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	<title>José Machado | Maranhão Brasil</title>
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	<title>José Machado | Maranhão Brasil</title>
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		<title>Governo Flávio Dino propõe criação de Escola Ambiental no Maranhão. E planta árvores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2020 17:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[José Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[criação de escola]]></category>
		<category><![CDATA[governo estadual]]></category>
		<category><![CDATA[política ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governador Flávio Dino encaminhou à Assembleia Legislativa do Maranhão projeto de lei que propõe a criação da Escola Ambiental, com o objetivo de fortalecer as ações de educação ambiental no estado.</p>
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<p></p>



<p>“Não haverá criação de novos cargos, e sim um redesenho gerencial para que tenhamos melhores resultados”, disse o governador ao encaminhar, esta semana,  o projeto de lei que visa instituir a Escola Ambiental do Estado do Maranhão. Ela terá como principal objetivo viabilizar a execução da Política Estadual de Educação Ambiental em todos os níveis e modalidades de educação formal e não formal, no âmbito público e privado, despertando, além da sensibilização socioambiental, a geração de trabalho e renda.</p>



<div class="wp-block-group is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow"><div class="wp-block-group__inner-container"></div></div>



<p>Qualificação técnica, prioritariamente das populações socioeconomicamente vulneráveis;&nbsp; apoio técnico-científico a iniciativas de geração de emprego e renda em atividades de manejos sustentáveis dos recursos naturais e o fomento às atividades de pesquisa e extensão no âmbito da educação ambiental, desenvolvidas pelas instituições de ensino localizadas no estado, são alguns dos principais objetivos do projeto.</p>



<p><strong>Ações ambientais</strong></p>



<p>O Governo do Estado investe em um conjunto de ações visando a proteção e educação ambiental no Maranhão. Em maio de 2017, foi criado o programa Maranhão Verde, para fomento e desenvolvimento de projetos voltados para apoio à conservação e recuperação ambiental, em especial com o objetivo de incentivar a participação de seus beneficiários em ações de capacitação ambiental, social, educacional, técnica e profissional.</p>



<p>Outra importante ação foi a criação do Plano Estadual de Educação Ambiental, aprovado em com objetivo de ser instrumento balizador das políticas, dos programas e projetos de Educação Ambiental. Nele estão estabelecidos os objetivos, diretrizes, estratégias, metas, recursos e prazos para a implementação da Política Estadual de Educação Ambiental, os quais devem ser observados transversalmente em todas as políticas estaduais. </p>
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		<title>Presidente do TSE participa no Senado de debate que trata do adiamento das Eleições Municipais. Sessão é presidida por Weverton Rocha (PDT_MA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2020 23:51:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[José Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[adiamento]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES 2020]]></category>
		<category><![CDATA[MINISTRO BARROSO]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
		<category><![CDATA[Weverton Rocha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Participaram do debate, ao lado do ministro Luís Roberto Barroso, juristas, cientistas e médicos. Senadores votarão a proposta nesta terça.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, participou da sessão plenária virtual do Senado Federal desta segunda-feira (22) para – ao lado de médicos, cientistas e especialistas em Direito Eleitoral – debater com os parlamentares da Casa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite o adiamento das Eleições Municipais de 2020, em virtude da pandemia de Covid-19. A sessão foi presidida pelo senador Weverton Rocha (PDT-MA), relator da PEC, que será votada na sessão plenária do Senado desta terça-feira (23).</p>



<p>Após a abertura dos trabalhos, o ministro Luís Roberto Barroso afirmou que há um consenso médico no sentido do adiamento das Eleições Municipais deste ano por algumas semanas. Com base no posicionamento desses especialistas, ele informou que o TSE propôs aos presidentes do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara dos Deputados, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ao relator da PEC o adiamento do pleito de 4 de outubro para uma “janela”, sugerida pelo médicos para o período de 15 de novembro a 20 de dezembro.</p>



<p>A data de realização das eleições seria uma escolha política do Congresso Nacional, enfatizou Barroso ao explicar o motivo pelo qual a Corte não sugeriu um dia específico. “Portanto, o TSE endossa o consenso médico da conveniência de se adiarem as eleições por algumas semanas para dentro dessa janela que está sendo considerada”, disse.</p>



<p>O presidente do TSE ressaltou que não convém aproveitar a emergência da pandemia para fazer mudanças estruturais no sistema eleitoral em vigor ou em datas de posse de cargos eletivos, devendo as mudanças ser concentradas em questões relacionadas à pandemia causada pelo novo coronavírus. Barroso solicitou que, ao apreciar a PEC, os senadores considerem a possibilidade de permitir ao TSE adiar, por ainda mais algumas semanas, as eleições, eventualmente já transferidas para novembro – embora sempre dentro do ano de 2020 –, em municípios em que isso precise ocorrer.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mandatos e prazos eleitorais</h3>



<p>O ministro destacou que há um entendimento – entre o TSE, os presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados e o relator da proposta – pela não prorrogação dos mandatos municipais, a fim de evitar o enfrentamento de “problemas graves de natureza constitucional”.</p>



<p>Ele informou aos senadores que já expôs a esses parlamentares a necessidade de não se modificar os prazos eleitorais já transcorridos, especialmente os de filiação partidária, de domicílio eleitoral e de desincompatibilização para a disputa eleitoral de cargos de alto escalão. “E, sobretudo, para o TSE, seria um caos reabrir o cadastro eleitoral. Nós já estamos envolvidos em outras etapas das eleições e seria quase inviável para parar essa programação e voltar para o cadastro eleitoral”, alertou Barroso.</p>



<p>Barroso apontou que alguns prazos móveis poderiam ser postergados na mesma proporção de 42 dias, conforme sugerido pelo presidente do Senado Federal e pelo relator da PEC. São datas relativas ao horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão e à convocação dos mesários, por exemplo.</p>



<p>Haveria, ainda, a prorrogação para três meses antes da eleição dos prazos de desincompatibilização de servidores municipais. Também seria alterada, pelo mesmo tempo de adiamento das eleições, a contagem para a vedação a determinadas condutas praticadas por agentes públicos, como a questão de repasses de convênios, a movimentação de servidores e a publicidade institucional.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Voto facultativo</h3>



<p>Luís Roberto Barroso disse que, num mundo ideal, o voto será facultativo. Porém, segundo ele, no estágio atual da democracia brasileira, o voto, além de um direito do cidadão, deve ser também um dever cívico. “E nós temos muita preocupação de que a facultatividade possa produzir uma deslegitimação da classe política e dos eleitos, na eventualidade de um elevadíssimo índice de abstenção”, alertou.</p>



<p>O ministro salientou que deve ser considerada uma eventual anistia de multa para os eleitores que não puderem comparecer às urnas por fundado temor da ação do vírus, em razão de se enquadrarem em grupo de risco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Preparação para as eleições</h3>



<p>O presidente do TSE informou que a Justiça Eleitoral está preparando uma cartilha para as Eleições Municipais, com recomendações sobre o distanciamento social e de ordem sanitária, como de não levar a mão à boca, ao nariz e aos olhos, entre outros esclarecimentos. Disse, ainda, que a Justiça Eleitoral, em parceria com o Congresso Nacional, vai buscar doações com a iniciativa privada para o fornecimento, sem custo para os cofres públicos, de máscaras, álcool gel e luvas para aumentar a proteção dos mesários e dos eleitores.</p>



<p>Ao finalizar, Luís Roberto Barroso destacou que o maior objetivo do TSE é garantir Eleições Municipais seguras para todos. Ele lembrou que a saúde pública é o bem maior; contudo, é preciso preservar a democracia. “Portanto, os senhores fiquem tranquilos. Outros países realizaram eleições. Tudo o que de bom puder ser transplantado do que se fez em outras partes do mundo nós traremos para cá, para garantir uma eleição segura, limpa e que dê continuidade a esse longo período de estabilidade democrática”, assegurou o magistrado.</p>



<p>O vice-presidente do TSE, ministro Edson Fachin também participou do debate e exaltou o diálogo interinstitucional para tratar das Eleições 2020. “todos nós estamos na pandemia, cuidando da saúde e da democracia, e a Justiça Eleitoral está à disposição do Parlamento e da sociedade brasileira para operacionalizar a imprescindível convivência democrática no Estado Democrático de Direito.”</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cientistas</h3>



<p>Antes da abertura dos debates entre os senadores, foi dada a palavra aos médicos Paulo Lotufo, epidemiologista da Universidade de São Paulo (USP), e David Uip, infectologista e presidente do Instituto Emílio Ribas, de São Paulo, além do biólogo virologista Átila Iamarino.</p>



<p>David Uip afirmou considerar inconcebível realizar o pleito na data estipulada pela Constituição Federal. Ele propôs que, além das proteções sanitárias para que o voto seja mais seguro, a eleição seja realizada o mais próximo possível do fim ano, com horário estendido no geral e, especificamente, com horários alternativos e apropriados para a população mais vulnerável (idosos ou portadores de doenças pré-existentes). “É necessário ainda um fluxo de sistemas bem planejado para que tenhamos a maior segurança possível tanto para os leitores quanto para os trabalhadores do processo eleitoral. Para isso, é necessário um treinamento efetivo para todos que se envolverão no pleito”, avaliou.</p>



<p>Paulo Lotufo, por sua vez, considerou que manter a eleição em 4 de outubro fará com que o Brasil tenha um aumento ainda maior de novos casos de Covid-19 e ainda mais mortes, bem como um nível muito alto de contágio. Ele propôs que a votação ocorra no dia 15 de novembro para o primeiro turno e no dia 15 de dezembro para o segundo turno, conforme sugeriu o presidente do TSE. “Acho essa data bem razoável. Uma das questões já acertadas, seja qual for a data, é que o período seja estendido por mais três horas”, acrescentou. Ele disse não ver a necessidade de alterar a regra da idade do voto facultativo, que hoje vale para os eleitores analfabetos, menores de 18 anos e maiores de 70 anos.</p>



<p>Último cientista a falar, Átila Iamarino afirmou que o Brasil está relaxando as medidas de isolamento social mais pelo cansaço e por necessidade econômica do que pelo controle da pandemia. Segundo o biólogo, o grande problema das eleições no contexto da pandemia é o deslocamento e a aglomeração das pessoas em virtude da votação. Ele destacou a importância de providências para diminuir essa aglomeração, seja com mais seções eleitorais, seja com a ampliação do horário de votação ou do número de dias em que a votação acontecerá.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Juristas</h3>



<p>Também participaram da sessão plenária os juristas Henrique Neves da Silva, pelo Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral (Ibrade); Marcelo Weick Pogliese, pela Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep); e Melillo Dinis, diretor no Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).</p>



<p>Henrique Neves, ex-ministro TSE, destacou a importância do diálogo entre juristas, políticos e cientistas para se definir a questão da segurança da saúde dos eleitores nas Eleições Municipais de 2020. Ele disse acreditar que, por meio de emenda constitucional, é possível, diante do quadro excepcional, que se autorize à Justiça Eleitoral adotar as medidas que vierem a ser consideradas não simplesmente necessárias pela parte da saúde, mas tecnicamente viáveis.</p>



