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	<title>Saúde | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Saúde | Maranhão Brasil</title>
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		<title>O seu cocô e a sua saúde: nem todo mundo presta atenção nas mudanças, mas elas podem dar sinais de alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:42:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estar atento ao aspecto das fezes pode ajudar a entender como anda a saúde digestiva O que o seu cocô diz sobre a sua saúde? Nem todo mundo presta atenção, mas esses podem ser alguns sinais de alerta Você já olhou para as suas&#160;fezes&#160;hoje? Para algumas pessoas isso pode soar bem nojento, mas a verdade [&#8230;]</p>
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<p><strong>Estar atento ao aspecto das fezes pode ajudar a entender como anda a saúde digestiva</strong></p>



<p><img decoding="async" src="https://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/AA20YGT9.img?w=534&amp;h=300&amp;m=6" alt="O que o seu cocô diz sobre a sua saúde? Nem todo mundo presta atenção, mas esses podem ser alguns sinais de alerta"></p>



<p><strong><em>O que o seu cocô diz sobre a sua saúde? Nem todo mundo presta atenção, mas esses podem ser alguns sinais de alerta</em></strong></p>



<p>Você já olhou para as suas&nbsp;<a href="https://www.tudogostoso.com.br/noticias/essa-dica-e-pra-quem-ta-desesperado-sem-conseguir-ir-ao-banheiro-fruta-ajuda-a-eliminar-as-fezes-acumuladas-e-facilita-a-digestao-a17738.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fezes</a>&nbsp;hoje? Para algumas pessoas isso pode soar bem nojento, mas a verdade é que esse simples hábito pode te ajudar a entender como está a sua saúde digestiva, a sua alimentação e pode até dar pistas importantes sobre o surgimento de doenças.&nbsp;</p>



<p>A quantidade e qualidade dos alimentos ingeridos vai impactar muito na coloração, formato e aspecto das fezes. Segundo o cirurgião do aparelho digestivo, Dr. Rodrigo Barbosa, o intestino pode ser considerado um “termômetro” do organismo. Confira as dicas do especialista para saber identificar as diferenças e quais pontos devem ser considerados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o seu cocô diz sobre a sua saúde?</h2>



<p>Ele pode indicar sobre alguns aspectos do nosso organismo, como saúde digestiva, a qualidade da alimentação, nível de hidratação e até mesmo doenças. “Muita gente normaliza sintomas como constipação, fezes muito líquidas ou alterações na cor. Mas o intestino costuma dar sinais antes de problemas mais sérios aparecerem”, explica o especialista. Os principais pontos que devem ser observados são a coloração, o formato e a consistência:&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Coloração</h3>



<p><strong>Marrom</strong>: essa é uma coloração considerada normal.</p>



<p><strong>Muito escuro ou preto</strong>: pode indicar sangramento no trato digestivo alto, mas também pode estar relacionado a algo que foi consumido. Por isso, também ajuda muito pensar e tentar lembrar das refeições que fez.&nbsp;</p>



<p><strong>Vermelho vivo:</strong>&nbsp;pode sinalizar hemorroidas ou sangramentos mais baixos.</p>



<p><strong>Amarelado ou esbranquiçado</strong>: pode estar relacionado a problemas no fígado, na digestão de gorduras ou na vesícula biliar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Formato e consistência</h3>



<p>O formato é outro detalhe que pode dizer muito sobre o estado da saúde. Para avaliar a consistência das fezes com precisão foi criada a&nbsp;<strong>Escala de Bristol,</strong>&nbsp;que classifica as fezes em sete tipos: constipação severa, constipação suave, dois tipos de evacuação normal com formatos diferentes, falta de fibras, diarreia&nbsp;suave e diarreia severa.&nbsp;</p>



<p>De forma prática e resumida, o formato de “salsicha” macia é considerado o ideal, mas se estiver muito ressecado ou em bolinhas pode ser um sinal de intestino preso. Por fim, se apresentar um aspecto pastoso ou líquido pode indicar diarreia ou irritação intestinal.&nbsp;</p>



<p> </p>



<p>O Dr. Rodrigo comenta ainda sobre a frequência de idas ao banheiro e afirma que ir de 3 vezes por dia a 3 vezes por semana pode ser considerado normal, mas mesmo assim é preciso prestar atenção em mudanças persistentes.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais podem ser os sinais de alerta?</h2>



<p>Segundo o especialista, alguns sinais de alerta são: a presença de sangue, fezes muito escuras ou muito claras, mudança repentina no hábito intestinal, dor abdominal frequente</p>



<p>e perda de peso sem explicação. “Esses sinais podem indicar desde alterações simples até doenças mais sérias, como inflamações intestinais ou até câncer colorretal. Por isso, observar o próprio corpo é fundamental”, alerta o médico. Conhecer e prestar atenção no próprio corpo é uma maneira simples de manter o seu bem-estar e prevenir doenças.&nbsp;</p>
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		<title>Descubra do que o agachamento é capaz de fazer pela sua saúde</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/descubra-do-que-o-agachamento-e-capaz-de-fazer-pela-sua-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 01:48:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[agachamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agachamento funcional é muito mais do que um exercício de academia, sendo um movimento natural que promove o bem-estar e a saúde Por Washimillians Felipa Ao integrar essa prática no dia a dia, você estimula a qualidade de vida, melhora a postura e garante uma maior disposição para realizar tarefas simples, como sentar e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O agachamento funcional é muito mais do que um exercício de academia, sendo um movimento natural que promove o bem-estar e a saúde</strong></p>



<p><strong>Por <a href="https://catracalivre.com.br/author/washimillians-felipe/">Washimillians Felip</a>a</strong><a href="https://news.google.com/publications/CAAqMAgKIipDQklTR1FnTWFoVUtFMk5oZEhKaFkyRnNhWFp5WlM1amIyMHVZbklvQUFQAQ?ceid=BR:pt-419&amp;oc=3" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>Ao integrar essa prática no dia a dia, você estimula a <strong>qualidade de vida</strong>, melhora a postura e garante uma maior disposição para realizar tarefas simples, como sentar e levantar de uma cadeira com facilidade. Adotar hábitos saudáveis envolve entender que nosso corpo foi feito para se movimentar de forma global e integrada. O foco no <strong>equilíbrio emocional</strong> e físico começa com exercícios que replicam a vida real, fortalecendo a conexão entre mente e músculos de maneira natural e eficiente para brasileiros de todas as idades.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/agachamento-1776432544476.jpg" alt="O agachamento fortalece a mente e os músculos" class="wp-image-2817447"/><figcaption class="wp-element-caption">O agachamento fortalece a mente e os músculos &#8211; Créditos: depositphotos.com / IgorVetushko</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o agachamento é essencial para o seu bem-estar físico?</h2>



<p>A prática regular deste movimento fortalece os grandes grupos musculares e protege as articulações, sendo um pilar fundamental para a <strong>saúde preventiva</strong>. Quando realizamos o agachamento de forma consciente, estamos investindo diretamente na nossa longevidade e na manutenção da autonomia motora ao longo dos anos.</p>



<p>Além dos ganhos musculares, a execução correta desse exercício auxilia na circulação sanguínea e na ativação do metabolismo, o que reflete positivamente na <strong>autoestima</strong>. Cuidar do corpo através de movimentos globais é uma demonstração de respeito aos próprios limites e uma busca constante por vitalidade.</p>



