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	<title>Exibindo: Maduro | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: Maduro | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Maduro caiu sozinho? A captura que expõe as rachaduras do regime venezuelano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jan 2026 04:29:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A prisão de Nicolás Maduro pelas forças dos Estados Unidos foi apresentada ao mundo como uma demonstração cirúrgica de poder militar e inteligência. Mas, à medida que detalhes da operação vieram a público — e outros permaneceram convenientemente ocultos —, uma pergunta passou a ecoar com força crescente nos bastidores da diplomacia internacional: Maduro foi capturado ou entregue?</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="736" height="1024" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Nicolas_Maduro-1c-736x1024.jpg" alt="" class="wp-image-32963" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Nicolas_Maduro-1c-736x1024.jpg 736w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Nicolas_Maduro-1c-216x300.jpg 216w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Nicolas_Maduro-1c-768x1068.jpg 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Nicolas_Maduro-1c-1104x1536.jpg 1104w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Nicolas_Maduro-1c.jpg 1453w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Da Redação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A prisão de Nicolás Maduro pelas forças dos Estados Unidos foi apresentada ao mundo como uma demonstração cirúrgica de poder militar e inteligência. Mas, à medida que detalhes da operação vieram a público — e outros permaneceram convenientemente ocultos —, uma pergunta passou a ecoar com força crescente nos bastidores da diplomacia internacional: Maduro foi capturado ou entregue?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A narrativa oficial sustenta que os EUA localizaram o líder venezuelano, avançaram com precisão e o detiveram. No entanto, a ausência de imagens de confronto, o silêncio quase absoluto da Guarda Nacional Bolivariana e a rapidez com que o regime entrou em estado de paralisia política sugerem um roteiro bem menos heroico — e muito mais revelador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhum ditador cai apenas pela força externa quando ainda controla, de fato, as armas internas. A História ensina que líderes autoritários só tombam quando deixam de ser úteis, temidos ou protegidos por aqueles que os cercam. Foi assim com Manuel Noriega, no Panamá. Com Saddam Hussein, no Iraque. Com Muammar Gaddafi, na Líbia. Em todos esses casos, a intervenção estrangeira foi decisiva — mas a traição interna foi indispensável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso venezuelano, esse elemento não pode ser ignorado. À época da operação, Washington mantinha ativa uma recompensa de até <strong>US$ 50 milhões</strong> por informações que levassem à captura de Maduro. Trata-se de um valor suficientemente alto para reconfigurar lealdades em um país devastado por sanções, hiperinflação e colapso institucional. Em regimes corroídos, a fidelidade raramente resiste quando a sobrevivência pessoal entra em jogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As próprias declarações de Donald Trump acabaram traindo a versão oficial. Ao afirmar que os EUA “sabiam exatamente onde Maduro estava” e que “alguém falou”, o então presidente americano revelou mais do que talvez pretendesse. Informação desse nível não nasce de satélites ou drones apenas — ela costuma vir de dentro, de alguém que conhece rotinas, acessos, horários e fragilidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mais eloquente, porém, foi o que não aconteceu: não houve resistência armada relevante, não houve tentativa de resgate, não houve pronunciamentos inflamados de generais jurando fidelidade ao líder preso. O chavismo, que durante anos construiu uma retórica de guerra permanente contra o “império”, ruiu em silêncio, como um castelo sustentado por colunas ocas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nada disso prova, de forma documental, que Maduro tenha sido vendido por seus próprios homens. Mas a política internacional raramente se move por provas — ela se move por evidências, incentivos e oportunidades. E todas elas estavam postas à mesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a prisão de Maduro simboliza algo além da queda de um homem, é o esgotamento de um modelo sustentado mais pelo medo do que pela convicção. Quando a recompensa externa se torna mais valiosa que a lealdade interna, o regime já perdeu — mesmo antes do primeiro soldado estrangeiro cruzar a fronteira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A versão definitiva talvez nunca venha a público. Mas a pergunta permanecerá: <strong>Maduro foi derrotado pelos Estados Unidos ou abandonado pelos seus?