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	<title>Exibindo: IBGE | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: IBGE | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Acesso a água chega a 86,1% das residências do país…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 13:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o IBGE, cerca de 11,01 milhões de domicílios ainda não estão incluídos na rede geral de distribuição de água Poder 360 O Brasil tinha 68,3 milhões de domicílios com acesso à rede geral de abastecimento de água em 2025. Os dados são da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) de 2025, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo o IBGE, cerca de 11,01 milhões de domicílios ainda não estão incluídos na rede geral de distribuição de água</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Poder 360</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil tinha 68,3 milhões de domicílios com acesso à rede geral de abastecimento de água em 2025. Os dados são da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) de 2025, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) nesta 6ª feira (17.abr.2026).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número representa 86,1% das 79,3 milhões de residências estimadas pela pesquisa. O crescimento foi de 0,3 ponto percentual em relação a 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, cerca de 11,01 milhões de domicílios ainda não estão incluídos na rede geral de distribuição de água. A pesquisa mostra diferenças significativas entre áreas urbanas e rurais. Das 70,2 milhões de residências urbanas, 93,1% contavam com rede geral de distribuição. Nas áreas rurais, apenas 31,7% dos 9,1 milhões de domicílios dispunham do serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">NORTE TEM A PIOR COBERTURA Rondônia, com 52,3%, e Pará, com 49,14%, apresentam as menores coberturas de domicílios atendidos pela rede geral de distribuição de água, enquanto São Paulo, com 96,01%, e o Distrito Federal, com 94,21%, têm as maiores taxas de acesso ao serviço.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="629" height="1024" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr-629x1024.png" alt="" class="wp-image-33876" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr-629x1024.png 629w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr-184x300.png 184w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr-768x1251.png 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr-943x1536.png 943w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr-1258x2048.png 1258w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/acesso-rede-geral-agua-17abr.png 1572w" sizes="(max-width: 629px) 100vw, 629px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Maranhão: Renda pouca, propaganda muita!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 01:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[MARANHÃO]]></category>
		<category><![CDATA[menor renda]]></category>
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		<category><![CDATA[renda percapta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O IBGE divulgou nesta sexta-feira (27) que o rendimento médio nacional domiciliar per capita subiu para R$ 2.316 em 2025, um avanço de 11,9%. No Nordeste, o Rio Grande do Norte lidera a região com R$ 1.819, enquanto o Maranhão registrou o menor valor do Brasil: R$ 1.219. Diferente do discurso do governo, em sua propaganda oficial.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>IBGE divulga renda média per capita no Brasil e, mais uma vez, o Maranhão fica na rabada da fila</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE divulgou nesta sexta-feira (27) que o rendimento médio nacional domiciliar per capita subiu para R$ 2.316 em 2025, um avanço de 11,9%. No entanto, a PNAD Contínua revela que nenhum estado nordestino atingiu dois terços desse valor, evidenciando a persistente desigualdade regional no país. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No Nordeste, o Rio Grande do Norte lidera a região com R$ 1.819, enquanto o Maranhão registrou o menor valor do Brasil: R$ 1.219. Além de medir o bem-estar, esses dados são fundamentais para o cálculo do Fundo de Participação dos Estados (FPE), impactando diretamente o repasse de recursos da União para os governos estaduais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O dado é oficial. Não é oposição, não é militância, não é narrativa adversária. É o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística quem afirma: o rendimento médio domiciliar per capita do Brasil chegou a R$ 2.316 em 2025. Crescimento de 11,9%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No Maranhão, porém, o rendimento é de R$ 1.219 — o menor do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que o maranhense médio vive com pouco mais da metade da renda nacional. Em termos práticos: enquanto o Brasil avança, ainda que modestamente, o Maranhão permanece no rodapé da tabela. Não é um tropeço momentâneo. É uma permanência histórica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Nordeste abaixo, o Maranhão no fundo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A própria PNAD Contínua mostra que nenhum estado nordestino alcança dois terços da média nacional. O melhor desempenho regional é do Rio Grande do Norte (R$ 1.819). Ainda assim, distante do padrão brasileiro. Mas o Maranhão não está apenas abaixo da média nacional. Está abaixo de todos os estados da federação. Isso não é estatística fria. É indicador de fracasso estrutural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Renda per capita reflete: produtividade econômica; nível de formalização do trabalho; inanismo industrial; capacidade de geração de valor agregado; qualificação da mão de obra. Quando o estado ocupa reiteradamente a última posição, estamos diante de um modelo que não conseguiu romper o ciclo da pobreza.