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	<title>Exibindo: Carlos Brandão | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: Carlos Brandão | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Brandão não sai do governo, mas convive com o pesadelo de ser sacado pela Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 15:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governador preferiu ficar no Palácio dos Leões para formar trincheira pela eleição do sobrinho, Orleans. Mas, como na lenda da Espada de Dâmocles, convive com o risco  dessa arma desabar sobre sua cabeça, no caso, uma decisão judicial, obrigando-o a  sair do Palácio...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Governador preferiu ficar no Palácio dos Leões para formar trincheira pela eleição do sobrinho</strong></p>



<p>O xadrez político do Maranhão vive um daqueles momentos em que a aparência institucional pouco revela do que realmente se move nos bastidores. A decisão do governador Carlos Brandão de permanecer no cargo — abrindo mão de disputar o Senado — não é um gesto de recuo, mas de cálculo. E dos mais frios.</p>



<p>Ao evitar a desincompatibilização, Brandão resolve dois problemas imediatos. Primeiro, impede que o vice-governador Felipe Camarão assuma o comando do estado — algo que, nas circunstâncias atuais, significaria entregar a máquina administrativa a um grupo político adversário, ainda que formalmente aliado até há pouco tempo. Segundo, mantém sob seu controle direto a engrenagem estatal, ativo decisivo para impulsionar a candidatura do sobrinho, Orleans Brandão, cuja viabilidade eleitoral depende menos de carisma próprio e mais da musculatura política e financeira herdada.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="615" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Carlos-Brandao-.png" alt="" class="wp-image-33517" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Carlos-Brandao-.png 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Carlos-Brandao--400x240.png 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Carlos-Brandao--768x461.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Carlos Brandão apostou alto para perpetuar seu grupo político-familiar no poder&#8230;</em></strong></figcaption></figure>



<p>Esse movimento, no entanto, escancara uma ruptura que já não pode mais ser disfarçada: o rompimento com o grupo do ministro Flávio Dino. O acordo original — quase um contrato político — previa que Brandão, eleito vice na chapa de Dino, assumiria o governo e, posteriormente, passaria o bastão a Camarão, permitindo a continuidade do grupo no poder sob nova liderança. Não apenas isso não ocorreu, como o atual governador passou a operar ativamente para esvaziar o espaço político do próprio vice, inclusive com tentativas de redesenho institucional que beiram o casuísmo.</p>



<p>A consequência é um cenário de guerra fria, com episódios cada vez menos discretos. De um lado, Brandão consolida sua base com apoio de prefeitos, deputados e setores da elite política local, valendo-se do controle da máquina e de uma mídia regional amplamente alinhada. De outro, o grupo de Dino — ainda robusto — mantém influência significativa, especialmente por meio de quadros como Camarão e parlamentares leais, além da projeção nacional que o ex-governador conquistou ao chegar ao Supremo Tribunal Federal.</p>



<p>É nesse ponto que a narrativa ganha contornos mais delicados — e perigosos. A insistência de setores ligados ao Palácio dos Leões em sugerir que Flávio Dino atuaria nos bastidores do Supremo Tribunal Federal para influenciar processos envolvendo o governo estadual não apenas tensiona a relação institucional, como flerta com uma retórica que, em outros contextos, já se mostrou corrosiva para a democracia: a deslegitimação preventiva de decisões judiciais.</p>



<p>O pano de fundo dessa disputa é ainda mais sensível diante da existência de um processo sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, relacionado ao episódio do assassinato ocorrido no edifício Tech Office, em março de 2022, em São Luís. Ainda que não haja, até o momento, desfecho que atinja diretamente o governador, a simples tramitação do caso em Brasília adiciona um elemento de imprevisibilidade ao tabuleiro — e serve de combustível para versões, insinuações e disputas narrativas.</p>



<p>O que se observa, portanto, é uma sobreposição de três camadas de conflito:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>A disputa pelo controle da sucessão estadual</strong>, em que Brandão aposta todas as fichas na eleição de Orleans Brandão como forma de perpetuar seu grupo no poder.</li>



<li><strong>O racha com o dinismo</strong>, que transforma antigos aliados em adversários com capacidade real de enfrentamento político e institucional.</li>



<li><strong>A judicialização latente</strong>, que pode, a depender dos desdobramentos no STF, alterar completamente o equilíbrio de forças.</li>
</ol>



<p>Para o eleitor maranhense, o cenário que se desenha está longe de ser trivial. Não se trata apenas de escolher entre nomes, mas de compreender que há um embate estrutural em curso: de um lado, a lógica tradicional de manutenção de poder via controle da máquina; de outro, um grupo que, embora também forjado nas engrenagens do sistema, busca se reposicionar como alternativa após a ruptura.</p>



<p>O desfecho é, neste momento, aberto — mas alguns caminhos são plausíveis.</p>



<p>Se Brandão conseguir manter coesa sua base e blindar-se de eventuais desgastes judiciais, tende a chegar competitivo ao processo eleitoral, com vantagem operacional significativa. Por outro lado, qualquer fissura — seja política, seja jurídica — pode abrir espaço para uma recomposição do grupo de Dino, especialmente se conseguir capitalizar o discurso de “traição” e se apresentar como vítima de um projeto de poder personalista. </p>



<p>Aqui, pode-se adicionar mais um ingrediente: a possibilidade real de que todos esses oposicionistas, ou &#8216;dinistas&#8217;, encontrem abrigo no grupo do ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide, atual líder nas pesquisas eleitorais para governador e que deixou a prefeitura no apagar das luzes da desincompatibilização, para também ser candidato.</p>



<p>No limite, o Maranhão assiste à reedição de um velho enredo da política brasileira: alianças pragmáticas que se desfazem ao primeiro sinal de disputa real por poder, revelando que, por trás dos discursos de continuidade e projeto coletivo, o que prevalece é a lógica crua da sobrevivência política.</p>



<p>E, como quase sempre, quem paga o preço dessa instabilidade não são os protagonistas do embate — mas a população, que segue à margem de decisões tomadas em arenas onde o interesse público costuma ser apenas argumento, nunca prioridade.</p>



