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	<title>Medicina | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Medicina | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Unicef: Brasil tem menor taxa de mortalidade infantil em 34 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 22:59:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
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		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nações Unidas alertam para desaceleração no ritmo de queda Versão em áudio O relatório Níveis e Tendências da&#160;Mortalidade Infantil, divulgado nesta terça-feira (17) pelas Nações Unidas, aponta que o Brasil alcançou as&#160;menores taxas de mortalidade neonatal e em crianças abaixo dos cinco anos dos últimos 34 anos. Segundo o Fundo das Nações Unidas para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Nações Unidas alertam para desaceleração no ritmo de queda</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/OSvQpqM9zdrQPz46FNKEi09iTpw=/1170x700/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/recem-nascido.jpg?itok=XHHRa0Gf" alt="Recém-nascido" title="Marcello Casal/Agência Brasil"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>© Marcello Casal/Agência Brasil</em></strong></figcaption></figure>



<p>Versão em áudio</p>



<p><audio src="https://tts-app.ebc.com.br/media/tts/254000.mp3"></audio></p>



<p>O relatório <em>Níveis e Tendências da&nbsp;Mortalidade Infantil</em>, divulgado nesta terça-feira (17) pelas Nações Unidas, aponta que o <strong>Brasil alcançou as&nbsp;menores taxas de mortalidade neonatal e em crianças abaixo dos cinco anos dos últimos 34 anos</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682323&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682323&amp;o=node"></p>



<p>Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), um <strong>conjunto de políticas adotadas pelo país têm diminuído as mortes preveníveis de crianças</strong>, em consonância com a tendência global.&nbsp;</p>



<p><strong>Em 1990, a cada mil crianças nascidas, 25 morriam ainda recém-nascidas, antes de completar 28 dias de vida. Em 2024, o número caiu para sete a cada mil.</strong></p>



<p>O mesmo aconteceu com a probabilidade de morrer antes dos cinco anos de idade. No Brasil, em 1990, a cada mil crianças que nasciam, 63 faleciam antes do quinto aniversário. Nos anos 2000, a taxa caiu para 34 a cada mil e, em 2024, chegou a 14,2 mortes.</p>



<p>Entre as políticas públicas citadas para este resultado, está o Programa Saúde da Família, o Programa de Agentes Comunitários de Saúde, a Política Nacional de Atenção Básica e a expansão da rede pública de saúde. Juntas, essas iniciativas que ajudaram a promover a saúde de mães, bebês e crianças desde os anos 1990 e foram operacionalizadas com o apoio da sociedade brasileira e de organizações internacionais, como o próprio Unicef.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Estamos falando de milhares de bebês e crianças que não sobreviveriam, e hoje podem crescer, se desenvolver com saúde e chegar até a vida adulta&#8221;, explica Luciana Phebo, chefe de Saúde e Nutrição do Unicef no Brasil.</p>
</blockquote>



<p>&#8220;E essa mudança foi possível porque o Brasil escolheu investir em políticas que funcionam, como a&nbsp;vacinação e o incentivo à amamentação. Agora, precisamos voltar a acelerar esses esforços, mantendo e ampliando os avanços históricos das últimas décadas e alcançando aqueles nos quais essas políticas ainda não chegam como deveriam&#8221;, enfatiza.</p>



<p>Apesar dos avanços, o&nbsp;<strong>Brasil também viu uma desaceleração na queda da mortalidade de crianças na última década</strong>, <strong>em linha com a tendência global</strong>.</p>



<p>Entre 2000 e 2009, por exemplo, o país diminuía a mortalidade de recém-nascidos em 4,9%, todos os anos. Já entre 2010 e 2024, a redução passou a ser de 3,16% ao ano.</p>



<p>O levantamento mostra que as&nbsp;mortes de crianças menores de cinco anos no mundo caíram em mais da metade, globalmente, desde 2000, mas desde 2015, há pouco mais de uma década, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/onu-49-milhoes-de-criancas-ate-5-anos-morreram-em-2024-no-planeta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o ritmo de redução da mortalidade infantil desacelerou mais de 60%</a>. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Adolescentes e jovens</h2>



<p>O relatório da ONU sobre mortalidade também revela que&nbsp;aproximadamente 2,1 milhões de crianças, adolescentes e jovens entre cinco e 24 anos morreram em 2024 no planeta.</p>



