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	<title>Exibindo: crime organizado | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: crime organizado | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Dino defende colegas de STF do pedido de indiciamento em CPI do Crime Organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 17:54:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Atualmente há, por parte de alguns, o equívoco de apontar o STF como o &#8216;maior problema nacional'&#8221;, protestou o ministro do Supremo em rede social O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino (foto) publicou um texto em defesa dos colegas de tribunal incluídos no relatório final da CPI do Crime Organizado. O relator [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Atualmente há, por parte de alguns, o equívoco de apontar o STF como o &#8216;maior problema nacional'&#8221;, protestou o ministro do Supremo em rede social</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Supremo Tribunal Federal (<strong>STF</strong>) <strong>Flávio Dino</strong> (foto) publicou um texto em defesa dos colegas de tribunal incluídos no relatório final da <strong>CPI do Crime Organizado</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator da CPI, senador <strong>Alessandro Vieira</strong> (MDB-SE), <strong><a href="https://oantagonista.com.br/brasil/vieira-pede-indiciamento-de-moraes-toffoli-gilmar-e-gonet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pediu o indiciamento</a></strong> dos ministros <strong>Dias Toffoli</strong>, <strong>Alexandre de Moraes</strong> e <strong>Gilmar Mendes</strong>, além do procurador-geral <strong>Paulo Gonet</strong>, pela atuação <strong>—</strong> ou omissão <strong>—</strong> no caso do <strong>Banco Master</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele não mencionou diretamente os pedidos de indiciamento nem a CPI do Crime Organizado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Flavio-Dino-serio-1c-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-33509" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Flavio-Dino-serio-1c-1024x683.jpg 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Flavio-Dino-serio-1c-400x267.jpg 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Flavio-Dino-serio-1c-768x512.jpg 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Flavio-Dino-serio-1c.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-e-um-imenso-erro"><em>“É um imenso erro”</em></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro, <em>“é uma irresponsabilidade investigar o crime organizado e não tratar sobre milicianos, traficantes de drogas, vendedores de armas ilegais, garimpos ilegais, facções que controlam territórios, matadores e pistoleiros etc”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Atualmente há, por parte de alguns, o equívoco de apontar o STF como o “maior problema nacional”. É um imenso erro, para dizer o mínimo. Friso: gigantesco erro histórico, que exige uma melhor reflexão quanto às consequências”</em>, criticou Dino, acrescentando:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Críticas e investigações devem ser feitas, sem dúvida. Mas com respeito à dignidade das pessoas e com preservação das instituições da democracia, pois sem elas não existem direitos fundamentais nem futuro para a Nação.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Infelizmente a minha condição de magistrado me impede de escrever mais sobre o tanto que o STF fez e está fazendo no combate ao crime organizado. Não me cabe falar, mas está nos autos.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Contudo, posso e devo registrar a minha SOLIDARIEDADE PESSOAL aos colegas alvo de injustiças.</em>“</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Lula encaminha Lei Antifacção para apreciação do Congresso Nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 17:05:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
		<category><![CDATA[segurança pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto de Lei Antifacção, assinado pelo presidente Lula e que chegou ao Congresso Nacional, nesta sexta (31), em regime de urgência, traz novidades no combate ao crime organizado. A mensagem do Executivo foi publicada em edição extra, nesta noite, no Diário Oficial da União.</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/lula-encaminha-lei-antifaccao-para-apreciacao-do-congresso-nacional/">Lula encaminha Lei Antifacção para apreciação do Congresso Nacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Texto endurece penas para participantes de</strong> <strong>organizações criminosas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><audio src="https://tts-app.ebc.com.br/media/tts/247335.mp3"></audio></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O projeto de Lei Antifacção, assinado pelo presidente Lula e que chegou ao Congresso Nacional, nesta sexta (31), em regime de urgência, traz novidades no combate ao crime organizado. A mensagem do Executivo foi publicada em edição extra, nesta noite, no <em><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/lula-assina-projeto-de-lei-antifaccao-e-envia-ao-congresso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Diário Oficial da União</a>.</em></strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1665721&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1665721&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que a proposta é uma prioridade do governo ao trazer mais força ao Estado para reprimir as organizações criminosas que exercem controle de territórios e atividades econômicas.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ao assinar o projeto, Lula argumentou que é necessário endurecer no combate às facções criminosas.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Nós vamos mostrar como é que se enfrentam essas facções, que vivem de explorar o povo mais humilde desse país&#8221;, disse.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, acrescentou que o projeto vai ao encontro da sociedade brasileira e do Parlamento. O projeto prevê que os crimes das facções criminosas passariam a ser hediondos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Confira os principais pontos do projeto que preveem aumento de pena:&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Homicídios cometidos por ordem ou em benefício de facções criminosas poderão levar a penas de 12 a 30 anos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As penas passam a ser mais duras, de 8 a 15 anos de prisão se a atuação da organização tiver como objetivo o controle de territórios ou atividades econômicas, mediante o uso de violência, coação ou ameaça.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haverá ainda aumento de pena se houver conexão com outras organizações, comprovação de transnacionalidade da organização, domínio territorial ou prisional pela organização criminosa, e também nos casos de morte ou lesão corporal de agente de segurança pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra demanda do projeto de lei é que haja fortalecimento dos instrumentos e aperfeiçoamentos&nbsp;de investigação e sejam ampliadas ferramentas legais para a responsabilização de integrantes de facções.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entre as propostas, o projeto inclui:&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Prevê o uso de técnicas de investigação, com a possibilidade de infiltração de policiais e de colaboradores em facções.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Juiz poderá determinar que provedores de internet, telefonia e empresas de tecnologia viabilizem acesso a dados de geolocalização em casos de ameaça à vida ou integridade de pessoas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Projeto autoriza que o Poder Executivo crie o Banco Nacional de Facções Criminosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se facções estiverem infiltradas no Poder Público, estariam previstos os afastamentos de agente público, por decisão judicial, quando houver indícios de envolvimento com facção criminosa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Réu condenado por facção ficará impedido de contratar com Poder Público ou receber incentivos fiscais pelo prazo de 14 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outra providência do projeto é tentar estrangular o poder econômico das facções das seguintes formas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Facilitar a apreensão de bens em favor da União e a intervenção judicial em empresas utilizadas para crimes e o bloqueio de operações financeiras;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Suspensão de contratos com o poder público.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para reduzir o poder operacional das facções, o projeto prevê ainda:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Monitoramento dos encontros de membros de facções criminosas no parlatório.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A administração de presídios poderá determinar a transferência de presos de facções criminosas entre estabelecimentos sem prévia autorização judicial nos casos de motim, rebelião ou outras situações de grave perturbação da ordem no estabelecimento prisional</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O projeto que chegou ao Congresso prevê a cooperação policial internacional, a cargo da Polícia Federal, e inclui o setor privado na busca de provas e informações de interesse da investigação.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outra ação é aprimorar os mecanismos legais de intervenção na administração de pessoas jurídicas utilizadas para a prática de crimes por organizações criminosas.</strong><br>Também, nesta sexta, Lula defendeu tramitação rápida no Congresso.&nbsp; <strong>Ele ressalta que a proposta do Executivo garante instrumentos que blindam os órgãos públicos da atuação de membros desse tipo de organizações criminosas.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil</p>
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