<p><strong>José Machado, jornalista</strong></p>



<p><strong>www.maranhaobrasil.com.br</strong></p>



<p></p>
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		<title>Matéria do Estadão sobre assassinato do Tech Office tira sono dos brandonistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 06:08:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[crime no Tech Office]]></category>
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		<category><![CDATA[O Estado de São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão do ministro Flávio Dino de assumir pessoalmente a relatoria do inquérito sobre o assassinato ocorrido no edifício Tech Office, em São Luís, em 2022, ganhou nova repercussão nacional após voltar às páginas de O Estado de S. Paulo nesta sexta-feira (3). Mais do que um movimento processual, o gesto foi interpretado, nos bastidores do poder local, como um sinal de agravamento da crise política que atravessa o Maranhão. E muita gente do centro do poder político maranhense não dormiu de sexta-feira para sábado (4).</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A decisão do ministro Flávio Dino de assumir pessoalmente a relatoria do inquérito sobre o assassinato ocorrido no edifício Tech Office, em São Luís, em 2022, ganhou nova repercussão nacional após voltar às páginas de <strong>O Estado de S. Paulo</strong> nesta sexta-feira (3). Mais do que um movimento processual, o gesto foi interpretado, nos bastidores do poder local, como um sinal de agravamento da crise política que atravessa o Maranhão. E muita gente do centro do poder político maranhense não dormiu de sexta-feira para sábado (4). </p>



<p>Ao retirar o caso do Superior Tribunal de Justiça e centralizá-lo no Supremo Tribunal Federal, Dino não apenas alegou “anomalias”, “balbúrdia processual” e risco de interferência nas investigações — ele também lançou luz sobre um enredo que mistura homicídio, suspeitas de corrupção, disputas por controle institucional e, sobretudo, o acirramento de uma ruptura política que já não cabe mais nos bastidores.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/carlos-brandao-weverton-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-33734" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/carlos-brandao-weverton-1-1024x576.jpg 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/carlos-brandao-weverton-1-400x225.jpg 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/carlos-brandao-weverton-1-768x432.jpg 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/carlos-brandao-weverton-1-1536x864.jpg 1536w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/carlos-brandao-weverton-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Brandão: nomeação de parente envolvido; Weverton por se oferecer para intermediar junto ao STJ, o que ele nega.</em></strong></figcaption></figure>



<p>O caso atinge diretamente o entorno do governador Carlos Brandão, ao citar seu sobrinho, hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, e avança sobre o senador Weverton Rocha, mencionado em relatos que apontam possível tentativa de interferência no curso do processo — siuações que ambos rechaçam. Ainda assim, o simples fato de tais nomes orbitarem um inquérito sob sigilo, conduzido pela Polícia Federal, já é suficiente para tensionar o ambiente político.</p>



<p>Não se trata de um episódio isolado. A decisão de Dino dialoga com outros processos sob sua relatoria que envolvem o Tribunal de Contas do Estado do Maranhão — inclusive a controversa indicação de aliados do Palácio dos Leões. Nesse sentido, o inquérito do Tech Office parece se encaixar em um mosaico maior: o de uma disputa pelo controle de estruturas estratégicas do Estado.</p>



<p>O timing também chama atenção. A rediscussão do caso ocorre no exato momento em que o calendário eleitoral começa a impor suas regras, com o prazo de desincompatibilização de agentes públicos. Embora Carlos Brandão tenha decidido permanecer no cargo até o fim do mandato, a fim de viabilizar a candidatura de seu sobrinho político, Orleans Brandão, a pressão institucional cresce — e pode embaralhar os planos do grupo governista.</p>



<p>Nos corredores do Palácio dos Leões, a leitura é de alerta máximo. A avaliação corrente é de que a movimentação no STF não apenas reabre feridas de investigações sensíveis, como também sinaliza que o embate entre dinistas e brandonistas entrou em uma fase mais aguda — agora sob arbitragem direta da mais alta Corte do país.</p>



<p>Ao mencionar risco de “queima de arquivo”, possível “captura” de agentes públicos e até indícios de uma organização voltada a influenciar estruturas estatais, Dino eleva o tom e o alcance do caso. Se confirmadas, tais suspeitas extrapolam o episódio criminal e atingem o coração do funcionamento institucional do Estado.</p>



<p>No Maranhão de hoje, política e investigação caminham lado a lado — e, cada vez mais, sob os holofotes nacionais.</p>



<p>O fato é que a matéria do <strong>Estadão</strong>, que os aliados de Brandão dizem que foi &#8220;requentada&#8221;, deixou muitos governistas sem sono nessa passagem da Sexta-Feira Santa para Sábado de Aleluia. O plantão foi longo!</p>



<p></p>
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		<title>PGR se posiciona contra pedido de afastamento do governador Carlos Brandão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 21:41:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[afastamento]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Procuradoria afirmou que não há provas claras de descumprimento de decisões do STF sobre nepotismo. O caso segue em análise e a decisão final caberá ao ministro Alexandre de Moraes. A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou, nessa segunda-feira (30), contra o pedido do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) para afastar o governador do Maranhão, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">Procuradoria afirmou que não há provas claras de descumprimento de decisões do STF sobre nepotismo. O caso segue em análise e a decisão final caberá ao ministro Alexandre de Moraes.</h1>



<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou, nessa segunda-feira (30), contra o pedido do Partido Comunista do Brasil (<a class="" href="https://g1.globo.com/politica/partido/pc-do-b/">PCdoB</a>) para afastar o governador do Maranhão, Carlos Brandão (sem partido), por suposto descumprimento de decisões do Supremo Tribunal Federal (<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>) relacionadas ao combate ao nepotismo.</p>



<p>A subprocuradora-geral da República, Cláudia Sampaio Marques,<strong> afirmou que não há provas suficientes para justificar o afastamento, </strong>embora as acusações apresentadas pelo PCdoB sejam &#8220;inegavelmente graves&#8221;.</p>



<p>Segundo a subprocuradora, o &#8220;afastamento de um governador é ato de inegável gravidade e demanda prova inequívoca dos fatos hábeis a autorizar a medida&#8221;.</p>



<p>O julgamento no STF tem origem em uma ação apresentada pelo partido Solidariedade, <a class="" href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2024/10/18/moraes-suspende-nomeacoes-de-parentes-do-governador-do-ma-por-nepotismo.ghtml">que apontou 14 supostos casos de nepotismo envolvendo parentes consanguíneos ou por afinidade do governador Carlos Brandão</a>.</p>



<p>A manifestação da PGR ocorreu após o processo ser enviado ao órgão, na última semana, pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, depois que a Procuradoria-Geral do Estado do Maranhão (PGE) apresentou defesa alegando que as decisões judiciais foram cumpridas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que alega o PCdoB</h2>



