<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Exibindo: 81 anos | Maranhão Brasil</title>
	<atom:link href="https://www.maranhaobrasil.com.br/tag/81-anos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/tag/81-anos/</link>
	<description>Nossa cara na Net</description>
	<lastBuildDate>Mon, 24 Nov 2025 16:32:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Maranhao_Brasil_07-150x150.png</url>
	<title>Exibindo: 81 anos | Maranhão Brasil</title>
	<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/tag/81-anos/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Aos 81 anos, morre Jimmy Cliff, ícone da música jamaicana e do reggae há mais de meio século</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/aos-81-anos-morre-jimmy-cliff-icone-da-musica-jamaicana-e-do-reggae-ha-mais-de-meio-seculo/</link>
					<comments>https://www.maranhaobrasil.com.br/aos-81-anos-morre-jimmy-cliff-icone-da-musica-jamaicana-e-do-reggae-ha-mais-de-meio-seculo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 16:32:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[81 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Jimmy Cliff]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[música jamaicana]]></category>
		<category><![CDATA[peneumonia]]></category>
		<category><![CDATA[reggae]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.maranhaobrasil.com.br/?p=32610</guid>

					<description><![CDATA[<p>O cantor jamaicano Jimmy Cliff, lenda do reggae nascido James Chambers, morreu de pneumonia aos 81 anos, anunciou sua família em seu perfil no Instagram nesta segunda-feira (24). &#8220;Jimmy, meu querido, descanse em paz. Seguirei seus desejos. Espero que possam respeitar nossa intimidade nestes momentos difíceis&#8221;, dizia a mensagem assinada por sua esposa, Latifa. Bertrand [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/aos-81-anos-morre-jimmy-cliff-icone-da-musica-jamaicana-e-do-reggae-ha-mais-de-meio-seculo/">Aos 81 anos, morre Jimmy Cliff, ícone da música jamaicana e do reggae há mais de meio século</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O cantor jamaicano Jimmy Cliff, lenda do reggae nascido James Chambers, morreu de pneumonia aos 81 anos, anunciou sua família em seu perfil no Instagram nesta segunda-feira (24). &#8220;Jimmy, meu querido, descanse em paz. Seguirei seus desejos. Espero que possam respeitar nossa intimidade nestes momentos difíceis&#8221;, dizia a mensagem assinada por sua esposa, Latifa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bertrand Lavaine, da RFI, em Paris, e AFP</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A todos os seus fãs ao redor do mundo, saibam que o apoio de vocês foi sua força ao longo de toda a carreira. Ele realmente apreciava cada um de seus fãs pelo amor recebido&#8221;, acrescentou Latifa no post. Segundo a família, &#8220;informações adicionais serão fornecidas posteriormente&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jimmy Cliff era um monumento da música jamaicana há mais de meio século. Se fez o planeta dançar e atravessou gerações com &#8220;Reggae Night&#8221; ou &#8220;Hakuna Matata&#8221;, também desempenhou na África um papel pioneiro e duradouro para difundir o gênero musical que abraçou, ressaltando sua dimensão sociopolítica. Ao longo de sua carreira, esse artista viajante desenvolveu relações tão sólidas quanto profundas com o continente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo começou bem: na primeira vez que pisou na África, no fim de 1974, Jimmy Cliff recebeu uma recepção inesperada. No aeroporto, contou ele, uma multidão se reuniu para saudar sua chegada à Nigéria. Historicamente, o autor de &#8220;Many Rivers to Cross&#8221; foi o primeiro &#8220;reggaeman&#8221; a se apresentar no continente tão caro ao movimento rasta. Vários concertos ocorreram pelo país.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="612" height="404" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Jimmy-Cliff-preto-e-b-1c.jpg" alt="" class="wp-image-32612" style="width:800px;height:auto" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Jimmy-Cliff-preto-e-b-1c.jpg 612w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Jimmy-Cliff-preto-e-b-1c-400x264.jpg 400w" sizes="(max-width: 612px) 100vw, 612px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prisão na Nigéria</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Lagos, no estádio Surulere, a estrela nacional Fela esteve presente. O rei do afrobeat convidou o jamaicano a passar a noite em seu quartel-general, a República de Kalakuta. Mas a estadia nigeriana tomou outro rumo: &#8220;Um tribunal superior de Lagos ordenou a prisão de Jimmy Cliff, um renomado artista jamaicano&#8221;, lia-se no jornal ganês Daily Graphic de 12 de dezembro. O motivo: rivalidades entre promotores locais e um contrato