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dependência crônica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A renda baixa impacta diretamente o Fundo de Participação dos Estados (FPE). Estados mais pobres dependem mais das transferências da União. O Maranhão é estruturalmente dependente de recursos federais.Essa dependência não é um detalhe contábil. É sinal de fragilidade fiscal e baixa autonomia econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto outros estados ampliam base industrial, tecnologia, serviços sofisticados, o Maranhão continua ancorado em atividades primárias e baixa agregação de valor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O contraste com os gastos festivos</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://mahoje.com.br/storage/2026/02/Carnaval4-2.jpg" alt="https://mahoje.com.br/storage/2026/02/Carnaval4-2.jpg"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Cachês astronômicos para as bandas e cantores de fora&#8230;</em></strong></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ccv-ma.org.br/app/uploads/2020/02/foto-tambor-20016.jpg" alt="https://ccv-ma.org.br/app/uploads/2020/02/foto-tambor-20016.jpg"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>E o &#8220;troco&#8221; para os grupos de manifestação cultural populares.</em></strong></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://images.openai.com/static-rsc-1/w-BHxgCtWfRmatsbi_LBG7_uUjmfRLLNutCp8YsfvuablR_cSnku327FEVSDoyNh6D0Pl4w-82S5M0BbNor7_uQetM3MN-RxDQ9fS2w_6PiWn5jldWhOJ84qDHREswRpYZCPciC_H1QhDeKBgjhJuQ" alt="https://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/images/Diversas/MA_IMAT/MA_Tambor_de_Crioula_Edgar_Rocha_8.jpg"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Neste cenário, o governador Carlos Brandão autorizou gastos milionários no Carnaval, sob o argumento de geração de emprego e renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eventos culturais têm importância econômica? Sim. Geram renda permanente? Não. O impacto é temporário, concentrado e sazonal. Ambulantes vendem mais por alguns dias. Hotéis registram ocupação maior. Mas nenhum indicador estrutural se altera. O rendimento médio anual não sobe por causa de uma semana de festa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um estado que lidera o ranking da pobreza investe cifras elevadas em espetáculos importados, a pergunta deixa de ser cultural e passa a ser moral e econômica: qual é a prioridade?</p>



<h2 class="wp-block-heading">A tragédia como sintoma</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.gazetaweb.com/img/inline/880000/onibus-com-trabalhadores-rurais-tomba-em-rodovia-e-00881372-31c138b3f749b288cc29e964098d0aec.jpg?xid=1923171" alt="https://cdn.gazetaweb.com/img/inline/880000/onibus-com-trabalhadores-rurais-tomba-em-rodovia-e-00881372-31c138b3f749b288cc29e964098d0aec.jpg?xid=1923171"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Maranhenses deixam casa, família, e partem em busca de trabalho. Muitos só voltam dentro do caixão&#8230;</em></strong></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://proxy.organicadigital.com/img-3b9539eb4b7badba.png?thumb=1200x630%23" alt="https://proxy.organicadigital.com/img-3b9539eb4b7badba.png?thumb=1200x630%23"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>No acidente recente, maranhenses partiram para a colheita de uva, em Santa Catarina&#8230;</em></strong></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O recente acidente rodoviário em São Paulo, que vitimou dezenas de maranhenses a caminho do Sul para a colheita da uva, não é um episódio isolado. É parte de um fenômeno recorrente: migração sazonal por falta de oportunidade local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando cidadãos precisam atravessar milhares de quilômetros para realizar trabalhos temporários e de baixa remuneração, isso revela um dado estrutural: o mercado interno não absorve sua própria força de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E muitas dessas migrações terminam em condições degradantes, trabalho análogo à escravidão ou tragédias nas estradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é destino. É consequência econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Publicidade versus realidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Governos divulgam ações. Isso é legítimo. Mas quando o discurso de “atração de investimentos”, “qualificação profissional” e “novo momento econômico” não se traduz em elevação consistente de renda, algo precisa ser confrontado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se os investimentos fossem estruturalmente transformadores: a renda subiria acima da média nacional; o estado deixaria a última posição; a migração por sobrevivência diminuiria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados mostram o contrário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A pergunta que precisa ser feita</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quantos anos mais o Maranhão permanecerá na última posição?<br>Quantos ciclos de governo ainda repetirão o mesmo discurso?<br>Quanto da arrecadação pública continuará sendo direcionada para eventos episódicos enquanto os indicadores estruturais permanecem estagnados?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia aqui não é partidária. É estatística. O IBGE não faz oposição. A renda média não mente. O ranking não é ideológico. Se desenvolvimento fosse real, ele apareceria nos números.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E os números continuam dizendo que o Maranhão segue sendo o estado mais pobre do Brasil em rendimento domiciliar per capita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não é apenas um dado. É um diagnóstico.</p>