<p>No pedido, o partido sustenta que, apesar das exonerações formais, familiares do governador continuariam exercendo funções públicas ou influência nos bastidores da administração estadual, o que configuraria descumprimento das determinações do STF sobre nepotismo.</p>



<p>Entre os nomes citados estão Marcus Brandão, irmão do governador, e Audréia Noleto, cunhada de Carlos Brandão.</p>



<p>Segundo o partido, há indícios de atuação indireta desses familiares em decisões governamentais. Como exemplos, a ação cita uso de aeronave fretada com recursos públicos, participação em eventos institucionais e declarações de agentes políticos que indicariam influência sem ocupação formal de cargos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entendimento da PGR</h2>



<p>No parecer, a PGR afirmou que algumas situações apontadas podem representar irregularidades administrativas e até motivar apuração nas áreas de improbidade ou penal. No entanto, destacou que esses indícios, por si só, não comprovam descumprimento das decisões do STF.</p>



<p>A Procuradoria destacou que o uso de aeronaves públicas por familiares de autoridades, por exemplo, pode ser ilícito, mas não é suficiente para comprovar que essas pessoas exerciam, de fato, cargos públicos, como secretários ou subsecretários, sem nomeação formal.</p>



<p>Segundo o órgão, participar de eventos públicos ou manter proximidade política não é suficiente para comprovar que alguém exerce, de forma informal, um cargo público, nem para caracterizar descumprimento direto das decisões do STF.</p>



<p>Além disso, a PGR afirmou que seria necessária uma análise mais aprofundada das provas, capaz de esclarecer o contexto e verificar se os fatos realmente ocorreram da forma descrita.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que diz o Governo</h2>



<p>Em resposta, o Governo do Maranhão, por meio da PGE, <strong>afirmou que todas as decisões judiciais foram cumpridas de forma imediata e formal,</strong> com exoneração dos parentes citados, e que não há nomeações, pagamento de salários ou atos administrativos que comprovem o exercício irregular de cargos.</p>



<p>O caso segue em análise no STF, e caberá ao ministro Alexandre de Moraes decidir se há fundamentos jurídicos suficientes para acolher ou não o pedido do PCdoB.</p>
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		<item>
		<title>A coisa esquenta! Camarão reage e chama Brandão de &#8220;traidor&#8221; e &#8220;mentiroso&#8221;</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/a-coisa-esquenta-camarao-reage-e-chama-brandao-de-traidor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 22:38:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[CPI]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Camarão]]></category>
		<category><![CDATA[Sucessão 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> O vice-governador Felipe Camarão denunciou, em video postado em suas redes sociais, o que classificou como um “grande esquema de perseguição política” patrocinado pelo governador Carlos Brandão, a quem acusa de querer afastá-lo da vice-governadoria às vésperas do período eleitoral no Maranhão.</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/a-coisa-esquenta-camarao-reage-e-chama-brandao-de-traidor/">A coisa esquenta! Camarão reage e chama Brandão de &#8220;traidor&#8221; e &#8220;mentiroso&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Felipe Camarão denuncia “tentativa de golpe” e acusa perseguição política no MA" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/qjRTaXXZnF8?start=13&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>&nbsp;O vice-governador Felipe Camarão denunciou, em video postado em suas redes sociais, o que classificou como um “grande esquema de perseguição política” patrocinado pelo governador Carlos Brandão, a quem acusa de querer afastá-lo da vice-governadoria às vésperas do período eleitoral no Maranhão. Segundo ele, há uma tentativa articulada para afastá-lo do cenário político e abrir espaço para a consolidação de um projeto de poder familiar no Estado, orquestrado pelo governador Carlos Brandão, principalmente ao querer eleger para o governo o seu sobrinho, o inexperiente Orleans Brandão, de 33 anos.</p>



<p>Em tom de desabafo, onde chega mesmo a se emocionar, o vídeo de Felipe Camarão coincide com uma série de ações do grupo governista, como a instalação de uma CPI inédita que tenta cassar um vice-governador, e um processo suspeito gestado no Ministério Público Estadual, que estaria sendo feito em segredo de Justiça e foi revelado por um blogueiro que, recentemente, foi vítima de busca e apreensão pela Polícia Federal, a mando do STF.  Neste sábado (28/3), por exemplo, os blogs e outras mídias alinhadas ao governo do Maranhão postaram, em tom de denúncia, um texto intitulado &#8220;<a href="https://portaloinformante.com.br/noticias/2026/03/um-assassino-na-seduc-roteiro-original-do-caso-tech-office-envolve-camarao-do-comeco-ao-fim/">Um assassino na Seduc: Roteiro original do caso Tech Office envolve Camarão do começo ao fim</a>&#8220;, com o claro intuito de imobilizar Camarão,  ao vincular o vice-governador ao assassinato de João Bosco Sobrinho Pereira Oliveira, funcionário da Secretaria de Educação, morto a tiro por Gilbson César Cutrim Jr., crime de imensa repercussão no Maranhão, ocorrido &#8230;&#8230;, em frente ao edifício Tech Office. E, sobre esse homicídio, por conta da cobertura jornalística da época, é de conhecimento público que o atual presidente do Tribunal de Contas do Estado, Daniel&#8230;Brandão, estaria na cena do crime, juntamente com o vereador Beto Castro. O crime teria sido cometido cometido tendo como causa da cobrança de propina.</p>



<p><strong>Vídeo e contra-ataque</strong></p>



<p>Durante a gravação, Camarão afirmou que a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra ele possui caráter político e foi instaurada sem fundamentos concretos. O vice-governador classificou a investigação como “fajuta” e “falsa”, destacando ainda a exposição de dados e imagens de seus familiares, incluindo menores de idade, o que, segundo ele, colocou em risco a segurança de sua família.</p>



<p>“Não existe crime, não existe irregularidade. O que existe é uma tentativa de perseguição política porque não aceitei negociar meu cargo ou ceder a pressões”, afirmou, Felipe Camarão.</p>



<p>O vice-governador também fez críticas diretas ao atual grupo político no comando do Estado, acusando movimentações para manter o poder concentrado em familiares do governador. Segundo ele, há articulações envolvendo parentes em cargos estratégicos e projetos eleitorais com o objetivo de perpetuar a influência política e administrativa no Maranhão.</p>