<p>No Brasil, no mesmo ano, <strong>a violência foi responsável por quase metade (49%) das mortes de meninos de 15 a 19 anos</strong>, com doenças não transmissíveis ocupando o segundo lugar (18%). Acidentes de trânsito foram a terceira causa mais comum (14% das mortes).</p>



<p><strong>Entre meninas na mesma faixa etária, doenças não transmissíveis foram a principal causa de morte (37%)</strong>, seguidas por doenças transmissíveis (17%), pela violência (12%) e pelo suicídio (10%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Recomendações&nbsp;</h2>



<p>Citando apontamentos do relatório, o Unicef reforça que as evidências mostram que investimentos em saúde infantil estão entre as medidas de desenvolvimento com melhor custo efetivo.</p>



<p>Intervenções comprovadas e de baixo custo, como vacinas, tratamento da desnutrição e profissionais de saúde qualificados na gestação, parto e pós-parto, dão alguns dos maiores retornos em saúde global, aumentando a produtividade, fortalecendo economias e reduzindo gastos públicos futuros.</p>



<p>Cada US$ 1 investido na sobrevivência infantil pode gerar até US$ 20&nbsp;em benefícios sociais e econômicos, aponta a entidade.&nbsp;</p>



<p>O relatório global foi feito pelo&nbsp;Grupo Interagencial das Organizações&nbsp;Nações Unidas (ONU) para Estimativas de Mortalidade Infantil (UN IGME), em parceria com Banco Mundial, Organização Mundial da Saúde (ONU) e Departamento Assuntos Econômicos e Sociais (Desa/ONU).</p>



<p><strong>Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p></p>
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		<title>Ultrassom inaugura nova era de tratamento de câncer sem cirurgias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 14:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[não invasivo]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
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		<category><![CDATA[ultrassom]]></category>
		<category><![CDATA[Zhen XU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa que aborda aplicações cirúrgicas do ultrassom focalizado. Eis a descoberta da chinesa AZhen Xu, professora titular da Cátedra Li Ka Shing de Engenharia Biomédica na Universidade de Michigan , onde também leciona radiologia e neurocirurgia, há duas  décadas, está revolucionando o tratamento do câncer.  Conhecida como histotripsia, é uma das várias abordagens que usam o ultrassom, e inaugura uma nova era de tratamentos avançados contra o câncer, oferecendo aos médicos métodos não invasivos para livrar pacientes de tumores cancerígenos, usando o  som em vez de cirurgia. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/465d/live/8d614570-a61d-11f0-b741-177e3e2c2fc7.jpg.webp" alt="Aparelho de ultrassom" style="width:739px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Histotripsia, uma das várias abordagens que usam ultrassom em tratamentos avançados contra o câncer</em></strong></figcaption></figure>



<p><strong>Jamie Ducharme &#8211; BBC Future</strong></p>



<p>Se Zhen Xu não tivesse irritado seus colegas de laboratório com barulho, talvez ela nunca tivesse descoberto um tratamento revolucionário para o <a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-63750378">câncer</a> de fígado.</p>



<p>Como estudante de doutorado em engenharia biomédica na Universidade do Michigan, nos<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cdr56r2r88wt"> Estados Unidos</a>, no início dos anos 2000, Xu estava tentando encontrar uma maneira que permitisse aos médicos destruir e remover tecidos doentes sem a necessidade de uma<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-48235637"> cirurgia invasiva</a>.</p>



<p>Ela teve a ideia de usar ondas sonoras de alta frequência —<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-38332978"> ultrassom</a> — para quebrar mecanicamente o tecido, e estava testando essa teoria em corações de porcos.</p>



<p>O ultrassom não deveria ser audível aos ouvidos humanos, mas Xu estava usando um amplificador tão potente em<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c6vzyv53yjqt"> seus experimentos</a> que outros pesquisadores com quem ela compartilhava o laboratório começaram a reclamar do barulho.</p>



<p>&#8220;Nada funcionava&#8221;, lembra.</p>



<p>Então, ela decidiu atender ao pedido dos colegas aumentando a frequência dos pulsos de ultrassom, o que elevaria o nível sonoro para além do alcance da audição humana.</p>



<p>Para sua surpresa, aumentar o número de pulsos por segundo — o que também significava que cada pulso seria reduzido a um microssegundo — não só incomodou menos as pessoas ao redor, mas também se mostrou mais eficaz no tecido vivo do que sua abordagem anterior.</p>



<p>Enquanto observava o resultado, um buraco apareceu no tecido cardíaco do porco, menos de um minuto após a aplicação do ultrassom.</p>