<p>Aqui abaixo você verá como realizar um agachamento corretamente para evitar lesões:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-incorporar-manipulador wp-block-embed-incorporar-manipulador"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://youtube.com/watch?v=s7i94Okznns%3Ffeature%3Doembed
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os benefícios do agachamento para a mobilidade articular?</h2>



<p>Manter as articulações flexíveis é uma estratégia inteligente de <a rel="noreferrer noopener" href="https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/dor-pos-treino-quando-e-sinal-de-evolucao-e-quando-pode-indicar-lesao/" target="_blank"><strong>prevenção de lesões</strong></a>, especialmente em joelhos e quadris. O agachamento ajuda a lubrificar essas regiões, garantindo que o <strong>relaxamento</strong> muscular ocorra de forma mais eficaz após as atividades físicas rotineiras, evitando dores crônicas.</p>



<p>O ganho de amplitude de movimento permite que o indivíduo execute tarefas cotidianas com menos esforço e mais segurança. Essa liberdade de movimento gera uma sensação de <strong>plenitude</strong>, permitindo que o foco saia do desconforto físico e se volte para o que realmente importa na vida pessoal.</p>



<p>Existem diversos aspectos positivos ao incluir essa prática na sua jornada de cuidados, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Melhoria significativa na <strong>consciência corporal</strong> e no equilíbrio geral.</li>



<li>Aumento da densidade óssea, essencial para o <strong>envelhecimento saudável</strong>.</li>



<li>Redução de tensões acumuladas na região lombar durante o trabalho.</li>



<li>Estímulo à produção de endorfina, elevando o <strong>estado de espírito</strong>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como o movimento funcional auxilia na rotina de higiene mental?</h2>



<p>Engana-se quem pensa que o exercício físico beneficia apenas os músculos, pois o foco necessário para agachar estimula a <strong>atenção plena</strong>. Ao concentrar-se na respiração e no movimento, você cria um momento de pausa no estresse diário, favorecendo a <strong>paz interior</strong>.</p>



<p>Essa conexão entre o esforço físico e o alívio mental é o que caracteriza o verdadeiro <strong>autocuidado</strong> na cultura moderna brasileira. Praticar movimentos naturais ajuda a descarregar a ansiedade, transformando o treino em um ritual de renovação das energias e clareza de pensamento.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/agachamento-1776432491586.jpg" alt="Exercício traz alívio mental" class="wp-image-2817445"/><figcaption class="wp-element-caption">Exercício traz alívio mental &#8211; Créditos: depositphotos.com / ClickImages</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O agachamento pode ser considerado um hábito de vida saudável?</h2>



<p>Transformar um exercício em um hábito requer entender seu valor para a <strong>sustentabilidade corporal</strong> a longo prazo. O agachamento não exige equipamentos caros, podendo ser feito em qualquer lugar, o que facilita a manutenção de uma <strong>disciplina positiva</strong> e acessível a todos.</p>



<p>Quando incorporado como um ritual, ele deixa de ser uma obrigação e passa a ser uma ferramenta de <strong>vitalidade</strong>. Pequenas pausas durante o dia para agachar podem ser tão revigorantes quanto uma sessão de meditação, unindo funcionalidade e cuidado pessoal de forma prática.</p>



<p>Para entender melhor como o agachamento se compara a outros exercícios comuns de pernas sob a ótica do bem-estar, veja a tabela abaixo:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><th>Critério</th><th>Agachamento Funcional</th><th>Cadeira Extensora</th></tr><tr><td>Foco do Movimento</td><td>Corpo Inteiro e Equilíbrio</td><td>Músculo Isolado (Quadríceps)</td></tr><tr><td>Aplicação na Vida Real</td><td>Alta (Sentar, Levantar, Carregar)</td><td>Baixa (Movimento Artificial)</td></tr><tr><td>Impacto no Bem-estar</td><td>Global e Metabólico</td><td>Localizado</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Como iniciar a prática com foco em longevidade e segurança?</h2>



<p>O segredo para um bom começo é respeitar a <strong>anatomia individual</strong> e buscar uma progressão lenta e segura. Priorizar a técnica em vez da carga é a chave para colher os frutos do <a rel="noreferrer noopener" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Condicionamento_f%C3%ADsico" target="_blank"><strong>condicionamento físico</strong></a> sem comprometer a integridade das suas estruturas ósseas e musculares.</p>



<p>Ao adotar essa postura cuidadosa, você reforça o compromisso com sua própria <strong>harmonia</strong> interna e externa. O agachamento se torna, assim, um aliado poderoso na construção de uma vida mais ativa, vibrante e repleta de saúde para o futuro.</p>



<p>Para garantir que você obtenha o máximo de proveito desse hábito, considere os seguintes pontos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mantenha sempre a coluna alinhada para favorecer o <strong>alinhamento postural</strong>.</li>



<li>Respire de forma rítmica, conectando o ar ao esforço físico realizado.</li>



<li>Busque orientação profissional para ajustar o movimento à sua <strong>necessidade específica</strong>.</li>



<li>Combine a prática com momentos de <strong>descanso restaurador</strong> para melhores resultados.</li>
</ul>



<p>Em resumo, o <strong>agachamento funcional</strong> é uma ferramenta indispensável para quem busca um estilo de vida focado no <strong>autocuidado e bem-estar</strong>. Ao tratar o movimento como uma extensão da vida cotidiana e não apenas como um exercício isolado, promovemos uma saúde muito mais robusta e duradoura.</p>



<p>Por <a href="https://catracalivre.com.br/author/washimillians-felipe/">Washimillians Felipe</a>*</p>



<p>Catraca Livre</p>



<p></p>
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		<title>Saneamento: Brasil patina rumo à universalização — e São Luís mostra o retrato mais cru da desigualdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 02:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais da metade das maiores cidades do Brasil ainda investe menos do que o mínimo necessário em saneamento básico — um dado que, por si só, já explica porque o país segue distante de garantir água tratada e esgoto para todos. Mais um ranking em que o Maranhão e sua capital, São Luís, não estão bem na fita...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="613" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saneamento1-1024x613.webp" alt="" class="wp-image-33601" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saneamento1-1024x613.webp 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saneamento1-400x239.webp 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saneamento1-768x459.webp 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saneamento1.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Saneamento básico: São Luís e o Maranhão estão longe da universalização</em></strong></figcaption></figure>



<p>Mais da metade das maiores cidades do Brasil ainda investe menos do que o mínimo necessário em saneamento básico — um dado que, por si só, já explica por que o país segue distante de garantir água tratada e esgoto para todos. O <strong>Ranking do Saneamento 2026</strong>, do Instituto Trata Brasil, escancara uma realidade conhecida, mas persistente: o Brasil avança a passos lentos, enquanto regiões inteiras continuam à margem.</p>



<p>Dos 100 municípios mais populosos, 51 investem menos de R$ 100 por habitante ao ano — menos da metade dos R$ 225 considerados ideais pelo Plano Nacional de Saneamento Básico para universalizar o serviço até 2033. Na elite, apenas 17 cidades superam os R$ 200, e só dez atingem o padrão de excelência.</p>



<p>O mapa do saneamento no país segue um roteiro previsível — e preocupante. No topo, cidades do Sudeste, como Franca, São José do Rio Preto, Campinas e Santos, já universalizaram seus serviços. Na outra ponta, municípios do Norte e Nordeste, como Santarém, Porto Velho e Rio Branco, convivem com índices críticos.</p>



<p>A desigualdade se repete nos indicadores mais sensíveis. Nos 20 melhores municípios, mais de 98% da população tem acesso à coleta de esgoto. Nos 20 piores, o índice não chega a 28%. Quando o assunto é tratamento, a distância continua abissal: quase 78% contra pouco mais de 28%.</p>



