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	<title>Exibindo: farra do INSS | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: farra do INSS | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Farra do INSS: delação ameaça políticos e pode redesenhar o jogo eleitoral no Maranhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 21:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Camilo Antunes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pressionado, “Careca do INSS” reage à possível delação de Maurício Camisotti e sinaliza envolver nomes do Congresso, como o senador maranhense Weverton Rocha (PDT) e Lulinha, já indiciados pela CPMI do INSS, com efeitos que podem atingir diretamente a disputa de 2026 no Maranhão.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pressionado, o “Careca do INSS” reage à possível colaboração de Maurício Camisotti e sinaliza envolver nomes do Congresso, como o senador Weverton Rocha e Lulinha, já indiciados pela CPMI do INSS, com efeitos que podem atingir diretamente a disputa de 2026</strong>, <strong>também no Maranhão</strong>.</p>



<p>A engrenagem de um dos maiores escândalos recentes envolvendo o sistema previdenciário brasileiro começa a girar em uma direção previsível — e potencialmente devastadora. A iminente delação premiada do empresário Maurício Camisotti acendeu o alerta dentro do núcleo do esquema bilionário de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS, e já provoca reações que ultrapassam o campo policial.</p>



<p>No centro dessa tensão está Antônio José Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. Segundo o jornalista Tácio Lorran, ele teria ameaçado reagir à delação com uma estratégia clássica de contra-ataque: entregar nomes de políticos que, segundo ele, também teriam participado da chamada “farra do INSS”. A lista, ainda que informal e não comprovada, incluiria parlamentares de diferentes partidos — um indício de que o esquema pode ter operado de forma transversal no sistema político.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1024x576.png" alt="" class="wp-image-33807" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1024x576.png 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-400x225.png 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-768x432.png 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>A decisão de Maurício Camisotti de fazer delação premiada irritou &#8220;Careca do INSS&#8221; (foto), que ameaçou retaliar&#8230;</strong></figcaption></figure>



<p>Entre os nomes citados, está o senador Weverton Rocha, vice-líder do governo de Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso. Também aparece o empresário Fábio Luís Lula da Silva. Ainda que menções em potencial delação não constituam prova, o simples fato de surgirem no radar de um escândalo dessa magnitude já é suficiente para produzir desgaste político imediato — sobretudo em um ambiente pré-eleitoral.</p>



<p><strong>Efeito Maranhão: uma bomba no tabuleiro de 2026</strong></p>



<p>Se em Brasília o caso já é sensível, no Maranhão ele pode ser decisivo. Weverton Rocha articula sua reeleição ao Senado e busca viabilizar sua permanência na chapa do grupo governista. Esse grupo é liderado pelo governador Carlos Brandão, que, por sua vez, trabalha para consolidar o nome do sobrinho, Orleans Brandão, como sucessor ao Palácio dos Leões.</p>



<p>Nesse contexto, qualquer abalo na imagem de Weverton não é um problema isolado — é um fator de instabilidade para toda a engenharia política em construção. Uma eventual fragilização do senador pode abrir espaço para rearranjos na chapa majoritária, estimular disputas internas e até alterar alianças que hoje parecem consolidadas.</p>



<p>Mais do que isso: o episódio pode fornecer munição para adversários e tensionar ainda mais um cenário já marcado por divisões e disputas de bastidores.</p>



<p><strong>A lógica das delações: ninguém cai sozinho</strong></p>



<p>Casos dessa natureza seguem um roteiro conhecido. Quando um dos envolvidos decide colaborar com a Justiça, a tendência é que outros passem a agir preventivamente — seja buscando acordos próprios, seja adotando estratégias de pressão. A ameaça atribuída a Antônio José Camilo Antunes se encaixa perfeitamente nessa lógica: ampliar o custo político da delação alheia, tornando-a menos “vantajosa” ou, ao menos, mais imprevisível.</p>