<p>O jurista Marcelo Pogliese compartilhou com os senadores os resultados dos estudos que a Abradep vem realizando sobre a questão das eleições no contexto da pandemia de Covid-19. Para ele, é importante que o pleito seja adiado para que se possa proteger a saúde da população e dos servidores da Justiça Eleitoral. Ele sugeriu a readaptação do calendário eleitoral em face do adiamento do dia da votação, como é o caso da data da realização das convenções partidárias e da análise das contas eleitorais, entre outros.</p>



<p>Por fim, o advogado Melillo Dinis explicou que, ao aprovar o adiamento das eleições, também se observem os prazos de inelegibilidade que são impostos na Lei da Ficha Limpa. Ele propõe que haja uma prorrogação das cláusulas de inelegibilidade a respeito da data da eleição. “Ou seja, a ideia é que o prazo, ou os prazos de inelegibilidade anterior ou relacionada com o pleito de 2020, cuja contagem tenha como referência a data da eleição, serão aferidos com base na data de 4 de outubro de 2020, claro, recepcionando aqueles que são os prazos naturais e normais”, explicou.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Debate</h3>



<p>A sessão plenária prosseguiu com as exposições dos senadores inscritos, que fizeram diversas perguntas ao presidente do TSE e aos demais participantes convidados.</p>
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		<title>Coronavírus: as estratégias e desafios dos países que estão reabrindo suas escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2020 17:39:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[José Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Cingapura, alunos limpam as próprias carteiras escolares e fazem um caminho pré-determinado até suas salas de aula. Na França e na Coreia do Sul, algumas escolas reabertas tiveram de fechar, por conta de novos focos de covid-19. No Reino Unido, um dos países que reabriu as escolas recentemente, menos da metade dos alunos esperados apareceram na volta às aulas em algumas delas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="font-size: inherit;">A expectativa de retorno à escola traz sensações mistas de alívio e preocupação a muitos pais &#8211; prenunciando uma possível volta à rotina, mas também o medo de expor as crianças (e suas famílias) ao contágio pelo coronavírus.</span></p>



<p>No Brasil, as secretarias estaduais de educação ainda não têm previsão de quando as aulas presenciais retornarão. Estados como Maranhão e Rio Grande do Sul adiaram seus anúncios de abertura de escolas.</p>



<p>Mas o Conselho de Secretários Estaduais da Educação (Consed) afirmou que &#8220;está trabalhando com suas equipes nas estratégias sanitárias, financeiras e pedagógicas que serão colocadas em prática a partir do momento em que as datas forem definidas&#8221;.</p>



<p>O Consed elaborou <a class="story-body__link-external" href="http://www.consed.org.br/portal/noticia/consed-lanca-diretrizes-para-protocolos-de-retorno-as-aulas">diretrizes</a> para ajudar redes e escolas no retorno. Entre as orientações, estão a de se suspender atividades presenciais em grupos, limitar a quantidade de alunos à metragem da sala, revezar horários de entrada, saída e recreação, sinalização de rotas dentro da escola para minimizar as chances de contato entre alunos e criar rotina de triagem e higienização na entrada das escolas.</p>



<p>Na parte pedagógica, o documento orienta as escolas a ampliar sua jornada diária e a repor aulas aos sábados e à noite, para compensar as perdas da quarentena; a dar apoio psicossocial a alunos e professores e a fazer uma busca ativa de alunos que possam ter decidido abandonar os estudos durante o período de isolamento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745389_cing.jpg" alt="" class="wp-image-25219" width="624" height="351" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745389_cing.jpg 624w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745389_cing-400x225.jpg 400w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /><figcaption>Em Cingapura, medição diária de temperatura e normas rígidas sobre quais crianças podem circular em quais lugares</figcaption></figure>



<p>Na prática, muitas dúvidas práticas permanecem nas cabeças de pais e educadores. Como escalonar a volta das crianças e jovens à escola — e quais devem ter prioridade? Como garantir medidas de distanciamento social com as crianças pequenas? Quais devem ser as prioridades da escola na pós-pandemia? E, principalmente, como ter certeza de que o ambiente escolar não vai virar um foco de proliferação da covid-19?</p>



<p>O Consed diz que se baseou nas opiniões de seus técnicos e nas experiências internacionais de volta às aulas. A BBC News Brasil coletou algumas dessas experiências a seguir:</p>



<h3 class="story-body__crosshead wp-block-heading">As crianças pequenas</h3>



<p>Alguns dos países que reabriram suas escolas priorizaram as crianças menores, por sua menor taxa de adoecimento e para liberar seus pais para voltar ao trabalho. É, também, uma das etapas mais difíceis de se fazer um ensino remoto de qualidade.</p>



<p>No entanto, é também uma faixa etária que tem mais dificuldades em fazer atividades sentadas em carteiras, com coleguinhas distantes entre si.</p>



<p>No Reino Unido, que reabriu parte de suas escolas em 1° de junho, crianças da pré-escola e anos iniciais não puderam mais fazer as aulas sentadas lado a lado no carpete, como de costume, mas sim enfileiradas em carteiras — um modelo de sala de aula mais antiquado e menos interativo.</p>



<p>Cada turma foi dividida em dois grupos: um deles frequenta as aulas de segunda e terça; o outro, de quinta e sexta-feira. Na quarta-feira, a sala de aula é limpa minuciosamente. Todas as classes foram equipadas com álcool gel e lenços umedecidos.</p>



<p>Mesmo assim, na escola que foi acompanhada pela BBC em seu primeiro dia de retomada, apenas 32 crianças apareceram, de um total de 85 que eram esperadas, mostrando que muitos pais ainda têm receio de colocar os filhos de volta no ambiente escolar.</p>



<p>Uma mãe que levava seu filho, porém, afirmou que o menino estava &#8220;implorando para voltar à escola&#8221;. &#8220;O principal para mim é a normalidade e a saúde mental dele. Ele precisa da interação com seus amigos.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745467_londres2getty.jpg" alt="" class="wp-image-25220" width="624" height="351" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745467_londres2getty.jpg 624w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745467_londres2getty-400x225.jpg 400w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /><figcaption>Em algumas escolas britânicas, menos da metade dos alunos esperados apareceram no primeiro dia de volta às aulas</figcaption></figure>



<p>Na Dinamarca, onde as escolas estão reabertas desde 15 de abril, as crianças têm de lavar as mãos de cinco a seis vezes por dia. Classes de 20 foram divididas em dois, e as crianças são o dia inteiro lembradas por educadores a ficarem distantes entre si. No recreio, podem brincar em grupos de no máximo quatro, e cada grupo fica em um canto do pátio.</p>



<p>Uma menina de 7 anos entrevistada pela BBC admitiu que o mais difícil de tudo era não poder mais abraçar os amigos.</p>



<p>Em maio, em entrevista ao jornal Guardian, um representante do sindicato de professores dinamarqueses afirmou que a retomada às aulas ocorreu suavemente, mas, mesmo assim, confirmou que alguns educadores contraíram o novo coronavírus depois de voltar ao trabalho presencial.</p>



<p>Em Cingapura, uma estratégia das escolas para incentivar o uso de máscaras pelas crianças pequenas foi comprar um estoque extra e pedir que cada criança decore a sua, &#8220;para virar um novo acessório personalizado para este novo normal&#8221;, nas palavras de um representante do governo ao jornal Strait Times.</p>



<p>As escolas do pequeno país passaram a medir a temperatura dos alunos diariamente, e agora cada um traz suas refeições de casa. As crianças só interagem em pequenos grupos no recreio e só podem andar nos corredores das escolas em fila única. Cada grupo tem uma rota pré-determinada à sala de aula e só pode usar um banheiro específico, para diminuir as chances de contágio.</p>



<p>Em Portugal, que tem escalonado sua volta às aulas desde 18 de maio, as crianças da pré-escola fizeram parte da última leva de estudantes que retornaram à escola. Em um vídeo produzido pela Direção Geral de Estabelecimentos Escolares, pede-se que as crianças &#8220;não toquem na boca, no nariz e nos olhos, mesmo que estejam com as mãos limpas&#8221;, e conversem com os professores &#8220;se estiverem tristes ou se sentindo mal&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Sensibilização no regresso às aulas do pré-escolar" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/dAjuTiWNzC8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h3 class="story-body__crosshead wp-block-heading">Saúde mental e perigo de evasão escolar</h3>



<p>Muitos educadores também se questionam como estarão, do ponto de vista emocional, as crianças que estão voltando às aulas presenciais. &#8220;Para algumas crianças, a quarentena foi um período seguro e agradável. Para outras, foi traumática e desafiadora&#8221;, diz a Fundação Britânica de Saúde Mental em <a class="story-body__link-external" href="https://www.mentalhealth.org.uk/coronavirus/returning-school-after-lockdown">documento de orientação</a> à volta à escola, lembrando que muitas famílias podem ter perdido entes queridos ou sua fonte de renda, ou enfrentado problemas mentais (como depressão) durante o período de confinamento.</p>



<p>Isso pode se refletir em crianças mais retraídas, ansiosas ou irritadas em sala de aula, aponta a fundação. Outras podem ter dificuldades iniciais em se concentrar e se readaptar à rotina escolar.</p>



<p>Entre as recomendações do órgão estão dar espaço às crianças para que falem de seus sentimentos — entre si, em sala de aula e em conversas individuais com educadores. E também de dar tempo para que os vínculos entre as crianças e as escolas sejam refeitos.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o bem-estar físico e mental das crianças tem sido usado também como argumento por gestores para defender a volta às aulas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745393_franca2getty.jpg" alt="" class="wp-image-25221" width="624" height="351" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745393_franca2getty.jpg 624w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745393_franca2getty-400x225.jpg 400w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /><figcaption>Ministro francês considerou a volta às aulas uma &#8216;emergência social&#8217;</figcaption></figure>



<p>Na França, o ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, disse que se tratava de uma &#8220;emergência social&#8221; colocar os jovens de volta nas escolas, pelo medo de que uma parcela dos alunos não conseguisse concluir os estudos ou evadisse, criando &#8220;uma geração perdida de crianças que foram impedidas por meses de frequentar a escola&#8221;.</p>



<p>No relatório Estratégias para a Reabertura de Escolas, feito por Unicef, Unesco, Banco Mundial e o Programa da ONU para Alimentação, os organismos afirmam que &#8220;quanto mais tempo as crianças marginalizadas ficarem fora da escola, menor é a probabilidade de que retornem. Crianças de lares mais pobres já têm cinco vezes mais probabilidade de não estar na escola primária, em comparação com lares mais ricos. Ficar fora da escola também aumenta o risco de gravidez na adolescência, exploração sexual, casamento infantil, violência e outras ameaças.&#8221;</p>



