupinambá, chefe de segurança da informação da Elytron, publicou no LinkedIn uma foto na Assembleia Geral da Interpol ao lado de Jorge Remígio e Felipe Garofalo, co-fundador da empresa. “Elytron Cybersecurity Brasil e Portugal fechando o terceiro dia de muito aprendizado e compartilhamento legítimo contra o crime cibernético”, escreveu Tupinambá.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reed, que nos procurou com os documentos sobre a operação da Elytron, atuou como consultor para o braço português da empresa. Em 2024, ele começou a trabalhar com pessoas que se apresentaram como ligadas à Elytron Security, empresa de cibersegurança e inteligência artificial que opera no Brasil e em Portugal, e também à Aleria, uma companhia dos Emirados Árabes que desenvolve soluções de inteligência artificial.</p>
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		<title>Debate da Band: Lula desafia Flávio a abrir seus sigilos bancário e fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 04:16:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Bandeirantes TV]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[tensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O debate foi neste domingo, 18, nos estúdios da Band, em õ Paulo. Diante das constantes investidas de Flávio Bolsonaro, querendo atribuir a Lula a pecha de desonesto, o presidente fez o desafio, o que desarmou bastante o concorrente: "Só tem um jeito de saber quem é ladrão, desonesto. Eu abro o meu sigilo e da minha família, e você faz o mesmo", desafiou Lula. Até esse momento, Flávio Bolsonaro estava indo pra cima de Lula, com uma série de acusações que não tinham respaldo na realidade, então Lula fez o desafio de abrir as contas para quebrar os sigilos bancário e fiscal de ambos e de sua famílias. Flávio desconversou e, demonstrou, claramente ter sido atingido.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O debate foi neste domingo, 18, nos estúdios da Band, em õ Paulo.</strong> <strong>Diante das constantes investidas de Flávio Bolsonaro, querendo atribuir a Lula a pecha de desonesto, o presidente fez o desafio, o que desarmou bastante o concorrente: &#8220;Só tem um jeito de saber quem é ladrão, desonesto. Eu abro o meu sigilo e da minha família, e você faz o mesmo&#8221;</strong>, <strong>desafiou Lula.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Até esse momento, Flávio Bolsonaro estava indo pra cima de Lula, com uma série de acusações que não tinham respaldo na realidade, então Lula fez o desafio de abrir as contas para quebrar os sigilos bancário e fiscal de ambos e de sua famílias. Flávio desconversou</strong> e, demonstrou, claramente ter sido atingido.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O debate</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro debate entre Flávio e Lula ficou marcado por bate-bocas sobre corrupção e pouco espaço para propostas. Enquanto o candidato do PL focou em perguntas sobre a lobista Roberta Luchsinger, o petista questionou diversas vezes sobre o patrocínio de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ao filme Dark Horse — que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira os temas que marcaram o debate</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Caso Roberta Luchsinger</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Os candidatos Lula e Flávio Bolsonaro trocaram acusações envolvendo Roberta Luchsinger e o Careca do INSS. O enfrentamento começou quando Flávio perguntou a Lula se ele conhece&nbsp; a lobista Roberta Luchsinger. O candidato à reeleição insistiu no questionamento anterior sobre a posição de Flávio contrária a um projeto que amplia licença-maternidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Você não respondeu a pergunta. Você… O que que você tem em garantir que as mulheres tenham apenas mais dois meses para cuidar de uma criança? Por que que você votou contra?”, questionou Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o candidato do PL reforçou o tema de Luchsinger, mencionando a entrevista que ela deu à CNN na noite desse sábado (17/10). “Lula, Roberta Luchsinger, ela fez acusações muito graves contra você ontem. Eu sei que você não deve ter dormido bem, né, porque ela também falou de muito mais coisas e você dizendo que não a conhecia. Te dou a oportunidade agora de corrigir a sua resposta: você conhece Roberta Luchsinger?”, perguntou Flávio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Roberta é uma questão da Polícia Federal. É a Polícia Federal que vai cuidar. E quando a Polícia Federal fizer a investigação, você vai saber quem é que é a Roberta”, disparou Lula.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Caso Dark Horse</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Diversas vezes durante o segundo bloco, Lula questionou Flávio sobre ter pedido R$ 134 milhões ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para supostamente bancar a produção de Dark Horse, filme sobre a vida de Jair Bolsonaro.&nbsp; “O que você fez com esse dinheiro? É só explicar. Onde você colocou esse dinheiro?