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	<title>Exibindo: Poder | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: Poder | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Prestígio! Deputado André Fufuca emplaca sucessor no Ministério do Esporte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 21:17:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em um movimento que sinaliza prestígio e confiança, o ex-ministro do Esporte, André Fufuca, conseguiu junto ao presidente Lula a nomeação de Paulo Henrique Perna Cordeiro para assumir o comando da pasta durante seu afastamento. Segundo analistas, isso demonstra que Fufuca possui um sólido capital político junto ao Chefe da Nação, já que garante a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em um movimento que sinaliza prestígio e confiança, o ex-ministro do Esporte, André Fufuca, conseguiu junto ao presidente Lula a nomeação de Paulo Henrique Perna Cordeiro para assumir o comando da pasta durante seu afastamento. Segundo analistas, isso demonstra que Fufuca possui um sólido capital político junto ao Chefe da Nação, já que garante a continuidade de sua linha de gestão no Ministério do Esporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, não se deu ao acaso a escolha de Cordeiro, uma vez que ele já atuava como secretário-executivo do ministério e trabalhava em estreita colaboração com Fufuca. A promoção interna de um aliado de confiança indica que o governo priorizou a estabilidade administrativa e o alinhamento político. Ao manter um braço direito na cadeira ministerial, Fufuca assegura que seus projetos e diretrizes terão prosseguimento, ao mesmo tempo em que reforça sua posição como um articulador estratégico na base governista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desfecho da sucessão no Ministério do Esporte é um claro sinal de que André Fufuca possui uma relação privilegiada com o Presidente Lula. O movimento blinda a pasta contra instabilidades e permite que o Ministério do Esporte siga com o cronograma de ações voltadas ao esporte de base e alto rendimento sem rupturas, consolidando o espaço político conquistado pelo parlamentar maranhense na Esplanada dos Ministérios.</p>



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		<title>Quem gravou quem? O eco político da arapongagem no Maranhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 19:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Maranhão assistiu, nos últimos dias, a uma explosão de bastidores que dificilmente poderá ser contida apenas com notas oficiais. A divulgação de áudios envolvendo aliados históricos do ex-governador e hoje ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, e do atual governador, Carlos Brandão, expôs não apenas um suposto acordo político rompido — mas também a anatomia de uma crise de confiança entre o poder e a lealdade, com reflexos em toda a sociedade.</p>
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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="350" height="300" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Araponga-1c-1.jpeg" alt="" class="wp-image-32212" style="width:690px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>A arte &#8211; ou crime &#8211; da arapongagem, que é escutar ilegalmente conversa alheia, está fazendo estrago político</em></strong></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Maranhão assistiu, nos últimos dias, a uma explosão de bastidores que dificilmente poderá ser contida apenas com notas oficiais. A divulgação de áudios envolvendo aliados históricos do ex-governador e hoje ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, e do atual governador, Carlos Brandão, expôs não apenas um suposto acordo político rompido — mas também a anatomia de uma crise de confiança entre o poder e a lealdade, com reflexos em toda a sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os áudios, trazidos à tona pelo deputado Yglésio Moyses (PRTB), revelam conversas em que vozes do círculo mais próximo de Dino — os deputados federais Rubens Pereira Júnior (PT-MA) e Márcio Jerry (PCdoB-MA), o secretário-executivo do Ministério dos Esportes, Diego Galdino, e o desembargador federal Ney Bello — discutem termos de uma paz política com Brandão. A paz teria preço: o controle de uma prefeitura e a liberação de indicações ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), órgão cuja composição é justamente alvo de ações relatadas por Dino no STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio não é trivial. Ele escancara o quanto o Maranhão continua a operar sob o mesmo fio tênue que separa a política institucional da política de bastidores. Quando um ministro do Supremo — ainda que negue envolvimento — torna-se personagem de um enredo de “acordos” regionais, o dano simbólico é inevitável. O que está em jogo não é apenas a veracidade das gravações, mas a percepção de que o poder no Estado continua a girar em torno de pactos pessoais, e não de princípios públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dino, em nota, classificou a hipótese de envolvimento como “obviamente absurda”, reiterando que desde fevereiro, quando tomou posse no STF, “virou a chave” e deixou de tratar de política. Rubens