<p>Hoje, mais de 30 milhões de brasileiros não têm acesso à água potável, e cerca de 90 milhões vivem sem coleta de esgoto — um contingente que traduz, em números, o tamanho do atraso estrutural.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Maranhão: entre os piores </h2>



<p>Se o Brasil já enfrenta um cenário preocupante, o Maranhão aparece como um dos casos mais críticos. O estado figura, de forma recorrente, entre os três piores do país em indicadores de coleta e tratamento de esgoto, consolidando um histórico de negligência estrutural.</p>



<p>A capital, São Luís, simboliza esse atraso. No Ranking do Saneamento 2026, ocupa a <strong>91ª posição entre os 100 maiores municípios</strong>, um desempenho que evidencia a dificuldade em universalizar serviços básicos mesmo em um centro urbano relevante.</p>



<p>Os problemas vão além da cobertura insuficiente. A cidade convive com níveis alarmantes de perdas na distribuição de água — quase 60% de tudo o que é produzido simplesmente não chega ao consumidor. É um desperdício que revela falhas graves de infraestrutura, gestão e investimento.</p>



<p>Na prática, isso significa que parte significativa da população ainda enfrenta intermitência no abastecimento, recorre a soluções precárias e convive com esgoto a céu aberto — um cenário incompatível com qualquer projeto de desenvolvimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impacto na saúde e economia</h2>



<p>A presidente executiva do Instituto Trata Brasil, Luana Pretto, resume o problema com clareza: saneamento não é apenas infraestrutura — é saúde pública, educação e produtividade.</p>



<p>A ausência de água tratada e esgoto favorece a disseminação de doenças como dengue, leptospirose e diarreias, afetando principalmente crianças. O impacto é cumulativo: pior desempenho escolar, menor produtividade no trabalho e aumento da pressão sobre o sistema de saúde.</p>



<p>Em regiões mais vulneráveis, como o Maranhão, esse ciclo se retroalimenta. A falta de saneamento não apenas reflete a desigualdade — ela a aprofunda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Gargalo trava o futuro</h2>



<p>Apesar do Marco Legal do Saneamento estabelecer metas ambiciosas para 2033, a realidade indica que o país corre contra o tempo — e com fôlego curto. Mais da metade das grandes cidades ainda está fora da rota necessária.</p>



<p>No caso de São Luís e do Maranhão, o desafio é ainda maior: sair das últimas posições exigirá não apenas mais investimentos, mas também eficiência na gestão, redução de perdas e prioridade política real.</p>



<p>Sem isso, o saneamento continuará sendo o retrato mais fiel de um Brasil que avança — mas deixa milhões para trás.</p>



<p></p>
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		<title>Unicef: Brasil tem menor taxa de mortalidade infantil em 34 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 22:59:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[mortalidade infantil]]></category>
		<category><![CDATA[redução]]></category>
		<category><![CDATA[Unicef]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nações Unidas alertam para desaceleração no ritmo de queda Versão em áudio O relatório Níveis e Tendências da&#160;Mortalidade Infantil, divulgado nesta terça-feira (17) pelas Nações Unidas, aponta que o Brasil alcançou as&#160;menores taxas de mortalidade neonatal e em crianças abaixo dos cinco anos dos últimos 34 anos. Segundo o Fundo das Nações Unidas para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Nações Unidas alertam para desaceleração no ritmo de queda</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/OSvQpqM9zdrQPz46FNKEi09iTpw=/1170x700/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/recem-nascido.jpg?itok=XHHRa0Gf" alt="Recém-nascido" title="Marcello Casal/Agência Brasil"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>© Marcello Casal/Agência Brasil</em></strong></figcaption></figure>



<p>Versão em áudio</p>



<p><audio src="https://tts-app.ebc.com.br/media/tts/254000.mp3"></audio></p>



<p>O relatório <em>Níveis e Tendências da&nbsp;Mortalidade Infantil</em>, divulgado nesta terça-feira (17) pelas Nações Unidas, aponta que o <strong>Brasil alcançou as&nbsp;menores taxas de mortalidade neonatal e em crianças abaixo dos cinco anos dos últimos 34 anos</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682323&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682323&amp;o=node"></p>



<p>Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), um <strong>conjunto de políticas adotadas pelo país têm diminuído as mortes preveníveis de crianças</strong>, em consonância com a tendência global.&nbsp;</p>



<p><strong>Em 1990, a cada mil crianças nascidas, 25 morriam ainda recém-nascidas, antes de completar 28 dias de vida. Em 2024, o número caiu para sete a cada mil.</strong></p>



<p>O mesmo aconteceu com a probabilidade de morrer antes dos cinco anos de idade. No Brasil, em 1990, a cada mil crianças que nasciam, 63 faleciam antes do quinto aniversário. Nos anos 2000, a taxa caiu para 34 a cada mil e, em 2024, chegou a 14,2 mortes.</p>



<p>Entre as políticas públicas citadas para este resultado, está o Programa Saúde da Família, o Programa de Agentes Comunitários de Saúde, a Política Nacional de Atenção Básica e a expansão da rede pública de saúde. Juntas, essas iniciativas que ajudaram a promover a saúde de mães, bebês e crianças desde os anos 1990 e foram operacionalizadas com o apoio da sociedade brasileira e de organizações internacionais, como o próprio Unicef.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Estamos falando de milhares de bebês e crianças que não sobreviveriam, e hoje podem crescer, se desenvolver com saúde e chegar até a vida adulta&#8221;, explica Luciana Phebo, chefe de Saúde e Nutrição do Unicef no Brasil.</p>
</blockquote>



<p>&#8220;E essa mudança foi possível porque o Brasil escolheu investir em políticas que funcionam, como a&nbsp;vacinação e o incentivo à amamentação. Agora, precisamos voltar a acelerar esses esforços, mantendo e ampliando os avanços históricos das últimas décadas e alcançando aqueles nos quais essas políticas ainda não chegam como deveriam&#8221;, enfatiza.</p>



<p>Apesar dos avanços, o&nbsp;<strong>Brasil também viu uma desaceleração na queda da mortalidade de crianças na última década</strong>, <strong>em linha com a tendência global</strong>.</p>



<p>Entre 2000 e 2009, por exemplo, o país diminuía a mortalidade de recém-nascidos em 4,9%, todos os anos. Já entre 2010 e 2024, a redução passou a ser de 3,16% ao ano.</p>



<p>O levantamento mostra que as&nbsp;mortes de crianças menores de cinco anos no mundo caíram em mais da metade, globalmente, desde 2000, mas desde 2015, há pouco mais de uma década, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/onu-49-milhoes-de-criancas-ate-5-anos-morreram-em-2024-no-planeta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o ritmo de redução da mortalidade infantil desacelerou mais de 60%</a>. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Adolescentes e jovens</h2>



<p>O relatório da ONU sobre mortalidade também revela que&nbsp;aproximadamente 2,1 milhões de crianças, adolescentes e jovens entre cinco e 24 anos morreram em 2024 no planeta.</p>



<p>No Brasil, no mesmo ano, <strong>a violência foi responsável por quase metade (49%) das mortes de meninos de 15 a 19 anos</strong>, com doenças não transmissíveis ocupando o segundo lugar (18%). Acidentes de trânsito foram a terceira causa mais comum (14% das mortes).</p>



