Entendeu nada! Eduardo Bolsonaro agradece à The Economist por matéria
“Só tenho a agradecer The Economist, que tornou o nosso trabalho aqui mais fácil”, foi o que disse o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos, incentivando o presidente Trump a atacar o Brasil, ao comentar a matéria da mais importante revista que deu capa, sobre o julgamento do ex-presidente de extrema direita e seus aliados. A revista ilustra sua matéria com uma foto de Jair Bolsonaro estilizado de viking, o personagem que simboliza a invasão do Capitólio, comandada pro Donald Trump, tentando reverter a eleição perdida em 2026.
Na falta de uma explicação mais realista, já que a revista britânica exalta a Justiça Brasileira, logo na manchete: “Julgamento de Bolsonaro dá lição aos EUA de maturidade democrática”, Eduardo tenta capitalizar algum ganho com a repercussão mundial da reportagem, em fala ao site Metrópoles:
– Eu só tenho a agradecer The Economist, tornando o trabalho aqui mais fácil, porque essa figura do Jair (a foto de capa) ela remete àquela figura que invadiu o capitólio no dia 6 de janeiro aqui nos Estados Unidos. E aqui tentaram vincular o Donald Trump a esse caso, não conseguiram, tentaram levar ele à cadeia não conseguiram e ele se tornou presidente do Estados Unidos. O problema é que o Alexandre de Moraes diz, abertamente, que aprendeu com os americanos, que não vai permitir chegar ao momento que Bolsonaro possa se candidatar. É por isso que ele corre e atropela todos os prazos processuais, inclusive não abrindo prazos para as testemunhas de defesa, não citando e usando a carta rogatória para ouvir o Paulo Figueiredo, que é um dos acusados. Porque se fosse usada a carta rogatória, o mecanismo normal de uma democracia, esse processo só seria julgado depois de 2026. Então o Alexandre Bolsonaro está acelerando para tentar condenar o Bolsonaro por absolutamente nada. Assim, como o povo absolveu Donald Trump dessas acusações, eu tenho certeza que nas eleições de 2026 o povo absolveria Bolsonaro, elegendo-o presidente da República. Então, meu muito obrigado à The Economist por ter nos poupado de explicar a situação”