<h3 class="story-body__crosshead wp-block-heading">O debate de quando reabrir</h3>



<p>Mas qual é a hora certa de reabrir? &#8220;O momento de reabertura de escolas deve ser guiado pelo melhor interesse das crianças e por preocupações gerais de saúde pública, com base na avaliação dos riscos e benefícios e das evidências (locais)&#8221;, diz o documento da ONU.</p>



<p>Não é uma avaliação simples. Na França, por exemplo, onde a reabertura começou em 11 de maio, algumas escolas tiveram de fechar temporariamente na semana seguinte, depois que surgiram 70 novos casos de covid-19 no ambiente escolar (embora a percepção fosse de que, diante do tempo de incubação do coronavírus, o contágio dessas pessoas provavelmente ocorreu antes da volta às aulas).</p>



<p>No Reino Unido, a reabertura das escolas encontrou resistência entre cientistas e gestores escolares, muitos dos quais consideraram 1° de junho cedo demais em um país com um dos mais altos números de mortes por covid-19 no mundo. Algumas escolas se mantiveram fechadas a despeito da autorização do governo e, na Escócia, a volta às aulas é prevista apenas para agosto, e mesmo assim em modelo híbrido — parte dos estudos em casa, e outra parte no ambiente escolar.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745465_cing2afp.jpg" alt="" class="wp-image-25222" width="624" height="351" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745465_cing2afp.jpg 624w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745465_cing2afp-400x225.jpg 400w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /><figcaption>Recreio em Cingapura agora tem lanches trazidos de casa e menos interação entre crianças</figcaption></figure>



<p>Em meados de junho, alunos mais velhos já começaram a voltar à escola, mas quase todos eles só estão tendo aulas presenciais por no máximo dois dias por semana.</p>



<p>Mesmo 15 dias depois do início da retomada, ainda há dúvidas quando algumas escolas devem ser reabertas, abrindo uma disputa entre parlamentares e sindicatos de professores.</p>



<p>O parlamentar trabalhista Jonathan Gullis acusou o Sindicato Nacional de Educação britânico de &#8220;promover uma campanha política (&#8230;) para garantir que as escolas não reabram&#8221;. Uma representante do sindicato afirmou que, com a atual proporção alta de alunos por professores, é muito difícil reabrir as escolas e garantir medidas de segurança e distanciamento social.</p>



<p>Na Coreia do Sul, à semelhança da França, algumas escolas fecharam poucos dias após reabrirem, diante de novos picos de casos de covid-19 no país. Mais de cem escolas sul-coreanas também adiaram sua reabertura.</p>



<p>Mas, mesmo com adiamentos, a reabertura tem ocorrido ali: a última leva de estudantes estava prevista para voltar às escolas no dia 8. O que tem sido feito para mitigar os riscos é escalonar não apenas as séries com aulas, mas também horários de aula, de almoço e recreio. O tempo de aula presencial é menor do que o pré-pandemia, e parte do conteúdo segue sendo ensinado no ambiente virtual.</p>



<p>No início, classes do ensino fundamental poderão funcionar com um terço dos alunos; as do ensino médio, com dois terços.</p>



<p>O governo sul-coreano também tem inspecionado escolas e, apenas entre as preparatórias para o vestibular, foram encontradas 10 mil com problemas de adequação às novas normas sanitárias.</p>



<p>E a reabertura tem despertado dúvidas, segundo o jornal Korea Times. Como apenas os alunos do último ano do ensino médio estão autorizados a frequentar as escolas todos os dias, alguns pais dos alunos das demais séries têm se questionado se é produtivo mandar seus filhos à escola apenas um ou dois dias por semana, e se isso vale a pena o risco de as crianças contraírem a covid-19.</p>



<p>Em Cingapura, o escalonamento e a supervisão também são rígidos. Os primeiros a regressar à escola foram os dos anos finais do ensino médio, que se preparam para exames de ingresso nas universidades. E lá também ainda estão sendo mescladas atividades presenciais com as virtuais.</p>



<p>Alunos mais velhos são responsáveis por higienizar as próprias carteiras escolares. Aulas de educação física são feitas em ginásios grandes, com alunos fazendo atividades físicas individuais orientadas por um professor em um microfone.</p>



<h3 class="story-body__crosshead wp-block-heading">Normas de higiene</h3>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745391_franca1getty.jpg" alt="" class="wp-image-25223" width="624" height="351" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745391_franca1getty.jpg 624w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/112745391_franca1getty-400x225.jpg 400w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /><figcaption>Alunos lavando as mãos na França; algumas escolas voltaram a ser fechadas temporariamente após surgirem novos casos de covid-19</figcaption></figure>



<p>Em todos os países, a preocupação maior, é claro, é com as normas de higiene para reduzir a chance de contágio. Os CDCs, centros de controle de doenças dos EUA, produziram <a class="story-body__link-external" href="https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/community/reopen-guidance.html">um guia</a> com orientações específicas de higiene: desde a diluição ideal para desinfetantes até orientações para deixar as salas mais ventiladas e com o máximo possível de exposição ao sol, o que ajuda a matar o coronavírus. Outra orientação importante é de que escolas e demais locais não estoquem materiais de limpeza em excesso, para evitar a escassez em varejistas.</p>



<p>O documento da ONU de reabertura de escolas pede que países e regiões emitam protocolos de higiene que sejam claros e de fácil entendimento, que educadores de grupos de risco sejam preservados do ambiente presencial, que exames escolares não essenciais sejam adiados, que pagamentos de salários sejam preservados e que a higiene pessoal ganhe novo protagonismo neste período de pandemia.</p>



<p>Em artigo na revista científica Lancet, membros da Unesco falam da promoção da &#8220;alfabetização higiênica&#8221;: &#8220;professores devem agir como promotores da saúde para seus alunos desde cedo, estimulando ativamente hábitos de atividades físicas, boa higiene pessoal e dieta balanceada, e advertindo para as consequências de comportamentos de risco&#8221;, diz o texto.</p>