<p>&#8220;Achei que estava sonhando&#8221;, disse Xu, que hoje é professora de engenharia biomédica na Universidade de Michigan.</p>



<p>Décadas depois, a descoberta de Xu, conhecida como histotripsia, é uma das várias abordagens que usam o ultrassom — que inaugura uma nova era de tratamentos avançados contra o câncer, oferecendo aos médicos métodos não invasivos para livrar pacientes de tumores cancerígenos usando som em vez de cirurgia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/b41d/live/73093540-a887-11f0-92db-77261a15b9d2.jpg.webp" alt="Xu no labotatório em volta de aparelhos"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Aumentar o número de pulsos de ultrassom produzidos a cada segundo levou Xu a fazer uma descoberta</em></strong></figcaption></figure>



<p>Em outubro de 2023, a histotripsia foi aprovada pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) para o tratamento de tumores no fígado.</p>



<p>No ano seguinte, um pequeno estudo financiado pela HistoSonics, empresa criada para comercializar a tecnologia criada por Xu, descobriu que o método obteve sucesso em 95% de tumores hepáticos.</p>



<p>Embora efeitos colaterais como dor abdominal e sangramento interno possam acontecer, pesquisas indicam que as complicações são raras e o método é geralmente seguro.</p>



<p>Em junho, o <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cxnyknxvp53t">Reino Unido</a> se tornou o primeiro país europeu a aprovar a histotripsia. O tratamento foi disponibilizado pelo<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg75020l19jo"> NHS</a> (sistema nacional de saúde britânico) como um projeto piloto do seu<em> Innovative Devices Access Pathway</em>, voltado para necessidades clínicas ainda não atendidas.</p>



<p>&#8220;As pessoas associam o ultrassom à imagem&#8221;, diz Julie Earl, pesquisadora do Instituro de Pesquisa em Saúde Ramón y Cajal, na Espanha, que estuda a tecnologia.</p>



<p>Mas, segundo ela, um número crescente de pesquisas indica que o ultrassom também pode destruir tumores, conter doenças metásticas (cânceres que se espalharam para outras parte do corpo) e aumentar a eficácia de outros tratamentos contra o câncer, tudo isso sem a necessidade de cirurgia.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Como-o-ultrassom-funciona">Como o ultrassom funciona</h2>



<p>Para muitas pessoas, a palavra &#8220;ultrassom&#8221; leva à associação imediata com exames de imagem durante a gravidez.</p>



<p>Para criar uma imagem médica como um ultrassom, um transdutor portátil envia ondas de som de alta frequência para o corpo, que ricocheteia os tecidos internos.</p>



<p>Um sensor no dispositivo capta as ondas que retornam e converte essa atividade em sinais elétricos, que são usados para criar uma imagem do que está acontecendo sob a pele.</p>



<p>No tratamento, as ondas de ultrassom são concentradas em uma pequena área do tumor para destruí-lo.</p>



<p>Para o tratamento de câncer de fígado, dispositivos de histotripsia direcionam as ondas de ultrassom para uma zona focal de aproximadamente 2&#215;4 milímetros, &#8220;basicamente, do tamanho da ponta de uma canetinha&#8221;, diz Xu.</p>



<p>Em seguida, o braço robótico guia o transdutor sobre o tumor para atingir a área certa.</p>



<p>O ultrassom é aplicado em rajadas rápidas. Esses pulsos criam pequenas &#8220;microbolhas&#8221; que se expandem e depois colapsam em questão de microsegundos, desintegrando o tecido tumoral.</p>



<p>O sistema imunológico do paciente é então capaz de eliminar os restos.</p>



<p>Tudo acontece muito rápido, sem toxicidade e de uma forma não invasiva, geralmente permitindo que os pacientes voltem para casa no mesmo dia.</p>



<p>Embora o tempo exato do tratamento varie, a maioria dos procedimentos é concluída de uma a três horas, de acordo com a HistoSonics.</p>



<p>Os tumores geralmente são destruídos em uma única sessão, embora os pacientes com lesões maiores ou múltiplas precisem de várias sessões.</p>



<p>Apesar de os benefícios da histotripsia serem promissores, existem perguntas ainda sem respostas.</p>



<p>Não há, por exemplo, dados robustos de longo prazo sobre a recorrência do câncer após o tratamento.</p>



<p>Alguns pesquisadores levantam preocupações sobre a possibilidade da histotripsia dispersar células cancerígenas à medida que os tumores são fragmentados dentro do corpo, podendo ser transportadas para outras áreas.</p>