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio respondeu que o dinheiro era para o filme, mas não deu mais detalhes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Explica os R$ 134 milhões. É só isso que eu quero, meu querido! É tão simples. Se não foi por fora, a diretora do filme disse que não recebeu nada”, disparou Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O candidato do PL novamente desconversou e declarou que o dinheiro foi para o filme, disse que a produção será “maravilhosa” e provocou o adversário: “Eu vou te dar uma cortesia para você assistir o filme do Bolsonaro, para você ver como é que uma pessoa é amada, por que que a pessoa é chamada de ‘mito’”.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Segurança Pública</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A criminalidade e o combate ao crime organizado estiveram entre os temas mais debatidos na noite deste domingo. Lula defendeu a atuação conjunta da União, dos estados e das prefeituras para enfrentar o crime organizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se o Senado votar a PEC da Segurança, <a href="https://www.metropoles.com/brasil/lula-promete-criar-ministerio-da-seguranca-publica">eu criarei imediatamente o Ministério da Segurança Pública</a> para que a gente possa intervir nos estados. Para que a gente possa intervir numa combinação com estado, prefeituras e União, para que a gente possa libertar os territórios para a comunidade viver, e poder enfrentar o crime organizado, enfrentar os milicianos, enfrentar todo e qualquer tipo de bandidagem”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lula também citou a Lei Antifacção, que, segundo ele, aumentou o tempo de prisão para integrantes de facções criminosas. O presidente afirmou que o combate ao crime organizado deve alcançar tanto quem atua diretamente nos territórios quanto pessoas com maior poder aquisitivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Flávio disse que, se eleito, vai declarar “guerra ao narcoterrorismo” e acusou Lula de “passar a cabeça na mão de bandido”. O <a href="https://www.metropoles.com/brasil/seguranca-flavio-promete-leis-mais-duras-contra-marginais-e-provoca-lula">senador ainda prometeu “leis mais duras” contra “marginais”</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No governo do Flávio Bolsonaro não vai ter ninguém passando a mão na cabeça de bandido como tem no atual governo, que faz uma política de desencarceramento, que coloca nas ruas marginais perigosos alegando que não tem vagas no sistema penitenciário”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No embate direto, Flávio afirmou que Lula tem maioria de votos entre presidiários, mas recebeu uma investida do petista.&nbsp; “Eu quero que votem 100% dos presidiários, inclusive [Jair] Bolsonaro, vote em mim, Bolsonaro! Você conhece o teu filho, você sabe que eu sou melhor do que ele”, disse Lula durante o debate promovido pela TV Band.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Saúde</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ser questionado por Lula sobre a saúde pública no governo de Jair Bolsonaro, Flávio afirmou que foi uma área “que a gente não teve o melhor resultado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu faço aqui esse meu mea-culpa. Tivemos uma pandemia, dois anos de pandemia, uma coisa nova que ninguém sabia direito como tratar, mas o Bolsonaro deu o seu melhor. Inclusive, o Lula tomou vacina, né? Ele tomou vacina. Quem comprou a vacina? O presidente Bolsonaro! Tem Bolsonaro dentro do Lula! Tem Bolsonaro dentro do Lula!”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio detalhou propostas para a saúde pública e criticou os investimentos do governo Lula no SUS. Ao lembrar que convidou Cláudio Lottenberg, ex-presidente do Hospital Albert Einstein, para assumir o Ministério da Saúde em uma eventual gestão, Flávio disse que quer implementar o padrão de atendimento da rede privada no SUS.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lula desafio Flávio a derrubar sigilos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente<a href="https://www.metropoles.com/brasil/lula-desafia-flavio-a-abrir-conta-bancaria-e-sigilo-telefonico"> Lula desafiou o senador Flávio Bolsonaro a abrir os sigilos bancário e telefônico</a>&nbsp; para que a população saiba “quem é ladrão neste país”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O petista propôs que os dois candidatos abram as contas bancárias e os sigilos telefônicos, incluindo os de seus familiares, e entreguem os documentos às autoridades da Justiça para avaliação antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu desafio você que eu, amanhã… amanhã, abrirmos a nossa conta bancária, abrirmos nosso sigilo telefônico, para que o povo brasileiro saiba quem é ladrão neste país!”, afirmou Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente sugeriu que os documentos fossem entregues aos presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo ele, a medida permitiria que os eleitores conhecessem as informações antes da votação.</p>