<p>Historicamente, delações premiadas de grande porte no Brasil raramente permanecem circunscritas ao núcleo inicial. Elas se expandem, incorporam novos nomes, cruzam dados e, não raro, provocam efeitos em cadeia que atingem diferentes níveis de poder.</p>



<p><strong>Entre a acusação e a prova</strong></p>



<p>É fundamental destacar: até o momento, o que há são relatos, ameaças e possíveis menções em acordos ainda não formalizados ou divulgados integralmente. Não há condenações nem comprovações públicas que sustentem as acusações envolvendo os nomes citados.</p>



<p>Ainda assim, na política, o dano reputacional costuma anteceder o desfecho judicial. E, em ano pré-eleitoral, isso pode ser suficiente para alterar trajetórias, enfraquecer candidaturas e redefinir estratégias.</p>



<p><strong>Um escândalo em mutação</strong></p>



<p>O caso da “farra do INSS” caminha para deixar de ser apenas um escândalo financeiro de cifras bilionárias. Aos poucos, transforma-se em um teste de resistência para atores políticos relevantes — e em um potencial gatilho para reconfigurações tanto no Congresso quanto em estados-chave como o Maranhão.</p>



<p>No fim das contas, o maior risco talvez não esteja no que já veio à tona, mas no que ainda pode emergir à medida que as engrenagens da delação começarem, de fato, a se mover.</p>
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		<title>Farra do INSS: PF pediu prisão de Weverton, mas PGR e STF negaram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 17:40:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[busca e apreensão]]></category>
		<category><![CDATA[farra do INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Operação sem desconto]]></category>
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		<category><![CDATA[Senador Weverton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal chegou a pedir a prisão do senador Weverton (PDT-MA), alvo de nova fase da Operação Sem Desconto desta quinta-feira (18/12), mas a Procuradoria-Geral da República (PGR) instruiu o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça a negar o pedido. André Mendonça autorizou apenas o cumprimento de mandado de busca e apreensão [&#8230;]</p>
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<p>A Polícia Federal chegou a pedir a prisão do senador Weverton (PDT-MA), alvo de nova fase da <a href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2025/12/pf-e-cgu-deflagram-nova-fase-da-operacao-sem-desconto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Operação Sem Desconto</a> desta quinta-feira (18/12), mas a Procuradoria-Geral da República (PGR) instruiu o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça a negar o pedido.</p>



<p>André Mendonça autorizou apenas o cumprimento de mandado de busca e apreensão contra o senador.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i.metroimg.com/e9hk1KjvgT9ezmuCArD3yIotqyaGy221BJD3Cb7B5P0/w:600/q:85/f:webp/plain/2025/12/18083013/casa-senador.jpg" alt="Farra do INSS: PF pediu prisão de Weverton, mas PGR e STF negaram - destaque galeria" title="Farra do INSS: PF pediu prisão de Weverton, mas PGR e STF negaram - destaque galeria"/><figcaption class="wp-element-caption">A Polícia Federal chegou a pedir a prisão do senador Weverton (PDT-MA), alvo de nova fase da <a href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2025/12/pf-e-cgu-deflagram-nova-fase-da-operacao-sem-desconto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Operação Sem Desconto</a> desta quinta-feira (18/12), mas tanto a Procuradoria-Geral da República (PGR) quanto o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça negaram o pedido. André Mendonça autorizou apenas o cumprimento de mandado de busca e apreensão contra o senador. </figcaption></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Conforme revelou a coluna, <a href="https://www.metropoles.com/colunas/tacio-lorran/entenda-ligacoes-do-senador-weverton-com-a-farra-do-inss" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Weverton e seu entorno mantiveram uma série de ligações com o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS</a>, apontado como um dos principais operadores da Farra do INSS, cujo esquema criminoso foi revelado pelo <strong>Metrópoles</strong>.</p>
</blockquote>



<p>Além do mandado de busca e apreensão contra Weverton, a PF prendeu o atual secretário-executivo do Ministério da Previdência, Adroaldo Portal (PDT).</p>



