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	<title>Exibindo: estudos | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: estudos | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Governo aprova estudos para locação definitiva do Porto de Itajaí</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 23:37:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo Ministério de Portos e Aeroportos, expectativa é que o leilão seja realizado no 1º semestre de 2026 O Ministério de Portos e Aeroportos aprovou na 6ª feira (26.dez.2025) estudos finais para o arrendamento definitivo do Porto de Itajaí. Com a decisão, o governo dispensa a realização de uma nova audiência pública e agiliza o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo Ministério de Portos e Aeroportos, expectativa é que o leilão seja realizado no 1º semestre de 2026</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério de Portos e Aeroportos aprovou na 6ª feira (26.dez.2025) estudos finais para o arrendamento definitivo do Porto de Itajaí. Com a decisão, o governo dispensa a realização de uma nova audiência pública e agiliza o envio do processo para a análise do TCU (Tribunal de Contas da União). </p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é de que o leilão seja realizado no 1º semestre de 2026. O ministério já encaminhou o projeto à Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), que deve elaborar as minutas do edital e do contrato, definindo as regras do leilão, os critérios de julgamento e as obrigações do futuro arrendatário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No despacho enviado à agência reguladora, o ministério justificou que a modelagem atual já incorpora as contribuições recebidas da sociedade e do mercado na audiência anterior, não havendo necessidade de reiniciar o ciclo de consultas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo quer obter o aval do TCU até abril de 2026. O projeto de concessão projeta investimentos totais de R$ 2,8 bilhões ao longo do contrato. Desse montante, R$ 920 milhões deverão ser aplicados nos 3 primeiros anos&#8230;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministério já havia enviado ao TCU um projeto para o leilão do canal de acesso ao porto. A ideia é que manutenção, dragagem e exploração do canal fiquem a cargo da empresa vencedora, em modelo semelhante ao adotado recentemente em outros portos brasileiros. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de a Antaq definir as regras do leilão, o processo deve seguir as seguintes etapas:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Análise TCU: tribunal verifica a legalidade, a segurança jurídica e as vantagens econômicas do projeto; o aval é obrigatório para que o processo continue; </p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicação do edital: documento detalha regras, critérios de participação, obrigações do arrendatário e prazos; </p>



<p class="wp-block-paragraph">Resultado homologado: concluída a disputa, resultado é homologado pela agência reguladora e pelo Ministério de Portos e Aeroportos&#8230;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Vários países resolveram aplicar dose extra de vacina contra a Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2021 22:27:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Residências geriátricas querem imunização de reforço em seus pacientes, mas o conhecimento científico acumulado até agora só recomenda isso a pessoas imunodeprimidas.</p>
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<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="804" height="452" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Covid-vacinacao-imagens-1.jpeg" alt="" class="wp-image-29490" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Covid-vacinacao-imagens-1.jpeg 804w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Covid-vacinacao-imagens-1-400x225.jpeg 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Covid-vacinacao-imagens-1-768x432.jpeg 768w" sizes="(max-width: 804px) 100vw, 804px" /><figcaption><em>A Ciência  ainda não bateu o martelo sobre aplicação da terceira dose  da vacina contra a Covid-19</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Residências geriátricas querem imunização de reforço em seus pacientes, mas o conhecimento científico acumulado até agora só recomenda isso a pessoas imunodeprimidas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que a <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/vacunacion/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vacinação</a> avançou no mundo de forma lenta, e novas variantes de coronavírus surgem, a humanidade se aventura por um terreno desconhecido: será que as vacinas continuam protegendo com a mesma eficácia? Serão necessárias uma ou duas doses de reforço? São perguntas para as quais ainda não há respostas claras. Numerosos estudos tratam de averiguar como o sistema imunológico reage ao coronavírus e às suas mutações, mas até agora não há evidência que avalize uma terceira injeção para reforçar a proteção. Apenas em pessoas imunodeprimidas – como pacientes oncológicos ou recém-transplantados – ficou demonstrado que essa dose de “lembrança” é conveniente, mas não tanto como reforço, e sim porque suas defesas não respondem de maneira suficiente às duas doses habituais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esta razão, a agência norte-americana de medicamentos (FDA, na sigla em inglês) aprovou na noite desta quinta-feira <a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-08-13/eua-autorizam-terceira-dose-da-vacina-para-pessoas-imunodeprimidas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a administração de uma quinta dose para pessoas com imunodeficiências</a>, algo que a França já fez. Coisa bem diferente é o que vem fazendo Israel, que já está oferecendo esta dose adicional a todos os maiores de 60 anos – e, nesta faixa etária, 60% já a receberam, algo mais de 700.000 pessoas. A <a href="https://brasil.elpais.com/sociedade/2021-08-05/europa-ignora-pedido-da-oms-de-adiar-a-terceira-dose-da-vacina-para-ajudar-os-paises-mais-pobres.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">França, o Reino Unido e a Alemanha pretendem seguir o mesmo caminho</a> a partir de setembro. Israel inclusive está estudando seguir com a terceira injeção em todos os maiores de 40. “Isto não faz sentido”, opina Roselyn Lemus-Martin, pesquisadora de novos tratamentos e vacinas da Universidade de Oxford, para quem a ciência não avaliza esta terceira injeção, salvo nos casos descritos anteriormente. A <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/oms-organizacion-mundial-salud/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a> fez um apelo aos países ricos <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/oms-organizacion-mundial-salud/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">para que se abstenham de administrar esta nova dose</a> enquanto pelo menos 10% da população de todos os países do mundo não tiverem recebido a primeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de o <a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-08-12/chile-e-o-primeiro-pais-da-america-do-sul-a-aplicar-3-dose-da-vacina-contra-a-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Chile ter recomendado a aplicação da terceira dose</a> para os que tomaram a Coronavac, no Brasil, a ideia é rechaçada pelo Governo de São Paulo, espécie de patrono da vacina chinesa no país. O governador <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/joao-agripino-da-costa-doria-junior/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">João Doria (PSDB) </a>afirmou no início do mês que a terceira dose é uma “inutilidade”. “Isso é uma inutilidade. Não há nenhuma necessidade de você tomar uma terceira dose da Coronavac, bastam as duas doses, que é o que recomenda a Organização Mundial da Saúde”, disse o governador em entrevista ao portal Metrópoles, no início do mês. De fato, não há evidências suficientes e nem um consenso entre os cientistas de que uma terceira dose é realmente necessária. Por isso, o Ministério da Saúde encomendou um estudo para avaliar a efetividade de uma terceira dose da Coronavac. Realizada em parceira com a Universidade de Oxford, a pesquisa deverá ficar pronta em novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eficácia da vacina é inquestionável, pois ela fez o número de mortos despencar, mas um crescente número de especialistas suspeita que o nível de imunização pode cair entre os idosos, que foram os primeiros a serem vacinados. José Augusto García, presidente da Sociedade Espanhola de Geriatria e Gerontologia, soma-se à reivindicação de estudos que revelem o estado sorológico dos idosos nos asilos. “Não há nenhuma justificativa para que na Espanha, um país desenvolvido, com médicos de primeira linha no mundo da imunologia e vacinologia, ele já não esteja em andamento. Pode ser uma iniciativa do sistema público de saúde, de algum governo regional, de universidades ou inclusive do setor privado, e se as agências de saúde europeias colaborarem, em nível internacional, melhor ainda”, prossegue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O geriatra explica que os idosos geralmente são muito frágeis e têm doenças crônicas, apresentando uma menor resposta imunológica, o que se conhece como imunossenescência: “O sistema imunológico também envelhece e fica com menos capacidade de resposta a uma agressão externa”. As vacinas não são 100% infalíveis, e a variante delta é mais contagiosa, algo que explica o aumento de casos. García propõe aguardar “estudos científicos sólidos” e as “recomendações da Agência Europeia do Medicamento e da FDA”. Mas insiste em que, se for necessária uma terceira dose, “é preciso começar com as pessoas de maior idade e com maior carga de doença crônica, seja vivendo em asilos ou em seus domicílios, e pelas pessoas com imunodepressão”.