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		<title>Câmara aprova projeto que amplia limite do MEI e perdoa dívidas de inadimplentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 04:44:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto também amplia para dois o número de funcionários que podem ser contratados por MEIs, desde que recebam exclusivamente um salário mínimo ou o piso da categoria profissional A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (14) projeto de lei que amplia o limite de faturamento para enquadramento de Microempreendedor Individual (MEI) e também perdoa dívidas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Projeto também amplia para dois o número de funcionários que podem ser contratados por MEIs, desde que recebam exclusivamente um salário mínimo ou o piso da categoria profissional</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Fim da escala 6x1: Entenda como foi votação | Jornal da Noite" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/hKBja6xOizY?start=74&#038;feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (14) projeto de lei que amplia o limite de faturamento para enquadramento de Microempreendedor Individual (MEI) e também perdoa dívidas de inadimplentes da categoria. O placar foi de 461 deputados favoráveis e quatro contra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambas as mudanças foram enviadas pelo governo Lula, com o perdão das dívidas do MEI sendo a última <a class="" href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/10/13/na-reta-final-do-segundo-turno-lula-anuncia-credito-e-medidas-para-pequenos-negocios.ghtml">medida anunciada pela campanha de Lula nesta semana como tentativa de reaproximação com o grupo a poucos dias do 2º turno.</a> Agora, o texto segue para análise do Senado Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto amplia o enquadramento no MEI para os empreendedores com faturamento anual de R$ 110 mil em 2027 e de R$ 140 mil a partir de 2028, ante os R$ 80 mil atuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse MEI hoje às vezes dispensa um contrato para não extrapolar a faixa do MEI&#8221;, disse o relator, deputado Rubens Pereira Jr. (PT-MA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse MEI hoje às vezes dispensa um contrato para não extrapolar a faixa do MEI&#8221;, disse o relator, deputado Rubens Pereira Jr. (PT-MA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto também amplia o número de funcionários que podem ser contratados pelos microempreendedores individuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, apenas um funcionário pode ser empregado. O projeto aumenta esse número para até dois, desde que recebam exclusivamente um salário mínimo ou o piso da categoria profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A oposição criticou a votação da medida às vésperas do segundo turno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ainda que eu veja que os empreendedores mereçam essa correção – que é justiça não é bondade –, acho lamentável que venha como uma medida eleitoreira. Lamentável é isso ser pautado&#8221;, disse a deputada Adriana Ventura (Novo-SP).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://g1.globo.com/empreendedorismo/noticia/2026/10/14/perdao-de-dividas-pix-de-r-5-mil-e-teto-maior-para-mei-entenda-o-plano-do-governo-para-o-empreendedor.ghtml" class="">Outra proposta, que prevê a concessão de até R$ 5 mil para investimentos em pequenos negócios</a>, só deve ser enviada pelo governo ao Congresso após as eleições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O recurso será não reembolsável. Ou seja, não precisará ser devolvido pelo beneficiário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impacto fiscal</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto fiscal estimado com a renúncia de receitas é de R$ 1,57 bilhão em 2027, R$ 3,15 bilhões em 2028 e R$ 3,38 bilhões em 2029. <a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/10/13/governo-estima-que-projeto-que-preve-perdao-a-dividas-de-meis-tera-impacto-de-r-3-bilhoes-em-tres-anos.ghtml">Já o impacto com o perdão das dívidas é estimado em R$ 3 bilhões em 3 anos.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Fazenda, o impacto será dividido da seguinte forma:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>2027</strong>: R$ 1,1 bilhão;</li>



<li><strong>2028</strong>: R$ 1 bilhão;</li>



<li><strong>2029</strong>: R$ 909 milhões.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O relator ainda contemplou as dívidas ainda não inscritas na dívida da ativa da União que ainda podem estar com o processo em tramitação. Isso poderia gerar impacto de até R$ 2 bilhões para além do já previsto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto concedeu anistia integral aos MEIs inadimplentes. O projeto perdoa as dívidas contraídas pelos microempreendedores individuais até 13 de outubro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relator, parte desse endividamento se iniciou ainda no período da pandemia e o grupo precisa do auxílio governamental para retomar o controle sobre seus negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O objetivo não é um perdoou geral. Pelo contrário. Há uma regra que exige o adimplemento futuro&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto estabelece contrapartidas para a remissão dos valores devidos: não ficar devedor pelos seis meses consecutivos ao perdão e desistir de eventuais ações na Justiça ligadas aos valores devidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Vitória de Lula: aprovada fim da escala 6&#215;1 e trabalhador está em festa!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 04:03:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[comemorações]]></category>
