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	<title>Exibindo: Júnior Miranda | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: Júnior Miranda | Maranhão Brasil</title>
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		<title>A espera de uma mãe, há 12 anos, pedindo justiça pelo assassinato do seu filho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 18:43:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O júri é nesta terca-feira, 28. A vítima, o jogador de handebol Júnior Miranda, cercado e morto a tiros na Forquilha Não há um dia em que a professora Ananery Miranda não chore e não ore, clamando por justiça. São quase 12 anos, mas ela não consegue preencher o vazio deixado pelo filho, o jogador [&#8230;]</p>
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<p><strong>O júri é nesta terca-feira, 28. A vítima, o jogador de handebol Júnior Miranda, cercado e morto a tiros na Forquilha</strong></p>



<p>Não há um dia em que a professora Ananery Miranda não chore e não ore, clamando por justiça.</p>



<p>São quase 12 anos, mas ela não consegue preencher o vazio deixado pelo filho, o jogador de handebol Rubem Miranda Saraiva, chamado carinhosamente em família por “Júninho” &#8211; por conta do pai, Rubilota, exímio handebolista e técnico da seleção maranhense. Ele foi covardemente assassinado, aos 39 anos, a tiros de revólver, em uma rua do bairro da Forquilha.</p>



<p>Rubem Júnior vivia uma relação conturbada com a ex-companheira, Jéssica Cardoso Gomes, com quem tivera um casal de filhos. No dia 8 de novembro de 2014, teria sido atraído, por Jéssica, ao Cohatrac, onde foi surpreendido por Mário Rodrigues Cardoso Gomes, irmão dela, e o tio desta, Walber Macedo Gomes, &nbsp;tentando agredi-lo, segundo eles por conta de uma discussão que o atleta tivera com a ex-mulher, dois dias antes.</p>



<p>Para não se meter em briga – segundo depoimentos posteriores -, Rubem foi para o seu carro e saiu às pressas do local, porém, foi seguido pela dupla em outro veículo. Tentando escapar da perseguição, o atleta entrou, sem saber, numa rua sem saída, no bairro da Forquilha, sendo &nbsp;alcançado pelos perseguidores. Ainda desceu do veículo, tentando entrar numa casa, mas não deu tempo: foi alcançado e alvejado com vários tiros pela dupla, morrendo ali mesmo. Os dois acusados fugiram do local sem serem reconhecidos, o que aconteceria depois, com o andar das investigações. Mas a estratégia da defesa, em princípio, foi pela negativa de autoria.</p>



<p>Conta-se que Jéssica teria incentivado os parentes a punir o ex-companheiro, alegando maus tratos, o que fez com que eles prometessem vingança.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Junior-Miranda-1-576x1024.jpg" alt="" class="wp-image-33948" style="aspect-ratio:0.5625025662122627;width:695px;height:auto" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Junior-Miranda-1-576x1024.jpg 576w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Junior-Miranda-1-169x300.jpg 169w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Junior-Miranda-1-768x1365.jpg 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Junior-Miranda-1-864x1536.jpg 864w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Junior-Miranda-1.jpg 900w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Galeria da saudade: a foto mantém viva a lembrança do filho, mas aumenta a dor da saudade, diz Ananery</em></strong></figcaption></figure>



<p><strong>percussão x demora</strong></p>



<p>O crime teve enorme repercussão, já que Rubens era uma pessoa conhecida em São Luís. Apesar disso, o inquérito se arrastou pelo tempo – já se passaram 11 anos e 5 meses -, &nbsp;e também o processo, no âmbito da Justiça, com o júri popular já tendo sido adiado algumas vezes, pela ação da defesa dos autores do crime.</p>



<p>Ao longo desse tempo, a família não descansou, e tem usado como pressão campanhas pela mídia e protestos de rua, na expectativa de que a justiça seja feita, desejando que &nbsp;aconteça neste dia 28.05 (terça-feira), &nbsp;na sala do Tribunal do Júri Popular, no Fórum de São Luís.</p>



<p>&#8211; Sei que uma pena justa aos assassinos não vai trazer meu filho de volta, mas vai servir para acalmar um pouco as aflições que eu e minha família vivem, à espera de Justiça – diz a mãe, Ananeri. E relata que sempre que entra no quarto do filho, que morava com ela, as lágrimas &nbsp;voltam: “Há sempre um imenso espaço vazio, tanto físico quanto emocional. É um pedaço de mim que se foi e jamais será reposto”, conclui.</p>
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