<p>Essa preocupação, contudo, não se confirmou em estudos com animais até o momento.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/e7f9/live/9e069c10-a887-11f0-b741-177e3e2c2fc7.jpg.webp" alt="Um homem em um laboratório mexendo em um aparelho"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto, Ao ajustar a quantidade de energia ultrassônica produzida, o dispositivo de histotripsia pode controlar a quantidade de tecido afetado</figcaption></figure>



<p>Pesquisas sugerem que a histotripsia pode não funcionar contra todos os tipos de câncer.</p>



<p>O osso pode bloquear o ultrassom de alcançar seu alvo, tornando impossível tratar tumores em determinadas partes do corpo.</p>



<p>E o uso da histotripsia em órgãos cheios de gases, como os pulmões, pode ser perigoso e potencialmente causar danos a tecidos saudáveis que ficam próximos.</p>



<p>Mas a HistoSonics está atualmente estudando a histotripsia como potencial tratamento para tumores no rim e no pâncreas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Cozinhando-o-câncer-com-ultrassom">&#8216;Cozinhando&#8217; o câncer com ultrassom</h2>



<p>A histotripsia não é o primeiro tratamento que usa o ultrassom contra o câncer.</p>



<p>O ultrassom focalizado de alta intensidade (HIFU), uma tecnologia mais antiga e estabelecida, também pode ser usado para atacar tumores.</p>



<p>O &#8220;jato&#8221; concentrado de ultrassom é aplicado em um tumor para gerar calor que basicamente &#8220;cozinha&#8221; o tecido, diz Richard Price, co-diretor do Centro de Imunoterapia do Câncer por Ultrassom Focalizado na Universidade de Virgínia, nos EUA. .</p>



<p>&#8220;Se você pegar uma lupa e segurar ao sol sobre uma folha seca, você poderia, de fato, começar a queimar a folha&#8221;, diz Price.</p>



<p>O HIF faz essencialmente a mesma coisa com o tecido cancerígeno, só que usando energia sonora.</p>



<p>Na oncologia, o HIFU é mais conhecido como uma forma não invasiva de tratamento de câncer de próstata, e sua aplicação parece ser tão eficaz quanto a cirurgia, de acordo com um estudo de 2025.</p>



<p>Os pacientes podem sentir algum desconforto e efeitos urinários ao acordar, mas a recuperação é geralmente mais rápida do que após terapias intensivas, como cirurgia.</p>



<p>Tanto a histotripsia quanto a terapia por HIFU são geralmente realizadas com uso de anestesia geral, para que os pacientes não se mexam durante o tratamento, minimizando a possibilidade de danos acidentais a órgãos ou tecidos próximos.</p>



<p>Porém, a histotripsia não gera o calor produzido pelo HIFU, que pode prejudicar tecidos saudáveis próximos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/d378/live/02bf1060-a888-11f0-92db-77261a15b9d2.jpg.webp" alt="Uma pessoa usando um aparelho com tecnologia de HIFU"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto, A tecnologia de HIFU é bem estabelecida para o tratamento do câncer de próstata que depende do aquecimento do tecido</figcaption></figure>



<p>Mas nem todos os cânceres podem ser tratados com HIFU — mais uma vez, ossos ou gases podem impedir o ultrassom de atingir os tumores.</p>



<p>Normalmente, não é uma opção para pacientes cujo câncer de próstata se espalhou pelo corpo.</p>



<p>Ainda assim, pesquisadores em diversos países estão conduzindo estudos na esperança de tratar outros cânceres, como o de mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Ultrassom-e-outros-medicamentos">Ultrassom e outros medicamentos</h2>



<p>Pesquisadores afirmam que o poder do ultrassom também poderia ser potencializado ao combiná-lo com outras formas existentes de tratamento do câncer.</p>



<p>Pesquisas recentes sugerem, por exemplo, que injetar microbolhas na corrente sanguínea e estimulá-las com ultrassom pode abrir temporariamente a barreira hematoencefálica.</p>



<p>Essa barreira geralmente impede que toxinas presentes no sangue entrem e danifiquem o cérebro. Mas abri-la propositalmente durante o tratamento de sangue poderia permitir que os medicamentos alcançassem os tumores que devem atacar.</p>



<p>&#8220;Essa parte não invasiva é incrível, mas o componente de entrega de medicamentos é realmente incomparável em qualquer outro lugar&#8221;, diz Price.</p>