		<category><![CDATA[Escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado Federal aprovou em dois turnos, na noite desta quarta-feira (14/10), o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 — modalidade de seis dias trabalhados para um de descanso. Nos dois turnos, 75 senadores votaram pela aprovação do texto. Apenas um, Hamilton Mourão (Republicanos-RS), votou contra.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A PEC recebeu 75 votos favoráveis em dois turnos e apenas um senador votou contra. Texto vai à promulgação</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Lula celebra fim da escala 6x1: “Conquista que tenho certeza de que jamais será revogada”" width="563" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/gSHKCbm2aCc?start=18&#038;feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.metropoles.com/tag/senado">Senado Federal </a>aprovou em dois turnos, na noite desta quarta-feira (14/10), o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 — modalidade de seis dias trabalhados para um de descanso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos dois turnos, 75 senadores votaram pela aprovação do texto. Apenas um, Hamilton Mourão (Republicanos-RS), votou contra. Três não participaram: Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira (PP-PI) e Marcio Bittar (PL-AC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por se tratar de uma PEC, o texto precisava ser aprovado por 3/5 do Senado — o equivalente a 49 dos 81 senadores — em dois turnos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator da proposta, Omar Aziz (PSD-AM), rejeitou uma emenda apresentada pelo senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) para que setores que já tenham jornadas iguais ou inferiores a 40 horas semanais não sejam afetados pela PEC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aziz admitiu a necessidade de discutir as particularidades de alguns setores, que deverão se dar nos próximos meses. O PSDB retirou um pedido de destaque para essa emenda, abrindo caminho para aprovação do texto relatado por Aziz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PEC é uma pauta prioritária para o presidente <a href="https://www.metropoles.com/tag/lula">Luiz Inácio Lula da Silva</a> (PT), que tenta a reeleição. <a href="https://www.metropoles.com/brasil/flavio-bolsonaro-e-lula-vao-disputar-o-2o-turno-da-eleicao-presidencial">No 1° turno do pleito, em 4 de outubro, ele ficou atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL), com 47,03% contra 45,16% do petista</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que diz a PEC que acaba com a escala 6×1</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>O texto reduz o atual teto constitucional de jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e institui dois dias de folga, sendo um deles preferencialmente aos domingos.</li>



<li>Ao todo, serão 14 meses de transição: duas horas serão adotadas 60 dias após a promulgação e as outras duas um ano depois.</li>



<li>O tempo de transição foi proposto para permitir que os empresários possam se adaptar.</li>



<li>A PEC garante que não haverá redução salarial.</li>



<li>Quem ganha até dois tetos e meio de benefícios do INSS, que hoje soma cerca de R$ 22 mil, com carteira assinada, não será sujeito às regras da jornada, à exceção do funcionalismo público, incluindo empresas estatais, e categorias que tenham definições por convenções coletivas.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio se colocava contra a proposta. Devido à pressão popular, no entanto, o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou que votaria favoravelmente à matéria em nome da “maioria dos brasileiros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O candidato do PL defende maior flexibilidade das escalas de trabalho, com possibilidade de negociação da carga horária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na tarde desta quarta-feira, Lula usou as redes sociais para enaltecer a proposta e ironizar a oposição. Classificou a mudança de comportamento como “oportunismo eleitoral”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Hoje, quarta-feira, dia 14/10, faltando 11 dias para as eleições. Finalmente o povo brasileiro vai conquistar o fim da escala 6X1 e a conquista da escala de 5 dias de trabalho e 2 dias de descanso, sem redução de salário”, disse em vídeo publicado em sua página no Instagram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E seguiu: “É importante ter em conta que nossos adversários decidiram ontem que vão votar favorável, mas é preciso ficar alerta. Eles querem votar por oportunismo eleitoral, mas essa gente não tardará”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PEC foi apresentada há sete anos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A PEC 221 foi apresentada em dezembro de 2019 pelo deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta original previa a