<p><strong>Entre meninas na mesma faixa etária, doenças não transmissíveis foram a principal causa de morte (37%)</strong>, seguidas por doenças transmissíveis (17%), pela violência (12%) e pelo suicídio (10%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Recomendações&nbsp;</h2>



<p>Citando apontamentos do relatório, o Unicef reforça que as evidências mostram que investimentos em saúde infantil estão entre as medidas de desenvolvimento com melhor custo efetivo.</p>



<p>Intervenções comprovadas e de baixo custo, como vacinas, tratamento da desnutrição e profissionais de saúde qualificados na gestação, parto e pós-parto, dão alguns dos maiores retornos em saúde global, aumentando a produtividade, fortalecendo economias e reduzindo gastos públicos futuros.</p>



<p>Cada US$ 1 investido na sobrevivência infantil pode gerar até US$ 20&nbsp;em benefícios sociais e econômicos, aponta a entidade.&nbsp;</p>



<p>O relatório global foi feito pelo&nbsp;Grupo Interagencial das Organizações&nbsp;Nações Unidas (ONU) para Estimativas de Mortalidade Infantil (UN IGME), em parceria com Banco Mundial, Organização Mundial da Saúde (ONU) e Departamento Assuntos Econômicos e Sociais (Desa/ONU).</p>



<p><strong>Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p></p>
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		<title>Polilaminina: saiba tudo sobre o tratamento promissor para lesões na medula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 17:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cientista]]></category>
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		<category><![CDATA[Polilaminina]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação]]></category>
		<category><![CDATA[Tatiana Sampaio]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento experimental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carla Carvalho Entre expectativas e cautela: Até há pouco tempo assunto de laboratório, a polilaminina virou tema de decisões judiciais, boletins médicos e das conversas de famílias que convivem com lesão medular. No Maranhão, um policial militar baleado no pescoço apresentou melhora na respiração e nos movimentos depois de receber a substância em caráter experimental. [&#8230;]</p>
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<p><a href="https://www.infomoney.com.br/autor/carla-carvalho/">Carla Carvalho</a></p>



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<p><strong>Entre expectativas e cautela</strong>: Até há pouco tempo assunto de laboratório, a polilaminina virou tema de decisões judiciais, boletins médicos e das conversas de famílias que convivem com lesão medular.</p>



<p>No Maranhão, um policial militar baleado no pescoço apresentou melhora na respiração e nos movimentos depois de receber a substância em caráter experimental. Outros três pacientes que tiveram acesso à aplicação por decisão judicial morreram semanas depois, devido a complicações clínicas.&nbsp;</p>



<p>Segundo pesquisadores, não há evidência de que as mortes tenham relação com a substância. O fato é que a polilaminina ainda não é um tratamento aprovado, e faz parte de um ensaio clínico autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para avaliar sua segurança.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-e-a-polilaminina">O que é a polilaminina?</h2>



<p>A polilaminina é uma forma organizada de uma proteína que já existe no corpo humano: a laminina.&nbsp;</p>



<p>Essa proteína ajuda a sustentar e estruturar as células, especialmente no sistema nervoso. Com o passar dos anos, sua presença no organismo diminui, e isso pode influenciar a capacidade de regeneração dos tecidos.</p>



<p>Foi estudando esse comportamento que a bióloga Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, conseguiu produzir em laboratório uma versão organizada dessa proteína, formando uma espécie de rede microscópica mais estável. Parte das pesquisas utilizou proteínas extraídas de placentas humanas, materiais biologicamente ricos nesse tipo de componente estrutural.</p>



<p>A partir daí, a substância foi testada de forma experimental em oito pacientes paraplégicos e tetraplégicos, e seis deles apresentaram algum grau de recuperação de movimento. Em um dos casos relatados, um paciente que estava paralisado do ombro para baixo voltou a caminhar.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-ela-age-no-organismo">Como ela age no organismo?</h2>



<p>Quando a medula sofre uma lesão, o problema não termina no momento do trauma. O local fica inflamado, forma cicatriz e cria uma barreira que dificulta o crescimento das fibras nervosas.</p>



<p>A ideia da polilaminina é tentar melhorar esse ambiente. Nos estudos com animais, ela ajudou a estimular o crescimento de fibras nervosas e a reduzir parte da inflamação que atrapalha a recuperação.</p>



<p>Em outras palavras: em vez de substituir a medula ou “reconstruir” o que foi perdido, a substância tenta dar melhores condições para que o próprio organismo consiga reorganizar conexões.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-ja-foi-observado-em-animais-e-em-humanos">O que já foi observado em animais e em humanos?</h2>



<p>Os resultados mais consistentes ainda vêm de estudos com animais. Ratos com lesão medular que receberam polilaminina tiveram melhora nos movimentos, ao contrário dos que não passaram pelo tratamento.&nbsp;</p>



<p>O mesmo ocorreu com cães que tinham lesão crônica, que também apresentaram melhora motora em parte dos casos.</p>



<p><a href="https://www.infomoney.com.br/tudo-sobre/polilaminina/">Já em humanos, o caminho está recém iniciado</a>. A autorização da Anvisa se refere a um estudo de fase 1, que avalia principalmente a segurança.&nbsp;</p>



<p>Alguns pacientes com lesão aguda tiveram recuperação parcial após a aplicação, mas nem todos evoluíram da mesma forma. E ainda não há estudos comparativos em escala suficiente para que se possa afirmar o tamanho real do efeito.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-quem-poderia-se-beneficiar-da-polilaminina-se-os-resultados-se-confirmarem">Quem poderia se beneficiar da polilaminina se os resultados se confirmarem?</h2>



<p>Até agora, o foco está em lesões medulares recentes, tratadas pouco tempo depois do trauma, porque o tecido ainda está em fase ativa de resposta inflamatória.</p>



<p>Por outro lado, lesões antigas e já consolidadas são mais difíceis de modificar. Nesse cenário, não há evidência sólida de benefício, e também não existem dados suficientes para dizer se a substância poderia servir para outras doenças neurológicas.</p>



<p>Especialistas destacam ainda outro ponto importante: cada lesão é única. Nível atingido, extensão do dano, idade do paciente, tempo até a intervenção, tudo isso influencia o resultado e ajuda a explicar por que os efeitos podem variar tanto de uma pessoa para outra.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-quais-os-riscos-e-incertezas-ate-agora">Quais os riscos e incertezas até agora?</h2>



<p>Os dados atuais indicam que a aplicação da substância foi tolerada nos pacientes acompanhados, mas o número ainda é pequeno.</p>



<p>Também é preciso separar recuperação espontânea de efeito real do tratamento. Em algumas lesões incompletas, alguma melhora pode acontecer naturalmente nas primeiras semanas. Só estudos maiores conseguem responder com clareza o que é coincidência e o que é resultado direto da substância.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-onde-a-polilaminina-esta-hoje">Onde a polilaminina está hoje:</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>O que é</strong></th><th>Versão reorganizada de uma proteína do corpo (laminina), ligada à estrutura do sistema nervoso.</th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Como age</strong></td><td>Tenta tornar o ambiente da lesão menos hostil, favorecendo a reconexão das fibras nervosas.</td></tr><tr><td><strong>O que já apareceu</strong></td><td>Resultados consistentes em animais e relatos iniciais de recuperação parcial em alguns pacientes.</td></tr><tr><td><strong>Em que fase está</strong></td><td>Ensaio clínico de fase 1 autorizado pela Anvisa, voltado à segurança.</td></tr><tr><td><strong>O que ainda não há</strong></td><td>Comprovação clínica ampla de eficácia nem aprovação para uso geral.</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Polilaminina: corte de verbas levou a perda de patente internacional, diz cientista</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="539" height="315" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Tatiana-Sampaio.webp" alt="" class="wp-image-33339" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Tatiana-Sampaio.webp 539w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Tatiana-Sampaio-400x234.webp 400w" sizes="(max-width: 539px) 100vw, 539px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular e responsável pelo estudo. Foto: FAPERJ/Divulgação.</em></strong></figcaption></figure>