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-estudos-sobre-a-imunidade">Estudos sobre a imunidade</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Já há alguns estudos em andamento. Um deles, realizado pelo Instituto de Pesquisas da Aids IrsiCaixa, com a participação de 98 pessoas, mostrava que os níveis de anticorpos caíam em maiores de 65 anos três meses depois da injeção. Há vários estudos que vão por este mesmo caminho. Entretanto, isto não esclarece se a vacina continua sendo eficaz, explica Marcos López Hoyos, presidente da Sociedade Espanhola de Imunologia: “O que procuramos com a vacina é gerar memória imunológica. Os anticorpos são as balas: se estiverem no sangue, melhor; mas se não estiverem e o sistema imunológico reconhecer o vírus, pode fabricá-las para lutar contra ele”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui entra em jogo a imunidade celular, que não se pode medir com testes de anticorpos. As células B são capazes de fabricar anticorpos quando detectam a presença de um agente patogênico conhecido, e as T podem eliminá-lo por si mesmos. A combinação de ambas é o que gera uma boa resposta aos intrusos que penetram no corpo humano. E isto é o que ainda não se sabe. “Há várias equipes investigando. Não posso dar os resultados, mas tudo indica que a memória imunológica com estas vacinas é duradoura”, afirma López Hoyos, que reconhece a necessidade de estudar de forma mais detalhadas a situação dos idosos, já que seu sistema imunológico reage pior que o dos mais jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo Social Lares, entidade que reúne asilos geriátricos sem fins lucrativos na Espanha, mostra-se prudente. Seu presidente, Juan Vela, diz tratar-se de “um assunto de saúde pública”. As outras três grandes entidades setoriais pedem pressa. “Que haja um estudo. E, se for preciso, pedimos uma terceira dose em setembro, que se organize a vacinação dos idosos outra vez, mas que nos digam isso”, reclama Cinta Pascal, presidenta do Círculo Empresarial de Atenção às Pessoas. “O próprio laboratório Pfizer recomendou uma terceira injeção. Pedimos um trato preferencial e que nos deem o quanto antes”, solicita Ignacio Fernández, presidente da Federação Empresarial da Dependência. Jesús Cubero, secretário-geral da Associação de Empresários da Dependência, pede coragem ao Ministério da Saúde e também considera necessário que se comece a programar imediatamente a terceira dose, antes da chegada do outono europeu. “Já tomaram a decisão no Reino Unido, França, Alemanha, Israel – são espelhos que devemos observar”, diz. “É preciso tomar decisões e por uma vez nos anteciparmos aos fatos, que os políticos não esperem que a realidade lhes ultrapasse”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O certo é que se trata de uma decisão mais política do que científica, quando ainda não se sabe se será necessária uma terceira dose ou quando. Como resume Federico Martinón, assessor da OMS para vacinas: “O mais urgente é que toda a população vulnerável receba a primeira dose, independentemente de onde estiver. O seguinte mais urgente é que se complete a pauta vacinal na população mais vulnerável, independentemente de onde estiver. E, a partir de então, cogitamos a terceira dose. Algo que já está sendo estudado, em termos de segurança e reação imunológica, já que é um cenário possível, e devemos estar preparados para fazê-lo com todas as garantias. De novo, primeiro nos grupos mais vulneráveis”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>EL PAÍS</strong></p>
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		<title>China e outros países podem misturar vacinas para aumentar a eficácia contra a Covid-19</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 19:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China, Gao Fu, admitiu que a eficácia das vacinas de seu país contra a covid-19 “não é muito alta”, e apontou que Pequim estuda misturar várias delas ou alterar os esquemas de vacinação com o objetivo de aumentar a eficácia dos imunizantes. As vacinas produzidas na China apresentam uma eficácia que varia entre 50% e 79%, inferior às da Pfizer, de 95%, e da Moderna, de 94%, embora não necessitem das condições estritas de refrigeração destas duas.</p>