redução da jornada semanal para 36 horas ao longo de dez anos, mas o texto foi alterado durante a tramitação na Câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema passou a receber maior atenção em 2025, com a mobilização nacional pelo fim da escala 6×1 e a apresentação de uma proposta semelhante pela deputada Erika Hilton (PSol-SP), posteriormente analisada em conjunto com a PEC de Reginaldo Lopes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 27 de maio de 2026, <a href="https://www.metropoles.com/brasil/camara-aprova-pec-fim-escala-6x1">a Câmara dos Deputados aprovou o texto em dois turnos</a>, por 472 votos a 22 na primeira votação e 461 a 19 na segunda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Senado, entretanto, a tramitação enfrentou divergências políticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou que havia um compromisso para que a análise não interferisse no primeiro turno das eleições, realizado em 4 de outubro. <strong>A decisão contrariou governistas que defendiam a conclusão da votação antes da disputa presidencial.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A PEC foi encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em agosto. O relator, Omar Aziz (PSD-AM), apresentou parecer favorável à manutenção do texto aprovado pela Câmara, e a comissão deu aval à proposta em 2 de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A oposição tentou modificar o conteúdo. Ao todo, foram apresentadas 36 emendas no Senado, rejeitadas pelo relator.</p>
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		<title>Se você não é do Rio de Janeiro e vai votar de novo, precisa saber o que é milícia, antes que seja tarde&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 14:09:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[atuação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Milícia é um grupo armado paramilitar que atua como poder paralelo, formado por policiais, ex-policiais e civis, controlando territórios e explorando economicamente comunidades no Rio de Janeiro. Definição e Origem As milícias surgiram no Rio de Janeiro na década de 1980, inicialmente como grupos de agentes de segurança pública que se organizavam para combater o [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Milícia é um grupo armado paramilitar que atua como poder paralelo, formado por policiais, ex-policiais e civis, controlando territórios e explorando economicamente comunidades no Rio de Janeiro.</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="312" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Milicias-no-RJ.png" alt="" class="wp-image-34974" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Milicias-no-RJ.png 600w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Milicias-no-RJ-400x208.png 400w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Atuação das milícias: extorsões, tráfico, assassinatos &#8211; uma realidade que deve ser combatida pelo Estado brasileiro..</em>.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Definição e Origem</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As milícias surgiram no Rio de Janeiro na década de 1980, inicialmente como grupos de agentes de segurança pública que se organizavam para combater o tráfico de drogas em favelas e conjuntos habitacionais, oferecendo uma falsa sensação de proteção à população local <a target="_blank" href="https://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-que-sao-as-milicias-e-como-elas-evoluiram-no-rio-de-janeiro/" rel="noreferrer noopener">CartaCapital+2</a>. Com o tempo, esses grupos passaram a atuar à margem da lei, impondo controle territorial e cobrando taxas de moradores e comerciantes, além de explorar serviços essenciais como transporte alternativo, gás, água e TV a cabo <a target="_blank" href="https://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-que-sao-as-milicias-e-como-elas-evoluiram-no-rio-de-janeiro/" rel="noreferrer noopener">CartaCapital+2</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estrutura e Composição</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As milícias são compostas por policiais militares, civis, bombeiros, guardas municipais, agentes penitenciários, ex-agentes do Estado e moradores das comunidades. Elas operam de forma organizada, com hierarquia e divisão de funções, e muitas vezes mantêm relações com políticos locais para legitimar sua atuação e expandir seu poder <a target="_blank" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mil%C3%ADcia_%28criminalidade_no_Brasil%29" rel="noreferrer noopener">Wikipedia+2</a>. A presença de milicianos em cargos políticos permite que o grupo influencie decisões e obtenha impunidade para suas atividades criminosas <a target="_blank" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Brazilian_militias" rel="noreferrer noopener">Wikipedia+1</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atividades Criminosas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além da extorsão e cobrança de “taxas de proteção”, as milícias realizam homicídios, tortura, controle de imóveis, venda de serviços clandestinos e, mais recentemente, passaram a atuar no tráfico de drogas, formando as chamadas “narcomilícias” <a