</strong> Em política, como na guerra, quase sempre a resposta está no meio — e costuma ser mais desconfortável do que qualquer comunicado oficial.</p>
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		<title>Ataques à Venezuela ultrapassam  &#8216;uma linha inaceitável&#8217;, diz Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 15:32:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Lula comentou e repudiou os ataques à Venezuela. Sem citar os Estados Unidos, ele disse que os bombardeios e a prisão de Maduro e sua esposa &#8220;ultrapassam uma linha inaceitável&#8221;.O que aconteceu Ataque é &#8220;afronta gravíssima&#8221; à soberania da Venezuela, afirma Lula. Segundo o brasileiro, ação é &#8220;mais um precedente extremamente perigoso para [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="736" height="1024" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Nicolas_Maduro-1c-736x1024.jpg" alt="" class="wp-image-32963" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Nicolas_Maduro-1c-736x1024.jpg 736w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Nicolas_Maduro-1c-216x300.jpg 216w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Nicolas_Maduro-1c-768x1068.jpg 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Nicolas_Maduro-1c-1104x1536.jpg 1104w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Nicolas_Maduro-1c.jpg 1453w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente Lula comentou e repudiou os ataques à Venezuela. Sem citar os Estados Unidos, ele disse que os bombardeios e a prisão de Maduro e sua esposa &#8220;ultrapassam uma linha inaceitável&#8221;.<br>O que aconteceu</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ataque é &#8220;afronta gravíssima&#8221; à soberania da Venezuela, afirma Lula. Segundo o brasileiro, ação é &#8220;mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.<br>Lula, em publicação no X: <a href="https://x.com/LulaOficial"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://x.com/LulaOficial"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://x.com/LulaOficial"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://x.com/LulaOficial"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://x.com/LulaOficial">@LulaOficial</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo. A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões. A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz. A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Governo Lula fará reunião emergencial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mauro Vieira interrompeu suas férias para voltar a Brasília e participar de uma reunião emergencial sobre o ataque. Ele se ausentou do cargo no dia 21 de dezembro e voltaria a trabalhar no dia 6, segundo publicação no Diário Oficial da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conversa com ministros brasileiros será sediada no Palácio do Itamaraty. Não há detalhes sobre como o presidente Lula, que está no Rio de Janeiro, participará da reunião</p>
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		<title>Maduro ofereceu riquezas da Venezuela aos EUA para evitar conflito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 19:03:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>História de Anatoly Kurmanaev, Julian E. Barnes e Julie Turkewitz Na expectativa de acabar com o conflito com os Estados Unidos, oficiais venezuelanos ofereceram à administração Trump participação dominante no petróleo venezuelano e outras riquezas minerais em discussões que duraram meses, segundo várias pessoas próximas às conversas. A ampla oferta permaneceu na mesa enquanto a administração Trump chamava [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>História de Anatoly Kurmanaev, Julian E. Barnes e Julie