<p>Adroaldo Portal foi assessor de Weverton no Senado e, conforme revelou a coluna, recebeu o Careca do INSS em uma reunião secreta dentro do Ministério da Previdência Social. O lobista estava acompanhado de Gustavo Gaspar, braço-direito do parlamentar.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://i.metroimg.com/K_etCY8y1HZQqwPeW2lOsQOxsmUoJTAzkh6nZXxgs1A/w:600/q:85/f:webp/plain/2025/09/23204143/gustavo-gaspar-foto-dele.jpg" alt="Farra do INSS: PF pediu prisão de Weverton, mas PGR e STF negaram - destaque galeria" style="width:736px;height:auto" title="Farra do INSS: PF pediu prisão de Weverton, mas PGR e STF negaram - destaque galeria"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em> PF prendeu o atual secretário-executivo do Ministério da Previdência, Adroaldo Portal (PDT).</em></strong></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">O que diz o senador Weverton e o Ministério da Previdência sobre operação da PF</h4>



<p>Em nota, o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, afirmou ter determinado a exoneração de Adroaldo Portal e acrescentou que o ministério seguirá “contribuindo ativamente com as investigações”.</p>



<p>Já Weverton informou que recebeu “com surpresa a busca na sua residência” e que “com serenidade se coloca à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas assim que tiver acesso integral à decisão.”</p>



<p><strong>Portal Metrópoles/Tácio Lorran</strong></p>



<p></p>
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		<title>Metrópoles: preso na Farra do INSS pagou R$ 7 milhões a Sarney Filho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 23:53:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Maurício Camisotti]]></category>
		<category><![CDATA[Sarney Filho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-deputado federal e ex-ministro recebeu transferência de empresa de Camisotti, preso na Farra do INSS, em março deste ano Andreza Matais/André Shalders &#8211; Metrópoles O ex-ministro do Meio Ambiente e ex-deputado federal José Sarney Filho, o Zequinha Sarney, recebeu em março uma transferência de R$ 7,5 milhões do empresário Maurício Camisotti, um dos principais investigados [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Ex-deputado federal e ex-ministro recebeu transferência de empresa de Camisotti, preso na Farra do INSS, em março deste ano</h2>



<p><a href="https://www.metropoles.com/author/andreza-matais">Andreza Matais</a><a href="https://news.google.com/publications/CAAqBwgKMPfq-gowsr7yAg?hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419" target="_blank" rel="noreferrer noopener">/André Shalders &#8211; Metrópoles</a></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://i.metroimg.com/mkFFWS2v9CC6BR9-gQlKVamb9FbsL-r4FphKPkieSzs/w:1200/q:85/f:webp/plain/2015/11/16163058/Sarney-filho.jpg" alt="Sarney Filho recebeu R$ 7 milhões de empresário preso na Farra do INSS" style="width:738px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Marcelo Camargo/Agência Brasil</em></strong></figcaption></figure>



<p>O ex-ministro do Meio Ambiente e ex-deputado federal José Sarney Filho, o Zequinha Sarney, recebeu em março uma transferência de R$ 7,5 milhões do empresário Maurício Camisotti, um dos principais investigados na Farra do INSS.</p>



<p>A informação consta de um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) recebido pela <a href="https://legis.senado.leg.br/atividade/comissoes/comissao/2794/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>CPMI do INSS do Congresso Nacional</strong></a>, ao qual a coluna teve acesso com exclusividade. O relatório não traz informações sobre qual seria o motivo do pagamento.</p>



<p>A transferência a José Sarney Filho aparece no RIF sobre uma das empresas de Camisotti, a Rede Mais Saúde Ltda. O pagamento foi realizado em 17 de março deste ano, semanas antes da deflagração da Operação Sem Desconto da Polícia Federal (em 23 de abril). O montante exato foi de R$ 7.566.054,15, destinado à empresa SF Consulting Serviços Ltda., pertencente a José Sarney Filho.</p>



<p>Segundo o RIF, elaborado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a empresa que fez o pagamento a José Sarney Filho era abastecida por entidades de fachada de Camisotti, responsáveis por descontos ilegais em benefícios de aposentados.</p>



