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	<title>Exibindo: Combustíveis | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: Combustíveis | Maranhão Brasil</title>
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		<title>PF entra em cena para combater aumentos abusivos de combustíveis no MA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 15:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Polícia Federal e Justiça estadual foram acionadas pelo Procon para descobrir se há mesmo motivos para aumentos tão explosivos no preço dos combustíveis em São Luís e no Estado. </p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Polícia Federal e Justiça estadual foram acionadas pelo Procon para descobrir se há mesmo motivos para aumentos tão explosivos no preço dos combustíveis em São Luís e no Estado. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tão logo os empresários que vendem combustível em São Luís e em todo o Maranhão tiveram a primeira notícia de que Israel lançara a primeira bomba contra o Irã, iniciando com os Estados Unidos o conflito no Golfo Pérsico, os donos de postos de revenda, como numa ação coordenada, também pegaram aquela pistola e atiraram nos donos de automóveis e motoristas, disparando aumentos de preços numa velocidade tão grande quanto a dos mísseis e drones supersônicos usados na guerra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Denúncias de aumentos abusivos de consumidores explodiram para todos os lados. Em outros estados também, mas aqui, mesmo com a fiscalização, nada disso adiantou. Os preços da gasolina e diesel &#8211; principalmente este &#8211; estão nas alturas e continuam a subir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, o Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (Procon/MA) apresentou denúncia à Polícia Federal, solicitando a instauração de inquérito policial para investigar possíveis aumentos injustificados nos preços de combustíveis no estado. O órgão também pediu a adoção de medidas como a quebra de sigilo de informações das distribuidoras envolvidas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bombas-de-combustiveis-1024x576.webp" alt="" class="wp-image-33641" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bombas-de-combustiveis-1024x576.webp 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bombas-de-combustiveis-400x225.webp 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bombas-de-combustiveis-768x432.webp 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bombas-de-combustiveis-1536x864.webp 1536w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bombas-de-combustiveis.webp 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">A preocupação maior é com os a<strong><em>umentos elevados no preço do diesel, que prejudica toda a cadeia produtiva, provocando elevação de preços em cascata&#8230;</em></strong></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No documento, o Procon/MA destaca que a recente elevação nos preços da gasolina e do diesel tem gerado grande repercussão entre os consumidores, principalmente pela falta de justificativas claras para os reajustes. De acordo com o órgão, fiscalizações realizadas em postos de combustíveis indicaram que os aumentos estariam ligados a reajustes praticados anteriormente por distribuidoras que atuam no Maranhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As distribuidoras, por sua vez, atribuíram os aumentos a fatores internacionais, como a elevação do preço do petróleo e tensões geopolíticas no Oriente Médio. No entanto, o órgão de defesa do consumidor ressalta a necessidade de uma apuração mais aprofundada para verificar se houve elevação injustificada de preços ou até mesmo práticas que possam ferir a ordem econômica e as relações de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Diante dos indícios identificados, solicitamos a atuação da Polícia Federal para uma investigação mais aprofundada quanto ao aspecto criminal, inclusive envolvendo eventuais quebras de sigilo bancário e de informações. Nosso compromisso é garantir que não haja abusos e que o consumidor maranhense não seja prejudicado por aumentos sem justificativa clara”, afirmou o presidente em exercício do Procon/MA, Ricardo Cruz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Procon/MA também já ingressou com ação civil pública contra essas distribuidoras. A Justiça do Estado do Maranhão determinou que as empresas citadas se manifestem, no prazo de 72 horas, sobre a denúncia de aumento considerado abusivo nos preços da gasolina e do óleo diesel no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora é esperar que essas medidas funcionem&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Lula defende estoque de petróleo para &#8220;país não ficar chupando o dedo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 19:46:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente demonstrou preocupação com a alta dos preços dos combustíveis durante evento em refinaria da Petrobras em Betim, Minas Gerais O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, nesta sexta-feira (20/3), que o Brasil tenha o próprio estoque de combustíveis e uma distribuidora na Petrobras para não se tornar refém durante as crises [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O presidente demonstrou preocupação com a alta dos preços dos combustíveis durante evento em refinaria da Petrobras em Betim, Minas Gerais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente <a href="https://www.metropoles.com/tag/lula">Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</a> defendeu, nesta sexta-feira (20/3), que o Brasil tenha o <strong>próprio estoque de combustíveis</strong> e uma distribuidora na Petrobras para não se tornar <a href="https://www.metropoles.com/brasil/alta-dos-combustiveis-vira-pauta-eleitoral-da-oposicao-contra-lula">refém durante as crises mundiais</a>. Na ocasião, ele criticou os efeitos da privatização da BR Distribuidora e afirmou que, no cenário atual, “o consumidor fica chupando o dedo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente apontou que a ausência da distribuidora sob controle estatal compromete a capacidade de garantir que reduções ou aumentos definidos pela Petrobras <strong>cheguem ao consumidor final</strong>. “A Petrobras determina um preço, esse preço sai no jornal, ganha o distribuidor, e o consumidor fica chupando o dedo”, disse Lula durante agenda em uma refinaria da estatal em Betim, em Minas Gerais.