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	<title>Exibindo: Desemprego | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: Desemprego | Maranhão Brasil</title>
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		<title>IBGE: desemprego cai para 5,2%, menor taxa da série histórica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 17:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,2% no quarto trimestre de 2025, a menor desde que a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua começou, em 2012.</p>
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<h1 class="wp-block-heading"><strong>Segundo o IBGE, a Pnad Contínua encontrou 5,644 milhões de pessoas em busca de trabalho no quarto trimestre de 2025</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de <a href="https://www.metropoles.com/tag/desemprego">desemprego</a> no Brasil caiu para 5,2% no quarto trimestre de 2025, a menor desde que a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua começou, em 2012.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a href="https://www.metropoles.com/tag/ibge">IBGE</a>), responsável pela pesquisa, a Pnad Contínua encontrou 5,644 milhões de pessoas em busca de trabalho, o menor número de desempregados já registrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados foram divulgados nesta terça-feira (30/12) e mostram que o desemprego recuou 7,2% (menos 441 mil pessoas) no trimestre e caiu 14,9% (menos 988 mil pessoas) no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a taxa de desemprego histórica é acompanhada por outro recorde, o de número de pessoas empregadas no país, que chegou a 103,2 milhões. Com isso, o nível de ocupação alcançou o maior percentual da série histórica da Pnad Contínua, de 59,0%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a coordenadora de pesquisas do IBGE, Adriana Beringuy, “a manutenção do contingente de trabalhadores em elevado patamar ao longo de 2025 tem assegurado a redução da pressão por busca de trabalho, reduzindo consideravelmente a taxa de desocupação”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Informalidade e carteira assinada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de informalidade, ou seja, a proporção de trabalhadores sem carteira assinada ou sem registro, alcançou 37,7% da população ocupada no período, menor do que a observada no trimestre anterior, de 38%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, a variação negativa na informalidade foi influenciada pelo novo recorde no número de trabalhadores com carteira assinada, que chegou a 39,4 milhões, com estabilidade na comparação trimestral e alta de 2,6% no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o número de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado ficou em 13,6 milhões, mostrando estabilidade no trimestre e caindo 3,4% no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o número de trabalhadores por conta própria chegou a 26 milhões, novo recorde da série histórica. Na comparação trimestral, esse contingente ficou estável, mas cresceu 2,9% no ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Serviço público</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao considerar o trimestre anterior, o único grupamento de atividade com aumento significativo de pessoas ocupadas foi o de Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com alta de 2,6%, ou 492 mil pessoas ocupadas a mais, informou o instituto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As ocupações associadas às atividades de serviços de Educação e Saúde foram as que mais contribuíram para a expansão da ocupação no trimestre”, observa Adriana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de empregados no setor público teve alta de 1,9% no trimestre e de 3,8% no ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimentos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento médio real habitual da população ocupada do país chegou a R$ 3.574, crescendo 1,8% no trimestre e 4,5% em relação ao mesmo trimestre móvel de 2024, já descontados os efeitos da inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a massa de rendimento real habitual também atingiu R$ 363,7 bilhões, com altas de 2,5% no trimestre e de 5,8% no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adriana explica que os ganhos quantitativos no mercado de trabalho, por meio dos recordes de população ocupada, têm sido acompanhados por elevação do rendimento médio real recebido por essa população ocupada crescente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A combinação de expansão do trabalho e da renda impulsionam a massa de rendimento do trabalho na economia”, esclarece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Texto: Metrópolees</p>
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		<title>Pandemia faz América Latina perder 47 milhões de empregos, aponta OIT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2020 03:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[OIT]]></category>
		<category><![CDATA[previsões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Órgão da ONU revê para pior suas previsões do mês anterior sobre o efeito do coronavírus no mercado de trabalho. E o resultado disso não ´é nada alentador. EL PAÍS</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/pandemia-faz-america-latina-perder-47-milhoes-de-empregos-aponta-oit/">Pandemia faz América Latina perder 47 milhões de empregos, aponta OIT</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Os efeitos da pandemia de coronavírus sobre o mundo do trabalho são devastadores. A <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/oit-organizacion-internacional-trabajo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial do Trabalho</a> (OIT, um órgão da ONU) atualizou nesta terça-feira <a href="https://brasil.elpais.com/economia/2020-05-22/crise-do-coronavirus-levara-mais-de-115-milhoes-de-latino-americanos-ao-desemprego-neste-ano.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">suas previsões mais pessimistas</a>, tornando-as ainda mais negativas. Durante o segundo trimestre do ano, o coronavírus ceifou o equivalente a 400 milhões de empregos em todo o mundo, ou 95 milhões a mais que na estimativa anterior, publicada em 27 de maio. A <a href="https://brasil.elpais.com/sociedade/2020-05-24/crise-do-coronavirus-se-acelera-no-brasil-e-faz-america-latina-concentrar-metade-dos-casos-no-mundo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">América Latina foi a região mais golpeada</a>, com a perda de 47 milhões de postos de trabalho em tempo integral. “As novas cifras refletem o agravamento da situação em numerosas regiões durante as últimas semanas, sobretudo nas <a href="https://brasil.elpais.com/economia/2020-05-04/crise-nos-emergentes-o-angulo-cego-da-crise-do-coronavirus.