Júnior, por sua vez, admite ter dialogado com o ministro, mas “a pedido de Brandão” — e acusa ter sido gravado ilegalmente, fora de contexto. Já Brandão, em resposta, afirma que “tudo o que veio à tona já era sabido”, negando ser o autor das gravações e atribuindo aos interlocutores a própria armadilha: “Eles se fizeram gravar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As gravações, de fato, soam como ecos de um passado recente que insiste em não se despedir. Nelas, aparecem expressões que traduzem a lógica informal da política local: “cumprir o acordo de Colinas”, “zerar tudo”, “fazer de conta que nunca se desentendeu”. A naturalidade com que se fala em “liberar o TCE” ou em “manter o acordo de Colinas” — reduto eleitoral de Brandão e berço do conflito — reforça a ideia de que, no Maranhão, os arranjos políticos ainda obedecem à liturgia do compadrio, onde cada gesto é moeda e cada silêncio, um pacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso se agrava quando se percebe o cruzamento de esferas: um desembargador federal opinando sobre composição de secretarias e alertando o governador a “baixar a bola”; um secretário de ministério comentando “ofertas” de prefeitos; e deputados tratando cargos públicos como instrumentos de reconciliação. O que transparece é a sobrevivência de uma cultura política que mistura amizade, tutela e poder — e onde as fronteiras entre Estado, governo e partido se desfazem com a mesma facilidade com que se grava uma conversa no viva-voz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Colinas, a pequena cidade de 40 mil habitantes no coração do Maranhão, simboliza essa disputa maior. O chamado “acordo de Colinas”, selado ainda em 2016 entre os grupos de Dino e Brandão, prometia alternância e convivência política. Mas, como em tantos acordos que nascem da conveniência, acabou ruindo quando o poder mudou de endereço. A cidade tornou-se o espelho do rompimento: um microcosmo onde o prestígio pessoal vale mais do que a palavra pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ascensão de Dino ao Supremo, longe de pacificar o grupo, cristalizou a cisão. O ministro, que um dia foi o símbolo da esperança de renovação política no Maranhão, passou a representar para antigos aliados o poder de veto — não o de mediação. O episódio das ações do TCE, relatadas por ele próprio sem se declarar impedido, intensificou o mal-estar e alimentou a narrativa de interferência, ainda que a postura de Dino esteja amparada pela formalidade judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do outro lado, Brandão, que herdou o governo, mas não a autoridade simbólica do antecessor, tenta se afirmar rompendo com o passado — e acaba cercado pelos seus fantasmas. Ao mesmo tempo em que se declara aliado de Lula, precisa administrar um Maranhão dividido entre a velha base de Dino e a nova geografia do poder local. Suas notas públicas soam defensivas, mas também revelam um cansaço: o de quem governa sob vigilância permanente, em um estado onde nada parece esquecer-se.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A crise dos áudios, portanto, é mais que um escândalo. É um retrato da transição incompleta de um ciclo político. O “grupo de Dino”, que por quase uma década monopolizou o discurso de mudança, mostra agora suas fraturas internas e a vulnerabilidade moral que o acompanha. Já Brandão, o sucessor que prometeu continuidade com autonomia, descobre que a herança do poder inclui também seus vícios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fundo, o episódio expõe um dilema maior do Maranhão — e, por extensão, do Brasil: o da dificuldade de separar o público do pessoal, o interesse do Estado do interesse de grupo. Entre áudios, notas e negações, o que se ouve é o som de uma política que fala baixo, mas age alto. Uma política que ainda acredita que pode “zerar tudo” — como se a memória coletiva pudesse ser regravada, como se o poder fosse apenas uma conversa entre amigos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim das contas, o episódio dos áudios não destrói apenas reputações momentâneas — ele corrói um discurso inteiro. Flávio Dino, que construiu sua trajetória política sob o signo da ética republicana e da ruptura com o patrimonialismo, vê agora seu nome arrastado para o mesmo pântano que jurou drenar. Carlos Brandão, por sua vez, expõe a fragilidade de um governo que se equilibra entre a lealdade e a conveniência. O caso, mais do que um tropeço isolado, revela a falência simbólica de uma geração que prometeu refundar a política maranhense e terminou refém dos mesmos métodos que dizia combater. No Maranhão, a nova política envelheceu cedo — e, no espelho dos áudios, o que se vê é o rosto cansado de um poder que já não sabe mais se justificar.</p>