target="_blank" href="https://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-que-sao-as-milicias-e-como-elas-evoluiram-no-rio-de-janeiro/" rel="noreferrer noopener">CartaCapital+2</a>. Elas mantêm um regime de medo, impondo regras e toques de recolher nas comunidades, e disputam territórios com facções como o Comando Vermelho, gerando confrontos violentos <a target="_blank" href="https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2026/06/29/rio-das-pedras-vira-foco-da-guerra-entre-cv-e-milicia-e-criminosos-usam-ate-drones-com-bombas.ghtml" rel="noreferrer noopener">globo.com+2</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impacto Social</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, estima-se que cerca de 4,4 milhões de pessoas vivam em áreas controladas por milícias e facções no Rio de Janeiro, com as milícias dominando grande parte da Zona Oeste da cidade <a target="_blank" href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/12/04/mapa-dos-grupos-armados-do-rj-2025.ghtml" rel="noreferrer noopener">globo.com+1</a>. A população local sofre com violência, restrição de liberdade, cobrança de taxas e insegurança constante, tornando-se refém do poder paralelo imposto pelos grupos <a target="_blank" href="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2023/10/24/milicias-rio-de-janeiro-o-que-sao-e-como-agem.htm" rel="noreferrer noopener">UOL+2</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Evolução e Política</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de quatro décadas, as milícias evoluíram de grupos de “autodefesa comunitária” para organizações criminosas sofisticadas, com forte presença política e econômica. Elas se consolidaram como uma das principais ameaças à segurança pública no estado, muitas vezes rivalizando ou se aliando ao tráfico de drogas para expandir seus negócios e territórios</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="As relações de Flávio Bolsonaro com o crime organizado" width="563" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/dQNfbqLK7FA?start=40&#038;feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>TV Forum &#8211; @forumrevista</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Braide anuncia sua equipe de transição para o novo governo e agora espera o grupo de Brandão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 03:25:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um dia após anunciar que, ao assumir, em janeiro de 2027, fará uma devassa no governo, principalmente para identificar o destino de recursos federais recebidos pelo governo Brandão, o governador eleito do Maranhão, Eduardo Braide (PSD), anunciou nesta quarta-feira (7) os primeiros nomes que vão integrar a equipe de transição de governo. O grupo será [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um dia após anunciar que, ao assumir, em janeiro de 2027, fará uma devassa no governo, principalmente para identificar o destino de recursos federais recebidos pelo governo Brandão, o governador eleito do Maranhão, Eduardo Braide (PSD), anunciou nesta quarta-feira (7) os primeiros nomes que vão integrar a equipe de transição de governo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo será responsável por levantar informações sobre a situação do estado e preparar a próxima gestão, e terá Caroline Marques Salgado como coordenadora da equipe. Também foram anunciados os economistas Simão Cirineu Dias e José de Jesus Azzolini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o governador eleito, a missão da equipe de transição de Braide será conhecer a realidade do Maranhão a partir de dados e preparar o governo para iniciar os trabalhos desde o primeiro dia da gestão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os membros</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Caroline Marques Salgado, coordenadora da equipe, é advogada, especialista em Direito Público e tem experiência em gestão pública nas esferas estadual e municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Simão Cirineu Dias é economista e possui experiência em planejamento e finanças públicas nos níveis federal, estadual e municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">José de Jesus Azzolini, também economista, tem experiência na área de finanças públicas nas esferas estadual e municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Braide afirmou que novos integrantes da equipe poderão ser anunciados posteriormente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Transição</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe terá a função de reunir informações e dados sobre a administração estadual para subsidiar o início da próxima gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta, segundo Braide, é utilizar os dados levantados durante a transição para organizar as ações do governo e permitir que a nova administração comece a trabalhar pelos maranhenses já a partir do primeiro dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Aliados de Flávio insistem em regimento do Senado para atrasar votação da 6&#215;1:</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 02:38:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Escala 6x1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelas regras, redução de jornada de trabalho precisa passar por cinco sessões de discussão e dois turnos de votação Senadores da oposição aliados ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) querem usar o regimento da Casa para segurar a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1. A redução da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pelas regras, redução de jornada de trabalho precisa passar por cinco sessões de discussão e dois turnos de votação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Senadores da oposição aliados ao candidato à Presidência <a href="https://www.metropoles.com/tag/flavio-bolsonaro">Flávio Bolsonaro</a> (PL) querem usar o regimento da Casa para segurar a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1. A redução da jornada é uma bandeira da reeleição do presidente <a href="https://www.metropoles.com/tag/governo-lula">Luiz Inácio Lula da Silva</a> (PT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parlamentares se reuniram nesta quarta-feira (7/10) para discutir a estratégia de deixar a votação para depois das eleições presidenciais. O líder do grupo, Rogério Marinho (PL-RN), que também é coordenador da campanha do presidenciável, disse que espera que não haja “atropelos” e que “não faz bem ao país” discutir a redução da jornada da maneira que está sendo proposta.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O Lula, que passou 18 anos no poder, está desesperado para encontrar alguma forma de se reconectar com o eleitorado, então não faz bem ao país votar um assunto dessa gravidade, dessa importância, e com essa repercussão da maneira que está sendo votado”, declarou.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Senado, <a href="https://www.metropoles.com/tag/davi-alcolumbre">Davi Alcolumbre</a> (União Brasil-AP), colocou a PEC em plenário nesta semana para iniciar as sessões de discussão previstas no regimento. Pelas regras, deve passar por cinco debates e, depois, por dois turnos de votação, com cinco dias úteis entre um e o outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alcolumbre disse na terça-feira que, sendo concluídas as sessões de discussão, colocaria a PEC em votação na próxima semana, citando estar seguindo o regimento durante a tramitação, antes do segundo turno, que ocorrerá em 25 de outubro.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“No momento adequado, cada senador e cada senadora desta legislatura terá o livre arbítrio de votar com o seu coração, com a sua consciência e com a sua convicção. Se acha razoável nós diminuirmos a escala de trabalho de quase 40 milhões de brasileiros que vivem na escala 6×1 há décadas ou se acham razoável os trabalhadores brasileiros terem a condição de ter mais um dia na sua vida de descanso para viver, para ficar com a família e para descansar”, destacou Alcolumbre na terça-feira.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A oposição prepara outros instrumentos regimentais, como destaques e emendas para serem apresentados antes do primeiro turno de votação. Ao mesmo tempo, ainda tenta uma interlocução com Alcolumbre para adiar a votação, escalando a senadora e líder do PP, Tereza Cristina (MS), para comandar o diálogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre Alcolumbre e a oposição tem enfrentado sucessivos desgastes nos últimos meses em meio à crise que assola o Supremo Tribunal Federal (STF) por causa do Caso Master. O presidente do Senado segura pedidos de impeachment contra ministros da Corte, em especial Alexandre de Moraes, a contragosto de bolsonaristas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com votação expressiva no PL nas eleições ao Senado, que elegeu 19 nomes em todo o país, o grupo espera emplacar um nome próprio no comando da Casa em 2021, descartando qualquer apoio ao atual presidente do Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Metrópoles</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>&#8220;Sapatão e fã de Bolsonaro”. Quem é Cavala, dona de puteiro eleita deputada federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 02:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA["Cavala"]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Isa Marcondes iniciou a carreira política como vereadora em Dourados (MS) e foi eleita deputada federal em 2026 Maitê Doreto* Isa Jane Marcondes Nantes, eleita deputada federal pelo Mato Grosso do Sul (MS) nas Eleições de 2026, também conhecida como “Cavala”, tem 46 anos e nasceu em Dourados (MS), onde foi eleita vereadora em 2024 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Isa Marcondes iniciou a carreira política como vereadora em Dourados (MS) e foi eleita deputada federal em 2026</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://www.metropoles.com/author/maite-doreto">Maitê Doreto</a></strong>*</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isa Jane Marcondes Nantes, eleita deputada federal pelo Mato Grosso do Sul (MS) nas Eleições de 2026, <a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/ex-dona-de-casa-de-prostituicao-cavala-e-eleita-deputada-federal-no-ms" target="_blank" rel="noreferrer noopener">também conhecida como “Cavala”</a>, tem 46 anos e nasceu em Dourados (MS), onde foi eleita vereadora em 2024 e usou do passado como ex-proprietária de uma casa de prostituição para alavancar a candidatura: “Dourados está uma zona, e de zona eu entendo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Metrópoles</p>