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Se o Brasil quer ser um país soberano, ele precisa de estoque para enfrentar crises, para quando tiver essa especulação no mercado, o governo ter condição de abaixar o preço”, continuou.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a Petrobras <strong>não mantém um estoque regulador formal de diesel ou gasolina</strong> com finalidade de política pública — ou seja, a estatal opera apenas com estoques operacionais, voltados à logística e ao funcionamento contínuo de refinarias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento, Lula também afirmou que <strong>os pobres acabam sempre sendo atingidos pelas altas dos preços</strong> durante as crises e criticou a falta de interesse pela paz de alguns países em guerra. “Qual a razão que um trabalhador tem que pagar a mais no preço do óleo por conta dessa maldita guerra? O que o mundo fez? Por que o pobre da América Latina tem que pagar?”, questionou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crise dos combustíveis</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A visita de Lula à refinaria ocorre em meio à pressão sobre o governo federal diante da <strong>alta do diesel</strong>, que tem impactado diretamente o custo do transporte e gerado preocupação no setor produtivo — inclusive com ameaças de greve por parte dos caminhoneiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O combustível acumula <strong>reajustes recentes</strong>, impulsionados pelo cenário internacional e pela política de preços da Petrobras, o que reacendeu cobranças por medidas que aliviem o valor nas bombas. Nesse contexto, a agenda em Minas também funciona como oportunidade para o Planalto sinalizar ações de estabilidade no abastecimento e nos preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quinta (19), Lula voltou a pedir aos governadores que reduzam alíquotas de Imposto de Circulação sobre Mercadorias e Serviços (ICMS) e ajudem a evitar que o impacto do conflito chegue ao prato de comida dos brasileiros. Em contrapartida, a União propôs <a href="https://www.metropoles.com/brasil/diesel-governo-pede-que-estados-zerem-icms-e-propoe-cobrir-50">bancar metade da renúncia</a>, que é estimada no total de R$ 3 bilhões por mês.</p>
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		<title>Abuso no preço dos combustíveis leva Procon a pedir intervenção da Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 14:51:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Procon Maranhão ingressou na Justiça com uma Ação Civil Pública contra distribuidoras de combustíveis após identificar reajustes considerados irregulares nos preços da gasolina e do diesel em postos do estado. A medida foi adotada depois que fiscalizações apontaram aumento nos valores mesmo sem anúncio oficial de reajuste por parte da Petrobras. De acordo com [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://fuxicodosertao.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG_1138-1024x613-1.jpeg" alt="" class="wp-image-59495"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Procon Maranhão ingressou na Justiça com uma Ação Civil Pública contra distribuidoras de combustíveis após identificar reajustes considerados irregulares nos preços da gasolina e do diesel em postos do estado. A medida foi adotada depois que fiscalizações apontaram aumento nos valores mesmo sem anúncio oficial de reajuste por parte da Petrobras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o órgão de defesa do consumidor, na última semana equipes passaram a monitorar os preços praticados em postos de combustíveis em diferentes regiões do Maranhão e observaram elevação repentina nos valores. Diante da situação, o Procon intensificou as fiscalizações para verificar a origem dos aumentos e identificar se havia justificativa econômica para a mudança nas tabelas de preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante as inspeções, técnicos do órgão constataram que os postos já estariam recebendo combustíveis com valores maiores repassados pelas distribuidoras. A situação chamou atenção porque, até o momento das fiscalizações, não havia comunicado oficial de reajuste por parte da Petrobras, principal referência de preço no mercado nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o entendimento do Procon, o aumento baseado apenas em expectativas do mercado internacional pode caracterizar elevação de preço sem justa causa, prática considerada abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor. A legislação determina que reajustes devem estar vinculados a fatores concretos que justifiquem o aumento do custo para o fornecedor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi protocolada na Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís e pede que as distribuidoras apresentem documentos que comprovem como foi feita a formação dos preços repassados aos postos de combustíveis. O órgão também solicita que, caso não seja comprovada a justificativa para os aumentos, as empresas retornem aos valores praticados antes das elevações registradas recentemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o Procon pede que as distribuidoras sejam impedidas de aplicar novos reajustes enquanto não houver comprovação de aumento