<p>“Suspeitamos que a empresa (Rede Mais Saúde) é utilizada para blindagem do patrimônio da família Camisotti, sendo possivelmente abastecida por verbas oriundas do esquema de descontos ilegais na folha de pagamento de aposentados”, diz um trecho do RIF.</p>



<p>Após a publicação da reportagem, Sarney Filho disse que sua consultoria fechou contrato com uma empresa que é administrada pelo filho de Camisotti, e não pelo próprio Maurício Camisotti. Disse ainda que o contrato nada tem a ver com o INSS.</p>



<p><em>“Não é verdade que eu tenha recebido qualquer recurso de Maurício Camisotti. A minha empresa de consultoria firmou contrato com a Rede Mais Saúde LTDA, que tem como CEO e administrador o Sr. Paulo Camisotti e o contrato não tem absolutamente nenhum vínculo com o Sr. Maurício e muito menos com o INSS”</em>, disse Sarney Filho à coluna.</p>



<p>Perguntado sobre o que faz sua consultoria, o ex-ministro disse:<em> “Criei recentemente. É uma consultoria de assuntos administrativos, de muitas coisas. É bem ampla, bem legal”</em>.</p>



<p>José Sarney Filho, também conhecido como Zequinha Sarney, é filho do ex-presidente José Sarney. Foi deputado federal pelo Maranhão por nove mandatos, de 1983 a 2019. Ligado às pautas ambientais, foi ministro do Meio Ambiente no governo Michel Temer (MDB), de 2016 a 2018, e, mais recentemente, comandou a mesma pasta no governo do Distrito Federal (2019-2023).</p>



<p>A SF Consulting, empresa que recebeu o pagamento, foi aberta em março de 2023. Zequinha Sarney é o único proprietário. A sede fica na Asa Norte, em Brasília (DF).</p>



<p>A reportagem também não conseguiu contato com Maurício Camisotti, que está preso desde meados do mês passado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quem é Maurício Camisotti na “Farra do INSS”</strong></h3>



<p><a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/quem-mauricio-camisotti-farra-do-inss" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Maurício Camisotti é um dos principais investigados na Farra do INSS</strong></a>. O empresário é dono de várias empresas da área de seguros e planos de saúde. Foi preso pela Polícia Federal em 12 de setembro deste ano e deverá ser ouvido pela CPMI do INSS — o pedido para sua oitiva foi aprovado na quinta-feira (2/10).</p>



<p>Segundo a PF, Camisotti controlava três entidades que, juntas, receberam mais de R$ 1 bilhão desde 2021 no esquema de descontos sobre aposentados.</p>



<p>Como revelou o <strong>Metrópoles</strong>, as entidades Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos (Ambec), União dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (Unsbras) e Centro de Estudos dos Benefícios dos Aposentados e Pensionistas (Cebap) tinham como dirigentes funcionários e parentes de executivos do grupo empresarial de Camisotti.</p>



<p>Aberta em junho de 2012, a Rede Mais Saúde é uma entre dezenas de CNPJs ligados a Maurício Camisotti e seus familiares. A administração está em nome de Paulo Otávio Montalvão Camisotti, filho de Maurício.</p>



<p>Entre os RIFs recebidos pela CPMI do INSS até agora, o de Camisotti é um dos mais robustos: o levantamento identificou transações de milhões de reais em diversas contas correntes.</p>



<p>À época da prisão de Camisotti, a defesa alegou que não há qualquer motivo que justifique sua prisão no âmbito da operação relacionada à investigação de fraudes no INSS. Os advogados disseram que houve arbitrariedade cometida durante a ação policial.</p>



<p>“Camisotti teve seu celular retirado das mãos no exato momento em que falava com seu advogado. Tal conduta afronta garantias constitucionais básicas e equivale a constranger um investigado a falar ou produzir prova contra si próprio”, disse a defesa do empresário, em nota divulgada à época.</p>
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