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">economias em desenvolvimento</a>”, advertiu a OIT</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório, intitulado <a href="https://www.ilo.org/brasilia/temas/covid-19/lang--pt/index.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Observatório da OIT: A covid-19 e o mundo do trabalho</a>, calcula os estragos da pandemia em redução de horas trabalhadas: entre maio e julho, elas diminuíram 14% em todo mundo. Para obter o equivalente em postos de trabalho, a OIT divide o total de horas pelas 48 horas de uma jornada semanal padrão. A América Latina perdeu 20,5% de suas horas, seis pontos a mais que a média mundial. Se forem somados também <a href="https://brasil.elpais.com/economia/2020-06-11/fed-preve-que-desemprego-nos-eua-so-cai-a-menos-de-5-em-2023.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estados Unidos</a> e Canadá, a percentagem diminui para 18,3%, mas ainda assim a queda nas Américas supera a da Europa e Ásia Central (13,9%, equivalentes a 45 milhões de empregos), Ásia e o Pacífico (13,5%), países árabes (13,2%) e África (12,1%). “Trata-se da maior perda de horas de trabalho nas principais regiões geográficas e da maior revisão para cima com relação ao que foi publicado na quarta edição do Observatório da OIT”, diz o relatório sobre o total das Américas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A OIT adverte que 93% dos trabalhadores no mundo vivem em países com restrições muito altas à atividade econômica e profissional, e que as medidas adotadas para remediar o problema moldarão o <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020/05/08/eps/1588958026_039677.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">futuro do mundo do trabalho</a> “além de 2030”. “Embora os países se encontrem em fases diversas da pandemia e muito esteja sendo feito, devemos redobrar nossos esforços se quisermos sair desta crise melhores do que quando ela começou”, disse Guy Ryder, diretor-geral da OIT. O relatório servirá de ponto de partida para as discussões que a OIT pretende manter na sua Cúpula Mundial da semana que vem. “Espero que os Governos, os trabalhadores e os empregadores aproveitem esta oportunidade para apresentar e escutar ideias inovadoras”, afirmou Ryder</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cenários para o segundo semestre</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A OIT calcula três cenários possíveis para o que resta do ano: um básico, um otimista e um pessimista. Tudo dependerá do desenvolvimento da pandemia e as decisões dos governos para enfrentá-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um cenário básico, onde a suspensão das restrições ao trabalho e a <a href="https://brasil.elpais.com/economia/2020-04-19/anatomia-de-uma-dificil-recuperacao-economica.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">retomada da atividade ocorram de forma lenta</a>, as horas trabalhadas cairão 4,9% com relação ao último trimestre de 2019, ou o equivalente a 140 milhões de empregos em tempo integral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário pessimista leva em conta uma <a href="https://brasil.elpais.com/sociedade/2020-06-23/avanco-da-pandemia-de-coronavirus-obriga-paises-a-recuarem-apos-comecarem-a-reabrir.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segunda onda da pandemia e a volta das restrições</a>. Nesse caso, as horas perdidas representariam 11,9%, ou 340 milhões de empregos. A visão otimista prevê uma recuperação econômica rápida, com 1,2% menos horas trabalhadas (34 milhões de empregos).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Golpe às mulheres</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório dá destaque à <a href="https://brasil.elpais.com/smoda/2020-05-28/trabalho-de-madrugada-porque-nao-dou-conta-de-tudo-em-casa-a-nova-normalidade-massacra-as-mulheres.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">situação trabalhista das mulheres</a>, que considera estarem mais expostas aos efeitos negativos da pandemia. Tanto que a OIT teme que, por efeito do coronavírus, “alguns dos modestos progressos em matéria de igualdade de gênero alcançados nas últimas décadas se percam e que as desigualdades de gênero relacionadas ao trabalho se tornem mais agudas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O grave impacto da covid-19 sobre as mulheres está relacionado com sua representação desproporcionalmente alta em alguns dos setores econômicos mais afetados pela crise, tais como a hotelaria, a gastronomia, o comércio e a indústria manufatureira”, diz o relatório. Segundo os cálculos da OIT, 510 milhões de mulheres empregadas no mundo (40% do total) “trabalham nos quatro setores mais afetados, frente a 36,6% dos homens”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mulheres preponderam, além disso, <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-05-02/a-luta-contra-o-coronavirus-tem-o-rosto-de-mulheres.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">na frente de batalha contra a pandemia</a>, porque são maioria nos postos de saúde e nos serviços sociais. “É lá onde correm maiores riscos de perder sua renda, de infecção e de transmissão, e é menos provável que tenham proteção social”, conclui o relatório.</p>



<h3 class="wp-block-heading">NO BRASIL, 7,8 MILHÕES DE POSTOS DESTRUÍDOS EM 3 MESES</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia do coronavírus continua gerando fortes reflexos no mercado de trabalho brasileiro, apontam os dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira. No trimestre encerrado em maio, 7,8 milhões de postos foram perdidos, o que fez com que a população ocupada no país caísse 8,3% na comparação com o trimestre anterior, indo para 85,9 milhões de pessoas. O número é o menor da série histórica da Pnad Contínua, iniciada em 2012. Pela primeira vez, menos da metade da população em idade de trabalhar está ocupada. A taxa oficial de desemprego no Brasil subiu para 12,9% no trimestre encerrado em maio, em relação ao trimestre anterior, atingindo 12,7 milhões de pessoas. É a maior taxa desde o trimestre terminado em março de 2018, quando foi de 13,1%. A fila do desemprego só não é maior porque muita gente simplesmente deixou de procurar trabalho em meio à pandemia. (Heloísa Mendonça)</p>
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