<p>“Eles têm em mim a pedra no meio do caminho. Eles queriam que eu renunciasse para que o Brandão virasse senador, o sobrinho governador, o outro sobrinho já é presidente do TCE, a sobrinha vice-prefeita e mais um sobrinho quer ser deputado federal”, enfatizou Camarão.</p>



<p>O vice-governador ainda revelou que teria recebido proposta informal para renunciar ao cargo em troca de um mandato de deputado federal, o que, segundo ele, reforça a tese de uma tentativa de reorganização política para beneficiar um grupo específico.</p>



<p>No vídeo postado em suas redes sociais, o vice-governador também citou o cenário eleitoral e afirmou que sua eventual aliança com outras lideranças políticas  &#8211; e citou o prefeito de São Luís, Eduardo Braide &#8211; preocupa adversários, o que, segundo ele, estaria motivando ataques e tentativas de enfraquecimento político.</p>



<p>Ao final, Felipe Camarão reafirmou confiança na Justiça, disse que irá comprovar sua inocência e convocou a população maranhense a acompanhar os desdobramentos.</p>



<p>“Vamos falar sério sobre o povo do Maranhão. Eu estou sendo ameaçado, faço essa denúncia e vou até as últimas consequências para proteger a minha família. Vou entrar com todas as ações judiciais cabíveis. Vou provar minha inocência na política e na justiça”, concluiu Felipe Camarão.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://marrapa.com/camarao-reage-a-investigacao-cpi-e-fala-em-tentativa-de-golpe/" alt=""/></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Felipe Camarão denuncia “tentativa de golpe” e acusa perseguição política no MA" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/qjRTaXXZnF8?start=13&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>
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		<title>Judiciário vira campo de guerra na sucessão maranhense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 15:15:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[Disputas]]></category>
		<category><![CDATA[flávio dino]]></category>
		<category><![CDATA[grupos]]></category>
		<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Sucessão maranhense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A iminente decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, sobre o governador Carlos Brandão, extrapola o campo jurídico e se insere no coração de uma disputa política que redefine o poder político no Maranhão.</p>
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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="474" height="474" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/gladiador-2.jpg" alt="" class="wp-image-33669" style="width:692px;height:auto" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/gladiador-2.jpg 474w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/gladiador-2-300x300.jpg 300w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/gladiador-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 474px) 100vw, 474px" /></figure>



<p>A iminente decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o governador Carlos Brandão, extrapola o campo jurídico e se insere no coração de uma disputa política que redefine o poder no Maranhão.</p>



<p>Formalmente, o caso trata de suposto descumprimento de decisões judiciais relacionadas a nepotismo. Na prática, porém, o processo revela uma guerra aberta entre dois grupos que, até pouco tempo, orbitavam o mesmo projeto político: o liderado pelo próprio Brandão e o campo ligado ao hoje ministro do STF Flávio Dino.</p>



<p>A acusação — encampada por aliados de Dino — sustenta que o governador teria mantido, por vias indiretas, familiares em posições de influência, burlando determinações da Corte. A defesa reage afirmando cumprimento integral das decisões e vai além: aponta “desvio de finalidade”, sugerindo que o Judiciário estaria sendo instrumentalizado como ferramenta de disputa eleitoral.</p>



<p>Essa leitura não é trivial. Ela dialoga com o timing do processo: às vésperas do calendário eleitoral, quando decisões judiciais têm potencial direto de alterar o tabuleiro político.</p>



<p><strong>A ruptura que virou guerra</strong></p>



<p>O pano de fundo é a implosão do grupo político que governou o Maranhão na última década. A aliança entre Brandão e Dino, antes símbolo de continuidade administrativa, transformou-se em um conflito de alta intensidade, com desdobramentos simultâneos nos campos institucional, jurídico e eleitoral.</p>



<p>A tensão se materializa em movimentos concretos. Segundo bastidores, Brandão teria recuado de uma candidatura ao Senado para evitar entregar o comando do Estado ao vice, Felipe Camarão — hoje adversário político e aliado direto de Dino.</p>



<p>Camarão, por sua vez, também enfrenta pressão: tornou-se alvo de um pedido de afastamento sob suspeita de envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro. Ele reage com o mesmo argumento central utilizado por Brandão — o de perseguição política.</p>



<p>O resultado é um cenário de “dupla judicialização”: governo e oposição interna recorrem às instituições para enfraquecer mutuamente suas posições.</p>



<p><strong>Judiciário como campo de batalha</strong></p>



<p>O protagonismo do STF — e, em especial, de Moraes — nesse contexto levanta questões sensíveis sobre os limites entre न्याय (justiça) e política.</p>



<p>De um lado, há decisões que reforçam o entendimento consolidado contra práticas de nepotismo, incluindo o conceito de “nepotismo cruzado”. De outro, cresce a percepção — especialmente entre aliados de Brandão — de assimetria no tratamento dos atores envolvidos.</p>



<p>Essa percepção foi intensificada por uma decisão recente do ministro favorável a Dino em outro episódio, envolvendo medidas contra um blogueiro. A reação de entidades como a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo e a Ordem dos Advogados do Brasil indica que o caso ultrapassou o conflito local e passou a mobilizar preocupações institucionais mais amplas, como liberdade de imprensa e concentração de poderes.</p>



<p><strong>Bastidores e acusações cruzadas</strong></p>



<p>O embate ganhou contornos ainda mais complexos com denúncias de ambos os lados. O ex-procurador-geral do Estado chegou a sugerir atuação irregular de assessores ligados a Dino, com suposto uso indevido de sistemas institucionais para obtenção de informações estratégicas.</p>



<p>As acusações foram negadas, mas o episódio ilustra o nível de degradação da relação entre os grupos: não se trata mais apenas de divergência política, mas de uma disputa que flerta com a deslegitimação mútua.</p>



<p><strong>O que está realmente em jogo</strong></p>



<p>Mais do que cargos ou decisões isoladas, o conflito reflete a disputa pelo controle de um ciclo político no Maranhão. Após anos de hegemonia de um mesmo campo, o Estado vive uma transição incerta, em que antigos aliados se enfrentam pela liderança do próximo projeto de poder.</p>



<p>Nesse contexto, o STF deixa de ser apenas árbitro e passa a ser peça central — ainda que involuntariamente — no desfecho dessa disputa.</p>