real nos custos que compõem a cadeia de distribuição de combustíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente em exercício do Procon-MA, Ricardo Cruz, afirmou que a iniciativa busca garantir transparência no mercado e evitar prejuízos aos consumidores. Segundo ele, as fiscalizações realizadas pelo órgão indicaram que os aumentos começaram a aparecer diretamente nas bombas dos postos antes mesmo de qualquer alteração oficial nos preços de referência do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Procon, combustíveis como gasolina e diesel possuem impacto direto em diversos setores da economia, especialmente no transporte de pessoas e mercadorias. Dessa forma, reajustes sem justificativa podem provocar efeito cascata, pressionando o preço de produtos e serviços e afetando o custo de vida da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão informou que continuará monitorando o mercado de combustíveis no Maranhão e que novas fiscalizações devem ser realizadas para acompanhar a evolução dos preços e verificar o cumprimento das regras de proteção ao consumidor. Enquanto a ação tramita na Justiça, o objetivo é esclarecer a origem dos aumentos e evitar práticas consideradas abusivas no setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O informante</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Combustíveis nas alturas! Postos agem como se o Maranhão estivesse em zona de guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 02:05:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio à instabilidade internacional provocada por tensões no Oriente Médio, especialmente envolvendo o Irã, os preços do petróleo voltaram a oscilar no mercado global. Mas no Brasil — e particularmente em São Luís — a reação dos postos de combustíveis parece ter ultrapassado qualquer lógica econômica.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Combustíveis nas alturas: postos agem como se o Maranhão estivesse em zona de guerra</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio à instabilidade internacional provocada por tensões no Oriente Médio, especialmente envolvendo o Irã, os preços do petróleo voltaram a oscilar no mercado global. Mas no Brasil — e particularmente em São Luís — a reação dos postos de combustíveis parece ter ultrapassado qualquer lógica econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dias, motoristas maranhenses têm sido surpreendidos por <strong>aumentos sucessivos nos preços da gasolina, do etanol e do diesel</strong>, muitas vezes aplicados de um dia para o outro e praticamente de forma uniforme entre diferentes postos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="457" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bomba-abastecendo-1024x457.png" alt="" class="wp-image-33442" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bomba-abastecendo-1024x457.png 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bomba-abastecendo-400x179.png 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bomba-abastecendo-768x343.png 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bomba-abastecendo-1536x686.png 1536w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bomba-abastecendo.png 1792w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A sensação do consumidor é de que a capital maranhense estaria na iminência de um conflito armado. Como se <strong>mísseis e drones estivessem apontados para o Maranhão</strong>, prontos para interromper o abastecimento de petróleo a qualquer momento. Mas a realidade é bem diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A última alteração oficial feita pela Petrobras ocorreu <strong>em 27 de janeiro</strong>, quando a estatal <strong>reduziu</strong> o preço da gasolina vendida às distribuidoras. Desde então, <strong>não houve novo reajuste nas refinarias</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse dado desmonta a principal justificativa informal apresentada em alguns postos: a de que os aumentos seriam reflexo imediato da elevação do petróleo no mercado internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que o barril oscile no exterior, <strong>os preços nas refinarias brasileiras não foram reajustados para cima</strong>. Em tese, portanto, não haveria motivo para disparadas nas bombas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">A engrenagem do aumento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre a refinaria e o consumidor final existe uma cadeia de distribuição que envolve transportadoras, distribuidoras e postos revendedores. Cada elo possui certa autonomia para definir margens de lucro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que, em muitas cidades brasileiras, os aumentos parecem ocorrer <strong>quase simultaneamente entre concorrentes</strong>, o que frequentemente levanta suspeitas de comportamento coordenado no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando isso acontece, o consumidor fica sem alternativa real de preço — todos os postos passam a cobrar praticamente o mesmo valor.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">O caso de São Luís chama atenção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em São Luís, os aumentos recentes têm sido considerados <strong>particularmente agressivos</strong>. Motoristas relatam reajustes sucessivos em poucos dias, sem qualquer anúncio oficial que os justificasse. Em alguns casos, a gasolina já ultrapassa patamares que não eram vistos há meses, apesar da ausência de aumento na refinaria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa disparada provoca uma pergunta inevitável: <strong>quem está puxando o preço para cima?</strong> Se a refinaria não aumentou, se não houve mudança de impostos e se o mercado internacional ainda não impactou diretamente o Brasil, o encarecimento repentino nas bombas exige explicação.