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		<title>IBGE: desemprego cai para 5,2%, menor taxa da série histórica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 17:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[menor taxa]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,2% no quarto trimestre de 2025, a menor desde que a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua começou, em 2012.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading"><strong>Segundo o IBGE, a Pnad Contínua encontrou 5,644 milhões de pessoas em busca de trabalho no quarto trimestre de 2025</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de <a href="https://www.metropoles.com/tag/desemprego">desemprego</a> no Brasil caiu para 5,2% no quarto trimestre de 2025, a menor desde que a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua começou, em 2012.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a href="https://www.metropoles.com/tag/ibge">IBGE</a>), responsável pela pesquisa, a Pnad Contínua encontrou 5,644 milhões de pessoas em busca de trabalho, o menor número de desempregados já registrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados foram divulgados nesta terça-feira (30/12) e mostram que o desemprego recuou 7,2% (menos 441 mil pessoas) no trimestre e caiu 14,9% (menos 988 mil pessoas) no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a taxa de desemprego histórica é acompanhada por outro recorde, o de número de pessoas empregadas no país, que chegou a 103,2 milhões. Com isso, o nível de ocupação alcançou o maior percentual da série histórica da Pnad Contínua, de 59,0%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a coordenadora de pesquisas do IBGE, Adriana Beringuy, “a manutenção do contingente de trabalhadores em elevado patamar ao longo de 2025 tem assegurado a redução da pressão por busca de trabalho, reduzindo consideravelmente a taxa de desocupação”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Informalidade e carteira assinada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de informalidade, ou seja, a proporção de trabalhadores sem carteira assinada ou sem registro, alcançou 37,7% da população ocupada no período, menor do que a observada no trimestre anterior, de 38%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, a variação negativa na informalidade foi influenciada pelo novo recorde no número de trabalhadores com carteira assinada, que chegou a 39,4 milhões, com estabilidade na comparação trimestral e alta de 2,6% no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o número de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado ficou em 13,6 milhões, mostrando estabilidade no trimestre e caindo 3,4% no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o número de trabalhadores por conta própria chegou a 26 milhões, novo recorde da série histórica. Na comparação trimestral, esse contingente ficou estável, mas cresceu 2,9% no ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Serviço público</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao considerar o trimestre anterior, o único grupamento de atividade com aumento significativo de pessoas ocupadas foi o de Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com alta de 2,6%, ou 492 mil pessoas ocupadas a mais, informou o instituto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As ocupações associadas às atividades de serviços de Educação e Saúde foram as que mais contribuíram para a expansão da ocupação no trimestre”, observa Adriana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de empregados no setor público teve alta de 1,9% no trimestre e de 3,8% no ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimentos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento médio real habitual da população ocupada do país chegou a R$ 3.574, crescendo 1,8% no trimestre e 4,5% em relação ao mesmo trimestre móvel de 2024, já descontados os efeitos da inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a massa de rendimento real habitual também atingiu R$ 363,7 bilhões, com altas de 2,5% no trimestre e de 5,8% no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adriana explica que os ganhos quantitativos no mercado de trabalho, por meio dos recordes de população ocupada, têm sido acompanhados por elevação do rendimento médio real recebido por essa população ocupada crescente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A combinação de expansão do trabalho e da renda impulsionam a massa de rendimento do trabalho na economia”, esclarece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Texto: Metrópolees</p>
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		<title>População do Brasil chega a 203 milhões, mas cresce menos, divulga IBGE</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/populacao-do-brasil-passa-de-203-milhoes-mas-tem-o-menor-crescimento-da-historia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 02:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Censo 2022]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>População do Brasil atingiu 203.062.512 de pessoas, aumento de 12,3 milhões desde a última coleta, feita em 2010, diz IBGE.</p>
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<figure class="wp-block-image alignwide size-large"><img decoding="async" width="1024" height="589" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Censo-1-1-1024x589.jpg" alt="" class="wp-image-29598" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Censo-1-1-1024x589.jpg 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Censo-1-1-400x230.jpg 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Censo-1-1-768x441.jpg 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Censo-1-1-1536x883.jpg 1536w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Censo-1-1.jpg 1879w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>População aumentou, mas num ritmo menor . Covid-19 pode  ser uma das causas da redução</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Censo 2022 mostra que a população do Brasil atingiu 203.062.512 pessoas, com aumento de 12,3 milhões desde a última coleta, feita para o Censo 2010. Os dados foram divulgados na quarta-feira (28 de junho) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A diferença, de 6,5%, significa que o crescimento médio da população nos últimos anos foi de 0,52%, o menor registrado no país desde 1872, quando foi realizado o primeiro censo do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados têm como&nbsp;data de referência o dia 31 de julho de 2022&nbsp;e fazem parte dos primeiros resultados de População e Domicílios do Censo Demográfico 2022.