<p>A eventual decisão de afastar ou manter Brandão no cargo terá impacto imediato no equilíbrio político local. Mas seu efeito mais duradouro pode ser outro: consolidar, ou tensionar ainda mais, a percepção de que, no Maranhão de hoje, as batalhas decisivas já não se travam apenas nas urnas — mas, sobretudo, nos tribunais.</p>
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		<title>Brandão nomeia a coronel Maria Augusta como secretária de Segurança Pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 20:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[coronel PM]]></category>
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		<category><![CDATA[Mari Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[nomeação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A coronel da Polícia Militar do Maranhão Maria Augusta de Andrade Ribeiro é a nova secretária de Estado de Segurança Pública. O anúncio foi feito na tarde desta terça-feira (17) pelo governador Carlos Brandão: &#8211; “Informo que a coronel Augusta Andrade assume a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão. Sua missão é seguir [&#8230;]</p>
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<p>A coronel da Polícia Militar do Maranhão Maria Augusta de Andrade Ribeiro é a nova secretária de Estado de Segurança Pública. O anúncio foi feito na tarde desta terça-feira (17) pelo governador Carlos Brandão:</p>



<p>&#8211; “Informo que a coronel Augusta Andrade assume a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão. Sua missão é seguir fortalecendo o sistema de segurança e o combate à criminalidade, garantindo proteção a todos os maranhenses”, anunciou o governador nas redes sociais.</p>



<p> Maria Augusta assume no lugar do delegado da Polícia Civil, Maurício Martins, que foi exonerado na semana passada após forte repercussão de um caso no qual ele é suspeito de assediar a delegada Viviane Fontenelle.</p>



<p>Coronel Augusta é uma oficial de destaque na PMMA, reconhecida por ser a segunda mulher a atingir o posto de coronel na corporação.</p>



<p>Ela é amplamente conhecida por sua atuação no comando da Patrulha Maria da Penha e na coordenação de ações sociais e de proteção à mulher. Dirigiu o Comando de Segurança Comunitária (CSC) da Polícia e atuou como diretora de segurança institucional da Defensoria Pública do Estado do Maranhão. </p>



<p></p>
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		<title>Brandão corre ao STF para barrar investigação da PF pedida por Dino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 03:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[briga]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[flávio dino]]></category>
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		<category><![CDATA[TCE-MA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A insistência do governador do Maranhão, Carlos Brandão, em acelerar no STF o julgamento de um recurso contra a investigação aberta pela Polícia Federal, tem uma explicação: a proximidade das eleições. Isso levou o governador a outra vez pedir urgência na análise do recurso que tenta anular a decisão do ministro Flávio Dino de enviar documentos à PF para investigação sobre o processo de escolha de conselheiro do TCE-MA.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Brandão corre ao STF para barrar investigação da PF em meio à disputa política no Maranhão</strong></p>



<p>A insistência do governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), em acelerar no Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento de um recurso contra a investigação aberta pela Polícia Federal levanta uma pergunta inevitável no cenário político do estado: por que tanta pressa?</p>



<p>A nova petição apresentada nesta semana pela defesa do governador pede urgência na análise de um recurso que tenta anular a decisão do ministro Flávio Dino de enviar documentos à Polícia Federal para investigação sobre o processo de escolha de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="615" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Carlos-Brandao-.png" alt="" class="wp-image-33517" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Carlos-Brandao-.png 1024w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Carlos-Brandao--400x240.png 400w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Carlos-Brandao--768x461.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Brandão implora ao STF que tirem o processo das mãos do ministro Flávio Dino&#8230;</em></strong></figcaption></figure>



<p>Formalmente, os advogados alegam questões técnicas. Sustentam que a investigação deveria tramitar no Superior Tribunal de Justiça (STJ), foro competente para apurar crimes comuns atribuídos a governadores, e não no Supremo. Também argumentam que a apuração foi iniciada sem provocação da Procuradoria-Geral da República (PGR), o que, segundo a defesa, violaria o sistema acusatório previsto na Constituição.</p>



<p>Mas o pano de fundo do caso é bem mais amplo — e politicamente explosivo: a disputa pelo Tribunal de Contas!</p>



<p>A origem da crise está na tentativa do governo de indicar um aliado político para uma vaga no TCE maranhense, episódio que acabou sendo contestado no STF por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade 7.780.</p>



<p>O questionamento apontou irregularidades nas regras adotadas pela Assembleia Legislativa do Maranhão para o processo de escolha, incluindo a votação sigilosa utilizada para analisar a indicação.</p>



<p>Ao suspender o procedimento, Flávio Dino argumentou que o modelo adotado poderia estar sendo utilizado para ocultar vínculos políticos e empresariais entre indicados e autoridades responsáveis pela nomeação.</p>



<p>Durante a tramitação do processo, documentos apresentados por uma advogada trouxeram acusações ainda mais graves: a suspeita de um possível esquema de negociação de vagas no Tribunal de Contas, com a antecipação de aposentadorias de conselheiros para abrir espaço a novos indicados.</p>



<p>Mesmo rejeitando a participação da advogada no processo, Dino determinou o envio do material à Polícia Federal para investigação.</p>



<p>Foi a partir daí que o episódio deixou de ser apenas uma disputa jurídica sobre regras institucionais e passou a ganhar contornos de caso policial.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O rompimento entre aliados</h3>



<p>O processo também escancarou a ruptura entre Brandão e Dino — aliados durante anos na política maranhense.</p>



<p>Em meio à disputa, o governador chegou a pedir ao STF que o ministro fosse declarado suspeito para relatar o caso, alegando parcialidade e vínculos políticos com adversários do Palácio dos Leões.</p>



<p>Entre os nomes citados pela defesa está o deputado estadual Othelino Neto (Solidariedade), autor de questionamentos à indicação ao TCE e marido da senadora Ana Paula Lobato, que assumiu mandato após Dino deixar o governo do Maranhão para ingressar no Supremo.</p>



<p>A ofensiva judicial evidenciou o tamanho do racha político que se abriu no grupo que dominou a política maranhense por quase uma década.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O relógio eleitoral</h3>



<p>Se o processo jurídico corre no STF, o tempo político corre fora dele. A movimentação do governador ocorre num momento em que o grupo governista já trabalha a sucessão estadual. O nome lançado para disputar o Palácio dos Leões é o de Orleans Brandão, sobrinho do atual governador e pré-candidato apoiado pela estrutura política do governo.</p>