<p>&#8220;Pode-se usar para isso uma grande variedade de atividades participativas, como debates, trabalhos em grupo, atividades baseadas em situações da vida real, contação de histórias, simulações, jogos educativos, artes, música, teatro e dança.&#8221;</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/coronavirus-as-estrategias-e-desafios-dos-paises-que-estao-reabrindo-suas-escolas/">Coronavírus: as estratégias e desafios dos países que estão reabrindo suas escolas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
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		<title>Cerco contra Queiroz empareda Bolsonaro, que teme delação de aliado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2020 03:07:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[José Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Atibaia]]></category>
		<category><![CDATA[Fabrício Queiroz]]></category>
		<category><![CDATA[Fllávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abatido, presidente diz que ex-assessor da família não era foragido e critica prisão "espetaculosa". Nas redes, bolsonarismo ensaia reação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pergunta &#8220;onde está Queiroz&#8221;, que mobilizou por um ano e meio os opositores da família Bolsonaro, foi respondida nesta quinta-feira: Fabrício Queiroz, investigado ao lado de Flávio Bolsonaro por um <a href="http://t.newsletter.elpais.com/r/?id=h1005f288,472597d,46f40d3" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://t.newsletter.elpais.com/r/?id%3Dh1005f288,472597d,46f40d3&amp;source=gmail&amp;ust=1592707278396000&amp;usg=AFQjCNGGZUtkSC-L9NtJ7lv2fLjFWFU-Hw"><strong>suposto esquema de confisco de salário de servidores, foi preso em Atibaia</strong></a>. O ex-assessor e amigo da família Bolsonaro por mais de 30 anos estava em uma <a href="http://t.newsletter.elpais.com/r/?id=h1005f288,472597d,46f40d4" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://t.newsletter.elpais.com/r/?id%3Dh1005f288,472597d,46f40d4&amp;source=gmail&amp;ust=1592707278396000&amp;usg=AFQjCNHPKj4wPbdtJ4oo2Jx-Yqz1cgp3JQ"><strong>propriedade do advogado do clã presidencial</strong></a>. A ordem de prisão, que acusa Queiroz e sua mulher de ameaçar testemunhas e embaraçar as investigações, é preventiva, sem data para expirar. Por isso, explica Afonso Benites, o principal temor do Planalto é que Queiroz decida colaborar com a Justiça. Os promotores do caso, revelou Daniel Haidar, descrevem o ex-assessor como um &#8220;operador financeiro&#8221; do primôgenito do presidente, a ponto de<a href="http://t.newsletter.elpais.com/r/?id=h1005f288,472597d,46f40d5" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://t.newsletter.elpais.com/r/?id%3Dh1005f288,472597d,46f40d5&amp;source=gmail&amp;ust=1592707278396000&amp;usg=AFQjCNF36rsdthlBxsPF1WMVX76L-usB3g"><strong> fazer até os pagamentos das mensalidades escolares de suas filhas</strong></a>. &#8220;Queiroz é a chave do passado obscuro da família Bolsonaro e enfraquece o presidente que não pode mais fugir das conexões com o ex-assessor do seu filho, Flávio Bolsonaro&#8221;.</p>
<h3>A MATÉRIA</h3>
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<header class="a_h | col desktop_12 tablet_8 mobile_4">
<div class="a_by | margin_bottom_lg ">
<div class="a_auts flex flex_wrap "><span style="font-size: inherit;">Um abatido Jair Bolsonaro iniciou sua </span><i style="font-size: inherit;">live</i><span style="font-size: inherit;"> semanal no Facebook nesta quinta-feira com uma breve referência à </span><a style="font-size: inherit;" href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-06-18/prisao-de-queiroz-foi-motivada-por-ameacas-a-testemunhas-e-interferencia-nas-investigacoes.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">prisão de Fabrício Queiroz</a><span style="font-size: inherit;">: “Parecia que estavam prendendo o maior bandido da face da terra. Mas que a Justiça siga o seu caminho. Repito, não estava foragido e não tinha nenhum mandado de prisão contra ele”, disse o presidente, comedido, em contraste com suas vociferações frequentes. Apesar da linha de defesa, Bolsonaro frisou não ter relação nenhuma com o caso que investiga a participação de Queiroz, amigo e assessor da família há 30 anos, e de nada menos que seu filho primogênito, o senador Flávio Bolsonaro, em um suposto esquema de desvio de dinheiro de verba pública do salários de servidores da Assembleia Legislativa do Rio. Depois de um ano e meio de avanço lento, táticas legais para congelar as investigações e o sumiço de Queiroz da vista pública e da Justiça, o ex-assessor dos Bolsonaro foi detido em Atibaia, no interior de São Paulo, </span><a style="font-size: inherit;" href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-06-18/prisao-de-queiroz-foi-motivada-por-ameacas-a-testemunhas-e-interferencia-nas-investigacoes.html" data-link-track-dtm="">na casa de Frederick Wasseff</a><span style="font-size: inherit;">, advogado da família. Agora, os desdobramentos do caso tiram o sono do Planalto que já em batalha aberta com o Supremo Tribunal Federal e em plena crise econômica e sanitária.</span></div>
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</header>
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<div id="google_ads_iframe_7811748/elpais_brasil_web/brasil/intext_0__container__"><iframe id="google_ads_iframe_7811748/elpais_brasil_web/brasil/intext_0" title="3rd party ad content" name="google_ads_iframe_7811748/elpais_brasil_web/brasil/intext_0" width="1" height="1" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" data-google-container-id="5" data-load-complete="true" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
</div>
<p class="">Queiroz já está no complexo penitenciário de Bangu, no Rio, sem data para sair, dado que se trata de uma prisão preventiva autorizada pela Justiça. A principal preocupação da família Bolsonaro é que Queiroz faça delação premiada e envolva diretamente o senador Flávio. As 46 páginas do pedido de prisão contra o ex-assessor e contra a mulher dele, Márcia Oliveira de Aguiar (que também é investigada, mas não foi encontrada), deixam claro que os promotores do Rio consideram Queiroz um “operador financeiro” do filho do presidente, a ponto de até pagar as mensalidades escolares das filhas de Flávio. Ao contrário das declarações dos Bolsonaro de que mantinham distância do ex-assessor, os promotores citam também como o antigo <i>faz-tudo </i>da família seguia com atuação política no</p>
<section class="more_info | border_1 border_top pull_right">
<figure class="margin_bottom width_full height_full_mobile"><img decoding="async" class="block width_full height_full_mobile" src="https://imagens.brasil.elpais.com/resizer/ijqs8omjDruaqE30ORRY-gGz3jk=/600x450/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com/prisa/LWMYAONR5VFGHNBL3NVG5ED3UM.jpeg" alt="Detalhe da casa de Wasseff, onde Queiroz foi preso, com cartaz com AI-5 e imagens de 'Scarface', filme de Brian de Palma em que Al Pacino faz um chefão do tráfico." /></figure>
<p><a class="color_gray_ultra_dark" href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-06-18/prisao-de-queiroz-foi-motivada-por-ameacas-a-testemunhas-e-interferencia-nas-investigacoes.html?rel=listapoyo" data-link-track-dtm="">Prisão de Queiroz foi motivada por ameaças a testemunhas e interferência nas investigações</a></p>
<figure class="margin_bottom width_full height_full_mobile"><img decoding="async" class="block width_full height_full_mobile" src="https://imagens.brasil.elpais.com/resizer/gigwKmGSMOKArF_ERms71lhI9xc=/600x450/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com/prisa/QNGB7MKRV5GDPNNERZOXDP7CUM.jpg" alt="Fabricio Queiroz, left front, is escorted by police after arriving from Sao Paulo at the Japarecagua airport, in Rio de Janeiro, Brazil, Thursday, June 18, 2020. Brazilian authorities on Thursday arrested Quiroz sought as part of an investigation into allegedly suspicious movements of money he made while a driver for Flavio Bolsonaro, a Brazilian senator and son of President Jair Bolsonaro. (AP Photo/Silvia Izquierdo)" /></figure>
<p><a class="color_gray_ultra_dark" href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-06-18/queiroz-pagou-mensalidades-escolares-das-filhas-de-flavio-bolsonaro-diz-mp-do-rio-em-pedido-de-prisao.html?rel=listapoyo" data-link-track-dtm="">Queiroz pagou mensalidades escolares das filhas de Flávio Bolsonaro, diz MP do Rio</a></p>
<figure class="margin_bottom width_full height_full_mobile"><img decoding="async" class="block width_full height_full_mobile" src="https://imagens.brasil.elpais.com/resizer/ikh9FX4EHRwpiUH0p7UmfS6AG70=/600x450/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com/prisa/USJQRFFAQSKDII3MZNLFR4T7VY.jpg" alt="O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes." /></figure>
<p><a class="color_gray_ultra_dark" href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-06-18/maioria-do-stf-da-sinal-verde-ao-inquerito-das-fake-news-e-eleva-pressao-sobre-bolsonaro.html?rel=listapoyo" data-link-track-dtm="">Maioria do STF dá sinal verde ao inquérito das ‘fake news’ e eleva pressão sobre Bolsonaro</a></p>
</section>
<p class="">Diante do quadro, o presidente parece ter sentido o golpe. Eleito como paladino anticorrupção e acostumado a ser entusiasta das prisões “espetaculosas” da Operação Lava Jato, ele sabe que a detenção de Queiroz pode ser mais danosa para a imagem de sua família do que qualquer outra investigação que o envolva. Todo o enredo dessa apuração circula única e exclusivamente os laços familiares do presidente. Queiroz é seu amigo há mais de 30 anos. E a apuração começa no gabinete de Flávio na Assembleia do Rio, onde foi deputado estadual por quatro mandatos, e envolve até a primeira-dama, <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/michelle-de-paula-firmo-reinaldo-bolsonaro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">Michelle Bolsonaro</a>, que recebeu 24.000 reais de Queiroz.</p>
<p class="">As demais investigações, como a do <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-06-18/maioria-do-stf-da-sinal-verde-ao-inquerito-das-fake-news-e-eleva-pressao-sobre-bolsonaro.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">inquérito das <i>fake news</i></a>, que acaba de receber a chancela do Supremo Tribunal Federal e apura ameaças contra a Corte, ou a que rastreia atos antidemocráticos, têm vinculações com seu grupo político, empresários ou com ativistas radicais. Ou seja, ele pode eventualmente driblar reveses e dividir a responsabilidade. Na de Queiroz, não. Sobra ainda o inquérito que apura se ele interferiu na Polícia Federal, como acusa o ex-ministro Sergio Moro, e que pode, no limite, se ligar ao caso Queiroz, já que um ex-aliado do presidente diz que ele foi avisado da operação contra o então assessor da família durante a campanha eleitoral</p>
<p class="">Um dos sintomas de que a prisão de Queiroz desnorteou o bolsonarismo foram as redes socias, seu campo predileto de batalha. Os apoiadores do presidente demoraram a reagir. Apesar de a detenção ter ocorrido no início da manhã, foi só no fim da tarde que começaram a aparecer as primeiras postagens nos grupos de WhatsApp bolsonaristas que são monitorados pela reportagem desde a campanha eleitoral. A maioria delas apenas replicava uma queixa do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) que cobrava que a Justiça deveria dar o mesmo tratamento concedido ao ex-assessor de seu irmão a outros 20 deputados e ex-deputados estaduais suspeitos de dividirem os salários dos servidores no Rio.</p>
<p class="">Na Câmara, o líder do Governo, <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019-12-25/major-vitor-hugo-governo-bolsonaro-nao-vai-desistir-de-aprovar-o-excludente-de-ilicitude-para-policiais.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">Major Vitor Hugo</a> (PSL-GO), também só se manifestou no fim do dia e seguiu na mesma linha de Eduardo. “Essas operações não atingem em nada as ações do presidente Jair Bolsonaro no passado”. Antigo membro da base bolsonarista, o senador Major Olímpio (PSL-SP), disse que a prisão de Queiroz traz uma “tempestade desnecessária” para o colo do presidente. “Quando um de seus filhos reage colando sua imagem com a do presidente, isso só aumenta a pressão contra o próprio presidente”, afirmou. Era uma referência a uma <a href="https://twitter.com/FlavioBolsonaro/status/1273601558509498369" data-link-track-dtm="">postagem de Flávio Bolsonaro</a> no Twitter na qual ele dizia: “Encaro com tranquilidade os acontecimentos de hoje. A verdade prevalecerá! Mais uma peça foi movimentada no tabuleiro para atacar Bolsonaro. Em 16 anos como deputado no Rio nunca houve uma vírgula contra mim. Bastou o presidente Bolsonaro se eleger para mudar tudo! O jogo é bruto”.</p>
<h2 class="font_secondary color_gray_ultra_dark">Derrotas e demissão de Weintraub</h2>
<p class="">A prisão de Queiroz acentua os cenários políticos e jurídicos que já não têm sido nada animadores para o chefe do Executivo. Enquanto o Brasil se prepara para confirmar oficialmente nesta sexta um milhão de casos e 50.000 mil mortes por covid-19, o presidente persiste na estratégia negacionista e está, há quase um mês, sem ministro da Saúde. Ao mesmo tempo, tem sido emparedado pelo Supremo Tribunal Federal que, em inquéritos distintos, autorizou investigações de ao menos 50 militantes e empresários bolsonaristas, além de onze parlamentares suspeitos de financiarem atos antidemocráticos. O Planalto também mira com preocupação o caminhar de ações pela cassação de sua chapa pelo Tribunal Superior Eleitoral por disseminação de desinformação nas eleições de 2019.</p>
<p class="">Ainda que nada tenha desfecho imediato, o cerco ajuda a minar a estabilidade do Governo, que viu-se obrigado a demitir seu ministro da Educação, <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-06-18/prestes-a-deixar-cargo-weintraub-revoga-portaria-de-cotas-a-negros-e-indigenas-na-pos-graduacao.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">Abraham Weintraub</a>, que além da gestão caótica em uma pasta estratégica já havia defendido a prisão de ministros do STF, a quem chamou de “vagabundos”. A exoneração do ministro foi pensada com uma sinalização ao Judiciário de que o Planalto pretende arrefecer o clima bélico que incentivou nos últimos meses, mas ainda é cedo se será suficiente para convencer a cúpula do Judiciário.</p>
<p class="">Apesar da demissão, Weintraub, contudo, “cairá para cima”. Economista de formação e considerado pelos opositores como o pior ministro da Educação que o país já teve, ele foi indicado por Bolsonaro para um cargo de diretor-executivo no Banco Mundial, onde terá um salário aproximado de 90.000 reais. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reagiu com ironia ao ser instado a comentar a indicação de Weintraub para o novo cargo. “É porque não sabem que ele trabalhou no Banco Votorantim, que quebrou em 2009 e ele era um dos economistas do banco”, afirmou. ]</p>
<p class="">Para além das frases de efeito de Maia, é no Congresso que ainda está um bastião seguro para Bolsonaro, desde que ele começou uma agressiva tática para angariar o apoio do chamado Centrão, para blindá-lo de eventuais problemas na Câmara. Um bom termômetro nas próximas semanas será ver se o bolsonarismo segue incólume no Parlamento ou se haverá chance de a oposição emplacar processo no Conselho de Ética contra Flávio Bolsonaro no Senado.</p>
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		<title>Reviravolta no caso da morte do sobrinho de Sarney: Ayrton Campos seria inocente e deve ser solto!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 22:58:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[José Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[inocência]]></category>
		<category><![CDATA[perícia]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[reviravolta]]></category>
		<category><![CDATA[sobrinho de Sarney]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ayrton Campos Pestana seria inocente e  deve ser libertado<br />
publicitário Diogo Adriano Costa Campos, 41 anos,  sobrinho do ex-presidente José Sarney,  apresentou-se à polícia, ainda à noite de terça-feira, dia do crime,  mas negou que tenha sido o autor. E parece que Ayrton tem razão.<br />
Crime de grande repercussão em todo o Maranhão, o fato ocorreu por volta das 11:30 da manhã de terça-feira (16), na Lagoa da Jansen. O publicitário Diogo Adriano Costa Campos.</p>
<p>O post <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/reviravolta-no-caso-da-morte-do-sobrinho-de-sarney-ayrton-campos-seria-inocente-e-deve-ser-solto/">Reviravolta no caso da morte do sobrinho de Sarney: Ayrton Campos seria inocente e deve ser solto!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.maranhaobrasil.com.br">Maranhão Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ayrton Campos Pestana, o jovem inicialmente suspeito de matar o publicitário Diogo Adriano Costa Campos, 41 anos,&nbsp; sobrinho do ex-presidente José Sarney,&nbsp; apresentou-se à polícia, ainda à noite de terça-feira, dia do crime,&nbsp; mas negou que tenha sido o autor. E parece que Ayrton tem razão.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright"><a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Diogo-Sarney-assassinado.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="260" height="433" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Diogo-Sarney-assassinado.jpeg" alt="Diogo Campos, sobrinho de Sarney, morto com um tiro no pescoço" class="wp-image-25020" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Diogo-Sarney-assassinado.jpeg 260w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Diogo-Sarney-assassinado-180x300.jpeg 180w" sizes="(max-width: 260px) 100vw, 260px" /></a><figcaption><strong><em>Diogo Adriano Costa Campos, a vítima</em></strong></figcaption></figure></div>