<p>Tatiana Sampaio, cientista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), alega que a patente internacional da polilaminina foi perdida devido à interrupção de verbas para pesquisa na universidade entre os anos de 2015 e 2016.</p>



<p>De acordo com Tatiana, a concessão da patente nacional levou 18 anos para ser finalizada, ocorrendo apenas em 2025. Como o prazo total de validade é de 20 anos, restam somente 2 anos de exclusividade para a cientista no país.&nbsp;Já o registro estrangeiro deixou de existir pela falta de pagamento das taxas obrigatórias, antes custeadas pela universidade.</p>



<p>Com o corte de verbas, falou a cientista, não havia mais dinheiro para pagar as patentes internacionais. “Perdemos tudo, ficamos só com a nacional porque eu paguei do meu bolso por 1 ano”, afirmou em entrevista ao canal TV 247 no YouTube.</p>



<p>A cientista relatou que chegou a utilizar recursos próprios para tentar manter a proteção do medicamento, mas não conseguiu evitar a perda internacional. Para ela, o prejuízo afeta o reconhecimento da ciência nacional e de toda a equipe envolvida no estudo por anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-entenda-o-que-e-a-polilaminina">Entenda o que é a polilaminina</h2>



<p>A polilaminina consiste em uma versão sintética melhorada da proteína laminina, que é retirada de placentas humanas. Sua função é ser uma espécie de guia em casos de lesões medulares, promovendo a união de fibras nervosas que foram rompidas. O processo de regeneração em seres humanos acontece de forma gradual ao longo de alguns meses.</p>



<p>Os testes realizados apresentaram resultados significativos. Em um grupo de oito pacientes com lesão medular completa (quadro com apenas 10% de probabilidade de melhora), seis voltaram a apresentar algum movimento após o tratamento e um deles conseguiu caminhar novamente.</p>



<p>Atualmente, o composto ainda não possui registro oficial, o que tem levado pacientes a buscarem autorização na Justiça para atuar como voluntários clínicos. Em um avanço recente, ocorrido em 5 de janeiro, a Anvisa liberou a fase 1 do estudo clínico. Essa etapa permite testar a segurança da substância por meio da aplicação direta na área lesionada de cinco pacientes que sofreram traumas recentes na medula espinhal.</p>



<p><strong>Informoney</strong></p>



<p></p>
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		<title>Cardiologista aponta os riscos da cerveja para a saúde do coração</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/cardiologista-aponta-os-riscos-da-cerveja-para-a-saude-do-coracao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 00:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologista]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cardiologista Roberto Yano ressalta como a ingestão da cerveja impacta a saúde cardiovascular. A bebida tem carboidratos simples. Cláudia Meireles/Metrópoles Getty Images Entre as bebidas alcoólicas mais ingeridas pelos foliões no Carnaval, consta a cerveja. A opção fermentada oferece “diversos riscos à saúde”, principalmente para o sistema cardiovascular, conforme explica o cardiologista Roberto Yano. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/cardiologista-aponta-os-riscos-da-cerveja-para-a-saude-do-coracao/">Cardiologista aponta os riscos da cerveja para a saúde do coração</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O cardiologista Roberto Yano ressalta como a ingestão da cerveja impacta a saúde cardiovascular. A bebida tem carboidratos simples</strong>.</p>



<p><strong>Cláudia Meireles</strong>/Metrópoles</p>



<p>Getty Images</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i.metroimg.com/btHZcWuba6yDrFp6j6Kt0beBiMcoaAeMj56YdmkeaiU/w:900/q:85/f:webp/plain/https://images.metroimg.com/2026/02/coracao_6.jpg" alt="Ilustração colorida de coração em esqueleto humano - Metrópoles"/></figure>



<p><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br>Entre <a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/neurocirurgiao-cita-as-bebidas-mais-prejudiciais-para-o-risco-de-avc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">as bebidas alcoólicas mais ingeridas pelos foliões no Carnaval</a>, consta a cerveja. A opção fermentada oferece “diversos riscos à saúde”, principalmente para o sistema cardiovascular, conforme explica o <a href="https://www.instagram.com/dr.yano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cardiologista Roberto Yano</a>. <a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/fruta-ajuda-a-prevenir-infarto-e-protege-os-vasos-sanguineos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O médico salienta que o álcool “age” no coração e nos vasos sanguíneos</a>.</p>



<p>Em entrevista à <a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/fruta-ajuda-a-prevenir-infarto-e-protege-os-vasos-sanguineos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">coluna Claudia Meireles</a>, o especialista em estimulação cardíaca artificial destaca que <a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/sinais-que-o-figado-da-por-nao-funcionar-bem-apos-o-excesso-de-alcool" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o álcool presente na cerveja contribui para o aumento da pressão arterial</a> e favorece alterações no ritmo cardíaco, como arritmias. Ele argumenta que <a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/medica-da-longevidade-aponta-a-melhor-bebida-para-viver-mais-e-melhor" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o consumo da bebida pode “enfraquecer o músculo cardíaco ao longo do tempo”</a>.</p>



<p>O cardiologista acrescenta a respeito do <a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/medica-revela-dicas-poderosas-para-combater-a-inflamacao-do-corpo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">consumo regular da cerveja ter relação com o ganho de peso e aumento da inflamação sistêmica</a>. “São fatores que elevam o risco de doenças cardiovasculares”, frisa. Yano detalha que a bebida, além de conter álcool, <a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/arroz-picos-de-glicose" target="_blank" rel="noreferrer noopener">integra carboidratos simples com potencial de desencadear picos glicêmicos</a>.</p>



<p>“O alto valor calórico favorece o acúmulo de gordura abdominal, associado a maior risco cardiovascular”, pontua o médico. Ele complementa que, em algumas versões, <a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/nao-e-a-banana-fruta-com-muito-potassio-ajuda-a-regular-a-pressao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">as bebidas trazem na composição sódio e aditivos capazes de impactar na pressão arterial</a>. “A ingestão frequente também pode alterar o metabolismo lipídico”, cita.</p>



<p>De acordo com o especialista, <a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/cardiologista-explica-como-reduzir-a-gordura-no-sangue-de-forma-eficaz" target="_blank" rel="noreferrer noopener">consumir bebidas alcoólicas constantemente aumenta os triglicerídeos, isto é, a gordura no sangue</a>. Roberto Yano menciona que tomar cerveja de forma exagerada tem ligação com condições de saúde, a exemplo de doenças hepáticas, distúrbios gastrointestinais e prejuízos cognitivos.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_4320829"><img decoding="async" src="https://images.metroimg.com/b64d2f0c-brinde-com-cerveja.jpg" alt="Grupo de 4 pessoas brinda com copos de cerveja - Metrópoles" class="wp-image-4320829"/><figcaption class="wp-element-caption">O cardiologista apontou os riscos do consumo da cerveja para a saúde do coração</figcaption></figure>



