Diogo Sarney é assassinado a tiro na Lagoa da Jansen após discussão no trânsito

Diogo Sarney teria sido atingido com um tiro na região do pescoço.
Diogo Adriano Costa - Divulgação
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O publicitário e sobrinho-neto do ex-presidente José Sarney, identificado como Diogo Adriano Costa Campos foi assassinado no fim da manhã desta terça-feira (16), após uma discussão no trânsito na Lagoa da Jansen, em São Luís. O fato aconteceu em frente ao bar Por Acaso.

Ainda segundo as informações preliminares o veículo de Diogo colidiu com o outro automóvel no momento em que saía da garagem do prédio onde morava, os dois motoristas ainda seguiram em discussão durante alguns metros. Ao sair do veículo para falar com o outro motorista Diogo foi atingido com um tiro na região do pescoço. As investigações mostram ainda que o autor do crime atirou contra o publicitário de dentro do Argo. Diogo morreu no local.

A Polícia Militar está realizando buscas para tentar identificar e localizar o autor dos disparos. A Secretaria da Segurança confirmou que o autor do crime ainda não foi preso.

As circunstâncias do acidente ainda não foram identificadas. Equipes da Polícia Militar, Civil e Icrim e IML estiveram no local para os procedimentos necessários. O caso será investigado pela Superintendência Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção a Pessoa (SHPP).

Diogo Sarney é irmão de Gustavo Adriano, que foi diretor do fórum eleitoral do Maranhão.

Divulgação

Aguarde mais informações

Caso Mariana Costa

Essa não é a primeira vez que familiares do ex-presidente José Sarney são vítimas da violência. Em novembro de 2016, Mariana Costa de 33 anos, também sobrinha-neta do ex-presidente da república José Sarney, e filha do ex-deputado estadual, Sarney Neto, foi encontrada morta e com sinais de asfixia em sua residência, no Turu, em São Luís.

O autor do crime, o empresário Lucas Porto confessou ter matado a cunhada. O motivo segundo ele, teria sido que Mariana Costa não correspondia aos seus sentimentos amorosos.

De acordo com a polícia, Porto tinha marcas de arranhões no corpo e no rosto. As câmeras do prédio o mostraram saindo correndo pelas escadas do local. Lucas Porto foi preso na casa da vítima ao voltar para prestar condolências no dia do velório. A polícia estava de posse das imagens das câmeras de segurança e o reconheceu.

Segundo a polícia, as câmeras do Condomínio Garvey Park foram fundamentais para efetuar a prisão – Porto foi atuado em flagrante. Após prestar depoimento, ele foi encaminhado para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

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