<p>Deepa Sharma, cientista pesquisadora do Sunnybrook Health Sciences Centre, em Ontário, no Canadá, afirma que esses benefícios não se limitam ao câncer cerebral.</p>



<p>Ela estudou a combinação do ultrassom e microbolhas em diversos tipos de câncer, constatando que ela pode melhorar amplamente a entrega de medicamentos.</p>



<p>A pesquisa de Sharma também sugere que as microbolhas potencializadas com ultrassom podem aumentar os efeitos da radiação ao danificar a vasculatura dos tumores, leavando a um maior número de células mortas.</p>



<p>Esses resultados indicam que médicos poderiam usar quantidades menores de tratamentos tóxicos contra o câncer, como quimioterapia e radiação, se elas forem combinadas com ultrassom e microbolhas.</p>



<p>&#8220;A radioterapia cura o câncer, mas também causa muitos efeitos colaterais a longo prazo&#8221;, diz Sharma.</p>



<p>Se seus efeitos podem ser potencializados graças às microbolhas estimuladas por ultrassom, segundo ela, os médicos poderiam teoricamente usar doses menores para obter os mesmos efeitos do tratamento com menos efeitos devastadores.</p>



<p>O ultrassom também parece ser uma boa opção para imunoterapia, um tratamento cuja abordagem busca estimular o sistema imunológico a combater células cancerígenas que podem estar escapando ou se escondendo das defesas naturais do corpo.</p>



<p>À medida que o ultrassom focalizado aquece e danifica os tumores, ele parece tornar esses tecidos mais visíveis para o sistema imunológico e, portanto, mais vulneráveis às suas defesas, diz Price, cujo centro de pesquisa se concentra no uso do ultrassom aliado à imunoterapia.</p>



<p>Segundo Prince, um caminho para pesquisas futuras é determinar se essa combinação pode funcionar contra cânceres em estágio avançado.</p>



<p>O câncer metastático é muito mais difícil de tratar do que a doença localizada — quando o câncer se espalha pelo corpo, não basta remover um único tumor.</p>



<p>O Santo Graal —objetivo final — seria que os médicos pudessem algum dia usar o ultrassom para forçar um tumor a sair do esconderijo ao fragmentá-lo, permitindo que o sistema imunológico detectasse suas características e lançasse um ataque sistêmico contra células cancerígenas em outras partes do corpo, diz Prince.</p>



<p>Isso ainda precisa ser testado em qualquer tipo de ensaio clínico, mas, teoricamente, os médicos poderiam &#8220;tratar 10, 15, 20 tumores apenas no tratamento de um&#8221;, afirma.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/433e/live/56466d00-a888-11f0-928c-71dbb8619e94.jpg.webp" alt="Cientistas apontando para um aparelho"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto, A cabeça do transdutor de histotripsia produz uma pequena nuvem de bolhas que pode romper o tecido</figcaption></figure>



<p>Dito isso, Price alerta que os ensaios com ultrassom e imunoterapia ainda estão em estágios relativamente iniciais.</p>



<p>Isso significa que são necessárias muito mais pesquisas para determinar se, quando ou como essa abordagem combinada poderia transformar o cuidado aos pacientes.</p>



<p>Mas as técnicas de ultrassom já em uso estão abrindo uma nova era na oncologia — uma era que tem como objetivo substituir ou, pelo menos melhorar terapias eficazes, porém devastadoras, como cirurgias, quimioterapia e radioterapia.</p>



<p>&#8220;O câncer é terrível&#8221;, diz Xu. &#8220;E o que o torna ainda pior é o próprio tratamento.&#8221;</p>



<p>O ultrassom não é uma &#8220;cura mágica&#8221; para o câncer, afirma. Assim como qualquer tratamento médico, ele tem limitações e efeitos indesejáveis.</p>



<p>Mas assim como ela conseguiu poupar seus colegas de laboratório dos ruídos irritantes décadas atrás, a pesquisadora espera que sua descoberta— e de outros cientistas — ajudem pacientes a evitar sofrimentos desnecessários nos anos que virão.</p>
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		<title>H.pylory, a bactéria que pode causar câncer no estômago</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 17:52:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Silvia Melo* Quando pensamos no que causa câncer, fatores como genética e estilo de vida normalmente vêm à mente. Mas alguns patógenos também podem levar a diagnósticos da doença. É o caso da bactéria H. Pylori.  De acordo com um relatório recente da&#160;American Association for Cancer Research, 13% dos casos de câncer no mundo, [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/02/h.-pylori-2.jpg" alt="" class="wp-image-30504" width="841" height="524"/><figcaption><strong><em>A bactéria que é uma das mais comuns no mundo e pode causar câncer no estômago©  aamine29000/DepositPhotos</em></strong></figcaption></figure>



<p><strong><em>Por Silvia Melo</em></strong>*</p>



<p><strong>Quando pensamos no que causa câncer, fatores como genética e estilo de vida normalmente vêm à mente. Mas alguns patógenos também podem levar a diagnósticos da doença. É o caso da bactéria H. Pylori. </strong></p>



<p><strong>De acordo com um relatório recente da&nbsp;<a href="https://www.aacr.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">American Association for Cancer Research</a>, 13% dos casos de câncer no mundo, ou 2,2 milhões, são atribuíveis a infecções bacterianas ou virais. Além do H. Pylori, os culpados incluem<a href="https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/estes-sao-os-10-principais-sintomas-da-hepatite/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;hepatite B</a>, hepatite C e papilomavírus humano, ou&nbsp;<a href="https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/hpv/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">HPV</a>, a causa bem conhecida do câncer cervical.</strong></p>



<p><strong>O que é H. pylori?</strong></p>



<p><strong>O H. pylori é uma bactéria em forma de espiral que vive no revestimento do estômago. Transmitida geralmente por água ou alimentos contaminados, ela é capaz de sobreviver em ambientes altamente ácidos, como o estômago, graças à produção de uma enzima chamada urease, que neutraliza o ácido gástrico.</strong></p>



<p><strong>Como a H. Pylori causa câncer?</strong></p>



<p><strong>A bactéria pode causar a formação de úlceras no estômago ou no intestino delgado e também pode levar à&nbsp;gastrite, que é a inflamação do revestimento do estômago.</strong></p>



<p><strong>Com o tempo, isso pode evoluir para uma doença mais séria. Em algumas pessoas que são suscetíveis devido a fatores genéticos, estilo de vida, essa inflamação leva a alterações pré-cancerígenas no revestimento do estômago que podem eventualmente progredir para o câncer.</strong></p>



<p><strong>De acordo com a&nbsp;<a href="https://www.cancer.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">American Cancer Society</a>, 90 a 95% de todos os cânceres de estômago são adenocarcinomas.</strong></p>



<p><strong>Sintomas e diagnóstico</strong></p>



<p><strong>Algumas pessoas com infecção por H. pylori não apresentam sintomas, enquanto outras podem sentir desconforto abdominal após comer. Vômitos, perda de peso, dificuldade para engolir e azia grave também são sinais da infecção.</strong></p>



<p><strong>O diagnóstico é feito através de exames de sangue ou endoscopia para detectar a presença da bactéria no estômago.</strong></p>



<p><strong>O tratamento para erradicar o H. pylori geralmente envolve o uso de antibióticos combinados com inibidores de bomba de prótons para reduzir a acidez estomacal. É essencial seguir o tratamento completo para evitar resistência bacteriana.</strong></p>
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		<title>Vacinação contra Influenza/H1N1 nesta segunda (25) é para nomes iniciados com as letras G,H e I</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Maranhão Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2020 11:43:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de &#160;São Luís segue nesta segunda-feira (25) com a campanha de vacinação contra Influenza/H1N1 para o público-alvo desta fase e tem nomes iniciados com as letras G,H e I. Até o dia 05 de junho vacinam crianças de 6 meses a 5 anos de idade, gestantes, puérperas (mulheres que deram à luz há [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Prefeitura de &nbsp;São Luís segue nesta segunda-feira (25) com a campanha de vacinação contra Influenza/H1N1 para o público-alvo desta fase e tem nomes iniciados com as letras G,H e I. Até o dia 05 de junho vacinam crianças de 6 meses a 5 anos de idade, gestantes, puérperas (mulheres que deram à luz há até 45 dias), adultos de 55 anos a 59 anos e professores das escolas públicas e privadas e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais. Seguindo o planejamento determinado pelo prefeito Edivaldo Holanda Junior, a campanha adota estratégias para evitar aglomerações nos locais de imunização, separando o público-alvo por grupos distintos, em horários diferenciados, pela manhã ou à tarde, bem como o atendimento por ordem alfabética (levando em consideração a primeira letra do nome).</p>