<p>Crime de grande repercussão em todo o Maranhão, o fato ocorreu por volta das 11:30 da manhã de terça-feira (16), na Lagoa da Jansen. O publicicitário Diogo Adriano Costa Campos terminara de sair do seu apartamento, ali perto,&nbsp; dirigindo o automóvel Kwid PTB-2970, e se envolveu numa discussão de trânsito&nbsp; com o condutor de um Argo vermelho que, num primeiro momento, acreditava-se ser do pai de Ayrton. </p>



<p>Só que o Instituto de Criminalística (Icrim) informou hoje à tarde que o laudo, fruto da perícia realizada&nbsp; no veículo Fiat Argo vermelho, de placas PTJ-2844,&nbsp; pertencente ao pai de Ayrton Campos Pestana, não é o mesmo&nbsp; conduzido pelo criminoso que atirou em Diogo. Um dos veículos é um Argo comum, o outro, um Argo drive. Um tem para-brisa traseiro, o outro, não.</p>



<p>Assim, Airton deve ser solto, e a Superintendência de Homicídios terá que localizar o veículo do criminoso, e prender o assassino.</p>



<p>Acompanhado de advogado e do pai, dono de uma oficina na Venceslau Brás, na Camboa, e verdadeiro dono do Fiat Argo vermelho, Airton&nbsp; garantiu ao delegado que passou a manhã na oficina e que ao meio-dia foi almoçar com o pai, no Monte Castelo. Disse, ainda, que soube do caso depois que já estava sendo acusado pelo crime. E informou que desconfia de que o carro do pai teve as placas clonadas.</p>



<p>Antes mesmo do suspeito ir à Superintendência de Homicídios, Katia Campos, tia dele, procurou o blog do jornalista Gilberto Leda para dizer que o sobrinho era inocente, e que tudo seria esclarecido. Mesmo assim, ele ficou preso, pois já havia um mandado de prisão contra ele quando se apresentou à Superintendência de Homicídios.</p>



<p>O crime ocorreu por volta das 11:30 da manhã de terça-feira (16), na Lagoa da Jansen. O publicitário Diogo Adriano Costa Campos terminara de sair do seu apartamento, ali perto,&nbsp; dirigindo o automóvel Kwid PTB-2970, e ao sair da garagem do seu condomínio, distraído, quase se envolveu num acidente, ao sair da garagem do seu condomínio, o que teria gerado o &#8220;estranhamento&#8221; com o condutor de um Argo vermelho &#8211; que seria um carro que estaria identificado com o&nbsp; mesmo número&nbsp; placa do carro do pai de Ayrton.</p>



<p>Em frente ao Bar Por Acaso,&nbsp; o publicitário teria &#8220;trancado&#8221; o carro do desconhecido, descido do seu Kwid para tomar satisfação com o estranho.&nbsp; Foi quando este, de dentro do carro,&nbsp; sacou de uma arma de fogo e acertou o Diogo com um tiro na garganta.</p>



<p>Para a Superintendência de Homicídios, inicialmente o suspeito número 1 seria Airton, já que a placa do carro da família era a mesma do veículo &#8211; também um Argo vermelho &#8211; que se envolveu no homicídio. Porém, diante da insistência da&nbsp; família de que nem carro era o da cena do crime nem o autor era Ayrton, a polícia civil&nbsp; caiu em campo e anunciou esta tarde que muito provavelmente Ayrton Campos Pestana é inocente.</p>



<p>A vítima, Diogo Adriano Costa Camposé filho de Concy Sarney, filha de Evandro Sarney (falecido) e irmão de Gustavo Sarney, advogado que foi diretor do Fórum. Ele residia no Edifício São Gabriel, na&nbsp; Rua Frei Antônio, Lagoa da Jansen.</p>