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		<title>Nikolas quer tirar Dino do STF por causa de Camarão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 20:54:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Deputado bolsonarista Nikolas Ferreira protocola pedido de impeachment de Dino por fala sobre petista, durante aula magna em São Luís.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading" id="h-paulo-cappelli-felipe-salgado"><a href="https://www.metropoles.com/author/paulo-cappelli">Paulo Cappelli</a><a href="https://www.metropoles.com/author/felipe-salgado">/Felipe Salgado</a></h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://fly.metroimg.com/upload/q_85,w_700/https://uploads.metroimg.com/wp-content/uploads/2025/05/14204646/Metadinha-1.jpg" alt="Nikolas e Dino"/></figure>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>METRÓPOLES</td><td></td></tr></tbody></table><figcaption><strong><em>Nikolas aproveita &#8220;brecha&#8221; na fala de Flávio Dino ao dar aula magna em universidade do Maranhão</em></strong></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/nikolas-faz-video-sobre-fraude-no-inss-e-pede-mobilizacao-por-cpi">Nikolas Ferreira</a>&nbsp;(PL) protocola, na manhã desta quinta-feira (15/5), um pedido de impeachment do ministro&nbsp;<a href="https://portal.stf.jus.br/textos/verTexto.asp?servico=bibliotecaConsultaProdutoBibliotecaPastaMinistro&amp;pagina=FlavioDinoPrincipal">Flávio Dino</a>&nbsp;(STF) por suposto crime de responsabilidade. A representação acusa o magistrado de atuação político-partidária, vedada a integrantes do Supremo, após Dino sugerir uma “<a href="https://www.metropoles.com/colunas/paulo-cappelli/dino-sugere-chapa-para-eleicao-ao-governo-no-maranhao">chapa imbatível</a>” para as eleições ao Governo do Maranhão, encabeçada por Felipe Camarão (PT), atual vice-governador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sob qualquer ângulo, dúvidas não pairam de que Sua Excelência transpôs os limites impostos aos magistrados e efetivamente atuou com viés político em evento público de notoriedade”, afirma a denúncia de Nikolas obtida pela coluna. O documento é direcionado ao Senado, Casa responsável por analisar o afastamento de ministros do Supremo. Já interlocutores de Dino argumentam que a declaração do ministro “foi em tom de brincadeira” e negam qualquer tipo de atuação partidária.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://fly.metroimg.com/upload/q_85,w_600/https://uploads.metroimg.com/wp-content/uploads/2025/05/14205545/download-4-2.jpg" alt="" width="842" height="577"/><figcaption><strong><em>Felipe Camarão, citado na aula de Dino, acendeu a polêmica:  ele pode falar de política partidária</em></strong></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A fala de Flávio Dino que provocou o pedido de impeachment ocorreu durante aula magna do curso de direito do Centro Universitário UNDB, em São Luís (MA), no qual o vice-governador também leciona. Diante de uma plateia de estudantes, e na presença de Felipe Camarão e da professora Teresa Helena Barros, o ministro afirmou. “É um prazer te ver, Felipe. Em nome dessa amizade, quero te dar uma sugestão: coloque a Teresa como vice-governadora, que essa chapa vai ficar imbatível, porque essa mulher é popular”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro chegou a citar outro professor como possível vice na chapa de Camarão, o coordenador do curso de Direito da UNDB, Arnaldo Vieira Sousa. “Quando vocês aplaudiram o Arnaldo, eu disse: ‘Camarão, é ele! Ele é o cara’”, referindo-se ao professor. “E quando vocês aplaudiram mais a Teresa, pronto”, completou.Play Video</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Nikolas Ferreira, as falas ultrapassam os limites da liberdade de expressão pessoal e representam “interferência indevida no processo político local”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Felipe Camarão é o pré-candidato do PT ao Governo do Maranhão em 2026. Foco do gracejo de Dino, a professora Teresa Helena Barros não faz planos de ingressar na política. Veja abaixo o discurso que fez Nikolas protocolar o pedido de impeachment contra o ministro do STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento protocolado por Nikolas Ferreira sustenta que o ministro violou preceitos constitucionais e infraconstitucionais ao abandonar a exigida neutralidade que rege a conduta dos membros do Judiciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A peça menciona ainda o desconforto entre aliados do governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), adversário político de Camarão após romper com o vice. “A ativa atuação do ministro, do ponto de vista político, no que diz respeito aos rumos das eleições para o governo do estado, pode ser verificada no vídeo em que o atual vice-governador afirma que o ministro elegeu diversos vereadores em 2024”, argumenta o deputado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse segundo vídeo, Felipe Camarão afirma: “Para você ter uma ideia, são 31 vereadores em São Luís. Nós elegemos 26 [em 2024]. Nosso campo político, nosso time: Lula, Brandão, Dino e Camarão”, disse o vice-governador, em entrevista ao canal MyNews.