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<h1 class="wp-block-heading"></h1>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Diretor do Centro de Controle de Doenças admite que a proteção oferecida pelos imunizantes locais “não é muito alta</em>&#8220;.</strong></p>
</div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" width="150" height="84" class="wp-image-29411" style="width: 150px;" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Corona-virus.jpg" alt="Misturar vacinas pode ser a saída para a eficácia..." srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Corona-virus.jpg 626w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Corona-virus-400x225.jpg 400w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o jornal, “é a primeira vez que um cientista chinês discute publicamente a eficácia relativamente baixa das vacinas chinesas”. No entanto, em uma entrevista ao jornal estatal <em>Global Times</em> publicada este domingo, Gao disse que a mídia interpretou mal suas palavras ao considerá-las uma admissão de que as vacinas chinesas são pouco eficazes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma conferência de imprensa na cidade central chinesa de Chengdu, Gao indicou neste sábado que Pequim está avaliando duas formas de melhoria “para solucionar o problema de que a eficácia das vacinas atuais não é muito alta”, informou neste domingo o jornal de Hong Kong<em> South China Morning Post.</em> Uma seria ajustar a inoculação ―seja aumentando a dose, o número de doses ou o intervalo entre estas―e a outra, combinar vacinas de tecnologias diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os níveis de anticorpos gerados por nossas vacinas são mais baixos que os das [vacinas] de <a href="https://brasil.elpais.com/ciencia/2020-12-18/rna-a-molecula-que-pode-nos-tirar-desta-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RNA mensageiro [tecnologia usada pelas da Pfizer e Moderna)</a>, e os dados de eficácia também são mais baixos”, assinalou, por sua vez, o especialista em vacinas Tao Lina, presente na conferência de Chengdu. “Por isso, acredito ser uma conclusão natural que nossas vacinas de vírus inativado e vetor de adenovírus são menos eficazes que as de RNA mensageiro”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até agora, a China aprovou o uso emergencial de quatro vacinas contra a covid-19: duas desenvolvidas pela farmacêutica Sinopharm (ambas de vírus inativado), uma pela Sinovac (também de vírus inativado) e outra pela CanSino (vetor viral não replicante). Pequim forneceu milhões de vacinas que estão sendo aplicadas em países da Ásia, África e América Latina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso do imunizante da Sinovac, foram feitos fora da China ensaios clínicos que apresentaram diferentes taxas de eficácia: enquanto os testes realizados na Turquia mostraram uma eficácia de 91,25%, os dados fornecidos pela Indonésia apontaram 65,3%, <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-12-23/apos-promessas-governo-de-sao-paulo-diz-que-coronavac-e-eficaz-mas-adia-divulgacao-de-dados.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">enquanto o Brasil baixou a porcentagem para 50,4% uma semana depois de ter anunciado 78%</a>. As taxas de eficácia das vacinas da Sinopharm estão entre 72,5% e 79%, enquanto a CanSino afirma que seu fármaco tem uma eficácia de 75%. A vacina da Pfizer tem uma eficácia de 95%, semelhante à da Moderna, com 94%. A da AstraZeneca é de 70% e a de Janssen, de 66,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 31 de março, o grupo de especialistas da <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/oms-organizacion-mundial-salud/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial da Saúde (OMS) </a>que estuda as vacinas contra a covid-19 informou que está terminando sua análise dos imunizantes desenvolvidos na China pela Sinovac e pela Sinopharm, e nos próximos dias confirmará se autoriza ou não seu uso de emergência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério de Saúde da China informou neste domingo que foram registrados 32 novos casos de infecção pelo coronavírus nas últimas 24 horas, nenhum deles de transmissão local. O número de casos positivos importados registrados na China chegou a 5.421 desde o início da pandemia. Desses pacientes, 5.219 já receberam alta, enquanto 202 estão hospitalizados. No total, o país acumula 90.410 casos, com 286 pacientes em tratamento, três deles em estado grave, enquanto o número de mortos se mantém em 4.636 e as altas somam 85.488.</p>
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