Turkewitz</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na expectativa de acabar com o conflito com os Estados Unidos, oficiais venezuelanos ofereceram à administração <a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/donald-trump/?srsltid=AfmBOooi6CoLi_98fDYTX4-5ujn3guMEDzg6bJrqTGvTjPowtMzNE2Gg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Trump</strong></a> participação dominante no petróleo venezuelano e outras riquezas minerais em discussões que duraram meses, segundo várias pessoas próximas às conversas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampla oferta permaneceu na mesa enquanto a administração Trump chamava o governo do ditador da Venezuela,&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/nicolas-maduro/?srsltid=AfmBOoopBzZmbBQ9T7xILJFpnjUjEEH2hQg_-KW2LIdcErtWs_uisvMA" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>Nicolás Maduro</strong></a>, de um “cartel narco-terrorista”, reunia navios de guerra no Caribe e começava a destruir barcos que, segundo autoridades americanas, transportavam drogas da Venezuela.<img decoding="async" src="https://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/AA1OhnPz.img?w=534&amp;h=356&amp;m=6&amp;x=84&amp;y=90&amp;s=62&amp;d=62" alt="Mural de Nicolás Maduro em Caracas: Venezuela aberta a negócios com os EUA. Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Mural de Nicolás Maduro em Caracas: Venezuela aberta a negócios com os EUA. Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob um acordo discutido entre um alto oficial dos EUA e os principais assessores de Maduro, o líder venezuelano ofereceu abrir todos os projetos de petróleo e ouro existentes e futuros para empresas americanas, dar contratos preferenciais a negócios americanos, reverter o fluxo de exportações de petróleo venezuelano da China para os Estados Unidos e reduzir os contratos de energia e mineração de seu país com firmas chinesas, iranianas e russas.<a href="https://www.xandr.com/privacy/platform-privacy-policy" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A administração Trump acabou recusando as concessões econômicas de Maduro e cortou a diplomacia com a Venezuela na semana passada. O movimento matou efetivamente o acordo, pelo menos por agora, disseram pessoas próximas à discussão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os Estados Unidos tenham visado o que chamam de embarcações de drogas, o corte da diplomacia, a construção militar perto da&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/venezuela-america-do-sul/?srsltid=AfmBOoqgFNGpOV59zcJ9Eq3T2f4fgI2HJWMFXbCI7kJAFxXBOVZbPLem" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>Venezuela</strong></a>&nbsp;e as ameaças cada vez mais estridentes contra Maduro por parte de oficiais da administração Trump levaram muitos, em ambos os países, a pensar que o objetivo real da administração Trump é a remoção de Maduro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/marco-rubio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Marco Rubio</strong></a>, o secretário de estado dos EUA e conselheiro de segurança nacional, tem sido a voz líder na pressão da administração para derrubar Maduro. Ele chamou Maduro de um líder ilegítimo que é um “fugitivo da justiça americana” e tem sido cético quanto à abordagem diplomática conduzida por um enviado especial dos EUA, <strong>Richard Grenell</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image"><a class="call-to-action-link" href="https://msft-ssp-useast.adnxs.com/click2?e=wqT_3QKiAfBDogAAAAMAxBkFAQi3yqrHBhCClsfi7qzzqH4Yr5eE9NKwlqo5IMuknQ0omAIwmjw4jwNA36TxvAJI8opOUABaA1VTRGIBBYhoAXABeJmgZ4ABAIgBAZABApgBBaABAqkB6E6w_zo3xT-xAREKKLkBAAAA4FG4rj_BFR4AyRUKQNgBjr0C4AEA8AGtosgI-AEA/s=80288072a33b4cb808e24f8e816bd3cb75d207b4/bcr=AAAAAAAA8D8=/pp=0.17/bn=0/clickenc=https%3A%2F%2Fr1.outbrain.com%2Frp3%2Fb1_anmsn%2F70210932%2F197982790%2F1ef0cee2-a6d2-11f0-b28f-b64c6bf2271a%2FZ5AVDQGKQZ5BN6L4HLAWHEZWBAZ3UI3QJCKXBRPOI7FI73CHJR6JIHEPQZYCZZ5O5QVCECO47UBAYD5A55GVQL5KRM5BH7ZGULXQQWMCSCTO6ESAUVXWOTAMXNFBVOY2A4WQZBRHODI7AAIREMSQBLSHHBRTPUO7VIYRGY2XICSYXWWJITY7C2JXKAJDGQYKQJTVB4LIZ2ESZP4KRO6EAKUKSZR4UNN74MPJWXBIL7AJVL6ZI6G2IW5DSYA62QRWOERMEWMEKGAQGHDLHEYHSDKMIYVLOMHVV4EZXYIKS2MYKDN45E5AOWEBZUWSBRVIJIV2REYN4XNZZE6GBJZHDF75N6ZP5IG5VYHVADAZPEWJX6VSIKKGEFIPSVLZ5UDXCWWKFZWYPA45NXFWMOE6UJLU4GUJBM3TM6ZAUEFI3IHZBMWFRBO2BMNSIMHFUU5AAQ2OTUR7M76EJSZQADNYRVRE53LXIXLNENWZPTEY5M4MJCTRFIMDG2CSLUK474SXHGCUJDI6MPR3PTRQSTOCZVFO6WN2BQZUCF3EME3SJ63MKFM4TL56PHULE2ZXXJCQV7N2SLGH7L4EDMSQ6PKHPALIAKJUGFITDCOWOCRI3IJIVE6RRXXRD2GULH7JZEWOA6MX4NVNTL3GP73S4I3DCXXHSNJ6NJPG3EGN4XJYNHVZOXNZPGZTISVKBDE2J32ORDCM725O5YT4RLNAH7JGPPRCITDE5GPOLMB5MJYI4MBO4JR5W6LS7EULBULVA657VC362VCQFSJMZJGBKNCS2PIZ5QVXE37U6KB2UOU7V3H4NVJAHIBYXJSMVPLL6DJTMXMXZR5GTKMYVR7K4NY3ZLSVBK3LP2CQETW6DJN4U52DHHNY4P7QE22RYXEZOQJ5ZXTAAXHXD3F7KVJCOIST64AWIFYJPJWMQC64XN43HPQNSIUPFL7ZHO6CSVJNBD3VQ7YSTJ3IZMK3TQSGRJ3IG5TDBSNPBXJ36HQ7BSBLSDKFP2BI3O46XPX5PGS2ADFS5YX3E3AID2FU4BMVISTDWBZIU7EBR3SKJEX5TIEE4RVZ3ENZMJYDA5ZXKIKV2RLSQS2KWKC5ZHK3OAIGHAPYCGLW2EFGFBYHSH53ZKSSRDRJSLVSJ7S3EDX36EW4FXFA5WEBPLGSCPUFW%2F%3Fcnsnt%3DCQSBnvgQSBnvgAcABBPTBdFsAP_gAEPgACiQK1tX_G__bWlr8X73aftkeY1P99h77sQxBhaJE-4FzJvW_JwXx2E5NAz6tqIKmRIAu3TBAQNlHJDURVCgaIgVqSDMaEyUoTNKJ6BkiFMRI2dYCFxvm4tjeQCY5vr991dx2B-t7dr83dzyy4hHn3a5_0S1WAAAAYCNDfv9bROb-9IOd_x8v4v4_F7pE2_eT1l_tWvp7D9-cts_9XW99_fbff9Pn_-uF_-_X_vf_H37v4K0gEmGhUQBlkSEhBoGEECAFQVhARQIAgAASBogIATBgU5AwAXWEiAEAKAAYIAQAAgyABAAAJAAhEAEABQIAAIBAoAAwAIBgIAGBgADABYCAQAAgOgYpgQQCBYAJGZFApgQgAJBAS2VCCQBAgrhCEWcAQAAAAAAAAEAApAAEBYLA4kkBKxIIAuIJoAACABAIIAChFJ2YAggDNlqrwZNoytMCwfMFzymAZAEQRk5JsQgAAAA.f_wACHwAAAAA" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://assets.msn.com/staticsb/statics/latest/views/icons/ChevronRightWhiteBold.svg" alt="call to action icon"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://assets.msn.com/staticsb/statics/latest/icons-wc/icons/MoreV2.svg" alt="more"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Saiba mais:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.estadao.com.br/internacional/hoje-todo-mundo-soube-quem-e-maria-corina-machado-celebra-oposicao-da-venezuela-apos-nobel-da-paz/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hoje todo mundo soube quem é María Corina Machado, celebra oposição da Venezuela após Nobel da Paz</a></li>



<li><a href="https://www.estadao.com.br/internacional/governo-lula-hesita-em-falar-de-nobel-a-maria-corina-amorim-diz-que-premio-virou-politico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Governo Lula hesita em falar de Nobel a María Corina; Amorim diz que prêmio virou ‘político’</a></li>



<li><a href="https://www.estadao.com.br/internacional/conselho-de-seguranca-da-onu-ira-se-reunir-a-pedido-da-venezuela/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conselho de Segurança da ONU irá se reunir a pedido da Venezuela</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Proponentes da diplomacia reconhecem que a abordagem linha-dura de Rubio prevaleceu até agora. Mas eles acreditam que esforços diplomáticos poderiam eventualmente dar frutos, apontando para as reversões repentinas de Trump em outras questões importantes de política externa, como a guerra na Ucrânia, o comércio com a China ou o programa nuclear do Irã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo é baseado em entrevistas com mais de uma dúzia de representantes americanos e venezuelanos de facções diversas clamando por diplomacia com Maduro. Eles descreveram suas discussões sob condição de anonimato porque não estavam autorizados a falar publicamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oficialmente, o governo venezuelano respondeu à escalada militar de Trump com desafio e promessas de defender o que chama de “revolução socialista” iniciada nos anos 90 por&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/hugo-chavez/" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>Hugo Chávez</strong></a>, antecessor e mentor de Maduro. Ao mesmo tempo, Maduro disse que permanece aberto a negociações e seu governo continua aceitando voos de deportação dos Estados Unidos.<img decoding="async" src="https://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/AA1Ohvdt.img?w=534&amp;h=356&amp;m=6" alt="Manifestações pró-governo em Caracas, no fim de setembro Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Manifestações pró-governo em Caracas, no fim de setembro Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos bastidores, no entanto, os altos oficiais venezuelanos, com a benção de Maduro, ofereceram a Washington concessões de longo alcance que eliminariam essencialmente os vestígios de nacionalismo de recursos no cerne do movimento de Chávez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto Grenell e os oficiais venezuelanos progrediram em questões econômicas, eles falharam em concordar sobre o futuro político de Maduro, segundo pessoas próximas às negociações. O ministro das Relações Exteriores venezuelano, Yván Gil, disse, em entrevista no mês passado, que Maduro não negociaria sua saída.