<p>A imunização esta correndo em 43 unidades de saúde e quatro escolas da rede pública. Nesta nova fase os grupos prioritários foram divididos, sendo que o primeiro vacina no período de 18 de maio a 05 de junho e o segundo de 08 a 26 de junho. No segundo grupo estão profissionais das forças de segurança e salvamento; caminhoneiros; profissionais de transporte coletivo (motorista e cobrador; &nbsp;portuários e pessoas com deficiência física, auditiva, visual, intelectual e deficiência múltipla e os retardatários, pessoas dos grupos anteriores que não se vacinaram durante sua fase de campanha.</p>



<h3 class="wp-block-heading">PRIMEIRO GRUPO VACINA DE 18 DE MAIO A 05 DE JUNHO</h3>



<p>Seguindo a ordem alfabética, no período da manhã, das 8h ao meio dia, até o dia 05 de junho, os locais de vacinação devem atender a crianças de 6 meses a 5 anos de idade, gestantes, puérperas.</p>



<p>No turno vespertino, das 13h às 17h, serão atendidos os adultos de 55 anos a 59 anos, pessoas com doenças crônicas, profissionais das escolas púbicas e privadas.</p>



<p>Conforme a programação, na segunda-feira (25) de maio serão as letras G, H e I; nos dias 26 e 27 serão as letras J, K e L; nos dias 28 e 29 as letras M, N e O; nos dias 1º e 2 de junho as letras P,Q e R; nos dias 3 e 4 de junho as letras S, T, U e V; e no dia 5 de junho as letras W, X, Y e Z.</p>



<h3 class="wp-block-heading">SEGUNDO GRUPO VACINA DE 08 A 26 DE JUNHO</h3>



<p>No período de 08 a 26 de junho podem vacinar profissionais das forças de segurança e salvamento; caminhoneiros; profissionais de transporte coletivo (motorista e cobrador; portuários e pessoas com deficiência física, auditiva, visual, intelectual e deficiência múltipla.</p>



<p>Os retardatários, pessoas dos grupos anteriores que não se vacinaram durante sua fase de campanha, também poderão buscar um dos locais de vacina seguindo também a ordem alfabética e turno estipulado na data compreendida entre 08 a 26 de junho.</p>



<h3 class="wp-block-heading">LOCAIS DE VACINAÇÃO</h3>



<p>&nbsp;<strong>UNIDADES DE SAÚDE (de segunda a sexta-feira das 8h às 17h)</strong></p>



<p>&nbsp;1. Centro de Saúde Dr. Paulo Ramos &#8211; Rua do Passeio, 236 – Centro</p>



<p>&nbsp;2. C.S Bezerra de Menezes &#8211; Rua 2, S/N – São Francisco</p>



<p>&nbsp;3. CTA Lira (atendimento específico) &#8211; Praça São Roque Lira, S/N – Lira</p>



<p>&nbsp;4. Materno Infantil – CRIE (atendimento específico) &#8211; R. Silva Jardim, s/n &#8211; Centro</p>



<p>&nbsp;5. C. S. Clodomir P. Costa &#8211; &nbsp;Av. Odilo Costa Filho, S/N – Anjo da Guarda</p>



<p>&nbsp;6. C. S. Valdecy Eleoteria Martins (Paraíso) &#8211; Av. Sarney Filho &#8211; Vila Embratel</p>



<p>&nbsp;7. C. S Yves Parga &#8211; BR 135, S/n – Vila Maranhão</p>



<p>&nbsp;8. C.S. Vila Nova &#8211; Praça Raimundo de Sousa Gomes, S/N – Vila Nova</p>



<p>&nbsp;9. &nbsp;Hospital Aquiles Lisboa &#8211; R. José Sarney, s/n &#8211; Bonfim</p>



<p>&nbsp;10. C.S. da Vila Embratel &#8211; Rua 14 S/N – Vila Embratel</p>



<p>&nbsp;11. C.S. do Gapara &#8211; Rua Projetada S/N Gapara</p>



<p>&nbsp;12. C.S Bairro de Fátima &nbsp;&#8211; Rua Ademar de Barros, S/N – Bairro de Fátima</p>



<p>&nbsp;13. U.M Coroadinho &nbsp;– Rua da Vitória, S/N – Coroadinho</p>



<p>&nbsp;14. C.S. Dr. Antônio Guanaré &#8211; Rua da Vitoria &#8211; Coroadinho</p>