<p class="wp-block-paragraph">A candidata pelo Republicanos eleita deputada federal com 76.956 votos foi a 7ª parlamentar mais votada de Mato Grosso do Sul nas Eleições de 2026. Isa Marcondes começou a carreira política como vereadora na cidade onde nasceu, eleita como a mais votada para o cargo à época, com 2.992 votos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas redes sociais, Isa se apresenta como mãe, avó, empresária, conservadora, “sapatão raiz” e fã do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de entrar para a política, a candidata era empresária do ramo de entretenimento adulto, e teve a trajetória destacada no site da <a href="https://www.camaradourados.ms.gov.br/portal/vereadores/27" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmara Municipal de Dourados</a> pela “capacidade de gestão e empreendedorismo (…) experiência profissional marcada pela administração de negócios próprios, o que a consolidou como uma figura respeitada na sua comunidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de esconder o passado, Isa passou a usá-lo na comunicação com os eleitores e se apresenta publicamente como “dona de zona”. Durante a campanha para o cargo de vereadora, em 2024, Cavala ficou conhecida pelo seu slogan: “Dourados está uma zona, e de zona eu entendo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Brandão vai ter que explicar a Braide sobre  empréstimo de 1,3 bi tomado a 15 dias da eleição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 05:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Braide]]></category>
		<category><![CDATA[R$1 bi e meio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governador eleito do Maranhão, Eduardo Braide, disse nesta segunda-feira  à CNN que vai cobrar cada centavo de um empréstimo de 1,3 bilhão de reais  que o governo federal concedeu ao governo Brandão, a 15 dias da eleição e, pelo que sabe, o dinheiro  não existe mais. “O mais grave é que, em menos de 15 dias, esse dinheiro foi gasto pelo governo do Estado, em obras  e ações que a gente não vê”,  sugerindo que o  recurso poderia ter  sido “torrado” n a tentativa de eleger o sobrinho do governador, Orleans Brandao.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governador eleito do Maranhão, Eduardo Braide, disse nesta segunda-feira &nbsp;à CNN que vai cobrar cada centavo de um empréstimo de 1,3 bilhão de reais &nbsp;que o governo federal concedeu ao governo Brandão, a 15 dias da eleição e, pelo que sabe, o dinheiro&nbsp; não existe mais. “O mais grave é que, em menos de 15 dias, esse dinheiro foi gasto pelo governo do Estado, em obras &nbsp;e ações que a gente não vê”,&nbsp; sugerindo que o&nbsp; recurso poderia ter &nbsp;sido “torrado” n a tentativa de eleger o sobrinho do governador, Orleans Brandao.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Braide aproveitou a entrevista ao canal da CNN para, segundo ele, denunciar nacionalmente fato tão grave. “Por isso, minha primeira medida como governador será passar um pente fino, uma auditoria em cada centavo desses recursos &nbsp;que foram recebidos pelo governo do Estado e acionar judicialmente &nbsp;quem tiver que devolver, porque o povo do Maranhão não vai pagar essa conta”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda por conta disso, o governador eleito disse que um dos primeiros desafios &nbsp;do novo governo será &nbsp;organizar as contas públicas. &nbsp;“A gente sabe o quanto o Maranhão &nbsp;gastou mal, ao longo dos últimos anos. Pra se ter uma ideia, o Maranhão é o 3º Estado mais antigo do Brasil, e carrega os piores índices nacionais. Nós temos a metade das famílias maranhenses abaixo da linha de pobreza, &nbsp;as piores estradas do Brasil, a educação é a pior do NE, além do menor índice de desenvolvimento humano (IDH)”, detalhou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Braide descartou que &nbsp;a cisão entre o &nbsp;grupo político do ministro &nbsp;Flávio Dino, hoje no STF, e do governador Carlos Brandão tenha &nbsp;influído no resultado da eleição. Para ele, sua vitória foi o resultado do trabalho que desenvolveu no comando da capital:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Tivemos 75% dos votos válidos em São Luís, mesmo com os empresários retirando das ruas metade da frota de ônibus, na tentativa de influenciar o resultado das urnas, porque&nbsp; sabiam que aqui era meu principal colégio eleitoral. &nbsp;Braide disse &nbsp;que isso não aconteceu, já que sua vitória foi o resultado do trabalho, de tudo que fez na capital em seus dois mandatos como prefeito e tinha o reconhecimento popular, e Isso repercutiu em todos os municípios do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele destacou, ainda, &nbsp;o fato de ter alcançado 50 por cento dos votos válidos em 130 municípios maranhenses, onde os prefeitos haviam declarado apoio a Orleans Brandão, sobrinho do governador Carlos Brandão.</p>



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