<p>Nesse contexto, uma investigação da Polícia Federal em curso — ainda que em fase inicial — tem potencial para se transformar em um elemento de desgaste no debate eleitoral.</p>



<p>Daí a urgência demonstrada pela defesa de Brandão em obter uma decisão rápida do Supremo que possa invalidar ou, ao menos, esvaziar a investigação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entre o direito e a política</h3>



<p>Não há, até o momento, qualquer conclusão da Polícia Federal sobre as suspeitas levantadas no caso. A investigação ainda está em andamento.</p>



<p>Mas a tentativa de acelerar o julgamento no STF reforça a percepção de que o governo maranhense busca resolver o impasse antes que ele se torne um problema maior na arena política.</p>



<p>Em outras palavras, mais do que uma discussão sobre competência judicial ou ritos processuais, o episódio expõe um velho dilema da política brasileira: quando investigações sensíveis se aproximam do calendário eleitoral, cada decisão judicial passa a ter peso que vai muito além dos autos.</p>



<p>E, no Maranhão, a disputa pelo Tribunal de Contas parece ter se transformado em mais um capítulo dessa equação entre poder, justiça e sucessão política.</p>
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		<title>Em festa no Sebrae, Brandão lança Orleans sobrinho candidato a governador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 13:48:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Orleans Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[pré-candiatura]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o lançamento da pré-candidatura de Orleans Brandão, sobrinho do governador do Maranhão, Carlos Brandão, neste sábado, 14, praticamente acabam-se as dúvidas de que o atual chefe do Executivo deixe o governo agora em abril e, como ele mesmo diz, fique no cargo até o fim para comandar a campanha do afilhado com a caneta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o lançamento da pré-candidatura de Orleans Brandão, sobrinho do governador do Maranhão, Carlos Brandão, neste sábado, 14, praticamente acabam-se as dúvidas de que o atual chefe do Executivo deixe o governo agora em abril e, como ele mesmo diz, fique no cargo até o fim para comandar a campanha do afilhado com a caneta do poder na mão.</p>



<p>O Centro de Convenções do Sebrae , segundo a coordenação do evento, teria reunido cerca de 40 mil pessoas. Por lá, também  teriam passado, conforme a organização, representantes de 11 partidos (PDT, PRD, União Brasil, Republicanos, Progressistas, Cidadania, Avante, Podemos, Partido Verde e Solidariedade) e 182 prefeitos dos 217 que o Maranhão tem, a grande maioria  trazida pelas lideranças políticas.</p>



<p><strong><em>&#8211; “Tenho dedicado a minha vida a rodar o Maranhão e cuidar dos maranhenses. Meu nome é Orleans Brandão e podem espalhar aos quatro cantos do estado que o futuro chegou. E avisem em cada cidade, em cada bairro e em cada comunidade do Maranhão que o novo tempo chegou e vamos seguir em frente pelos trabalhadores, pelos municípios e por todo o Maranhão”</em></strong>, apresentou-se Orleans, ao saudar os participantes vindos de todas as regiões do Estado,</p>



<p>Além do &nbsp;governador Carlos Brandão, bateram o ponto na festa partidária a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale (MDB), o ministro dos Esportes, André Fufuca; o presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem), prefeito de Bacabal Roberto Costa; o senador Weverton Rocha; o vice-presidente da Univimar, Mário Cardoso; o presidente da União de Vereadores, Asaf Sobrinho; os deputados federais Pedro Lucas e Isnaldo Bulhões (vice-presidente do MDB).</p>



<p>Convicto de que o governo do tio foi o melhor para o Maranhão em todos os tempos, o jovem pré-candidato (33 anos) conclamou as lideranças e a população a caminharem juntos em defesa de um Maranhão “com ainda mais oportunidades e justiça social”. Mais uma vez, reafirmou que, na eventualidade de eleger-se governador, continuará fortalecendo o diálogo com os municípios, ampliando parcerias e promovendo ações voltadas à melhoria da qualidade de vida da população em todas as regiões do estado”.</p>



<p>Ao falar, &nbsp;Brandão tio mencionou alguns &nbsp;programas que Orleans teria ajudado a criar e executar, creditando ao sobrinho &nbsp;resultados “altamente &nbsp;positivos”, que o credenciriam a concorrer ao cargo de governador do estado. <strong><em>“Ele tem o trabalho, a dedicação e o conhecimento do estado como características essenciais”, disse.</em></strong></p>



<p>Já a aliada presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale, ressaltou a força e a disposição de Orleans em trabalhar pelo estado. <strong><em>“Eu não tenho a menor sombra de dúvida que ele será um grande governador, porque ele conhece a realidade do nosso povo e já sabe o que fazer”</em></strong>, disse.</p>



<p>O presidente da Famem, Roberto Costa, fechou com o rosário de elogios: <strong><em>“Essa festa é a demonstração do prestígio do governador. O gestor das grandes obras e que conseguiu tirar um milhão de pessoas da extrema pobreza e investir pesado na educação. Essas ações precisam ter continuidade e isso será possível com Orleans Brandão”</em></strong></p>



<p>E assim, caminha o Maranhão, vivendo de festas, discursos e propaganda.</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/em-festa-no-sebrae-brandao-lanca-orleans-sobrinho-candidato-a-governador/">Em festa no Sebrae, Brandão lança Orleans sobrinho candidato a governador</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
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		<title>Brandão nega acordo e deixa Camarão sem cabeça no jogo sucessório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 18:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[acordos]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Camarão]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[rompimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o presidente Lula (PT) intensifica as conversas para formar seu palanque no Maranhão, buscando um nome que una sua base na corrida pelo governo do estado, o governador Carlos Brandão, num momento de amnésia política, diz que nunca houve acordo para que Felipe Camarão assumisse o governo e fosse o candidato. A situação é tensa, com um confronto aberto entre o governador Carlos Brandão (sem partido) e os antigos aliados do ex-governador Flávio Dino, que atualmente é ministro do STF.</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/brandao-nega-acordo-e-deixa-camarao-sem-cabeca-no-jogo-sucessorio/">Brandão nega acordo e deixa Camarão sem cabeça no jogo sucessório</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
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<p><strong>Lula acelera negociações para palanque no Maranhão em meio a disputas internas</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="799" height="845" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Orleans-Brandao-1-1.jpg" alt="" class="wp-image-33495" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Orleans-Brandao-1-1.jpg 799w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Orleans-Brandao-1-1-284x300.jpg 284w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Orleans-Brandao-1-1-768x812.jpg 768w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Orleans Brandão, o ungido, filho de Marcos, irmão do governador Carlos Brandão.</em></strong></figcaption></figure>