não cumprido. Libertado após três noites de detenção, o cantor transformou o episódio em música no estúdio, com a canção The News. Apesar da lembrança agridoce, isso nunca afetou sua visão da África, que apresentava como a terra de seus ancestrais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nascido em 30 de julho de 1948 na colônia britânica da Jamaica, em uma família modesta com sete filhos, James Chambers &#8211; seu nome de registro civil &#8211; foi criado em um vilarejo rural pelo pai e pela avó. Aos dez anos, foi enviado para Kingston, a capital. O jovem, que cantava não apenas na igreja, mas sempre que podia, descobriu outros estilos musicais pelo rádio. Na ilha recém-independente, a época era marcada pelo ska (que daria origem ao rocksteady e depois ao reggae). Seu primeiro compacto, em 1962, foi produzido por um vendedor de sorvetes sino-jamaicano que ele convenceu a entrar na indústria musical e a quem recomendou outro jovem cantor encontrado nas ruas: Bob Marley.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Buscando sucesso na Europa com um repertório soul nos anos 1960, Jimmy Cliff alcançou seu primeiro êxito internacional no Brasil em 1968, enquanto sua canção Vietnam conquistava o público contrário à guerra dos Estados Unidos. Ele também se tornou conhecido no cinema ao interpretar o papel principal do filme cult The Harder They Come (1972), cuja trilha sonora assinou em parte.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Embaixador do reggae na África</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos contratempos iniciais, Cliff rapidamente se tornou o principal embaixador do reggae no continente africano. Pouco depois de contratar a corista sul-africana Aura Lewis, realizou em 1977 uma turnê pelo Senegal, Gâmbia e Serra Leoa. Parte dos músicos foi recrutada localmente, entre eles o malinês Cheick Tidiane Seck. Nesse período, Cliff adotava o nome Naïm Bachir, refletindo sua conversão ao islamismo, etapa de uma trajetória espiritual complexa que o levou a explorar diferentes religiões e a se distanciar do movimento rastafari.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua popularidade se sustentava em um equilíbrio artístico: de um lado, um timbre e qualidades vocais notáveis, como na sua versão de &#8220;No Woman No Cry&#8221;, de Bob Marley, muito apreciada na África; de outro, a capacidade de abordar temas sociopolíticos e celebrar o continente. Isso o levou até à censura, como no caso de &#8220;Remake The World&#8221;, cujas letras (&#8220;Alguns possuem tudo, enquanto muitos não têm nada&#8221;) desagradaram ao regime segregacionista de Pretória e foram proibidas de difusão em 1977.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, Jimmy Cliff pôde se apresentar na África do Sul em 1980. Vestido em uniforme militar &#8211; referência à luta da Namíbia contra a tutela sul-africana? &#8211; cantou em Soweto diante de cerca de 20 mil pessoas. No álbum seguinte, Give The People What They Want, reforçou a mensagem com a faixa Majority Rule.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da carreira, realizou outros concertos marcantes em países como Gana, Zaire, Zâmbia, Madagascar, Marrocos, Tunísia, Argélia e Costa do Marfim, onde participou do festival Abireggae em 2015. Proprietário de um terreno na Libéria, percorreu o continente também em viagens pessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Influência e legado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas experiências tiveram impacto direto em sua obra, tanto em inspiração &#8211; de Meeting in Afrika ao álbum Refugees (2022), cuja capa o retrata como faraó &#8211; quanto em colaborações com músicos africanos. Entre eles, o percussionista ganês Rebop Kwaku Baah, o camaronês Lapiro de M&#8217;Banga e grupos congoleses como OK Jazz e Afrisa International. O miniálbum Shout For Freedom, fruto dessas parcerias, ilustra sua forte atração pelas sonoridades africanas.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma discografia de cerca de 40 álbuns, quatro prêmios Grammy e entrada no Rock &amp; Roll Hall of Fame em 2010, Jimmy Cliff inspirou artistas como o sul-africano Lucky Dube. Seus sucessos foram reinterpretados inúmeras vezes, inclusive por grupos africanos desde os anos 1970. E com Hakuna Matata, tema do filme O Rei Leão (1994), sua voz tornou-se inseparável da África.</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/aos-81-anos-morre-jimmy-cliff-icone-da-musica-jamaicana-e-do-reggae-ha-mais-de-meio-seculo/">Aos 81 anos, morre Jimmy Cliff, ícone da música jamaicana e do reggae há mais de meio século</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.maranhaobrasil.com.br/aos-81-anos-morre-jimmy-cliff-icone-da-musica-jamaicana-e-do-reggae-ha-mais-de-meio-seculo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