<p>&nbsp;15. U.M. Bequimão &#8211; Av. do Contorno s/n Bequimão</p>



<p>&nbsp;16. C.S. Amar &#8211; Rua Deputado Luís Rocha, S/N – Vicente Fialho</p>



<p>&nbsp;17. C.S. Radional &#8211; Rua G, S/N – Radional</p>



<p>&nbsp;18. C.S. Vila Lobão &#8211; Estrada da Vitória, Nº 8 – Vila Lobão</p>



<p>&nbsp;19. C.S. João de Deus &#8211; Rua Gardênia Ribeiro Gonçalves, S/N – João de Deus</p>



<p>&nbsp;20. U.M. São Bernardo &#8211; Rua São Benedito, Nº 185 – São Bernardo</p>



<p>&nbsp;21. C.S Santa Bárbara &#8211; Rua principal, Nº 180 – Santa Bárbara</p>



<p>&nbsp;22. PS Coquilho &#8211; Avenida Principal 10 A, 10 &#8211; Vila Coquilho</p>



<p>&nbsp;23. C.S. Drª Nazaré Neiva &#8211; Rua 15, Nº 01 – São Raimundo</p>



<p>&nbsp;24. USF Maria Ayrecila II &#8211; Rua 16, Qd 82, Bloco C, S/N – Cidade Olímpica</p>



<p>&nbsp;25. USF JaIlson Alves III &#8211; Rua 7, Qd 83, Casa 1 – Cidade Olímpica</p>



<p>&nbsp;26. USF Santa Clara &#8211; Rua Lucy Sarney, S/N – Santa Clara</p>



<p>&nbsp;27. USF Santa Efigênia &#8211; Rua Tancredo Neves, S/N – Santa Efigênia</p>



<p>&nbsp;28. USF Pirapora &#8211; Rua 3, Qd B, S/N – Parque Sirlândia/ Tirirical</p>



<p>&nbsp;29. C.S. Vila JanaIna &#8211; R. da Saudade, 148 &#8211; Cidade Operária</p>



<p>&nbsp;30. UBS Dr. Expedito Alves de Melo &#8211; Av: 4, Qd 36, Casa 11 – Cidade Olímpica</p>



<p>&nbsp;31. C.S Cohab &#8211; Anil &#8211; Rua 04, S/N – IV Conj. Cohab &#8211; Anil</p>



<p>&nbsp;32. C.S Salomão Fiquene &#8211; Av. Leste Oeste, S/N – Cohatrac</p>



<p>&nbsp;33. C.S Djalma Marques &#8211; Av. Celso Coutinho, S/N – Ipem Turu</p>



<p>&nbsp;34. CTA Anil (atendimento especifico) &#8211; Av. São Sebastião, S/N – Anil</p>



<p>&nbsp;35. C.S. Itapera &#8211; Rua Principal, Nº 31 – Itapera</p>



<p>&nbsp;36. C.S. Quebra Pote &#8211; Praça do Cemitério, S/N – Quebra Pote</p>



<p>&nbsp;37. C.S. Pedrinhas I &#8211; BR 135, Km 12, Nº 26 – Pedrinhas</p>



<p>&nbsp;38. C.S. Pedrinhas II &#8211; Rua da União, S/N – Pedrinhas</p>



<p>&nbsp;39. C.S. Tibiri &#8211; Rua Santo Antonio, S/N – Tibiri</p>



<p>&nbsp;40. C.S. Maracanã &#8211; Estrada da Vitória, S/N – Maracanã</p>



<p>&nbsp;41. USF Coqueiro &#8211; Rua da Vitória, S/N – Coqueiro</p>



<p>&nbsp;42. C.S. Mª de Lourdes Rodrigues (Rio Grande) &#8211; Rua Bom Jardim, 385- Rio Grande</p>



<p>&nbsp;43. C.S Vila Itamar &#8211; Rua do Fio, S/N – Vila Itamar</p>



<p>&nbsp;<strong>ESCOLAS (de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h)</strong></p>



<p>1. UEB Rosália Freire &nbsp;&#8211; &nbsp;Avenida dos Portugueses, Vila Isabel</p>



<p>&nbsp;2. Escola Militar Tiradentes &#8211; &nbsp;Rua Gabriela Mistral, Vila Palmeira</p>



<p>&nbsp;3. C.E Nascimento de Moraes &nbsp;&#8211; Avenida 3, Vinhais</p>



<p>&nbsp;4. UEB Felipe Conduru &nbsp;&#8211; Avenida Guajajaras, 115</p>
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