&nbsp;Segundo o IBGE, eles “apresentam um conjunto de informações básicas sobre os totais populacionais de domicílios no país em diferentes níveis geográficos e diferentes recortes, além de diversos indicadores derivados dessas informações, como a média de moradores por domicílio, a densidade demográfica e a taxa de crescimento anual da população”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não está claro qual foi o impacto da&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tudo-sobre/coronavirus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>pandemia de covid-19</strong></a>, com seu consequente aumento de mortes e redução das taxas de fecundidade, para a desaceleração do crescimento populacional nos últimos 12 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, evidencia a tendência do fim do bônus demográfico (quando a proporção de jovens, a população economicamente ativa, é alta na comparação à fatia de idosos e crianças, o que eleva a chance de ganhos no PIB). Para grande parte dos especialistas, o Brasil desperdiçou a oportunidade, que teria começado há cerca de 50 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Crescimento anual da população do Brasil desde 1872</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos diante dos primeiros resultados do Censo. Nossos demógrafos estão debruçados sobre os números para entender se essa tendência (de queda do crescimento) se acelerou”, explicou o presidente interino do IBGE, Cimar Azeredo. “Fizemos o censo logo depois da maior crise sanitária do mundo, a pandemia de covid-19. Precisamos de mais tempo para entender os efeitos demográficos. Precisamos ser cuidadosos em relação às conjecturas e esperar o trabalho dos demógrafos para entender melhor esse Brasil pós-pandemia.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até a década de 1940, havia altos níveis de fecundidade e mortalidade, mas avanços na Medicina permitiram que a população vivesse mais. “Com o início da redução dos níveis de mortalidade, a partir de meados dos anos 1940, e a manutenção dos altos níveis de fecundidade, o ritmo do crescimento populacional aumentou”, sustenta o relatório do Censo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Apresentou seu maior pico na década de 1950, com taxa média de crescimento anual de 2,99%. No começo dos anos 1960, inicia-se lentamente o declínio dos níveis de fecundidade e, a partir dos anos 1970, já é possível verificar a redução do crescimento populacional”, acrescenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até hoje, as projeções apontavam que só a partir de 2030 os efeitos do bônus começariam a se dissipar e a população se tornaria majoritariamente envelhecida, aumentando a pressão sobre os gastos da saúde e da previdência social. Mas os demógrafos do IBGE ainda não sabem dizer se este momento foi antecipado pela pandemia.</p>
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		<title>Segundo o IBGE, Maranhão é destaque na produção de soja e milho em grãos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 18:50:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[2021]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo dados apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Maranhão está entre os estados que, na variação anual, se destacou na produção de milho (em grão), na 1º safra de abril de 2021, com aumento de 8,8%.Na 1ª safra, de acordo com o IBGE, a produção estimada no país foi de 25,8 milhões de toneladas – um crescimento de 1,3% em relação ao mês anterior, ou o equivalente a 339,0 mil toneladas.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" width="150" height="99" class="wp-image-29421" style="width: 150px;" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Soja.jpg" alt=""></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Maranhão está entre os estados que, na variação anual, se destacou na produção de milho (em grão), na 1º safra de abril de 2021, com aumento de 8,8%.Na 1ª safra, de acordo com o IBGE, a produção estimada no país foi de 25,8 milhões de toneladas – um crescimento de 1,3% em relação ao mês anterior, ou o equivalente a 339,0 mil toneladas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto à variação anual, o país aguarda colher 25,8 milhões de toneladas, com aumentotambém, nas produções de Minas Gerais (1,6%), Rio Grande do Sul (5,2%), Bahia (2,8%), Pará (4,3%), Mato Grosso (4,3%) e Mato Grosso do Sul (10,3%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na 1ª safra, de acordo com o IBGE, a produção estimada no país foi de 25,8 milhões de toneladas – um crescimento de 1,3% em relação ao mês anterior, ou o equivalente a 339,0 mil toneladas.Na 1ª safra, de acordo com o IBGE, a produção estimada no país foi de 25,8 milhões de toneladas – um crescimento de 1,3% em relação ao mês anterior, ou o equivalente a 339,0 mil toneladas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já na produção de soja (em grão), o destaque do Maranhão foi um aumento de 3,7% (na variação anual) – reflexo do crescimento da área plantada, impulsionados pelos preços da commodity.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE aponta que a estimativa da produção da soja no Brasil foi de 131,9 milhões de toneladas, um aumento de 0,1% em relação ao mês de março de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estes dados refletem o bom trabalho executado pelo Governo do Maranhão, que tem atuado incansavelmente na garantia de direitos, de investimentos e de desenvolvimento ao povo do Maranhão”, analisa o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE destacou, também, que a estimativa de abril para a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas, de 2021, continua recorde: 264,5 milhões de toneladas, 4,1% acima (10,3 milhões de toneladas) da obtida em 2020 (254,1 milhões de toneladas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A área a ser colhida é de 67,9 milhões de hectares, sendo 3,7% (2,4 milhões de hectares) maior que a de 2020 e 0,2% (135,5 mil hectares) maior do que o previsto no mês anterior.</p>
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