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	<title>Exibindo: acusação | Maranhão Brasil</title>
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	<title>Exibindo: acusação | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Repercute nacionalmente caso da patroa má que agrediu empregada grávida de 5 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[acusação]]></category>
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		<category><![CDATA[Repercussão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Repercutiu em todo o Brasil a crueldade de que foi vítima a empregada doméstica de 19 anos que, mesmo grávida de cinco meses, teria sido covardemente agredida pela patroa, em Paço do Lumiar, na região metropolitana de São Luís. Três semanas após ser agredida pela ex-patroa, a empregada doméstica de 19 anos ainda se recupera [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Repercutiu em todo o Brasil a crueldade de que foi vítima a empregada doméstica de 19 anos que, mesmo grávida de cinco meses, teria sido covardemente agredida pela patroa, em Paço do Lumiar, na região metropolitana de São Luís.</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Empregada doméstica grávida é espancada pela ex-patroa após suspeita de furto de anel" width="563" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/h8ZXRVsa6jM?start=52&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/04/30/policia-investiga-agressao-contra-domestica-acusada-de-roubo-por-ex-patroa.ghtml" class="">Três semanas após ser agredida pela ex-patroa</a>, a empregada doméstica de 19 anos ainda se recupera dos traumas emocionais causados pela violência.<a href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/04/30/policia-investiga-agressao-contra-domestica-acusada-de-roubo-por-ex-patroa.ghtml" class=""> </a><a href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2026/05/05/audios-enviados-por-patroa-em-grupo-de-mensagens-narram-agressao-contra-domestica-na-grande-sao-luis-nao-era-pra-ter-saido-viva.ghtml" class="">A jovem registrou um boletim de ocorrência relatando que foi espancada pela <strong>empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos</strong></a>, <strong>após ter sido acusada de roubar joias</strong> e afirmou que tentou evitar que os golpes atingissem a barriga. A Polícia Civil investiga o caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As agressões aconteceram em 17 de abril, na casa onde a vítima trabalhava, no município de <a class="" href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/cidade/paco-do-lumiar/">Paço do Lumiar</a>, na Grande São Luís. A jovem contou que aceitou o trabalho como empregada doméstica para comprar o enxoval do bebê, com um contrato de apenas um mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A jovem relatou que foi agredida com puxões de cabelo, socos e murros, além de ter sido derrubada no chão. Grávida de cinco meses, a jovem disse que, durante as agressões, tentou proteger a barriga.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Começou com puxões de cabelo. Eu fui derrubada no chão e passei boa parte do tempo ali. Foram tapas, socos e murros&#8230; foi sem parar. Eles não se importavam&#8221;, disse a jovem.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de mais de uma hora de procura, a joia que a empresária alegou que a vítima havia roubado foi encontrada no cesto de roupa suja da residência. Grávida de cinco meses, a jovem disse que, mesmo assim, as agressões continuaram.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu, graças a Deus, não levei nenhum chute, porque fiquei protegendo minha barriga o tempo todo, mas o restante do corpo ficou todo marcado”, relatou.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><em>o.</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/CNqMrg6DSAqbM1BqAb6p0S5bOZI=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/7/Q/zuXsn3TuGAeC1mAByu4w/carolina.jpg" alt="Nos áudios, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos descreve as agressões contra a empregada doméstica. — Foto: Reprodução/TV Mirante"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Nos áudios, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos descreve as agressões contra a empregada doméstica. — Foto: Reprodução/TV Mirante</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos áudios, a mulher contou que precisou da ajuda de um homem, ainda não identificado, para pressionar a empregada de forma violenta. Na manhã do dia 17 de abril, ele foi armado até a casa de Carolina.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Eu acordei era 7h30. Aí eu (disse): ‘Samara, arruma logo essa cozinha’, que eu também não sou besta, ‘que eu vou receber um amigo meu aqui em casa’. Aí ele chegou e eu disse ‘entra, amigo’. Ele (o homem) já veio com uma jumenta de uma arma, chega brilhava.&#8221;</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">No relato, a suspeita conta o momento em que chama a empregada para conversar após a chegada do homem, a quem atribui participação na abordagem sobre o desaparecimento do anel.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Puxou a bicha, botou assim, tirou a touca da cabeça dela, pegou no cabelo, botou ela de joelho, puxou a bicha e botou na boca dela. ‘Eu acho bom tu entregar logo esse anel, onde é que tá? Tá aqui? Bora brincar de quente ou frio. Tá aqui em cima, tá aqui embaixo?’ Aí onde ele ia apontando, botava a cabeça dela se tava.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Após mais de uma hora de procura, o anel foi encontrado no cesto de roupa suja. Mesmo assim, as agressões continuaram.