<p>O assassinato ocorreu em frente ao Bar “Por acaso”, na Lagoa da Jansen. Diogo discutira com o condutor do Argos que estaria clonado, após um desentenimento no trânsito.</p>
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		<title>Entrevista &#8211; Sergio Moro: “A popularidade é irrelevante, com o tempo a verdade prevalece”</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/entrevista-sergio-moro-a-popularidade-e-irrelevante-com-o-tempo-a-verdade-prevalece/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 17:15:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[José Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[El País]]></category>
		<category><![CDATA[ex-ministro]]></category>
		<category><![CDATA[popularidade. Jair Bolsonaro entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Moro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-ministro, que teve imagem desgastada pela Vaza Jato e por sair do Governo, encara resistência em manifestos pró-democracia. Para ele, não há risco de ruptura no Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="lead_art | "></figure>
<p class="a_by | margin_bottom_lg "><span style="font-size: inherit;">Quando o ex-juiz </span><a style="font-size: inherit;" href="https://brasil.elpais.com/tag/sergio_fernando_moro" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">Sergio Moro</a><span style="font-size: inherit;"> (Maringá, 1972) aceitou seguir o ultradireitista </span><a style="font-size: inherit;" href="https://brasil.elpais.com/noticias/jair-messias-bolsonaro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">Jair Bolsonaro</a><span style="font-size: inherit;"> no Governo fez uma aposta arriscada. Entregava o seu capital político como símbolo anticorrupção a um deputado veterano e incendiário, um nostálgico da ditadura. A lua de mel acabou no fim de abril, como um divórcio ruim, não consensual e uma acusação </span><a style="font-size: inherit;" href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-06-13/os-efeitos-do-golpismo-as-claras-de-bolsonaro-e-de-seus-generais.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">bomba contra o mandatário</a><span style="font-size: inherit;">: ele queria trocar o diretor-geral da Polícia Federal e interferir na corporação por interesses pessoais. O Supremo Tribunal Federal abriu uma investigação contra Bolsonaro e contra o próprio Moro.</span></p>
<div class="a_w | col desktop_8 tablet_8 mobile_4">
<div class="a_b article_body | color_gray_dark">
<p class="">Em uma entrevista por videoconferência desde Curitiba, onde está confinado com a família, por conta da pandemia de coronavírus, Moro critica os arroubos autoritários de Bolsonaro mas diz que não vê riscos de uma ruptura democrática. Perguntado se o vídeo podia ser exibido, negou o pedido, embora tenha feito Lives para outros veículos, e para o movimento Vem pra Rua.</p>
<p class="">Ele, que já teve bonecos infláveis gigantes com seu rosto exibidos em todo o país, diz que não se importa com sua <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-05-27/reprovacao-ao-governo-aumenta-mas-conduta-pessoal-de-bolsonaro-conserva-apoio-aponta-pesquisa.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">queda de popularidade</a>. Saiu de uma imagem positiva entre 60% dos entrevistados em maio de 2019 para 42% no mês passado, segundo o Atlas Político. A série de reportagens da Vaza Jato, que revelou bastidores da Lava Jato, e sua saída do Governo, contribuíram para essa mudança de percepção. Moro não vê relação entre a sua atuação como juiz da Lava Jato e o Estado de Direito fragilizado atualmente, como apontam seus críticos. “Ao contrário, o combate à corrupção fortalece o Estado de Direito”, defende. Também revela que depois de quase 24 anos como servidor público, sendo 22 na magistratura federal, terá de se reinventar profissionalmente, provavelmente no setor privado. Já começou a assinar uma coluna na revista Crusoé, ferrenha defensora da Lava Jato.</p>
<p class=""><b>Pergunta.</b> O senhor <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-04-24/sergio-moro-acusa-bolsonaro-de-interferencia-politica-na-pf-e-deixa-governo.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">saiu do governo</a> 16 meses após assumir o ministério com ataques ao presidente. Ele o enganou ou o senhor cometeu um erro de avaliação?</p>
<p class=""><b>Resposta.</b> Quando entrei no Governo foi uma decisão difícil, largar a magistratura. O que disse publicamente é a pura verdade. As pessoas às vezes tendem a acreditar em conspirações, motivações ocultas. Minha intenção era ir ao Ministério da Justiça para consolidar os avanços [contra a corrupção] dos últimos anos, além de realizar um trabalho de combate ao crime organizado e à criminalidade violenta. Progressivamente, minha percepção foi que essa agenda, principalmente anticorrupção, não estava tendo a prioridade necessária e ao final, por conta dessa interferência na Polícia Federal… Sou um ex-juiz, temos uma formação, para nós, o <i>rule of law</i>, o estado de direito é fundamental. Para mim foi o momento em que entendi que já não fazia mais sentido minha permanência no Governo. Saí não porque queria prejudicar o Governo em meio à pandemia. Entendi que precisava, que tinha o dever de revelar os feitos que envolviam a minha saída, inclusive para proteger a <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/policia-federal-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">Polícia Federal</a>.</p>
<p class=""><b>P.</b> Sente-se decepcionado com o presidente com o compromisso dele de lutar contra a corrupção?</p>
<p class=""><b>R.</b> Eu permaneci fiel aos compromissos que me levaram ao Governo. Se ele permaneceu ou não é uma questão que tem de ser feita a ele.</p>
<p class=""><b>P. </b>O senhor se arrepende de ter assumido o Ministério da Justiça?</p>
<p class=""><b>R. </b>Não. Acho que fui fiel aos meus compromissos. Quando entrei a bolsa [de valores] subiu, as pessoas gostaram. Eu recebi muito apoio. Claro que tinham críticas também, mas em geral foi algo muito positivo. Tivemos queda expressiva em 2019 dos principais indicadores criminais, inclusive de assassinatos, que caíram 19%, algo que nesse percentual não tinha esse precedente histórico. Foi implementada uma série de políticas, mas infelizmente não foi possível ir adiante.</p>
<p class=""><b>P. </b>A questão dos homicídios dolosos depende dos governos estaduais. O enfrentamento é feito por eles diretamente, não pelo governo federal.</p>
<p class=""><b>R. </b>Ao contrário. O combate ao crime envolve muito a questão do simbolismo. Boa parte dos homicídios no Brasil, nas periferias, estão relacionados ao crime organizado. Não estou dizendo que não tem o mérito dos Estados e mesmo dos municípios. Tenho certeza se tivesse tido um movimento contrário, um incremento do número de assassinatos a responsabilidade iria se recair sobre o governo federal.</p>
<p class=""><b>P. </b>Na segunda-feira, ativista <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-06-15/sara-winter-e-militantes-de-acampamento-bolsonarista-sao-presos-em-investigacao-sobre-atos-contra-a-democracia.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">bolsonarista Sara Winter</a> foi presa por atos antidemocráticos. Há uma escalada nos conflitos contra o Judiciário. Como os avalia?</p>
<p class=""><b>R.</b> No Brasil e em algumas partes do mundo vemos uma polarização excessiva, que dificulta o bom funcionamento da democracia, o diálogo, e isso gera falta de tolerância e impede que questões de construção de políticas públicas, por exemplo, sejam tratadas de uma maneira racional. Esses radicais, em particular, representam o extremo dessa polarização. Evidentemente há que preservar a liberdade de opinião. Agora essa liberdade de opinião não abrange a prática de crimes incluindo as ameaças explícitas contra instituições ou pessoas. Foi essa a situação que surgiu e infelizmente o Supremo teve de decretar a prisão pelos excessos cometidos.</p>
<p class=""><b>P.</b> O senhor se viu como alvo desses extremistas?</p>
<p class=""><b>R.</b> O que eu vi, principalmente depois da minha saída do Governo, são ataques dessa natureza nas redes sociais. Não sei até que ponto espontâneas ou não.</p>
<figure class="f | margin_top">
<p><figure style="width: 1500px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="block width_full" src="https://imagens.brasil.elpais.com/resizer/Pp4L5BWGJejM-rshNmlBr0T5yKA=/1500x0/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com/prisa/3EOIOLYRYFE7XG7FYRVPZRGRPY.jpg" alt="Manifestante segura cartaz contra Moro em ato em Brasília, no dia 3 de maio." width="1500" height="1000" /><figcaption class="wp-caption-text">Manifestante segura cartaz contra Moro em ato em Brasília, no dia 3 de maio.Eraldo Peres / AP</figcaption></figure></figure>
<p class=""><b>P.</b> O senhor encarnou um desejo pela ética nas relações políticas. Havia quase uma unanimidade, era um apoio pouco visto para alguém da magistratura. Mas o senhor perdeu popul</p>
<p class="">aridade . Está sendo mal compreendido ou vê que alguns pontos de sua trajetória poderiam ter sido diferentes?</p>
<p class=""><b>R.</b> Minhas opções foram tomadas sob a perspectiva de fazer a coisa certa. Às vezes, fazer a coisa certa envolve consequências. Nunca foi um objetivo a questão da popularidade. Se houve alguma incompreensão dos motivos de minha saída, principalmente por uma parte dos apoiadores do presidente, eu lamento, mas isso não mudaria nada. A popularidade é irrelevante, não estou em concurso de popularidade. Existe também essa rede de desinformação que muitas vezes prejudica a percepção adequada dos fatos por parte das pessoas. Sinceramente não estou preocupado com essa questão. Com o tempo, a verdade acaba sempre prevalecendo.</p>
<p class=""><b>P.</b> Existem três manifestos em defesa da democracia. Dois deles colocam barreiras ao seu nome. Como se posiciona diante disso?</p>
<p class=""><b>R.</b> Parte um pouco da incompreensão do que foi a <a href="https://brasil.elpais.com/tag/operacion_lava_jato" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">Lava Jato</a>. Ela foi uma grande operação que revelou casos disseminados de subornos no âmbito do Governo federal durante a gestão dos presidentes eleitos pelo PT. Algumas pessoas têm essa visão de que houve um viés político, mas o fato é que se fizeram investigações e foram condenados agentes políticos da esquerda e da direita. Existe esse rancor que vem de longe. Estamos em um momento difícil com essa pandemia, as dificuldades econômicas, não penso que deveríamos estar discutindo defesa da democracia, embora se compreenda porque esteja se fazendo isso. A democracia se tem como pressuposto, é algo que não precisaríamos estar defendendo em um contexto normal.</p>
<p class=""><b>P.</b> Mas o senhor reconhece que é necessária essa defesa, não?</p>
<p class=""><b>R.</b> Sim, absolutamente. Considero necessário, mas é lamentável que tenhamos de estar discutindo isso.</p>
<p class=""><b>P.</b> Aceitaria estar com o ex-presidente Lula, com o PT, se eles quisessem em uma frente pela democracia?</p>
<p class=""><b>R.</b> Isso é uma questão desnecessária. Eu tenho definido o governo Bolsonaro como populista com arroubos autoritários. Temos uma democracia e instituições sólidas, não acredito que ela esteja de fato ameaçada, mas esse tipo de arroubo evidentemente é indesejável.</p>
<p class=""><b>P.</b> O presidente Bolsonaro foi deputado por 28 anos. Em várias ocasiões demonstrou esse flerte com o autoritarismo. Achava que ia ser diferente?</p>
<p class=""><b>R.</b> A grande maioria não pensava que isso ocorreria. Minha entrada no Governo na época foi vista por muitos que seria um elemento de moderação. Também eu teria esse papel dentro do Governo. Como tenho esse histórico de juiz também me via ali como uma espécie de um garante, em certa medida, de que não haveria esses arroubos autoritários. O mais relevante é que há uma reação forte da sociedade e temos instituições que estão reagindo. Em que pese todos os alarmes, temos um Supremo que está atuando com independência. Temos um Congresso que está funcionando normalmente. A democracia brasileira é consolidada, essas turbulências vão passar.</p>
<p class=""><b>P.</b> Então, não vê risco de uma ruptura constitucional?</p>
<p class=""><b>R.</b> Não vejo esse risco, mas isso não justifica os arroubos autoritários. Passaríamos melhor sem eles.</p>
<p class=""><b>P.</b> <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/10/14/internacional/1571072613_615438.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">No ano passado o jurista espanhol Baltasar Garzón expressou</a> críticas sobre sua atuação na condução do processo do ex-presidente Lula e por ter aceito ir ao Governo Bolsonaro. O que diria a ele?</p>
<p class=""><b>R.</b> Não quero entrar em um debate com Baltasar Garzón. Acho que existe uma certa incompreensão. No caso do ex-presidente eu o condenei em um processo e a sentença foi confirmada em outras duas instâncias. Logo foi condenado em outro processo. Tem toda uma realidade de uma prática sistemática de suborno no Governo dele. Temos a corrupção envolvendo agentes do Partido dos Trabalhadores, antes revelada no julgamento da ação penal 470 (caso Mensalão). Nunca teve nada a ver questão ideológica ou pessoal. É um álibi que foi tentado se vender no exterior em relação ao ex-presidente que ele seria vítima de uma de perseguição política e aí tenta levar para esse lado pessoal. Simplesmente cumpri meu papel como juiz.</p>
<p class=""><b>P.</b> <i>The Intercept</i> e outros meios, incluindo o EL PAÍS, cobrimos a <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/vaza-jato/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">Vaza Jato</a> em que apareceram algumas movimentações que podem ser levadas na ação de suspeição que o envolve.</p>
<p class=""><b>R.</b> Essa é outra ilusão. Nada do que foi decidido nos processos, nas provas, nada é afetado por essas situações específicas. Acho que esse episódio aconteceu no passado, tem os hackers que estão respondendo aos processos. Isso não invalida nada do que foi abordado pela operação Lava Jato.</p>
<p class=""><b>P. </b>Na Lava Jato o senhor tinha uma comunicação estreita com os procuradores. O senhor acha que cometeu alguma falha ali?</p>
<p class=""><b>R. </b>Temos um modelo brasileiro em que o juiz que atua mesmo na área de investigação quanto na fase de julgamento. Tem gente que critica isso, mas é o que está previsto na legislação. Numa investigação como a operação Lava Jato, falar com o Ministério Público, com os advogados, com a polícia é algo usual. Sem querer reconhecer a autenticidade daquilo [a Vaza Jato], não existe nada que aponte alguma fraude, alguma coisa imprópria ou indevida. Sinceramente, acho que esse assunto é história antiga.</p>
<aside class="quote quote_pull | font_secondary italic">
<blockquote class="flex container_column ">
<div>Temos uma democracia e instituições sólidas, não acredito que ela esteja de fato ameaçada, mas esse tipo de arroubo autoritários evidentemente é indesejável</div>
</blockquote>
</aside>
</div>
</div>
<p class=""><b>P. </b>Mas a questão é um julgamento do ex-presidente. Há uma corrente na comunidade jurídica que diz que a Lava Jato fragilizou o que o senhor mesmo defende, o Estado de Direito. Essas críticas não lhe&#8230;</p>
<p class=""><b>R.</b> Ao contrário, o combate à corrupção fortalece o Estado de Direito. Tem muita manipulação de discurso. Alguns dizem no Brasil fala que a Lava Jato representou a criminalização da política. Não, o político que comete um crime de corrupção o regular é essa conduta ser punida pelas Cortes de Justiça. Isso não tem nada de criminalização da política.</p>
<p class=""><b>P. </b>Como ex-juiz, como analisa os indícios, as provas, contra os filhos do presidente? Acredita que há material para levá-los a julgamento?</p>
<p class=""><b>R. </b>Esse tipo de avaliação entendo que não cabe a mim.</p>
<p class=""><b>P. </b>O senhor tem mais provas dessa suposta interferência do presidente na PF?</p>
<p class=""><b>R. </b>Essas questões estão sendo discutidas lá no Supremo.</p>
<p class=""><b>P. </b>Teme que essa investigação volte contra o senhor, de que se torne o alvo?</p>
<p class=""><b>R.</b> Não. Eu fiz o que era certo e o que eu disse era absolutamente verdade.</p>
<p class=""><b>P.</b> O senhor é visto como um nome para a<a href="https://brasil.elpais.com/tag/elecciones_brasil_2022/a/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm=""> eleição 2022</a>. Onde se encaixa no espectro político?</p>
<p class=""><b>R. </b>Temos uma pandemia, um problema econômico muito sério com pessoas perdendo o emprego, pessoas sem renda, empresas fechando e acho que é absolutamente inconveniente qualquer debate envolvendo essas questões políticas. Existe uma agenda urgente no país a ser enfrentada e que não permite esse tipo de debate fora de hora. Não tem nenhuma discussão pertinente de esquerda ou direita ou sobre o que vai acontecer em 2022, 2026, 2030 ou eleições futuras. É muito cedo para esse tipo de conversa. Tudo seria especulativo.</p>
<p class=""><b>P. </b>Quais são os seus planos? Está procurando um trabalho?</p>
<p class=""><b>R. </b>Como consequência da saída do Governo, tem um período de quarentena jurídica para evitar conflitos de interesses. Nesses seis meses eu preciso me reinventar, provavelmente no âmbito do setor privado. Mas essas questões ainda estão em andamento. Agora, o desejo, de fato, é permanecer contribuindo para o debate público.</p>
<p class=""><b>P. </b>A ideia é continuar no Brasil?</p>
<p class=""><b>R. </b>Puxa vida! As coisas ainda estão muito prematuras. Talvez sair. Talvez ficar. Essa pandemia também complica todos os cenários. É uma situação um pouco difícil no momento.</p>
<p class=""><b>P. </b>Recentemente, o senhor tuitou que o governo Bolsonaro estava criando um ministério da propaganda. Esse é um termo que ficou forte entre nazistas. Crê que a gestão Bolsonaro tenha essa característica?</p>
<p class=""><b>R. </b>Não. Aí é exagero. Era uma crítica. Houve a transferência da Secretaria da Comunicação e me pareceu que o perfil principal era a área da propaganda. Mas propaganda que, de alguma maneira, todos os governos fazem. Isso não tem nenhum nada a ver com nazismo ou fascismo, necessariamente.</p>
<p class=""><b>P.</b> O senhor está de acordo com a presença de tantos militares no Governo? Não acha que isso fere um pouco a imagem das Forças Armadas? O tempo todo parece uma gestão de medo. Não vê isso como um elemento que colocou a democracia do Brasil em xeque?</p>
<p class=""><b>R. </b>A presença de militares no Governo não, necessariamente, é negativa. Eles têm um papel a desempenhar e isso acontece também em outros países sem que se cogite que isso envolva algum risco à democracia. Agora, essas invocações constantes das Forças Armadas e a necessidade de estar reafirmando nossos compromissos democráticos é ruim para o país. Traz instabilidade, afugenta investimento. A minha avaliação é que temos uma democracia consolidada, as instituições estão funcionando, estamos passando por momentos de turbulência.</p>
<p class=""><b>P. </b>Essa tensão permanente tem aumentado o número de pedidos de impeachment do presidente. O senhor apoiaria um processo de impeachment do Bolsonaro?</p>
<p class=""><b>R. </b>(<i>Risos, seguidos de negativas com a cabeça</i>). Não me cabe fazer essa avaliação. Veja, eu sou um cidadão comum hoje.</p>
<p class=""><b>P. </b>Mais ou menos. Uma coisa sou eu, somos nós aqui [entrevistadores] levantarmos uma bandeira. Outra coisa é o senhor. É diferente.</p>
<p class=""><b>R. </b>Não cabe a mim esse tipo de postura no momento. Essa é uma questão que depende do Congresso, se sim ou se não. O que eu fiz, já me trouxe bastante problemas. Saí do Governo, me expus a uma situação delicada. Perdi, não posso mais voltar para a magistratura.</p>
<p class=""><b>P. </b>Como o senhor avalia a gestão que Bolsonaro faz da pandemia?</p>
<p class=""><b>R. </b>Esse foi um dos motivos subjacentes à minha saída do Governo. Não me sentia confortável. Não é a minha área, a saúde, mas causava-me incômodo estar dentro do Governo e o presidente ter essa postura negacionista. Assim como o PT nega a ocorrência dos crimes na Petrobras, o presidente nega a existência de uma pandemia, o que dificulta qualquer política em nível nacional de combate ao vírus. Não se enfrenta a pandemia negando a gravidade dela. Isso faz com que nós tenhamos hoje 43.000 óbitos pelo coronavírus, o que é muito grave. Talvez, parte desses óbitos teria sido evitada com uma política mais racional por parte do Governo federal.</p>
<aside class="quote quote_pull | font_secondary italic">
<blockquote class="flex container_column ">
<div>Assim como o PT nega a ocorrência dos crimes na Petrobras, o presidente nega a existência de uma pandemia</div>
</blockquote>
</aside>
<p class=""><b>P. </b>Algo que está claro é que o presidente quer <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-05-23/video-da-reuniao-de-bolsonaro-evidencia-descaso-com-pandemia-que-ja-matou-mais-de-21000.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">armar a população</a>. O senhor era um desarmamentista no Governo?</p>
<p class=""><b>R. </b>Parte dos apoiadores do presidente defende uma maior flexibilização sobre o porte de armas. É uma reivindicação, em certa medida legítima, mas ela tem de ter os seus limites. Facilitar a posse de armas em casa, já que era uma promessa eleitoral do presidente, não é nenhum absurdo. Agora, tem sempre que se discutir até que ponto se vai. Em alguns momentos esse limite tem sido ultrapassado. Evidentemente, não é aceitável o discurso de armar a população para se opor às medidas sanitárias. Isso não tem como.</p>
<p class=""><b>P. </b>O senhor falou com o presidente desde que saiu do Governo?</p>
<p class=""><b>R. </b>Não.</p>
<p class=""><b>P. </b>Nem com a deputada bolsonarista <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-05-27/policia-federal-mira-aliados-de-bolsonaro-em-investigacao-sobre-noticias-falsas.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="">Carla Zambelli</a> [afilhada de casamento de Moro]?</p>
<p class=""><b>R. </b>[Risos constrangidos] Não.</p>
<figure class="f | margin_top">
<p><figure style="width: 1500px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="block width_full" src="https://imagens.brasil.elpais.com/resizer/Vf-RYIjK2SQSPTXGKpDh08KdhEA=/1500x0/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com/prisa/IIC63MQ4XPDXMI2FA6WMHASSBA.jpg" alt="Bolsonaro e Moro, em fevereiro durante partida de futebol em Brasília, quando ainda eram aliados." width="1500" height="921" /><figcaption class="wp-caption-text">Bolsonaro e Moro, em fevereiro durante partida de futebol em Brasília, quando ainda eram aliados.Buda Mendes / Getty Images</figcaption></figure></figure>
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		<title>Suspeito de matar sobrinho do ex-presidente Sarney apresenta-se à polícia, nega o crime, mas fica preso</title>
		<link>https://www.maranhaobrasil.com.br/suspeito-de-matar-sobrinho-do-ex-presidente-sarney-apresenta-se-a-policia-nega-o-crime-mas-fica-preso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 10:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[José Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[Diogo Campos]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[lagoa da jansen]]></category>
		<category><![CDATA[polícia]]></category>
		<category><![CDATA[suspeito]]></category>
		<category><![CDATA[vítima; Ayrton Campos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Suspeito de matar o publicitário Diogo Adriano Costa Campos, 41 anos,  sobrinho do ex-presidente José Sarney, apresentou-se à polícia, ainda à noite de ontem, mas negou o crime.</p>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright"><a href="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Diogo-Sarney-assassinado.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="260" height="433" src="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Diogo-Sarney-assassinado.jpeg" alt="Diogo Campos, sobrinho de Sarney, morto com um tiro no pescoço" class="wp-image-25020" srcset="https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Diogo-Sarney-assassinado.jpeg 260w, https://www.maranhaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Diogo-Sarney-assassinado-180x300.jpeg 180w" sizes="(max-width: 260px) 100vw, 260px" /></a><figcaption><em>Ayrton Campos Pestana nega ser o autor do crime</em></figcaption></figure></div>