<p><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br>Entre <a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/neurocirurgiao-cita-as-bebidas-mais-prejudiciais-para-o-risco-de-avc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">as bebidas alcoólicas mais ingeridas pelos foliões no Carnaval</a>, consta a cerveja. A opção fermentada oferece “diversos riscos à saúde”, principalmente para o sistema cardiovascular, conforme explica o <a href="https://www.instagram.com/dr.yano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cardiologista Roberto Yano</a>. <a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/fruta-ajuda-a-prevenir-infarto-e-protege-os-vasos-sanguineos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O médico salienta que o álcool “age” no coração e nos vasos sanguíneos</a>.<br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br>Entre <a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/neurocirurgiao-cita-as-bebidas-mais-prejudiciais-para-o-risco-de-avc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">as bebidas alcoólicas mais ingeridas pelos foliões no Carnaval</a>, consta a cerveja. A opção fermentada oferece “diversos riscos à saúde”, principalmente para o sistema cardiovascular, conforme explica o <a href="https://www.instagram.com/dr.yano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cardiologista Roberto Yano</a>. <a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/fruta-ajuda-a-prevenir-infarto-e-protege-os-vasos-sanguineos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O médico salienta que o álcool “age” no coração e nos vasos sanguíneos</a>.</p>
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		<title>&#8216;Sinal de Frank&#8217; não é o único: outros indícios ocultos de risco de infarto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 14:06:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas dizem que o “sinal de Frank”, uma prega diagonal no lóbulo da orelha, pode sugerir risco de doença coronariana, mas não fecha diagnóstico de infarto.<br />
O cardiologista Eduardo Lima cita também a prega anterotragal e afirma que a combinação das duas marcas aumenta a suspeita clínica, ligada a envelhecimento vascular.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Uma dobra no lóbulo da orelha, o chamado &#8220;sinal de Frank&#8221;, ficou conhecida como possível alerta para problemas cardíacos. O tema veio à tona após a morte do influenciador Henrique Maderite, vítima de infart</strong>o. <em><strong>(Viva Bem/Uol</strong></em>)</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="750" height="421" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Dois-rostos-com-xantomas-1c.jpg" alt="" class="wp-image-33202" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Dois-rostos-com-xantomas-1c.jpg 750w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Dois-rostos-com-xantomas-1c-400x225.jpg 400w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p><strong><em>O influenciador Henrique Maderite tinha uma marca semelhante ao sinal de Frank na orelha Imagem: Reprodução/Redes sociais</em></strong></p>



<p>O &#8220;sinal de Frank&#8221; não é o único achado físico que pode levantar suspeitas sobre risco de infarto. Outras marcas no corpo também podem indicar maior probabilidade de doença vascular. Especialistas explicam que esses sinais não fecham diagnóstico, mas ajudam a acender o alerta para investigação e prevenção.</p>



<p><strong>O &#8216;sinal de Frank&#8217;</strong></p>



<p>O &#8220;sinal de Frank&#8221; é uma prega diagonal no lóbulo da orelha. Ele foi descrito em 1973 por um pneumologista americano, que observou uma associação entre essa fissura e a presença de doença coronariana, que ocorre quando placas de gordura se acumulam nas artérias do coração, comprometendo o fluxo de sangue.</p>



<p>A intensidade da prega pode variar bastante. Segundo o cardiologista Eduardo Lima, do Hospital Nove de Julho e líder da cardiologia da Rede Américas, há até classificações em graus, sendo o mais acentuado aquele em que o lóbulo parece quase dividido em dois.</p>



<p>A associação com o coração surgiu a partir de estudos clínicos. Pesquisas compararam a presença do sinal com exames como o cateterismo, que detecta obstruções nas artérias coronárias, e encontraram uma correlação estatística entre os dois achados. O &#8220;sinal de Frank&#8221; está associado principalmente à aterosclerose. Essa doença ocorre quando há acúmulo de gordura e inflamação na parede das artérias, podendo levar a infarto, AVC e doença vascular periférica, explica Carlos Eduardo Abrahão, médico do serviço de cardiologia e de cirurgia cardiovascular do Hospital São Vicente de Paulo,</p>



<p>Outra alteração na orelha também pode indicar risco</p>



<p>A prega anterotragal na orelha é outro achado associado à doença coronariana. Essa marca é uma dobra localizada na região do tragus — uma pequena saliência que temos na orelha, na parte mais próxima do rosto… </p>



<p>A presença combinada de pregas pode aumentar a suspeita clínica. O cardiologista Eduardo Lima, do Hospital Nove de Julho, cita um estudo brasileiro da Unesp de Botucatu que encontrou associação mais forte com doença coronariana quando a prega anterotragal aparecia junto com o sinal de Frank.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="450" height="600" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Orelha-com-xantoma-1c.jpg" alt="" class="wp-image-33203" style="width:694px;height:auto" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Orelha-com-xantoma-1c.jpg 450w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Orelha-com-xantoma-1c-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Prega lobular longitudinal (PLD), conhecida como &#8216;sinal de Frank&#8217;, e prega anterotragal (PAT) Imagem: Reprodução/Anais Brasileiros de Dermatologia (2006).</em></strong></figcaption></figure>



<p>Essas alterações são interpretadas como possíveis marcadores de envelhecimento vascular. Segundo Lima, estudos associaram essas pregas a alterações microvasculares semelhantes às observadas na aterosclerose, doença que pode culminar em infarto e AVC.</p>



<p>O sinal isolado não determina a doença. &#8220;Ele não deve ser utilizado para gerar pânico em quem tem&#8221;, afirma Lima, ao reforçar que a avaliação precisa considerar histórico familiar, colesterol, diabetes, tabagismo e outros fatores de risco…</p>



<p>A prevenção ainda é a melhor estratégia contra o infarto. Controle do colesterol, prática regular de atividade física, abandono do tabagismo e acompanhamento médico periódico seguem sendo as medidas mais eficazes para reduzir o risco cardiovascular.</p>



<p>Depósitos de gordura na pele também entram na lista</p>



<p>Xantelasmas podem indicar alteração no colesterol. Essas pequenas placas amareladas costumam aparecer nas pálpebras e estão associadas a distúrbios das gorduras no sangue, segundo Carlos Eduardo Abrahão, médico do serviço de cardiologia e de cirurgia cardiovascular do Hospital São Vicente de Paulo.Um estudo indica que pessoas que apresentam xantelasmas estão 48% mais propensas a sofrer um infarto. A pesquisa, feita na Dinamarca e publicada no site especializado British Medical Journal em 2011, afirma que marcas amarelas nas pálpebras são um sinal de risco de ataque cardíaco e outras doenças.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="421" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/mulher-palpebra-1c.jpg" alt="" class="wp-image-33205" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/mulher-palpebra-1c.jpg 750w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/mulher-palpebra-1c-400x225.jpg 400w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Mulher com xantelasma na pálpebra; depósito de gordura na pele pode indicar alteração no colesterol Imagem: Klaus D. Peter/Wikimedia Commons</em></strong></figcaption></figure>



<p>Xantomas também são sinais de possível risco cardiovascular. Eles, por sua vez, são depósitos de gordura que surgem em tendões e outras superfícies do corpo, igualmente ligados a dislipidemias. Os xantomas podem deixar os locais doloridos e inchados, principalmente nos dedos, mas também aparecem em outras regiões do corpo, como calcanhares e pés. Esses sinais refletem alterações metabólicas que favorecem a aterosclerose.</p>



<p>A correlação não significa um destino inevitável rumo ao infarto. &#8220;Existe uma correlação: eles não determinam o risco, não determinam que essa pessoa vai infartar&#8221;, afirma o cardiologista Carlos Eduardo Abrahão, do Hospital São Vicente de Paulo.</p>