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Tapa e tapa, menina, dei. Gente, eu dei tanto que minha mão tá inchada. Até hoje meu dedo chega tá roxo”, contou Carolina.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Vítima fez boletim de ocorrência</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/_IijepHfXbyjepimZT_iWjM9bT4=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/2/7/mWq0FmTFmEA2BYGd8Fgw/montagens-1920-x-1080-px-15-.png" alt="Polícia investiga agressão contra doméstica acusada de roubo por ex-patroa — Foto: Reprodução/ TV Mirante"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Polícia investiga agressão contra doméstica acusada de roubo por ex-patroa — Foto: Reprodução/ TV Mirante</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia seguinte após as agressões, a empregada registrou um boletim de ocorrência e fez exame de corpo de delito, que confirmou as lesões. Nas fotos, são visíveis as marcas pelo corpo da mulher, e a que está na testa, segundo ela, é resultado de uma coronhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A patroa também registrou boletim de ocorrência, mas a história que contou para a polícia é diferente da que ela descreveu nos áudios. Na delegacia ela disse que sentiu falta das joias que usava no dia a dia, procurou pela casa e não as encontrou. Disse que pediu para ver a bolsa da empregada e que as joias estavam lá, então chamou a polícia, mas a empregada saiu correndo pelo condomínio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso é investigado pela 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy. <strong>Carolina Sthela não foi presa nem indiciada até o momento</strong>. Em nota, a suspeita disse que as alegações são “uma distorção do que realmente aconteceu” e que todas as medidas jurídicas cabíveis já foram tomadas para esclarecer os fatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À <strong>TV Mirante</strong>, o marido de Carolina Sthela Ferreira dos Anjos afirmou que não existem áudios dela e que as mensagens divulgadas são &#8220;inverdades&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Suspeita das agressões tem mais de dez processos contra ela</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/9mAzQF8we_zXpyOZfmc1N8l3Dyc=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/d/8/HWPXxQTK2SNs21K4qYSw/vitima.jpg" alt="A vítima, que tem 19 anos, está grávida de cinco meses. — Foto: Reprodução/TV Mirante"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>A vítima, que tem 19 anos, está grávida de cinco meses. — Foto: Reprodução/TV Mirante</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A polícia também informou que existem mais de dez processos envolvendo a suposta agressora. Em um deles, de 2024, ela foi condenada por calúnia após acusar falsamente a ex-babá do filho dela de roubar uma pulseira de ouro. O processo tramitou no Juizado Civil e Criminal de Santa Inês, e a sentença foi proferida em outubro do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A acusada foi condenada a seis meses de prisão em regime aberto, mas a pena foi substituída por prestação de serviço comunitário. Ela também foi condenada a pagar R$ 4 mil por danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção da TV Mirante também conversou com Sandila Souza, ex-babá que denunciou a mesma mulher em outro processo. Ela contou que começou a trabalhar na casa da suspeita quando tinha 17 anos e que, atualmente, não mora mais no Maranhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ex-babá, o pagamento pelo serviço era feito por contas de terceiros, nunca diretamente pela patroa. Ela também afirmou que a indenização por danos morais ainda não foi paga.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Ela olhou pelas câmeras. Foi no mesmo momento que ela viu saindo com as minhas malas e falou que ela ia na delegacia, que eu tinha roubado a pulseira do filho dela. Ela ia falar que eu tinha roubado a pulseira do filho dela. Eu falei eu não roubei a pulseira do seu filho, mas se você quiser ir lá, você pode ir que tem câmera em todo lugar e as câmeras nunca ficam desligadas.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil informou que prepara um relatório sobre os processos envolvendo a suspeita. A entidade também acompanha o caso registrado na semana passada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>PGR pede condenação de Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil, e julgamento no STF é suspenso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 15:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[ex-prefeito Eudes Sampaio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Procuradoria-Geral da República defende condenação por corrupção passiva e organização criminosa; votação dos ministros ficou para terça-feira (17) A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação dos deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA) por participação em um suposto esquema de cobrança de propina ligado à destinação de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Procuradoria-Geral da República defende condenação por corrupção passiva e organização criminosa; votação dos ministros ficou para terça-feira (17)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/supremo-tribunal-federal/">STF</a>) <a class="" href="https://g1.globo.com/google/amp/politica/noticia/2026/03/10/stf-comeca-a-julgar-deputados-do-pl-acusados-de-desvio-de-emendas-parlamentares.ghtml">a condenação dos deputados federais</a> <strong>Josimar Maranhãozinho</strong> (<a