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-nikolas-x-dino">Nikolas x Dino</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para Nikolas, a declaração do vice-governador reforçaria a suposta participação eleitoral de Flávio Dino mesmo após sua ida para o STF, em dezembro de 2023. O parlamentar prepara uma outra representação a ser protocolada no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nikolas também aponta que Dino assumiu o STF em fevereiro de 2024, sem intervalo, após longa trajetória político-partidária. Flávio Dino foi governador do Maranhão de 2015 a 2022 e ministro da Justiça no governo Lula. Para o parlamentar, esse histórico exige ainda mais rigor quanto à neutralidade institucional esperada. “O indigitado agente público não apenas rompeu com o dever de neutralidade, como utilizou evento institucional, sua visibilidade pública e sua autoridade de ministro do Supremo Tribunal Federal para interferir diretamente na seara política do Maranhão”, diz o texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma interlocutora de Dino, por sua vez, argumenta: “Não há criação de chapa, porque nem Arnaldo nem Teresa possuem pretensão política ou filiação partidária. No caso da Teresa, é até mais engraçado, porque ela não possui idade constitucional para ser candidata a cargos do executivo. Ela tem 28 anos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa brincadeira é uma brincadeira velha de Flávio Dino no Maranhão. Todo mundo já passou por isso. Quando uma pessoa é muito aplaudida, ele brinca que tem que virar político”, ponderou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Juiz federal entre 1994 e 2006, Flávio Dino foi governador do Maranhão de 2015 a 2022, quando foi eleito senador. Em 2023, assumiu o Ministério da Justiça no governo Lula. No mesmo ano, em novembro, foi indicado pelo presidente para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Sua nomeação foi aprovada pelo Senado em dezembro, e ele tomou posse como ministro da Corte em fevereiro de 2024.</p>
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		<title>Lula confirma Dino para o STF e Gonet para a PGR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 12:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[indicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Lula confirmou, nesta segunda-feira, 17, o que já havia sido anunciado pela mídia: indicar Flávio Dino ao STF e Paulo Gonet, para a PGR.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/11/lula-e-flavio-dino-.webp" alt="" class="wp-image-30013" width="839" height="457" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/11/lula-e-flavio-dino-.webp 442w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/11/lula-e-flavio-dino--400x218.webp 400w" sizes="(max-width: 839px) 100vw, 839px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Depois de uma longa espera, o presidente da República se decidiu por Flávio no Supremo Tribunal Federal (STF) e Paulo Gonet para a Procuradoria-Geral da República</strong> <strong>(PGR)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O senador<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/davi-alcolumbre/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>Davi Alcolumbre</strong></a> (União-AP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, marcou para o próximo dia 13 de dezembro a sabatina do ministro da Justiça, Flávio Dino,<a href="https://www.estadao.com.br/politica/presidente-luiz-inacio-lula-da-silva-flavio-dino-stf-supremo-tribunal-federal-ministro-nprp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o Supremo Tribunal Federal (STF)</a>. Dino foi escolhido nesta segunda-feira, 27, para a vaga aberta com a aposentadoria da ministra Rosa Weber. O relator do caso na CCJ será o senador <a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/weverton-rocha/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Weverton Rocha</strong></a> (PDT), que é do Maranhão, mesmo Estado de Flávio Dino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sabatina de Paulo Gonet, indicado para a vaga de para exercer o cargo de Procurador-Geral da República, também acontecerá no dia 13. Neste caso, o relator será o senador Jaques Wagner (PT-BA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para serem aprovados, os <a href="https://www.estadao.com.br/politica/indicado-stf-supremo-tribunal-federal-flavio-dino-ministro-justica-luiz-inacio-lula-da-silva-sabatina-senado-plenario-veja-processo-nprp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">indicados pelo presidente passam por duas votações</a>. A primeira, na própria CCJ após a sabatina. Nesta, eles precisam obter o voto da maioria simples (maioria dos presentes) na sessão. O colegiado possui 27 membros e a votação é secreta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lula sempre disse a aliados que seria interessante indicar alguém da estatura do ministro para fazer um embate político no STF. A avaliação é que, com a bagagem jurídica que tem, Dino é capaz de ser um magistrado influente na corte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dino, 55, nasceu em&nbsp;São Luís&nbsp;e foi juiz federal antes de iniciar uma carreira na política. Foi secretário‐geral do&nbsp;CNJ&nbsp;(Conselho Nacional de Justiça), presidente da Associação dos Juízes Federais e assessor da presidência do Supremo Tribunal Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi deputado federal, presidiu a&nbsp;Embratur&nbsp;no governo&nbsp;Dilma Rousseff&nbsp;(PT) e governou o&nbsp;Maranhão&nbsp;por dois mandatos (2015-2022). Em 2022, foi eleito senador, cargo do qual se licenciou para comandar o&nbsp;Ministério da Justiça.</p>



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