<p><strong>O que esses sinais realmente significam</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="450" height="600" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Xntomas-carocos-1c.jpg" alt="" class="wp-image-33201" style="width:694px;height:auto" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Xntomas-carocos-1c.jpg 450w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Xntomas-carocos-1c-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Xantoma em uma criança; sinais são depósitos de gordura que surgem em tendões e outras superfícies do corpo Imagem: Min.neel/Wikimedia Commons</em></strong></figcaption></figure>



<p>]A clínica continua sendo fundamental na prevenção. &#8220;Sinais e sintomas continuam sendo a bola da vez&#8221;, diz o especialista, ao defender que a observação médica é parte essencial da prevenção primária — quando se tenta agir antes que a doença aconteça.</p>



<p>O principal valor desses sinais está no alerta precoce. Ao identificar alterações físicas associadas a fatores de risco, o médico pode indicar exames complementares e orientar mudanças no estilo de vida.</p>



<p>Esses achados fazem parte da avaliação clínica tradicional. Abrahão afirma que o &#8220;sinal de Frank&#8221; é um indicador clássico da medicina, observado na anamnese, e deve ser interpretado dentro de um conjunto maior de informações. A anamnese é a etapa da consulta em que o médico conversa com o paciente para entender seu histórico de saúde. É o momento de reunir informações sobre sintomas atuais, doenças anteriores, uso de medicamentos, histórico familiar e hábitos de vida. A partir dela, o profissional define quais exames são necessários e quais hipóteses diagnósticas fazem mais sentido.</p>



<p>A prevenção ainda é a melhor estratégia contra o infarto. Controle do colesterol, prática regular de atividade física, abandono do tabagismo e acompanhamento médico periódico seguem sendo as medidas mais eficazes para reduzir o risco cardiovascular.</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Alerta para os piores alimentos para quem tem pressão alta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 14:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
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		<category><![CDATA[sódio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns alimentos podem atrapalhar a circulação sanguínea, aumentando os valores da pressão arterial. Cuidados devem ir além do sal andreswd/Gettyimages A hipertensão arterial, ou pressão alta, atinge aproximadamente 27,9% da população brasileira, de acordo com dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2023. A condição está [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Alguns alimentos podem atrapalhar a circulação sanguínea, aumentando os valores da pressão arterial. Cuidados devem ir além do sal</strong></p>



<p>andreswd/Gettyimages</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i.metroimg.com/AxhdwdFC32BebqJg_nLfZmCxwlCJUz8S-g5-OHYGXz4/w:1200/q:85/f:webp/plain/2025/12/22142706/aferir-pressao-1.jpg" alt="Imagem mostra mulher sentada em maca e tendo a pressão aferida com um aparelho manual - Metrópoles"/></figure>



<p><a href="https://www.metropoles.com/saude/9-segredos-prevenir-pressao-alta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A hipertensão arterial, ou pressão alta</a>, atinge aproximadamente 27,9% da população brasileira, de acordo com dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2023. A condição está entre os principais fatores associados a doenças cardiovasculares e <a href="https://www.metropoles.com/saude/neurologistas-4-habitos-reduzir-risco-avc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ao AVC</a>.</p>



<p>Mesmo quando não existem sintomas, é necessário ter atenção e cuidado com a alimentação, já que a doença interfere no funcionamento do sistema circulatório. E mais do que reduzir a ingestão de sal, <a href="https://www.metropoles.com/saude/jovens-hipertensao-mais-cedo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">controlar a pressão alta</a> envolve um conjunto de hábitos no dia a dia.</p>



<p>Por isso, especialistas ouvidos pelo <strong>Metrópoles</strong> listaram os piores alimentos para quem tem hipertensão. Confira:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sal</h4>



<p>Apesar do sódio ser importante para o corpo, em excesso, ele faz mal à saúde. O sal faz o organismo reter mais líquido, o que aumenta a quantidade de sangue nas artérias e força as paredes dos vasos sanguíneos. É exatamente isso que pode causar a pressão alta.</p>



<p>Muita gente pensa que o problema está só no sal de cozinha, mas grande parte do sódio consumido vem de alimentos industrializados, como temperos prontos, enlatados e congelados.</p>



<p>A recomendação é não ultrapassar 2 gramas de sódio por dia, o que equivale a cerca de 5 gramas de sal. No entanto, esse limite é facilmente ultrapassado quando a alimentação é baseada em produtos prontos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Dietas ricas em sal e calorias podem levar ao aumento da pressão arterial, assim como o sedentarismo e a obesidade, que são fatores de risco para a pressão alta. Essas condições podem levar a alterações no sistema cardiovascular que aumentam a pressão arterial”, afirma o cardiologista Daniel Branco, professor do curso de Medicina da Universidade Santo Amaro (Unisa).</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Embutidos e carnes processadas</h4>



<p>Presunto, salame, mortadela, salsicha e linguiça concentram sódio e conservantes que são usados para prolongar a validade e realçar o sabor do alimento. Por isso, o consumo frequente favorece o aumento da pressão e sobrecarrega o sistema cardiovascular. Alternativas como carnes frescas, ovos e preparações caseiras ajudam a reduzir esse excesso sem prejuízo nutricional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Comidas congeladas já prontas</h4>



<p>Lasanhas, pizzas congeladas, nuggets e outras refeições prontas são práticas, mas costumam ter muito sal, gordura e aditivos. Esse conjunto dificulta o controle da pressão arterial e pode trazer riscos maiores para quem já tem tendência à pressão alta ou casos da doença na família.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_4297777"><img decoding="async" src="https://uploads.metroimg.com/wp-content/uploads/2025/12/22133930/alimentos-frescos-materia.jpg" alt="Foto colorida de pessoa preparando comidas saudáveis em casa - Médicos apontam piores alimentos para quem tem pressão alta - Metrópoles" class="wp-image-4297777"/><figcaption class="wp-element-caption">Para o controle da pressão alta, a melhor escolha é sempre preparar as refeições em casa, com ingredientes frescos e menos sal</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Alimentos enlatados e em conserva</h4>



<p>Milho, ervilha, palmito, azeitona e atum em lata também parecem opções muito práticas, mas ficam armazenados em líquidos que têm muito sal. Esse excesso de sódio pode dificultar o controle da pressão.</p>



<p><a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sempre que possível, o ideal é escolher versões frescas ou naturais desses alimentos</a>. Se a lata for a única opção, lavar bem o produto antes de consumir ajuda a retirar parte do sal.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Frituras, fast-food e bebidas adoçadas</h4>



<p>Batata frita, hambúrguer, salgadinhos e comidas de fast-food têm grandes quantidades de gordura e sal. O consumo frequente desses alimentos dificulta a circulação do sangue e atrapalha o controle da pressão arterial.</p>



<p>Também é preciso tomar cuidado com refrigerantes e bebidas adoçadas. Além do açúcar em excesso, muitas dessas bebidas têm sódio, que pode contribuir para o aumento da pressão ao longo do tempo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Doces e ultraprocessados</h4>



<p>Biscoitos recheados, bolos prontos e sobremesas industrializadas reúnem muito açúcar, gordura e sal em um único produto. Por isso, não devem fazer parte da alimentação diária de quem precisa manter a pressão controlada.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Devemos evitar ao máximo ingerir ultraprocessados. Alimentos como bacon, salsicha e carnes vermelhas ricas em gordura tendem a favorecer o aumento da gordura abdominal e podem afetar a saúde cardiovascular”, explica a nutricionista Cynthia Távora, de Fortaleza, Ceará.</p>
</blockquote>