<p>O presidente Lula (PT) intensificou as conversas para formar seu palanque no Maranhão, buscando um nome que una sua base na corrida pelo governo do estado. A situação é tensa, com um confronto aberto entre o governador Carlos Brandão (sem partido) e os antigos aliados do ex-governador Flávio Dino, que atualmente é ministro do STF.</p>



<p>Brandão lançou seu sobrinho, Orleans Brandão (MDB), como candidato ao governo, o que gerou descontentamento entre os petistas, que esperavam que o vice-governador Felipe Camarão (PT) fosse o indicado. Integrantes do PT e do governo de Brandão afirmam que havia um entendimento para que o governador renunciasse em abril para concorrer ao Senado, permitindo que Camarão assumisse o governo.</p>



<p>Contudo, Brandão anunciou que cumprirá seu mandato até o fim e nega ter rompido qualquer acordo, afirmando: “Nunca houve esse acordo de apoiar o Felipe Camarão”.</p>



<p>Após assumir o governo em abril de 2022 e ser reeleito em outubro do mesmo ano, Brandão e Dino se distanciaram. Com a nomeação de Dino ao STF, seus aliados mantiveram um grupo coeso, enquanto parte deles se opôs a Brandão.</p>



<p>A tensão aumentou no último ano, quando Brandão decidiu permanecer no cargo e indicou seu sobrinho para a sucessão. Avalia-se que a solução para manter as forças de esquerda unidas seria encontrar um terceiro nome de consenso.</p>



<p>Lula designou o presidente do PT, Edinho Silva, para dialogar com Brandão. A proposta é que o governador escolha um novo candidato, uma vez que a indicação de um sobrinho pode ser vista como uma tentativa de criar uma oligarquia. Entre os nomes cogitados estão o ministro dos Esportes, André Fufuca (PP), e a deputada estadual Iracema Valle (MDB), presidente da Assembleia Legislativa.</p>



<p>Brandão, no entanto, afirma que a candidatura de Orleans é definitiva e que não há espaço para uma terceira via, destacando seu apoio em pesquisas e a aliança com 12 partidos.</p>



<p>Felipe Camarão, por sua vez, enfatiza que a prioridade do partido é a reeleição de Lula e que ainda há espaço para um entendimento com Brandão. Ele defende que o acordo original seja cumprido, permitindo sua candidatura.</p>



<p>Enquanto isso, Camarão iniciou sua pré-campanha e tem visitado cidades do interior, buscando apoio. Ele conta com o respaldo de 117 dos 192 diretórios do partido e articula uma chapa com apoio de outras legendas.</p>



<p>Em outubro, Brandão se encontrou com Lula e, segundo fontes, pediu que o presidente reconsiderasse seu apoio a Camarão, argumentando que a candidatura de Orleans já estava consolidada. Lula, no entanto, não se manifestou, e aliados relatam que ele ficou incomodado com a situação, mas não pode abrir mão de uma aliança com Brandão, que é fundamental para sua estratégia no Maranhão.</p>



<p>Brandão nega ter discutido esse tema com Lula e afirma que a conversa foi sobre candidaturas ao Senado. Enquanto isso, o grupo de Flávio Dino busca se aproximar do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), que tem um perfil centrista e pode atrair eleitores de diferentes espectros políticos.</p>



<p>Brandão também tem buscado apoio nos municípios, com ações como a doação de veículos para Câmaras Municipais, visando fortalecer a candidatura de Orleans, que, aos 31 anos, é secretário extraordinário de Assuntos Municipalistas e assumiu a presidência do diretório maranhense do MDB.</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Obra da Litorânea foi aprovada sem análise de viabilidade técnica, segundo TCU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 14:24:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Super Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Av. Litorânea]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[TCU]]></category>
		<category><![CDATA[viabilidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do presidente Lula (PT) liberou R$ 235 milhões para a pagar a extensão da Avenida Litorânea, em São Luís-MA, cujas obras seriam tocadas pelo governo estadual. Porém, segundo denúncias do TCU,   na pressa de entregar a obra antes das eleições, não foi analisada a viabilidade técnica, econômica e ambiental do empreendimento.</p>
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<p><strong>TCU identificou oito “graves irregularidades” em obra de R$ 235 milhões do governo do Maranhão financiada com recursos do novo PAC</strong> <strong>&#8211; a extensão da Avenida Litorânea</strong> <strong>(Tácito Lorran &#8211; Metrópoles)</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i.metroimg.com/Vc1KrUzLBSB3aKvTVWgJE9rfQ3PgqB6st9xzIHD2sSE/w:900/q:85/f:webp/plain/https://images.metroimg.com/2026/02/lula-e-carlos-brandao.jpg" alt="Governo Federal destina R$ 237 milhões do Novo PAC para expansão da Avenida Litorânea em São Luís (MA)"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Solenidade que anunciou a extensão da Avenida Litorânea, com a presença do presidente Lula de todos os bichos de pena do Maranhão (Foto: Ricardo Stuct)</em></strong></figcaption></figure>



<p>O governo do presidente Lula (PT) liberou o envio de R$ 235 milhões para uma obra no Maranhão sem antes analisar a viabilidade técnica, econômica e ambiental do empreendimento A construção da Avenida Litorânea em São Luís acumula, no entanto, <a href="https://www.metropoles.com/colunas/tacio-lorran/tcu-aponta-superfaturamento-em-obra-vitrine-de-r-235-milhoes-do-maranhao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">suspeitas em razão de oito “graves irregularidades”</a> – de superfaturamento a subcontratação de suposta empresa de fachada –, além de danos ambientais já denunciados pelo <a href="https://www.mpf.mp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério Público Federal (MPF)</a>.</p>