<p>Suspeito de matar o publicitário Diogo Adriano Costa Campos, 41 anos, sobrinho do ex-presidente José Sarney,  apresentou-se à polícia, ainda à noite de ontem, mas negou o crime. Trata-se de Airton Campos Pestana.</p>



<p>Acompanhado de advogado e do pai, dono de uma oficina na Venceslau Brás, na Camboa, e verdadeiro dono do Fiat Argo vermelho, Airton&nbsp; garantiu ao delegado que passou a manhã na oficina e que ao meio dia foi almoçar com o pai, no Monte Castelo. Disse, ainda, que soube do caso depois que já estava sendo acusado pelo crime. E informou que desconfia de que o carro do pai teve as placas clonadas</p>



<p>Antes mesmo do suspeito ir à Superintendência de Homicídios, Katia Campos, tia dele, procurou o blog do jornalista Gilberto Leda para dizer que o sobrinho era inocente, e que tudo seria esclarecido. Mesmo assim, ele ficou preso.</p>



<p>Crime de grande repercussão em todo o Maranhão, o fato ocorreu por volta das 11:30 da manhã de terça-feira (16), na Lagoa da Jansen. O publicicitário Diogo Adriano Costa Campos terminara de sair do seu apartamento, ali perto,&nbsp; dirigindo o automóvel Kwid PTB-2970, e se envolveu num acidente leve, começando uma discussão com o condutor de um Argo vermelho.</p>



<p>Em frente ao Bar Por Acaso,&nbsp; os dois protagonistas saíram dos veículos para &#8220;resolver a parada&#8221;. Foi quando o suspeito sacou de uma arma de fogo e acertou o desafeto com um tiro na garganta.</p>



<p>Para a Superintendência de Homicídios o suspeito número 1 é Airton, porém, diante das afirmações da família de que quem conduzia o Argo era outra pessoa &#8211; o veículo teria sido roubado &#8211; as investigações continuam. Mas o suspeito de matar Diogo Adriano está preso, pois já existia um mandado de prisão contra ele.</p>



<p>Diogo é filho de Concy Sarney, filha de Evandro Sarney (falecido) e irmão de Gustavo Sarney, advogado que foi diretor do Fórum. Ele residia no Edifício São Gabriel, na&nbsp; Rua Frei Antônio, Lagoa da Jansen.</p>



<p>O assassinato ocorreu em frente ao Bar “Por acaso”, na Lagoa da Jansen. Diogo discutira com o condutor do Argos, após uma colisão de pequena proporção.</p>
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		<title>Polícia Civil pode identificar a qualquer momento o autor do assassinato, a tiro, do sobrinho do ex-presidente Sarney</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 21:12:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[José Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[lagoa da jansen]]></category>
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		<category><![CDATA[tiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crime de grande repercussão em todo o Maranhão, a Polícia Civil já teria identificado o proprietário do veículo Argo, de cor vermelha, ocupado por um homem que matou a tiro, por volta das 11:30 da manhã desta terça-feira (16), na Lagoa da Jansen,  o publicitário Diogo Adriano Costa Campos, 41 anos, filho de Concy Sarney  e sobrinho do ex-presidente José Sarney.</p>
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<p>Crime de grande repercussão em todo o Maranhão, a Polícia Civil já teria identificado o proprietário do veículo Argo, de cor vermelha, ocupado por um homem que matou a tiro, por volta das 11:30 da manhã desta terça-feira (16), na Lagoa da Jansen,  o publicitário Diogo Adriano Costa Campos, 41 anos,  filho de Concy Sarney  e sobrinho do ex-presidente José Sarney.</p>