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maduro reprimiu repetidamente desafios democráticos a seu governo desde que assumiu a presidência em 2013. Ele se manteve no poder no ano passado, depois de perder uma eleição presidencial, manipulando os resultados e reprimindo brutalmente os protestos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grenell se recusou a comentar para este artigo. O Departamento de Estado, a Casa Branca e o governo da Venezuela não responderam aos pedidos de entrevista.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sem estado democrático de direito, não há garantia a investimentos, diz assessora de María Corina</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em Washington, oficiais americanos têm avaliações diferentes das conversas. Um oficial americano disse que os relatórios de negociações sobre o levantamento de sanções e acesso ao mercado venezuelano “não são uma avaliação precisa do que aconteceu.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas outros oficiais americanos disseram que representantes dos EUA e venezuelanos realizaram repetidas conversas sobre como a normalização econômica se pareceria, incluindo acesso aos mercados venezuelanos de energia por empresas americanas e o levantamento de sanções dos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto Grenell e os enviados de Maduro negociavam um acordo, a líder do principal movimento de oposição da Venezuela,&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/maria-corina-machado/" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>María Corina Machado</strong></a>, apresentou sua própria proposta econômica em Nova York.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Nova York, ela argumentou que riquezas econômicas ainda maiores &#8211; US$ 1,7 trilhão em 15 anos &#8211; aguardavam empresas americanas na Venezuela, se seu movimento iniciasse uma transição política. (María Corina foi&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/internacional/nobel-da-paz-vai-para-maria-corina-machado-lider-da-oposicao-da-venezuela/" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>premiada com o Prêmio Nobel da Paz</strong></a>&nbsp;na sexta-feira pelo que o Comitê Nobel Norueguês descreveu como “seu trabalho incansável promovendo direitos democráticos para o povo da Venezuela.”)<img decoding="async" src="https://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/AA1OhqeU.img?w=534&amp;h=356&amp;m=6" alt="Vista do bairro onde está a embaixada americana em Caracas: fechada desde que os dois países cortaram relações diplomáticas em 2019 Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vista do bairro onde está a embaixada americana em Caracas: fechada desde que os dois países cortaram relações diplomáticas em 2019 Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times</p>



<p class="wp-block-paragraph">A assessora econômica da Corina Machado, Sary Levy, disse que os acordos de investimento oferecidos por Maduro nunca se materializariam sem democracia, estado de direito e liberdades individuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que Maduro oferece aos investidores não é estabilidade, é controle &#8211; controle mantido através do terror,” disse Levy. “A administração Trump mostrou uma clara intenção de não cair nessas ofertas de soluções fáceis.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Venezuela atualmente produz cerca de um milhão de barris de petróleo por dia, abaixo dos cerca de três milhões de quando Chávez assumiu o poder. A maior parte das exportações de petróleo da Venezuela vai para a China, exceto por cerca de 100 mil barris por dia que a gigante energética americana Chevron vende para os Estados Unidos. A maioria dos especialistas concorda que a Venezuela poderia aumentar rapidamente a produção de petróleo com uma grande injeção de capital estrangeiro, embora discordem sobre se isso é alcançável sob o governo atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nossa mensagem para as empresas de petróleo é: ‘queremos vocês aqui, certamente’”, disse Corina Machado aos representantes corporativos americanos em junho. “Queremos vocês aqui não produzindo migalhas de alguns centenas de milhares de barris por dia. Queremos vocês aqui produzindo milhões de barris por dia.