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Fiscalização é necessária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado de combustíveis no Brasil é livre, mas não é terra sem lei. Órgãos como Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Procon e o Ministério Público têm competência para investigar <strong>eventuais abusos ou práticas anticoncorrenciais</strong>, como alinhamento artificial de preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre que aumentos ocorrem de forma simultânea e sem justificativa clara, surge a suspeita de que o consumidor esteja sendo empurrado para pagar mais simplesmente porque <strong>ninguém no mercado decidiu cobrar menos</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">O consumidor no meio do fogo cruzado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A volatilidade do petróleo é uma realidade global. Conflitos, sanções e disputas geopolíticas influenciam mercados inteiros. Mas transformar <strong>uma expectativa internacional em aumento imediato nas bombas brasileiras</strong> é outra história.Enquanto isso, o motorista maranhense segue abastecendo como se estivesse pagando o preço de um combustível que atravessou uma zona de guerra — mesmo quando, na prática, ele saiu de uma refinaria que <strong>não aumentou um centavo sequer</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é exatamente por isso que cresce a cobrança por respostas. Porque, se não há guerra no Maranhão, <strong>não há motivo para preços de guerra nos postos de combustíveis</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Mundo cão! PF vai apurar vazamento na mega-operação contra PCC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 21:53:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apenas 6 das 14 prisões previstas pela Polícia Federal na Operação Carbono Oculto foram realizadas durante a realização dos mandados de prisão . Por isso, a PF vai investigar um possível vazamento de informações na megaoperação realizada, nesta quinta-feira (28), contra membros do Primeiro Comando da Capital (PCC), em ligação com pontos de combustíveis e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Apenas 6 das 14 prisões previstas pela Polícia Federal na <strong>Operação Carbono Oculto</strong> foram realizadas durante a realização dos mandados de prisão . Por isso, a PF vai investigar um <strong>possível vazamento de informações na megaoperação realizada, nesta quinta-feira (28), contra membros do Primeiro Comando da Capital (PCC)</strong>, em ligação com pontos de combustíveis e fintechs na Avenida Faria Lima, centro financeiro de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;De fato merece atenção que há 14 mandados de prisão e só 6 foram encontrados. Não é uma estatística normal das operações da Polícia Federal”, afirmou Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o líder da PF, as equipes vão abastecer as autoridades com os dados para que se possa <strong>analisar se houve alguma atividade fraudulenta beneficiando os suspeitos que não foram encontrados</strong> <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/sp/pcc-postos-e-fintechs-na-faria-lima-qual-balanco-da-megaoperacao-policial/">durante as diligências</a>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Avenida-FAria-Lima-PF-1-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-31437" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Avenida-FAria-Lima-PF-1-1024x768.jpeg 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Avenida-FAria-Lima-PF-1-400x300.jpeg 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Avenida-FAria-Lima-PF-1-768x576.jpeg 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Avenida-FAria-Lima-PF-1.jpeg 1320w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Com o retorno das equipes que vão às residências, e precisam relatar o que foi encontrado, vamos ter mais elementos para dizer, ou inferir, que possa ter havido vazamento. Nessa hipótese, nós vamos fazer investigação para apurar se houve&#8221;, conclui Rodrigues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor também comentou o fato das operações da PF do MP-SP (Ministério Público de São Paulo) terem acontecido ao mesmo tempo. &#8220;Não há nenhum conflito, há integração entre as três operações. Mas, ao contrário, nós trabalhamos em harmonia&#8221;, diz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Balanço das operações</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Três grandes operações deflagradas nesta quinta-feira colocaram o setor de combustíveis e o crime organizado no centro das atenções, r<strong>evelando um esquema bilionário de fraudes com participação direta do PCC (Primeiro Comando da Capital).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Somadas, as três operações resultaram no cumprimento de mais de 400 mandados judiciais, incluindo 14 de prisão (sendo seis realizados) e centenas de buscas e apreensões, em pelo menos oito estados do País. <strong>As investigações apontam que os grupos criminosos movimentaram, de forma ilícita, aproximadamente R$ 140 bilhões</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações, descritas pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, como as maiores da história contra a facção, mobilizaram mais de 1.400 agentes em oito estados e miraram desde redes de postos de combustíveis até fundos de investimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/sp/operacao-contra-pcc-metanol-irregular-chegava-pelo-porto-de-paranagua-pr/">Operação Carbono Oculto</a> foi executada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) e Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paul). O foco foi um esquema de fraudes na cadeia de combustíveis que envolvia adulteração de produtos, venda de volume menor do que o registrado e importação irregular de metanol pelo Porto de Paranaguá.</p>
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