class="" href="https://g1.globo.com/politica/partido/pl/">PL</a>-MA) e <strong>Pastor Gil</strong> (PL-MA) por participação em um suposto esquema de cobrança de propina ligado à destinação de emendas parlamentares. O julgamento começou nesta terça-feira (10), na Primeira Turma da Corte, mas foi suspenso e será retomado na próxima terça-feira (17), quando os ministros devem iniciar a votação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão começou por volta das 9h da manhã, com a abertura feita pelo presidente da Primeira Turma, ministro Flávio Dino. Em seguida, o relator do caso, ministro Cristiano Zanin, apresentou o relatório do processo e detalhou as acusações feitas contra os parlamentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as investigações da Polícia Federal, o caso veio à tona após uma denúncia apresentada em 2020 pelo então prefeito de São José de Ribamar (MA), Eudes Sampaio. Ele afirmou que estava sendo ameaçado e pressionado a pagar cerca de R$ 1,6 milhão em propina referentes a recursos de emendas parlamentares destinadas ao município.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a acusação, os valores teriam sido cobrados como contrapartida ao envio de aproximadamente R$ 6,6 milhões em emendas parlamentares voltadas à área da saúde. Os recursos teriam sido indicados pelos deputados Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e pelo então deputado federal Bosco Costa, de Sergipe.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="498" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/josimar-eudes-2c.jpg" alt="" class="wp-image-33466" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/josimar-eudes-2c.jpg 768w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/josimar-eudes-2c-400x259.jpg 400w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>O ex-prefeito Eudes Sampaio disse que fora ameaçado pro Josimar, por não pagar propina&#8230; Josimar nega</em></strong></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia aponta que o esquema teria como líder Josimar Maranhãozinho, que, segundo o Ministério Público, controlava a destinação das emendas dos demais parlamentares e determinava as cobranças ao prefeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a leitura do relatório, o relator mencionou a acusação apresentada pela PGR.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“O ato relacionado à cobrança indevida consistente, de acordo com o órgão ministerial, com propina, estava, de acordo com a denúncia, sob o comando do deputado federal Josimar Maranhãozinho, que teria incumbido, inicialmente, a Josival Cavalcante da Silva, conhecido como Pacovan, essa tarefa”, afirmou o ministro Cristiano Zanin.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O caso está sendo julgado diretamente no Supremo porque envolve parlamentares federais e crimes que, segundo a acusação, teriam sido cometidos em razão do exercício do mandato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o relatório, o subprocurador-geral da República, Paulo Vasconcelos Jacobina, apresentou a manifestação do Ministério Público e pediu a condenação dos réus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Ministério Público Federal ratifica publicamente suas ideias e impugna pela procedência total da denúncia para condenar Josimar Cunha Rodrigues, Gildenemir de Lima Sousa, João Bosco da Costa e João Batista Magalhães pelos crimes de organização criminosa e corrupção passiva, sendo a posição de liderança da organização criminosa exercida pelo acusado Josimar”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, os advogados dos réus apresentaram as sustentações orais. As defesas negaram irregularidades e afirmaram que não houve desvio de recursos nem solicitação de propina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado de Josimar Maranhãozinho, Felipe Fernandes de Carvalho, afirmou que os elementos típicos de um esquema de corrupção não aparecem nas investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A tipologia associada a esse tipo de crime envolve, na essência, quatro elementos: conluio entre um parlamentar e um prefeito, uma licitação fraudada, com um direcionamento, uma empresa (ou várias empresas), para escamotear o real beneficiário da vantagem indevida, e saques em espécie. Nenhum desses quatro elementos está presente”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a defesa de Pastor Gil afirmou que as conversas usadas na investigação foram interpretadas fora de contexto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa forma desvirtuada de se fazer interpretações de diálogo de mensagens é grave, sobretudo porque ela não está contextualizada da maneira como deveria ser, entendendo personagens, entendendo contextos, sob pena de uma inominável injustiça”, afirmou o advogado Maurício de Oliveira Campos Júnior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a tarde, os ministros passaram a ouvir também os advogados do ex-deputado Bosco Costa, de Sergipe, e de outros cinco investigados que respondem ao processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A etapa seguinte do julgamento será a votação dos ministros da Primeira Turma. A análise será retomada na próxima terça-feira (17), a partir das 13h, com o voto do relator Cristiano Zanin. Na sequência, votarão os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e o presidente da Turma, Flávio Dino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão que estava prevista para a manhã desta quarta-feira (11) foi cancelada para que todos os votos sejam apresentados na mesma sessão.</p>
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