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela recusou a conceder entrevista para este artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No passado, os Estados Unidos enquadraram seu apoio a um novo governo na Venezuela como um imperativo de direitos humanos. Em contraste, os pontos econômicos discutidos pelos enviados de Maduro com Grenell ecoaram uma visão de mundo mercantilista, que Trump promoveu em outros lugares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trump exigiu acesso a minerais ucranianos como pagamento pelo apoio dos EUA ao esforço de guerra de Kiev. Ele frequentemente lamentou que os Estados Unidos não conseguiram o petróleo iraquiano após a invasão de 2003. Também concordou em manter tropas dos EUA na Síria em 2019, com a condição de que a América “ficaria com o petróleo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo discutido entre Grenell e oficiais venezuelanos foi especialmente abrangente, representando provavelmente a tentativa mais ambiciosa de diplomacia de recursos, durante o segundo mandato do presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Normalizar o comércio e permitir que empresas americanas retornem à Venezuela poderia ser tentador para alguns oficiais americanos devido às reservas de petróleo do país, as maiores do mundo, além de depósitos significativos de gás natural, ouro, ferro, bauxita e coltan, um mix mineral usado em baterias elétricas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abordagem econômica de Maduro para os Estados Unidos também se estendeu ao setor privado, numa tentativa de fortalecer sua posição em Washington.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A companhia estatal de petróleo da Venezuela deu à Chevron, a maior empresa americana trabalhando na Venezuela, controle total de seus projetos de petróleo conjuntos e as duas entidades discutiram dar à Chevron uma participação em outro grande campo de petróleo.<img decoding="async" src="https://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/AA1Ohj2S.img?w=534&amp;h=356&amp;m=6" alt="Pessoas do lado de fora da sede da PDVSA, a estatal venezuelana de petróleo: queda na produção sob Maduro Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas do lado de fora da sede da PDVSA, a estatal venezuelana de petróleo: queda na produção sob Maduro Foto: Adriana Loureiro Fernandez/The New York Times</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oficiais venezuelanos trabalharam para reparar relações com outra gigante do petróleo dos EUA, a ConocoPhillips, que deixou a Venezuela em 2007 após o governo apreender suas operações. O governo de Maduro e a Conoco têm negociado um acordo de comércio de petróleo até este ano, segundo duas pessoas familiarizadas com as conversas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Chevron disse que seus negócios na Venezuela cumprem todas as leis venezuelanas e americanas aplicáveis. A Conoco não respondeu ao pedido de comentário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abordagem dos oficiais venezuelanos e líderes empresariais chegou mais perto de alcançar um avanço diplomático em maio, segundo as pessoas informadas sobre as conversas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como sinal de boa vontade, Grenell orquestrou naquele mês o retorno de uma criança venezuelana retida nos Estados Unidos após seus pais serem deportados, dando a Maduro uma vitória política doméstica. O governo da Venezuela retribuiu logo depois liberando um veterano da Força Aérea dos EUA preso no país e entregando-o a Grenell.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maduro passou a apoiar a maioria dos termos econômicos na proposta discutida com Grenell.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pessoa familiarizada com as negociações disse que Maduro inicialmente hesitou na demanda americana para limitar os laços econômicos da Venezuela com a China, Rússia e Irã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas ele eventualmente viu que afrouxar essas alianças era um preço inevitável para evitar a intervenção militar americana. Para maximizar a renda diante da pressão dos EUA, a Venezuela também parou de enviar petróleo para Cuba, piorando as graves faltas de eletricidade na nação aliada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As negociações econômicas de Grenell com os enviados de Maduro enfrentaram forte oposição de Rubio, americano de origem cubana e ex-senador, que há muito vê a queda de Maduro como um passo crucial para acabar com a ditadura comunista na ilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os defensores do engajamento econômico com Maduro conseguiram conquistar pequenas vitórias.</p>