<p>Dar preferência a alimentos frescos e preparados em casa, usando temperos naturais como ervas, alho, cebola e limão, ajuda a manter a pressão mais equilibrada e a cuidar da saúde do coração.</p>
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		<item>
		<title>Especialista diz que é cedo para alarme com vírus K no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 12:16:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[baixo risco]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[H3N2]]></category>
		<category><![CDATA[influenza A]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus K]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Variante do influenza detectada no Pará é importada e não indica surto A identificação no Brasil de um novo tipo do vírus influenza A (H3N2), conhecido como “vírus K”, ainda não é motivo para preocupação, avalia o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri. Segundo o especialista, a circulação de variantes do influenza [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Variante do influenza detectada no Pará é importada e não indica surto</strong></p>



<p>A identificação no Brasil de um novo tipo do vírus influenza A (H3N2), conhecido como “vírus K”, ainda não é motivo para preocupação, avalia o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri. <strong>Segundo o especialista, a circulação de variantes do influenza faz parte da dinâmica natural do vírus e, neste momento, não há elementos suficientes para prever impacto maior na próxima temporada de gripe</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1672522&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1672522&amp;o=node"></p>



<p><strong>Qualquer estimativa sobre gravidade, duração ou intensidade da próxima temporada seria prematura.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Não sabe se essa vai ser a variante circulante e predominante ainda no mundo. Está começando a temporada no Hemisfério Norte. Nem sabemos se vai ser a temporada do H3N2 ou se vai vir outro H1N1. Isso é tudo muito teórico ainda”, disse Kfouri.</p>
</blockquote>



<p><strong>Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde emitiu nota informativa em que chama atenção para o aumento rápido da circulação da variante K do Influenza A no Hemisfério Norte, em especial na Europa, América do Norte e Leste Asiático</strong>.</p>



<p>Na Europa, a atividade da influenza iniciou mais cedo do que o habitual. A variante K representou quase metade dos casos de infecções reportadas entre maio e novembro de 2025. Não foi registrada ainda nenhuma mudança significativa na gravidade clínica, em termos de internação hospitalar, admissões em cuidados intensivos ou óbito.</p>



<p><strong>O Ministério da Saúde publicou nesta semana informe sobre a situação epidemiológica do país e destacou, pela primeira vez, a identificação de um caso da variante K no Brasil, no estado do Pará</strong>.</p>



<p>Nesta quarta-feira (17), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) trouxe mais detalhes sobre o registro. A amostra com a presença da nova variante foi coletada em Belém (PA), no dia 26 de novembro, e inicialmente analisada pelo Laboratório Central do Estado do Pará (Lacen-PA).</p>



<p><strong>Depois da confirmação de influenza A (H3N2), o material foi encaminhado ao Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), onde passou por sequenciamento genético.</strong></p>



<p>O caso refere-se a uma paciente adulta, do sexo feminino, estrangeira, oriunda das ilhas Fiji, e foi classificado como importado. Até o momento, não há evidências de transmissão local associada à variante no Brasil.</p>



<p><strong>Para Kfouri, a detecção de novas variantes é esperada</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Todo ano temos novidade do influenza. É da natureza do vírus sofrer mutações e causar epidemias anuais. Por isso, que precisamos tomar vacina todo ano. As vacinas são atualizadas conforme o que se consegue prever do que vai circular na temporada seguinte”, explicou.</p>
</blockquote>



<p><strong>O especialista destaca que, mesmo quando há alguma distância genética entre a vacina e o vírus circulante, a proteção permanece, especialmente contra formas graves da doença.</strong> “O que faz&nbsp;às vezes&nbsp;com que a efetividade da vacina seja um pouco maior no ano do que no outro ano, mas nunca se perde a efetividade. Há sempre alguma perspectiva ou expectativa de proteção, especialmente contra desfechos mais graves de hospitalização e morte”, disse.</p>



<p><strong>Especialistas da Fiocruz reforçam que a vacinação segue como a principal ferramenta de prevenção</strong>. A composição da vacina recomendada pela OMS foi atualizada em setembro, com cepas mais próximas das atualmente em circulação, incluindo o subclado K.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A composição da vacina de influenza recomendada pela Organização Mundial de Saúde foi atualizada em setembro para o próximo ano, com cepas mais próximas dos clados atualmente em circulação, incluindo o subclado K”, diz Marilda Siqueira, chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais do IOC.</p>
</blockquote>



<p><strong>Além da vacinação, as recomendações incluem higienização frequente das mãos, evitar contato próximo em caso de sintomas respiratórios, uso de máscara e busca por atendimento médico, especialmente diante de febre</strong>. Para os serviços de saúde, a principal orientação é manter o fortalecimento contínuo da vigilância epidemiológica, laboratorial e genômica.</p>



<p><strong>Rafael Cardoso &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p></p>
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		<title>Anvisa aprova primeira vacina em dose única do mundo contra a dengue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 20:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[imunizante]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Butantã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou, na quarta-feira (26), a primeira vacina em dose única do mundo contra a dengue. O anúncio foi feito após a assinatura de um termo, considerado a última etapa para o registro do imunizante (produzido 100% em laboratório nacional), durante uma coletiva de imprensa nesta manhã.</p>
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<p><strong>Anúncio foi feito após a assinatura de um Termo de Compromisso, considerado a última etapa para o registro do imunizante (produzido em laboratório nacional)</strong></p>



<p><strong><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/autor/felipe-souza/">Felipe Souza</a>, da CNN Brasil</strong></p>



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<p>A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou, nesta quarta-feira (26),<strong> a primeira vacina em dose única do mundo contra a dengue</strong>. O anúncio foi feito após a assinatura de um termo, considerado a última etapa para o registro do imunizante (produzido 100% em laboratório nacional), durante uma coletiva de imprensa nesta manhã.</p>



<p>A produção do imunizante Butantan-DV, que é o&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil/brasil-ultrapassa-mil-mortes-por-dengue-em-2025/"><strong>primeiro do mundo contra a dengue em dose única</strong></a>, é resultado de uma parceria entre o Ministério da Saúde, o Instituto Butantan e o laboratório chinês Wu Xi.</p>



<p>Segundo Priscilla Perdicaris, secretária estadual de Saúde em Exercício, a vacina vai ser usada não apenas em São Paulo e no Brasil, mas também nas Américas. &#8220;Só em São Paulo, de janeiro a novembro de 2025, tivemos 108 óbitos confirmados por dengue, vidas que poderão ser preservadas já a partir do próximo ano, com a disponibilização do imunizante&#8221;, explicou a secretária.</p>



<p>Em nota, a Anvisa explicou que a tecnologia utilizada pelo <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/a-cnn-ministro-da-saude-detalha-vacina-contra-a-dengue-entenda/">novo imunizante é a de vírus vivo atenuado</a>, com indicação aprovada para pessoas entre 12 a 59 anos de idade — perfil que ainda pode ser ampliado, a depender de novos estudos apresentados pelo fabricante.</p>



<p>O início da vacinação e a faixa etária de aplicação ainda serão definidas pelo Ministério da Saúde.</p>



<p>Segundo a agência, o pedido de registro da vacina foi apresentado pelo Instituto Butantan em janeiro deste ano, quando a Anvisa determinou <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil/anvisa-deve-anunciar-aprovacao-de-vacina-contra-a-dengue-nesta-quarta-26/">prioridade de análise e organizou um painel técnico com especialistas externos para colaborar com o processo</a>.</p>
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