<p>A nova Avenida Litorânea vai ligar São Luís ao município vizinho de São José do Ribamar. A construção é financiada com recursos federais do Novo PAC e executada pelo estado do Maranhão. A gestão do governador Carlos Brandão (sem partido) trata o empreendimento como uma “obra histórica” e um dos “maiores projetos de mobilidade e urbanismo do litoral maranhense”. <a href="https://www.metropoles.com/colunas/tacio-lorran/maranhao-acelerou-obra-superfaturada-para-entrega-la-antes-das-eleicoes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O governo estadual chegou, inclusive, a acelerar a construção da avenida para tentar entregá-la antes das eleições</a>, à revelia das “graves irregularidades” apuradas pelo TCU. O tribunal de contas já avalia eventuais responsabilizações aos gestores.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Segundo dados da tramitação do projeto da obra em um sistema do Ministério das Cidades, o governo do Maranhão pleiteou recursos ao governo federal para o empreendimento às 11h do dia 18 de junho de 2024. Pouco mais de uma hora depois, às 12h22, o pedido foi encaminhado para o Departamento de Infraestrutura da Mobilidade Urbana (Demob) da pasta para análise. Naquele mesmo dia, às 16h01, o Demob expediu a análise do pleito de inclusão da proposta da obra no Novo PAC.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_4493356"><img decoding="async" src="https://images.metroimg.com/2026/02/rasgadinhojpg-1.jpeg" alt="Governo Lula aprovou liberação de recursos para obra suspeita no Maranhão em 3 horas " class="wp-image-4493356"/><figcaption class="wp-element-caption">Governo Lula aprovou liberação de recursos para obra suspeita no Maranhão em 3 horas</figcaption></figure>



<p>“Observa-se que a Demob analisa o pleito em, no máximo, 3h39min.Veja-se que se trata de obra de valor e importância expressivos, sendo o ofício deflagrador da avaliação acompanhado de peças técnicas relativas ao projeto básico do empreendimento”, ressaltou o relatório de fiscalização do TCU.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Ao se analisar o teor da nota técnica expedida, verifica-se que a Demob avaliou somente a compatibilidade do pleito do estado do Maranhão com a ação orçamentária que lhe poderia suportar financeiramente, bem como os critérios para admissão ao Novo PAC. A análise, quanto à viabilidade, seja ela técnica, econômica ou ambiental, do empreendimento que receberia poucos dias depois cerca de R$ 240 milhões de recursos federais, seria postergada para momento futuro”, prosseguiu a área técnica.</p>
</blockquote>



<p>O termo de compromisso da obra, que previa o repasse de R$ 237 milhões, foi assinado em 21 de junho de 2024, três dias após o pleito realizado pelo governo de Carlos Brandão. Logo em seguida, o estado do Maranhão realizou a licitação, afastando duas das três empresas que participaram da disputa, e assinou o contrato com a Lucena Infraestrutura Ltda. O TCU aponta que houve restrição à competitividade no pregão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ministério das Cidades assegura que trâmites internos para verificar aderência do projeto foram cumpridos</h2>



<p>Procurado, o Ministério das Cidades informou que a análise de estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental feito pelo ente federado é exigida para obras de transportes públicos de média e alta capacidade, o que não é o caso do projeto de implantação de faixa exclusiva, de tipologia de menor capacidade. “Ainda assim, nestes casos, estudos técnicos e ambientais são feitos pelos estados e municípios posteriormente e analisados pela Caixa Econômica Federal, agente operador e financeiro do governo federal nos repasses do Novo PAC.”</p>



<p>“Os trâmites internos para verificar a aderência do referido projeto às iniciativas apoiadas pelo Novo PAC foram cumpridos. Este foi o objeto da análise realizada pelo Departamento de Infraestrutura de Mobilidade Urbana (Demob)”, prosseguiu a pasta.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>As obras começaram, de fato, em 16 de abril do ano passado. A auditoria realizada pelo tribunal de contas foi realizada, por sua vez, entre maio e julho de 2025, quando os recursos gastos na obra somavam R$ 27,7 milhões, o equivalente a 11% do valor total do contrato. Já naquele momento, o TCU identificou superfaturamentos que somam R$ 1,8 milhão.</p>
</blockquote>



<p>A auditoria levanta ainda suspeitas sobre a <a href="https://www.metropoles.com/colunas/tacio-lorran/maranhao-obra-de-r-235-milhoes-subcontratou-empresa-de-fachada" target="_blank" rel="noreferrer noopener">subcontratação de uma suposta empresa de fachada</a>. A Agla’S Infraestrutura Ltda não tem site nem redes sociais, tampouco funcionários ou veículos registrados. Além disso, pertence, no papel, a <a href="https://www.metropoles.com/colunas/tacio-lorran/dona-de-empreiteira-que-ganhou-r-8-milhoes-do-maranhao-e-revendedora-de-maquiagens" target="_blank" rel="noreferrer noopener">uma revendedora de maquiagens e professora da rede estadual do Maranhão</a>, conforme revelou a coluna nessa quinta-feira (19/2). A legislação proíbe, contudo, que servidores públicos sejam administradores de empresas e, outrossim, que sejam contratados pelo próprio estado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">MPF apontou danos ambientais em obra de R$ 235 milhões do Maranhão</h2>



<p>A aprovação da liberação dos recursos para a obra sem a devida análise prévia da viabilidade técnica, econômica e ambiental chama a atenção também, justamente, porque o Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública apontando danos ambientais em parte do empreendimento.</p>



<p>De acordo com a Procuradoria, o avanço das obras resultou em uma modificação de uma falésia, conhecida como barreira do Olho D’água, que tem como função ambiental garantir a estabilidade geológica. As obras no Maranhão estariam ainda sendo realizadas em uma área de preservação permanente (APP) e ultrapassaram as autorizações que foram concedidas pela União e as previsões do licenciamento ambiental.</p>



<p>Na ação, o MPF chegou a pedir, em caráter de urgência, a suspensão das obras. O requerimento, contudo, foi negado pela Justiça Federal. A Procuradoria recorreu à segunda instância, que ainda não tomou uma decisão sobre o caso.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_4488699"><img decoding="async" src="https://images.metroimg.com/2026/02/prefeitoajpg-scaled.jpeg" alt="Governador do Maranhão, Carlos Brandão (sem partido), divulga obra na Avenida Litorânea" class="wp-image-4488699"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Governador Carlos Brandão (sem partido) divulga obra na Avenida Litorânea</em></strong></figcaption></figure>



<p></p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/obra-da-litoranea-foi-aprovada-sem-analise-de-viabilidade-tecnica-segundo-tcu/">Obra da Litorânea foi aprovada sem análise de viabilidade técnica, segundo TCU</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
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