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		<title>Trump ameaça invadir Venezuela e usar &#8220;toda a força&#8221; contra Maduro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 22:01:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Porta-voz do governo do presidente Donald Trump, Karoline Leavitt afirmou nesta terça-feira (19) que o norte-americano vai usar "toda a força" contra o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela. Mais de 4.000 militares  já estariam posicionados na região do Caribe, próxima à costa venezuelana. </p>
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<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/AA1H3zOW.img?w=534&amp;h=333&amp;m=6&amp;x=277&amp;y=104&amp;s=118&amp;d=118" alt="Governo Trump ameaça invadir Venezuela e usar 'toda a força' contra Maduro"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Governo Trump ameaça invadir Venezuela e usar &#8216;toda a força&#8217; contra Maduro</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>247&nbsp;</strong>&#8211; Porta-voz do governo do presidente Donald Trump, Karoline Leavitt afirmou nesta terça-feira (19) que a gestão liderada pelo político norte-americano vai usar &#8220;toda a força&#8221; contra o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela. Mais de 4.000 militares serão posicionados na região do Caribe, próxima à costa venezuelana. Os Estados Unidos alegam que a medida é necessária para combater o narcoterrorismo e também anunciaram uma recompensa de até US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) por informações que levem à prisão ou condenação do presidente venezuelano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo comunicado emitido por Karoline Leavitt, &#8220;Maduro não é um presidente legítimo&#8221;. “Ele é um fugitivo e chefe de um cartel narcoterrorista acusado nos EUA de tráfico de drogas. Trump está preparado para usar toda a força americana para deter o tráfico de drogas&#8221;, disse a porta-voz, em coletiva na Casa Branca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo da Venezuela repudiou as declarações, classificando-as como &#8220;ameaças&#8221; que &#8220;não só afetam a Venezuela, mas colocam em risco a paz e a estabilidade na região&#8221;. Em nota, a gestão de Nicolás Maduro afirmou que o país &#8220;defenderá nossos mares, nossos céus e nossas terras&#8221;, e mencionou o que chamou de &#8220;a ameaça bizarra e absurda de um império em declínio&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta semana, os Estados Unidos deslocaram três navios de guerra para o sul do Caribe, próximo à costa venezuelana, alegando supostas ameaças de cartéis de tráfico de drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maduro é formalmente acusado de narcoterrorismo nos EUA desde março de 2020, durante o primeiro mandato de Trump. Na época, Washington passou a oferecer uma recompensa de US$ 15 milhões (cerca de R$ 75 milhões). O valor subiu para US$ 25 milhões em janeiro de 2025, já sob o governo de Joe Biden, como resposta à posse de Maduro para um novo mandato. Em seguida, a recompensa foi dobrada, chegando a US$ 50 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O montante supera o valor oferecido pelos EUA por Osama Bin Laden logo após os atentados de 11 de setembro de 2001. À época, o governo norte-americano anunciou uma recompensa de US$ 25 milhões pelo líder da Al-Qaeda, que se tornou o homem mais procurado do planeta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Maduro é acusado de envolvimento em conspiração para o narcoterrorismo, tráfico de drogas, importação de cocaína e uso de armas. Washington também afirma que o presidente venezuelano lidera o chamado Cartel de los Soles, recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.</p>
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