<p>Segundo informações, a SSP ainda não sabe, porém, se o proprietário do veículo é mesmo que discutiu e matoum Diogo Adriano, após uma pequena colisão entre o Argo e o Kwid conduzido pela vítima, informações que estão sendo filtradas.</p>



<p>Policiais da Delegacia de Homicídio que investigam o caso do assassinato do sobrinho-neto do ex-presidente da República, José Sarney, já podem afirmar&nbsp; que o tiro foi dado de dentro do carro do homem que o matou. Ele permanece foragido, mas a polícia já sabe da identificação das placas do veículo.</p>



<p>Diogo é filho de Concy Sarney, filha de Evandro Sarney (falecido) e irmão de Gustavo Sarney, advogado que foi diretor do Fórum. Ele residia no Edifício São Gabriel, na&nbsp; Rua Frei Antônio, Lagoa da Jansen.</p>



<p>o assassinato ocorreu em frente ao Bar &#8220;Por acaso&#8221;, na Lagoa da Jansen. Diogo discutira com o condutor do Argos, após uma colisão de pequena proporção.</p>



<p>A Polícia deve divulgar nas próximas&nbsp; horas o nome do homicida, já que uma câmera de vídeo teria registrado o episódio e mostrado modelo e até placas do Argo.</p>



<p>O empresário Fernando Sarney teria ido ao local do crime e a ex-governadora Roseana Sarney se desesperaria com a notícia da morte do sobrinho.</p>
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		<title>Maranhão prepara chegada de mais 170 mil testes para coronavírus, declara governador Flávio Dino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 03:48:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
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		<category><![CDATA[testes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Maranhão ultrapassou a marca dos 93 mil testes realizados para a Covid-19. O indicador faz com que o estado figure entre as três unidades da federação com maior volume de testes para o novo coronavírus.</p>
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<p>O Maranhão ultrapassou a marca dos 93 mil testes realizados para a Covid-19. O indicador faz com que o estado figure entre as três unidades da federação com maior volume de testes para o novo coronavírus.</p>



<p>O número, que já é expressivo em relação ao contexto nacional, deve crescer ainda mais nas próximas semanas.</p>



<p>O governador Flávio Dino afirmou que “a meta é triplicar o número”, com a entrega de mais 70 mil testes para os municípios nesta semana e a compra de outros 100 mil exames.</p>



<p>“Estamos em um trabalho desde o início de garantir que haja máxima testagem possível para que nós possamos ter um panorama o mais exato quanto possível acerca da ocorrência do coronavírus no nosso estado. Nas próximas semanas, a nossa previsão é de triplicar o número de testes”, frisou o governador.</p>



<p>Segundo o governador, esse “esforço de testagem” é essencial para que o governo e as prefeituras municipais adotem medidas para controle do contágio e para que o Maranhão mantenha um baixo índice de subnotificação.</p>



<p>“Faço questão inclusive de sublinhar estudo divulgado nesse final de semana que registra que há estados brasileiros que têm uma baixa taxa de coronavírus anunciada, porém tem altíssimas taxas de óbitos indeterminados ou mesmo derivados de outras Síndromes Respiratórias Agudas Graves [SARS]”, ressaltou.</p>



<p>“Nós estamos procurando exatamente ter certeza quanto aos casos de coronavírus e por isso mesmo já temos esse indicador que, nacionalmente, é um dos maiores”, completou Flávio Dino.</p>



<h3 class="wp-block-heading">“Queremos transparência”</h3>



<p>Nesta quarta-feira (10), em entrevista à TV Mirante, Flávio Dino voltou a falar sobre o empenho estadual em ampliar o número de testes para a doença no Maranhão.</p>



<p>O governador reforçou a importância da transparência de dados para o controle da pandemia.</p>



<p>“Enquanto houver a presença do coronavírus no Maranhão, nós vamos fazer testes. Nosso interesse é que as pessoas tenham o seu direito assegurado de saber se elas estão doentes ou não. Computamos em nossos boletins diários todos os resultados de testes que nós recebemos, porque nós queremos transparência e seriedade no combate ao coronavírus”, pontuou o governador</p>
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		<title>Coronavírus: como funcionam as duas vacinas contra covid-19 que serão testadas em brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2020 02:24:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[José Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[voluntários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 11 mil voluntários brasileiros vão receber nas próximas semanas duas vacinas diferentes contra o coronavírus que estão em fase avançada de testes clínicos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As vacinas estão sendo produzidas no exterior em parceria com órgãos nacionais como parte da corrida global para se achar uma forma de conter a pandemia, que já contaminou mais de 7,5 milhão de pessoas e matou mais de 420 mil no mundo.</p>



<p>Nas últimas semanas, duas iniciativas internacionais que estão na última fase de análise clínica anunciaram que usarão voluntários do Brasil &#8211; país que tem o segundo maior número de casos de covid-19 confirmados (mais de 800 mil) e o terceiro número de mortes (mais de 40 mil).</p>



<p>A primeira é uma iniciativa da universidade britânica de Oxford, com testes começando neste mês envolvendo mil pessoas no Rio de Janeiro e outras mil em São Paulo. Voluntários de 18 a 55 anos que trabalham no setor de saúde estão sendo selecionados pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) em São Paulo e pela Rede D&#8217;Or São Luiz e Instituto D&#8217;Or (Idor) no Rio de Janeiro.</p>



<p>A outra foi anunciada na quinta-feira pelo governo do Estado de São Paulo e será feita em parceria entre a criadora da vacina, a empresa chinesa Sinovac, e o Instituto Butantan, centro de pesquisas ligado à secretaria estadual de Saúde de São Paulo.</p>



<p>Segundo a OMS, existem mais de 130 estudos de vacinas contra a covid-19 em andamento no mundo todo, mas apenas dez estão em fases adiantadas de estudo &#8211; o que inclui essas duas que serão testadas com voluntários brasileiros. Especialistas indicam que essa fase pode durar seis meses, e que a fase de produção e comercialização pode demorar ainda de 12 a 18 meses.<br>No Brasil, há iniciativas do próprio Instituto Butantan junto com a Fiocruz e também da Universidade de São Paulo para criar uma vacina nacional, mas ambas ainda estão em estágio de análise pré-clínica.</p>



<p>Confira abaixo detalhes e diferenças das duas vacinas em teste avançado no Brasil.</p>



<h3 class="story-body__crosshead wp-block-heading">Vacina ChAdOx1 nCoV-19, de Oxford</h3>



<p>A vacina conhecida como ChAdOx1 nCoV-19 é um dos mais avançados experimentos científicos contra o coronavírus no mundo hoje.<br>Ela é feita a partir do ChAdOx1, que é uma versão mais branda de um vírus que causa gripe em chipanzés, com modificações genéticas que impedem que ela se espalhe entre humanos. Material genético foi acrescentado ao vírus ChAdOx1 com a presença de uma proteína chamada glicoproteína de pico.</p>



<p>Essa proteína existe na superfície do coronavírus e desempenha um papel fundamental no processo de contaminação, pois ela se liga a receptores presentes nas células humanas para invadi-las e causar a infecção.<br>O objetivo da vacina de Oxford é fazer com que o sistema imunológico do corpo humano reconheça a glicoproteína de pico e crie uma defesa contra ela.</p>



<p>Uma parcela dos voluntários vai receber uma outra vacina, usada comumente contra meningite, que provoca sintomas parecidos. Este será o grupo de controle, usado para comparar e contrastar as duas vacinas. Os voluntários não serão informados sobre qual vacina estão recebendo.<br>Eles vão preencher pela internet um diário ao longo de sete dias relatando seus sintomas, e serão monitorados por três semanas para qualquer mal-estar. Eles farão exames de sangue constantes para determinar se a vacina está sendo eficaz em produzir uma resposta imunológica.</p>



<p>A universidade britânica disse que o Brasil é prioridade na última fase de estudos &#8220;por causa da sua curva ascendente de covid-19&#8221;.</p>



<p>Além dos 2 mil brasileiros, também participam do estudo 10 mil britânicos e 30 mil americanos.</p>



<p>Enquanto a universidade trabalha na ponta da pesquisa científica, ela também negocia a parte de produção em massa da vacina. A multinacional AstraZeneca, que apoia as pesquisas, diz que terá capacidade de produzir até 1 bilhão de doses da vacina de Oxford, tendo já firmado convênios para produzir até 400 milhões de doses.</p>



<h3 class="story-body__crosshead wp-block-heading">CoronaVac da Sinovac</h3>



<p>A Sinovac Biotech é uma empresa privada com sede em Pequim que possui experiência na produção de vacinas contra febre aftosa, hepatite e gripe aviária.</p>



<p>A empresa conseguiu logo cedo na pandemia criar uma vacina que impediu o contágio de macaco-rhesus com covid-19. Oito animais receberam duas doses da vacina CoronaVac. Três semanas eles foram expostos ao coronavírus e nenhum deles pegou covid-19.</p>



<p>A empresa criou anticorpos específicos que agem para neutralizar o coronavírus, que segundo a foram bem-sucedidos em neutralizar dez cepas do coronavírus.</p>



<p>Um estudo foi publicado com revisão por pares na revista científica <i>Science </i>no dia 6 de maio. O estudo com macacos mostrou que os animais que receberam doses maiores da vacina tiveram melhor resposta contra vírus.<br>O estudo despertou algumas críticas de outros especialistas na área.</p>



<p>Segundo a revista <i>Science</i>, o professor Douglas Reed, da Universidade de Pittsburg, que também está testando vacinas contra o coronavírus em macacos, levantou dúvidas sobre o baixo número estatístico de testes da Sinovac, que seria insuficiente para se tirar conclusões maiores.</p>



<p>Ele também afirmou que a forma como o coronavírus foi usado no laboratório pode ter provocado algumas mudanças que o tornaram menos contagioso nos testes. Outra preocupação levantada é a de que os macacos não apresentam sintomas tão extremos de covid-19 como humanos.<br>Mas outros cientistas elogiaram a iniciativa.</p>



<p>&#8220;Eu gostei [do estudo]&#8221;, disse Florian Krammer, virologista da Icahn School of Medicine, de Nova York, para a <i>Science</i>. &#8220;Isso é um jeito antigo [de criar vacinas] mas pode dar certo. O que eu mais gostei é que muitos produtores de vacina, até em países de baixa e média renda, conseguiriam produzir uma vacina assim.&#8221;</p>



<p>Desde então, muito já se evoluiu no estudo da CoronaVac. Os primeiros testes com humanos começaram na China no dia 16 de abril.</p>



<p>O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, disse que o Brasil pretende ajudar não só na fase de desenvolvimento do CoronaVac, como também na produção e comercialização em território brasileiro da vacina.</p>



<p>A Sinovac está construindo uma fábrica na China que, segundo a empresa, terá capacidade para produzir 100 milhões de doses da CoronaVac por ano. A empresa chinesa diz que, ao firmar o convênio, o &#8220;Instituto Butantan poderá assegurar que a população brasileira terá acesso a essa vacina&#8221;.</p>
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